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Estuprador e ex-secretário de Jucuruçu é espancado em prisão de Teixeira

Fotos: Liberdade News

09/01/2019 – 16h38Por: Informações do Liberdade News

As agressões ocorreram dentro do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas (CPTF), o interno Alexsandro Souza Sena, de 38 anos, foi espancado por colegas de cela no dia 12 de dezembro de 2018.

Aproximadamente 30 internos do Conjunto Penal do Pátio B, seguindo um código de conduta deles (que abominam crimes sexuais), acabaram amarrando e espancado o Alexsandro com socos, chutes e golpes de uma arma artesanal, feita com um pedaço de pau.

Alexsandro foi condenado a 11 anos de prisão por estupro, e cumpria pena em regime semiaberto, quando voltou a cometer um novo estupro, desta vez contra uma jovem de 25 anos, que era sua colega de trabalho.

Ele trabalhava para Prefeitura Municipal, na Secretaria de Indústria e Comércio, e mesmo assim cometeu o estupro. Em 11 de dezembro de 2018, policiais civis da DEAM de Teixeira de Freitas prenderam o Alexsandro, por força de mandado de prisão, pela acusação de estupro, sendo ele encaminhado para o CPTF.

As agressões que só foram divulgadas esta semana, foram gravadas pelos próprios internos. Assim que perceberam o tumulto, a equipe de segurança interviu, dispersando a confusão e socorrendo o Alexsandro.

De acordo com o Tenente Coronel Osíris Cardoso, diretor do CPTF, somente agora ele teve acesso às imagens gravadas da agressão, o que ajudou na identificação dos agressores. Ainda segundo Osíris, todas as providências pertinentes já foram adotadas, tais como registro na Polícia Civil e Instauração de Processo Administrativo Disciplinar, e que ele está em cela isolada.

Osíris afirmou ainda que após apuração, a conduta dos internos agressores pode ensejar até em Transferência da Unidade de Regime Disciplina Diferenciado. O diretor do CPTF também informou que o Alexsandro, após cometer outro estupro, retornou para o Regime Fechado e está respondendo a um Processo Administrativo Disciplinar. Há informações de que o Alexsandro também responde a outros processos em Porto Seguro e Itamaraju.

Em alegações finais, PGR pede 80 anos de prisão a Geddel e 48 para Lúcio Vieira Lima

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta quarta-feira (9) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ex-ministro Geddel Vieira Lima seja condenado a 80 anos de prisão e o deputado federal Lúcio Vieira a 48 anos e meio. Os irmãos são acusados pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Dodge reforçou que existem provas de práticas criminosas cometidas pelos acusados entre 2010 e 2017, quando foram apreendidos R$ 51 milhões em um apartamento de Salvador atribuído aos irmãos. A Geddel foram atribuídos oito crimes de lavagem de dinheiro.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), a família repassou R$ 12,7 milhões à Cosbat, uma incorporadora imobiliária criada no modelo de sociedade em cota de participação e gerenciada por Luiz Fernando da Costa. Para viabilizar o aporte financeiro, foram usadas as empresas GVL, M&M e Vespasiano, ligadas a Geddel, Lúcio e Marluce Vieira Lima, mãe dos políticos. As investigações revelaram que os negócios imobiliários tinham como objetivo dissimular a origem dos recursos. A PGR pediu 26 anos de prisão para Luiz Fernando.

Nas alegações finais, Dodge destacou também que houve sucessivas tentativas de adiar a conclusão do caso. “Cada regular ato processual do relator passou a ser questionado com longas petições”, apontou a procuradora.

Lúcio, Geddel, Marluce, Luiz Fernando e o ex-secretário parlamentar, Job Ribeiro Brandão foram denunciados em dezembro de 2017, três meses depois da descoberta do dinheiro. Dodge argumentou que parte do montante é resultado de atos de corrupção identificados e investigados em outras frentes como as operações Lava Jato e Cui Bono. Outra parcela tem como origem o crime de peculato, também já denunciado pela PGR. Do Bahia Notícias

Mãe e filha morrem atingidas por raio enquanto colhiam frutas.

