:: ‘Brasil’
Deu chabu no acordo de Temer. Greve dos caminhoneiros continua

A greve dos caminhoneiros que completa oito dias nesta segunda-feira (28) ganhou dimensões de uma incrível luta de todos os brasileiros. Os manifestantes das estradas acreditam que estão fazendo uma “revolução” e que irão transformar o Brasil, mas, na noite deste domingo (27) eles levaram uma ducha de água fria com o anúncio do acordo entre as lideranças do movimento e o governo Michel Temer. Entretanto, deu chabu no “entendimento”, pois hoje a greve continua em todo o país.
POPULAÇÃO BRASILEIRA ESTAMOS NO CAMINHO CERTO
AMIGOS O MOVIMENTO COMEÇOU E NINGUÉM IMAGINAVA QUE VOCÊ CAMINHONEIRO NÃO IRIA PREJUDICAR EM NADA O BRASIL PORÉM NÃO É BEM ASSIM O MOVIMENTO ESTÁ CRESCENDO E SE FORTALECE A CADA HORA E A CADA DIA E AGORA ESTÁ ATINGINDO O MOMENTO DE SE INSTALAR O CAOS TOTAL NO BRASIL POR ISSO QUE NÃO PODEMOS DESISTIR A CADA MOMENTO NÓS AVANÇAMOS E ELES NÃO TEM UMA SOLUÇÃO E CADA VEZ MAIS ESTÃO RECUANDO E A PRESSÃO ESTÁ AUMENTANDO POR ISSO É QUE NÃO VAI DEMORAR MUITO PARA ACONTECER UMA SOLUÇÃO POLÍTICA E SENDO ASSIM A SOLUÇÃO SERÁ A INTERVENÇÃO POIS O GOVERNO NÃO TEM UM PLANO PARA RESOLVER O PROBLEMA ESTÁ TOTALMENTE PERDIDO DIANTE DO CENÁRIO DE CAOS
POR VAMOS RESISTIR E SEGURAR CREIO EU QUE SÁBADO O BRASIL ESTARÁ COMPLETAMENTE PARALISADO E DESABASTECIDOS
VAMOS LÁ
Em três dias, caminhoneiros levam governo Temer à lona

O governo de Michel Temer não aguentou três dias de greve de caminhoneiros. Sentiu o peso político de um país à beira de uma paralisia causada pelos protestos nas rodovias. Não suportou a pressão, esqueceu o que dissera e foi à lona.
O episódio tem revelado o quão desnorteado está o Planalto. Impopular, fraco, cambaleante a cada crise.
Mostrou ao país e ao mercado internacional que a Petrobras topa perder um bom dinheiro (ao menos R$ 100 milhões no caixa da empresa) diante da incapacidade de enfrentar 72 horas de chantagem de uma categoria.
A fraqueza demonstrada nos últimos dias não deixa de ser um incentivo para outros setores ameaçarem o governo nos sete meses que faltam para o seu melancólico fim.
Os caminhoneiros, por exemplo, ignoraram o apelo de Temer por uma trégua de três dias e avisaram (antes da redução do diesel) que, ao menos até esta sexta (25), manteriam a manifestação.
O bloqueio nas estradas ocorre na semana em que o presidente confirmou a desistência do fantasioso desejo de disputar a reeleição para anunciar o apoio do MDB ao nome do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles.
Sem ultrapassar os 2% das intenções de voto, Meirelles será o candidato responsável por defender o legado deste governo. Poucas coisas são tão impopulares quanto aumento de preço de combustível. Ainda mais em ano de eleição














