:: ‘Brasil’
Acidente com Kombi que transportava presos mata 3 pessoas e deixa 9 feridos
Tempestade de raios mata 84 cabeças de gado em fazenda

Estao vendo essas belas pessoas de uniformes laranjas ?
Estão abrindo conta no Banco do Brasil
Sao novos assalariados!!!
Mas não se iluda. Nao abriram novas vagas na prefeitura para limpeza da nossa cidade.
Esses são os presidiários que irão receber o bolsa presidiários de nada menos que 1.092 reais, enquanto vc, pai de família trabalhador, se mata durante o mês para receber o salario mínimo de 937 reais.
Palmas pro nosso país!!!
Governador de Goiás passou semana em resort durante rebelião em presídio
O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), passou três dias de descanso com a família na última semana em um resort na Praia dos Carneiros, em Pernambuco, período após a rebelião ocorrida no Complexo Penal de Aparecida de Goiânia (GO), que resultou em nove mortes, 14 feridos, mais de 100 foragidos e outros levantes em presídios do complexo. Segundo informações do jornal O Globo, a presença de Perillo foi notada por pessoas que estavam no balneário, que o fotografaram com a família. Ele retornou a Goiás somente no final de semana – até lá, foram registradas outras duas rebeliões, uma na quinta (6) e outra na sexta (5). Por meio de sua assessoria, o tucano afirmou que decidiu descansar por três dias “depois de um ano de intenso trabalho”. “Deixei Goiânia depois de intensas reuniões com a equipe de segurança e de adotar todas as medidas necessárias para o controle da situação. Deixei o vice-governador no comando da situação em conjunto com a nossa competente equipe responsável pelo sistema de segurança”, afirmou. A praia fica a 2,2 mil km de Aparecida de Goiânia. Perillo afirmou ainda que manteve contatos pela internet, “tomando todas as decisões necessárias”: “No mundo atual, a internet é utilizada em situações diversas, na liderança e na ação. Tanto é verdade que duas tentativas de rebelião foram frustradas graças à nossa rápida e eficiente ação. Em uma delas, conversei com o diretor do sistema prisional várias vezes na madrugada”.
VÍDEO: Criança, avó e tia morrem em acidente na BR-101, na manhã desta segunda-feira
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma das vítimas era uma garotinha de 5 anos. Todas morreram na hora.

Duas mulheres e uma menina de quatro anos morreram em um acidente envolvendo um carro e uma carreta, na BR-101, na manhã desta segunda-feira (8). As informações são da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A colisão aconteceu por volta das 5h40, próximo ao Xuri, em Vila Velha.
O acidente deixou o km 316 da rodovia parcialmente interditado, mas fluindo nos dois sentidos, por desvio. No carro, que seguia sentido Viana, estavam a motorista, uma jovem de 21 anos; a mãe dela; e a menina de cinco anos, sobrinha da motorista. As três morreram no local do acidente. Segundo a PRF, o carro invadiu a contramão e bateu de frente com a carreta. Com o impacto da batida, o carro capotou e se partiu. Uma parte caiu próximo à pista e a outra em uma ribanceira de 10 metros. Assista:
Quando o socorro chegou, a criança ainda estava viva, mas não resistiu aos ferimentos e morreu antes de ser levada para o hospital.
Parentes das vítimas contaram que a tia e a avó da menina, que são de Minas Gerais, tinham levado a criança para passar uns dias na praia, em Guarapari. Nesta segunda-feira, as duas estavam voltando para encontrar o pai da menina, em Viana. O motorista da carreta não teve ferimentos e estava abalado no local. Por causa do acidente, o trânsito segue lento na região. As informações são da TV Gazeta.

Fundo para campanhas tira R$ 472 milhões de saúde e educação
Fundo é uma alternativa à proibição das doações empresariais nas eleições (Nelson Junior/VEJA)
O fundo eleitoral bilionário criado para bancar as campanhas políticas com recursos públicos retirou R$ 472,3 milhões originalmente destinados pelos parlamentares para educação e saúde neste ano. Deputados federais e senadores, quando aprovaram a destinação de verbas para as eleições, haviam prometido poupar as duas áreas sociais de perdas.
Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que o fundo receberá R$ 121,8 milhões remanejados da educação e R$ 350,5 milhões da saúde. O valor corresponde à transferência de dinheiro das emendas de bancadas — que seria destinado a esses setores — para gastos com as campanhas eleitorais deste ano.
O fundo, aprovado em 4 de outubro do ano passado, é uma alternativa à proibição das doações empresariais e receberá, no total, R$ 1,75 bilhão. Desse montante, R$ 1,3 bilhão sairá das emendas de bancada, cujo pagamento é obrigatório pelo governo, e R$ 450 milhões da isenção fiscal que seria concedida a rádios e TVs para veicular programas partidários.