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Mãe e filha morreram após serem atingidas por um raio no bairro Quilombo, em Registro, no interior de São Paulo, na noite desta terça-feira (8). Lucileia Barbosa da Silva, de 40 anos, e a filha Thais Mayme Oyama, estavam no sítio da família fazendo uma colheita de frutas quando um raio atingiu as duas. Não chovia no momento do acidente.

 

Segundo a Polícia Militar, a dupla estava acompanhada pelo marido de Lucileia e pai de Thais, Akio Oyama, de 47 anos, que não ficou ferido. Os três estavam colhendo lichias em um sítio quando Oyama ouviu um estrondo e percebeu mãe e filha no chão.
O SAMU foi acionado por volta das 19h e, em seguida, a Polícia Militar e uma equipe da perícia chegaram ao local para confirmar a morte das vítimas. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Registro.
A família é natural de Registro, mas reside em Curitiba, no Paraná, e passava as férias no sítio dos pais de Akio. De acordo com a Polícia Militar, apesar de terem sido atingidas por um raio, o tempo estava ensolarado e sem sinal de temporal próximo. Segundo apurado pelo G1, o sepultamento aconteceria às 16h desta quarta-feira (9) no Cemitério da Saudade, em Registro.

FOI FEITA UMA DENUNCIA GRAVE PARA O POÇÕES24HS PEDIMOS PARA SECRETARIA DE AGRICULTURA CERTIFICAR O USO DE VENENO EM excesso NA REGIÃO DO BEZERRO EM PLANTAÇÃO DE TOMATES

Resultado de imagem para denunciaSEGUNDO as denuncias recebidas por nossa reportagem alguns agricultores da região do bezerro estão plantando tomates com um veneno muito forte o nome é pó da morte pouca quantidade do consumo é o bastante para fazer mal varias pessoas já passaram mal nessa região pedimos verificar essa denuncia grave que esses produtos com tanto veneno vendido o produto para o consumo se não pode causar alguma coisa para quem come esses tomates esperamos um fiscalização rígida da secretaria de agricultura e depois uma nota a imprensa sobre isso

Jovem de 20 anos é alvejado com 5 tiros em Conquista.

O crime ocorreu na rua L,na 2 etapa do bairro Morada Real no final da tarde desta terça-feira(8).A vítima ,o jovem Oséas dias Santos de 20 anos.

Segundo  relatos de testemunhas à polícia,o jovem estava em via pública quando elementos armados passaram e efetuaram vários disparos, cerca de 5 tiros atingiram Oseias.O mesmo foi socorrido pela equipe do SAMU 192 encaminhada ao Hospital de Base.

Informações:Blog do Léo Santos

Homem é assassinado com vários tiros no bairro Renascer II, em Guanambi

Morgado (Foto: Reprodução Polícia Militar)

Um homem, identificado como José Henrique Ribeiro de Souza, vulgo “Morgado”, de 20 anos de idade, foi morto com vários tiros, na noite desta terça-feira (8), na rua A, no bairro Renascer II, em Guanambi (BA). Segundo informações repassadas pela Polícia Civil ao Portal Vilson Nunes, o crime foi cometido por volta das 21h20. Ainda conforme a polícia, Morgado foi atingido diversas vezes por disparos de pistola 9mm e morreu no local.

Foto: Leitor do Portal Vilson Nunes

O corpo da vítima fatal foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Guanambi para ser periciado. A autoria do crime ainda é desconhecida, mas a principal suspeita é que o homicídio tem ligação com o tráfico de drogas. O caso foi registrado na Delegacia Territorial de Guanambi e será investigado pela 22ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin).

HISTÓRICO DA VÍTIMA

Em fevereiro do ano passado, o falecido havia sido preso, ao ser flagrado traficando drogas, na rua Espírito Santo, no centro da cidade. Na ocasião, Morgado ao perceber a presença da Guarnição, tentou se esconder em uma residência, os policiais deram início a uma perseguição, e conseguiram prendê-lo. Com ele, os policiais encontraram 21 pinos de substância aparentando ser cocaína, 4 aparelhos celulares, a quantia de R$ 340,00 em espécie, uma faca e uma munição calibre .28. Segundo a polícia, o criminoso era suspeito de estar envolvido em diversas trocas de tiros e na divulgação de áudios em aplicativo de internet ameaçando seus rivais.

