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ITAPETINGA: IDENTIFICADOS SUPOSTOS ENVOLVIDOS NA MORTE DE THÉO. BUGA MOTOS, MARIDO DE ALANA CAMPOS E JANE NERES A MÃE DE ALANA

No final da manhã de hoje (05/09/19), Policiais Civis deram cumprimento a mandados de prisões temporárias expedidos pela Justiça Criminal em desfavor de JANES MERES NASCIMENTO, 59 anos, sua filha ALANA NASCIMENTO DE OLIVEIRA, 38 anos e ELVIS SANTOS CAMPOS, vulgo “BUGA”, 36 anos, esposo de ALANA.A2

As investigações apontam que os três seriam os principais suspeitos da morte do fazendeiro JÚLIO CÉSAR CORREIA DE ALMEIDA, conhecido por THEO, morto a tiros no dia 27 de maio de 2019, a caminho de sua fazenda na zona rural de Itapetinga, sendo que seu corpo foi encontrado três dias depois às margens do rio pardo, já próximo à cidade de Potiraguá.A1

Os Delegados Roberto Junior e Irineu Andrade, que coordenaram a operação, apuraram que motivação seria a suposta disputa de uma herança em um processo de inventário que JANES MERES é herdeira de ROSALVO RODRIGUES MOREIRA, falecido em 2012, porém a vítima conhecida por THEO atrapalhava os direitos hereditários de JANES MERES, bem como já havia a agredido fisicamente, na presença de sua filha ALANA, ao que as investigações apontam, se uniu a seu esposo BUGA e mataram THEO possivelmente com a concordância de JANE. THEO era casado com a irmã de JANE, também herdeira.A

A operação levou esse nome pelo fato de todos os envolvidos pertencerem à mesma família.A3

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As prisões são temporárias de 30 dias podendo ser renovadas ou até mesmo representadas pelas preventivas. A investigação continua e aponta para a participação de mais uma pessoa.

Fonte: DPC Roberto Júnior
Coordenador Regional

Pequenos Produtores de Itapetinga realizam seminário sobre empreendedorismo

A Associação dos Pequeno Produtores de Itapetinga – A.P.A.I deu início ao 1º Seminário” Empreender no Campo”, com o tema, ” Sem Agricultura não há Humanidade”, no dia 4 de setembro.

Com realização local, a presidente Juscileide Novais recebeu apoio de algumas instituições e integrantes da própria associação. Também estiveram presentes, representando a Prefeitura de Itapetinga, os Secretários Municipais de Indústria e Comércio, Juscelino Gomes e de Transporte, Luciano Almeida.

Além das presenças dos diretores da COOPARDO, Haroldo Almeida e Aries Santos; a secretária do Sindicato Rural de Itapetinga, Maria Márcia Viana e o representante do SEBRAE Ailan Bonfim.

Para o Prefeito Rodrigo Hagge iniciativas como esta fortalecem o pequeno produtor rural que já entendeu sobre a importância do seu papel no desenvolvimento de nosso município.

Abaeté: Nesse feriado de 7 de setembro acontecerá o grande lançamento da Picanha Na Pedra.

Comunicado

[VEJAM O VÍDEO ]Confira a programação da maior e melhor festa da região! Dias 06,07 e 08 de setembro de 2019

NO MÊS QUE A HADASSA FAZ ANIVERSARIO QUEM GANHA O PRESENTE É VOCÊ COM PROMOÇÕES IMPERDÍVEIS

[FOTO ADRIANO CRUZ POÇOES24HS]

[FOTO ADRIANO CRUZ POÇOES24HS]

[FOTO ADRIANO CRUZ POÇOES24HS]

Saidão de 7 de setembro beneficia 118 detentos do Conjunto Penal de Jequié

A Vara de Execuções Penais da Comarca de Jequié autorizou a saída temporária da Independência para 118 internos do Conjunto Penal de Jequié. Os beneficiados tiveram autorização para deixarem a unidade na manhã desta quinta-feira (05) e devem estar de volta até as 18:00 horas do dia 11/09. As saídas temporárias são permitidas ao apenado que cumpre pena em regime semiaberto, que até a data da saída tenha cumprido um sexto da pena total se for primário, ou um quarto se for reincidente e ter boa conduta carcerária. A informação é da Direção do Conjunto Penal de Jequié.

[VEJAM O VÍDEO] Vândalos tocam fogo no lixão da cidade de poções novamente

Mulher é presa suspeita de filmar suicídio de amiga na Bahia

Conforme informações preliminares da Polícia Militar da 46ª CIPM, por volta das 13:30h, na tarde de segunda-feira (02), uma guarnição da RP foi informada que no povoado de Riachão, zona rural de Paramirim, teria ocorrido um suicídio por enforcamento.

Ao chegar ao local, no interior de uma residência, foi constatado a veracidade dos fatos e os policiais encontraram pendurado o corpo de Ana Cláudia de Oliveira, de 33 anos.

A Guarda Municipal de Paramirim informou a Polícia Militar que no local da morte estava uma amiga da vítima, uma mulher identificada como Larissa. Ainda segundo informações, Larissa é suspeita de ter supostamente registrado um vídeo no momento que Ana Cláudia se enforcou, as imagens foram compartilhadas em redes sociais pela suspeita.