O dinheiro será distribuído aos partidos de acordo com o tamanho de suas bancadas na Câmara e no Senado. A criação do fundo é contestada por ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria da ministra Rosa Weber. Ela decidiu levar o caso ao plenário da Corte e ainda não há data para o julgamento.
A verba retirada da saúde para abastecer o caixa das campanhas seria suficiente, por exemplo, para arcar com a construção de 159 novas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), com sete leitos dois médicos e atendimento médio de 150 pacientes por dia ou financiar 859 Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
CIEE lança mais de 2,4 mil vagas de estágio para o Aprendiz Legal
Foram abertas nesta semana 2,4 mil vagas em todo o país para o programa Aprendiz Legal, realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). As oportunidades são para jovens com idade entre 14 e 24 anos que tenham concluído ou estejam cursando o ensino fundamental ou médio.
O programa possibilita o ingresso no mercado de trabalho, com carteira assinada por prazo máximo de dois anos, e capacitação teórica na área que vão atuar. São oferecidos cursos ministrados pela instituição em diversas modalidades.O que é o Aprendiz Legal? O Aprendiz Legal é um programa de inclusão social para inserir jovens no mercado de trabalho, de acordo com a Lei n° 10.097/00, que obriga as empresas a contratarem cotas de aprendizes. Desde o início de sua atuação, em 2003, o CIEE já beneficiou mais de 313 mil jovens em apoio à norma.
Com mais 75 mil aprendizes em capacitação no país, o CIEE conta com um amplo cadastro de jovens, além de ser uma instituição certificadora, habilitada a ministrar cursos teóricos de capacitação durante a vigência do contrato de aprendizagem. Os interessados podem ter mais informações e se candidatar gratuitamente pelo site do CIEE (CLIQUE AQUI).
Governo do RN decreta estado de calamidade na segurança pública Com paralisação de policiais civis e militares, estado adotou medida, válida por 180 dias, que dispensa licitação para contratar serviços no setor
Policiais protestam contra falta de pagamento de salário e condições de trabalho (Ney Douglas/VEJA)
O governador Robinson Faria (PSD) decretou neste sábado (6) estado de calamidade no sistema de segurança do Estado do Rio Grande do Norte. O Executivo levou em conta a paralisação de policiais civis e militares, que reivindicam o pagamento de salários atrasados e melhores condições de trabalho, além do aumento dos índices de violência.
O decreto tem validade 180 dias e dispensa o governo estadual de fazer licitação para contratar, em caráter emergencial, serviços na área de segurança pública. O governo federal já havia anunciado a liberação de R$ 225 milhões para o RN quitar os atrasados.
O ministro Raul Jungmann (Defesa) afirmou, entretanto, que o Exército restabeleceu a segurança no RN e que decreto “não muda nada” no trabalho que está sendo feito. “O estado está seguro pelo Exército. A segurança está conosco e a situação está normal”, disse.
A Operação de Garantia da Lei da Ordem (GLO) no Estado, denominada de Potiguar III, garantiu ao Rio Grande do Norte a presença de 2,8 mil agentes do Exército desde o último dia 29 de dezembro. Segundo o ministro, não há previsão de aumento de efetivo. Ressaltou, ainda, que o apoio das Forças Armadas é uma situação excepcional.
“As Forças Armadas não podem ficar permanentemente, nem aqui, nem em nenhum outro estado. Primeiro, porque a Constituição não permite. Em segundo lugar, o custo é muito elevado”, destacou. “Nós sabemos que existem outros custos mas esta (a segurança pública) é uma atribuição do Estado do Rio Grande do Norte e compete ao Estado restaurar de forma permanente”, destacou o ministro.
Uma decisão do Tribunal de Justiça do RN determina a prisão dos policiais responsáveis por “incitar, defender ou provocar” a paralisação iniciada no dia 19 de dezembro. Desde então, Rio Grande do Norte viu um crescimento de 40% no número de crimes violentos em comparação ao mesmo período de 2016. Mais de 100 assassinatos já foram registrados desde o início da paralisação
Resposta a Ratinho sobre o excesso de “viados” na Globo O problema não é a quantidade de gays nas novelas, mas a forma como são representados
Ratinho, apresentador de TV do canal SBT (SBT/Reprodução)
Prezado Ratinho:
O vídeo com o seu comentário sobre a presença de homossexuais nas novelas da Globo possui um acerto razoável e um erro medonho.
O acerto está no momento em que você diz:
— É viado às seis da tarde, é viado às oito da noite, é viado às nove da noite, é viado às dez, é muito viado.
De uns tempos pra cá, com efeito, a Globo tem investido pesado numa dramaturgia que tematiza os problemas de personagens homossexuais. Não sei dizer por que a emissora está fazendo isso, se está abraçando uma causa ou se está atendendo a uma demanda de mercado baseada em pesquisas, mas essa não é a pergunta que interessa.