Poções: Moto é furtada no centro da cidade nesta noite de terça-feira (08)

Uma motocicleta modelo Honda Fan ks, ano de 2013, placa (OUK-8934), de cor preta, licenciada de Vitória da Conquista, foi furtada nesta noite de terça-feira (08), na Rua Srg. Mor Raimundo Gonçalves da Costa, no centro da cidade. De acordo com informações passadas pelo proprietário ao Blog Planalto 24 Horas, é de que, ele chegou em sua casa, estacionou a moto próximo à calçada e adentrou para o imóvel. Minutos depois ao sair na porta, o mesmo notou que sua motocicleta havia sido levada. A Polícia Militar de Poções já foi informada sobre o caso e está fazendo rondas pela cidade na busca de localizar a moto e capturar o autor, ou os autores do delito. O furto ocorreu por volta das 20h20.  O proprietário pede para quem souber do paradeiro da moto entrar em contato com a PM ou pelo número; 77 98155-2129.

Peão de 16 anos morre ao bater a cabeça durante treino de rodeio

(Foto: Rondoniagora/Reprodução)

O jovem peão de rodeio Henrique Ribeiro, 16 anos, morreu na noite do último domingo (06) em Cacoal, após bater a cabeça em um touro, durante treino de rodeio, que era realizado no parque de Exposição de Vale do Anari.

Segundo informações de testemunhas, o jovem realizava uma montaria em um boi e bateu sua cabeça no animal, caindo desacordado. Apesar de usar capacete, ficou inconsciente.

Henrique recebeu atendimento médico no Hospital Municipal de Vale do Anari e encaminhado para Cacoal, onde não resistiu e morreu.

O jovem seria pai nos próximos mês, deixando a namorada grávida.

 

Fonte: Rondoniagora

Três em cada 10 mulheres que morrem por violência têm histórico de agressão

Três entre cada dez mulheres que morreram no Brasil por causas ligadas à violência já eram agredidas frequentemente, revela estudo inédito do Ministério da Saúde obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo. O levantamento foi feito com base no cruzamento entre registros de óbitos e atendimentos na rede pública de 2011 a 2016.

“Vimos que essas mulheres já tinham recorrido aos serviços de saúde, apresentando ferimentos de agressões”, diz a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da pasta, Maria de Fátima Marinho Souza, que coordenou o trabalho.

Para ela, o resultado deixa claro o caráter crônico e perverso dessa vivência e a necessidade de se reforçar a rede de assistência. “Se medidas de proteção tivessem sido adotadas, talvez boa parte desses óbitos pudesse ter sido evitada.

“A consequência da violência frequente fica evidente na pesquisa. O trabalho comparou o risco de morte por causas violentas entre mulheres que haviam procurado em algum momento serviços de saúde por causa de agressões e entre aquelas que não tinham histórico. As diferenças foram relevantes. No caso de adolescentes, por exemplo, o risco de morrer por suicídio ou homicídio foi 90 vezes maior entre as adolescentes com notificação de violência.

Os dados representam histórias como a de Jerusa, de 37 anos, identificada pelo ministério. Em junho de 2015, ela procurou o hospital público com lesões após ser espancada por seu companheiro, João. O registro feito na época já indicava que as violências ocorriam repetidamente. Mas após o atendimento e a notificação, nada mudou. Jerusa continuou vivendo com o companheiro, que permaneceu impune. Oito meses depois, foi morta pelo marido.

Os números gerais também impressionam. No período analisado, morreram no Brasil, por dia, três mulheres que já haviam dado entrada em hospitais, unidades de pronto atendimento (Upas) ou ambulatórios públicos em busca de tratamento para hematomas, fraturas e outros tipos de lesões associados à violência. “Os dados dão uma dimensão, mas certamente são ainda maiores. Aqui não contamos, por exemplo, os atendimentos em serviços particulares”, disse Maria de Fátima.