A mulher foi conduzida à Delegacia de Paramirim para prestar esclarecimentos, após acusação de auxílio a suicídio. O Departamento de Polícia Técnica – DPT esteve no local e realizou o levantamento cadavérico, após procedimentos de praxe o corpo da mulher foi encaminhado ao IML de Brumado. Informações dão conta de que Ana Claudia apresentava comportamentos psicológico estranhos. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Paramirim.

Assembleia debate intolerância religiosa e ataques ao povo de santo


A audiência pública “Não à Intolerância Religiosa, Chega do Crime de Ódio”, organizada conjuntamente pela Comissão Especial da Promoção da Igualdade e Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública, reuniu, nesta terça-feira (3), na Assembleia Legislativa, líderes de vários segmentos religiosos, que denunciaram os ataques ao “povo de santo”, cobraram providências das autoridades e exigiram o cumprimento da Constituição Federal, que garante a proteção dos locais de culto e suas liturgias.

Neusa Cadore (PT), presidente do Colegiado de Direitos Humanos, ouviu atentamente as sugestões encaminhadas no encontro e afirmou que “a responsabilidade dos parlamentares passa a ser ainda maior diante dos relatos apresentados”. Com base nos dados do Centro de Referência de Combate ao Racismo Nelson Mandela, órgão vinculado à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia (Sepromi), a petista se mostrou preocupada com o aumento no número de crimes de intolerância religiosa e racismo cometidos no Estado.

Presidente do Colegiado Especial da Promoção da Igualdade, a deputada Fátima Nunes (PT) considera que são muitas questões envolvendo a temática, “que deve ser discutida profundamente pela sociedade nos bairros da capital e também em audiências no interior da Bahia”. Esse diálogo, lembra a parlamentar, deverá ser ampliado com o Governo do Estado, “já havendo negociação para que em outubro o governador Rui Costa receba um grupo de representantes das Comunidades Tradicionais e do Movimento Negro Unificado”.

“Não queremos que nenhuma religião se sobreponha a outra. As religiões devem ser igualmente respeitadas, pois a Constituição é a nossa Bíblia”, observou a deputada Fabíola Mansur (PSB) ao defender o Estado laico. Hilton Coelho (Psol) pediu que fosse implantado, no âmbito da educação estadual, “o ensino da história afro-brasileira e indígena para os estudantes, conforme determina a legislação”. Também participaram da sessão os deputados Luciano Simões Filho (DEM), Jurailton Santos (PRB), Maria del Carmen (PT) e Robinson Almeida (PT).

PAUTA AMPLA

A intolerância religiosa não é uma agenda do Tribunal de Justiça, do Ministério Público, da ALBA, da Sepromi, “mas de todas as pessoas que têm compromisso com a diversidade, com o livre pensamento para expressar a fé que escolheu”, destaca a secretária Fabya Reis, da Sepromi. Ela informa que em novembro deve ser realizado em Salvador um grande seminário para debater sobre o respeito à religiosidade. A gestora afirma que a Bahia vai “continuar resistindo amorosamente e democraticamente para conviver com a diversidade, superando o racismo e a intolerância”.

O defensor Público Geral do Estado da Bahia, Rafson Ximenes, aproveitou a oportunidade para distribuir a cartilha “Direito das Religiões Afro-Brasileiras, um povo, várias crenças”. Dentre outras coisas, a publicação explica sobre a regularização fundiária de terreiros de candomblé e as diferentes espécies de intolerância religiosa, “como agressões físicas, danos morais, discriminações institucionais e depreciação ou descaracterização de objetos ou símbolos sagrados”.

Representando o Ministério Público, Pedro Augusto Bernardo, gestor do aplicativo Mapa do Racismo e Intolerância Religiosa da Bahia, falou sobre as peças da campanha “Racismo não se discute, se combate”, que há alguns meses vem sendo veiculada em outdoor e nos veículos de comunicação. Sônia Gomes Mota, diretora executiva da Coordenadoria Ecumênica de Serviços e pastora da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, salientou que “ser evangélico não significa ser racista, intolerante, homofóbico”.

Há 40 anos trabalhando em favor do diálogo entre as religiões, o pastor protestante Djalma Torres, da Igreja Evangélica Antioquia, do bairro do Tororó, defende que uma das causas dessa crescente intolerância tem como motivo a “exploração da fé por parte de verdadeiras empresas que se instalaram no país nos últimos 50 anos”.

Diversas lideranças de matriz africana também se pronunciaram na reunião, a exemplo do ogã Marcos Rezende, do Conselho de Entidades Negras, Mãe Yara de Oxum, do Terreiro Ilê Tomi Iko Sissé Ayó, Alexsandro Santos, Babá Egbe, do Ilê Asé Omo Aladê e Ana Gualberto, do Fórum Ecumênico ACT Brasil. Sempre pedindo a bênção aos mais velhos e aos mais novos, bem como reverenciando os ancestrais e o orixá do dia, Ogum, todos repudiaram os ataques, invasões, apedrejamentos e até mortes ocorridos nos terreiros, “numa completa violação dos direitos humanos e o desrespeito à Carta Magna”.

A delegada da Furtos e Roubos, Patrícia Pinheiro, makota do Terreiro Manso Dandalungua Cocuazenza, localizado na Estrada Velha do Aeroporto, sonha com a implantação da Delegacia de Combate a Crimes de Racismo e Intolerância Religiosa. Segundo a delegada, em 7 de setembro de 2016, foi publicada uma portaria da Secretaria de Segurança Pública criando uma comissão para tornar a Decradi uma realidade. Mas quase três anos depois, “está tudo no papel”, lamentou.