Antes de tudo, deveríamos perguntar por que nós, heterossexuais, deveríamos nos incomodar com a presença de gays em filmes, telenovelas e afins. Retornarei à questão no final.
Vamos primeiro ao seu erro. Ao se referir à minissérie Entre Irmãs, que se passa nos anos 1930, você reclama que a Globo colocou viado até em filme de cangaceiro.
— Naquele tempo não tinha viado, não. Você acha que tinha viado naquele tempo?
Eu acho. Aliás, eu tenho certeza. Não só naquele tempo como desde os primórdios da humanidade. Basta verificar na literatura e em documentos históricos similares. A homossexualidade está presente na Ilíada de Homero, no Satiricon de Petrônio, na Divina Comédia de Dante e nos infinitos textos que surgiram da Renascença pra frente.
Na realidade, nunca foi problema a escassez de homossexuais nas narrativas do mundo, mas certamente foi problemática a forma como eles são retratados. Às vezes aparecem como amantes dos protagonistas (Ilíada), às vezes como andarilhos inconsequentes (Satiricon) e às vezes como sodomitas perversos condenados ao fogo mais inclemente dos infernos (Divina Comédia).
No Brasil, os primeiros romances de destaque que trouxeram os homossexuais à tona surgiram apenas no final do século XIX. É o caso de Bom Crioulo, de Adolfo Caminha, que trata do complicado relacionamento entre dois cangaceiros, ops, dois marinheiros, e do super clássico O Cortiço, de Aluísio Azevedo, que mostra como a inocente Pombinha cai nas garras da lúbrica Madame Léonie.
Esses livros, meu caro Ratinho, se você puxar pela memória dos tempos em que frequentava a escola, são classificados como “naturalistas”, e é aí que se encontra o cerne da questão. Naquela época não se falava em homossexualidade, mas em homossexualismo, ou seja, uma doença, uma patologia, uma disfunção talvez congênita que ultrapassava as raias da moral e atingia em cheio a esfera da psiquiatria.
Novamente, o problema não está na quantidade, mas na qualidade da representação.
Dando um salto abissal da literatura para as novelas da Globo, devemos reconhecer que personagens homossexuais sempre estiveram lá, pelo menos desde os anos 1970, quando a emissora assumiu a liderança do horário nobre. Só que os gays daquele tempo, além de serem mais enrustidos, eram sempre os malvadinhos da história, senhores de uma veadagem do mal, mórbida e cavernosa, cheia de trejeitos que serviam para atiçar a ojeriza da plateia contra os vilões.
Era mais ou menos como acontece no seu programa, ou acontecia, já que não assisto ao Show do Ratinho há pelo menos 20 anos (e a culpa é sua, pois uma vez você disse: “aqui é baixaria mesmo, quem quiser cultura que assine a TV a cabo”). Se for como caricatura ou concessão carnavalesca, fica mais difícil de ofender porque as pobres diabas das bichas, expostas ao ridículo, ficam lá longe do telespectador e da pureza da sua sala de estar.
Estou dizendo com isso que a Globo evoluiu na maneira como representa os homossexuais? Acho que sim, ainda que os estereótipos continuem a dominar. Ontem, por exemplo, graças ao seu vídeo, Ratinho, parei para assistir ao capítulo de O Outro Lado do Paraíso. Bingo: lá estava a trama de um homossexual representado por Eriberto Leão, flagrado pela mãe, a excelente Ana Lúcia Torre, que não consegue aceitar uma coisa daquelas em sua família.
— Eu disse pra nossa vizinha que o meu filho era macho! — E ela vocifera com um desespero rodriguiano: — Macho, macho, macho!
Mãe e filho fazem um acordo para esconder o segredo, até que surge a esposa Ellen Rocche, a própria representação da vida, doida para fazer um amorzinho gostoso com o marido gay. É claro que o Eriberto vai se dar mal com esse negócio de esconder o jogo.
Os conservadores, Ratinho, e você deve ser um deles, embora bem falsão e oportunista, temem que as novelas possam transformar a totalidade dos brasileiros em homossexuais. Arrisco dizer que não. Simplesmente porque a dramaturgia, ao mostrar os gays com um mínimo de realismo, acaba explicando ao grande público que nem sempre a vida deles é fácil. Ao contrário: às vezes pode ser um inferno.
Pra terminar, a pergunta que lancei lá em cima: por que os héteros deveriam se incomodar com a presença de homossexuais na TV? A única resposta que me ocorre é tão batida que só pode ser verdadeira: porque não estão tão seguros assim da própria heterossexualidade.
Ratinho, eu nem sabia que você ainda estava na televisão. Prometo que vou gastar uns dez minutos para ver se o seu programa melhorou um pouco, ou se continua a mesma apelação fácil de sempre. Feliz 2018.