Estudos

Os dados de 6.393 mortes reunidos pelo ministério reforçam pesquisas anteriores sobre o problema. Estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Instituto Datafolha de 2016, por exemplo, mostrava que o País tinha 4,4 milhões de mulheres que já haviam sido vítimas de agressão física. E desse total, 29% relataram que tinham sofrido algum tipo de violência nos 12 meses anteriores.

Maria de Fátima lamenta não só a pouca eficácia do aparato para ajudar vítimas de violência. Ela observa também que muitas das mortes dessas mulheres permanecem impunes, reforçando o ciclo de violência.

Entre os casos reunidos pelo ministério também está o de Aline, de 34 anos, moradora de Pariquera-Açu (SP). Em setembro de 2015, foi atendida no serviço de saúde depois de ser agredida pelo companheiro. Aline se separou e se casou novamente. Cinco meses depois da primeira agressão, o casal foi atingido por uma moto. Aline morreu e o autor nunca foi encontrado.

Para Fátima, a impunidade acaba reforçando a violência. No caso das mulheres, ela ocorre em todas as faixas etárias. O estudo conduzido pelo Ministério da Saúde mostra que 294 crianças até 9 anos que sofriam por agressões crônica morreram entre 2011 e 2016 de causas externas. Entre idosas, com 60 anos ou mais, foram 752.

Sofrimento

Foi por acaso que Edna Fernandes Silva viu o Centro Especializado de Atendimento à Mulher de Brasília, encravado numa estação de metrô. Com histórico de violência cometida pelo então companheiro Miguel por mais de mais de dez anos, resolveu entrar. “Foi num ato de desespero. Que bom que foi esse”, conta.

O episódio foi há quase dois anos. De lá para cá, Edna passou a ir a sessões de terapia em grupo e fazer tratamento com psicóloga e psiquiatra, além de ter assistência jurídica. “Dizem que aos poucos minha aparência está melhorando. Era outra antes do Miguel. Pesava 11 quilos a mais. Não emagreci por amor. Foi por ódio, sofrimento.”

Os relatos de agressão são inúmeros. Violência física, emocional, sexual. “O corpo já sarou. Mas a alma ainda falta muito”, resume a hoje chacareira. Antes de começar a viver com Miguel, era investigadora particular.

“Tinha boa clientela. Era superconfiante, bonita, corajosa. Cuidava de mim. Se me perguntar: por que você se permitiu ficar assim? Posso até ter pistas, mas ainda não sei”, afirma.

Ela conta que, pouco tempo antes de iniciar a relação com Miguel, o irmão teve uma morte violenta. “Fiquei abalada. Na época conheci o caseiro. Mas poderia ter sido outro. Achava que seria cuidada, mas fui violentada.

“As agressões vieram aos poucos. Primeiro, emocionais. Edna soube dos casos extraconjugais do caseiro. Tentou se rebelar, mas acabou convivendo com as traições. “Era um misto de medo, sensação de impotência. Uma vez, ao falar mal de uma amante, ele começou a me bater na rua. Fingi que desmaiei para ele parar. Quando ele se deu conta que eu estava bem, tentou me agarrar novamente. Para me livrar, tirei a blusa que ele agarrava e fugi. E sabe o que é pior? No dia seguinte ele voltou e fingiu que nada tinha acontecido.”

Logo depois de conhecer Miguel, Edna abandonou as investigações particulares. Quando a violência sexual aumentou, pensou no suicídio. “Pensei duas vezes, porque tenho duas cachorrinhas.”

Embora mais segura, o fantasma do ex-marido ainda a atormenta. Separada há dois anos, eles dividiram a chácara onde viviam. “Tenho medida protetiva, ele não pode me visitar. Mas colocou para morar no terreno ao meu lado um homem que também me ameaça, conta tudo para ele. É um círculo que é difícil romper.”

 

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo.

Hoje é dia de comemorar os 30 anos de emancipação de Caetanos, cidade de gente guerreira e trabalhadora, que conta com o competente prefeito Paulo de Reis, trabalhando incansavelmente para levar ações e mais avanços para o povo caetanense. Parabéns