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Mãe das três crianças carbonizadas durante incêndio em Serrinha é presa

A mãe das três crianças que morreram carbonizadas após um incêndio na cidade de Serrinha, foi presa em flagrante após passar a noite de sábado (2) em uma festa e deixar os filhos sozinhos em casa. O imóvel pegou fogo na manhã de domingo (3), antes da mulher chegar no local.

Segundo a Polícia Civil, o incêndio começou quando uma das crianças ateou fogo em um colchão. As vítimas brincavam com um isqueiro dentro de casa. Elas foram identificadas como: Jeremias de Jesus Borges, de 6 anos; Samuel Nascimento de Almeida, de 4 anos e Ismael Nascimento de Jesus Borges, de 11 meses.

Foto: Reprodução

Uma quarta criança, uma menina de 7 anos, tentou salvar os irmãos, mas não conseguiu. Ela saiu do imóvel gritando por socorro. Depois, foi encaminhada para uma unidade de saúde com ferimentos leves.

MULHER É PRESA POR FURTO EM POÇÕES

De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu durante a manhã, quando um comerciante teve uma mochila com o dinheiro levada de sua barraca.

Após o ocorrido, a Polícia Militar foi acionada e conseguiu identificar uma mulher com características semelhantes às registradas em imagens do momento do furto. Ela foi localizada e conduzida até a Delegacia.

Na unidade policial, a Polícia Civil realizou uma análise detalhada das imagens de videomonitoramento, incluindo a extração de frames e comparação com fotos e vídeos feitos durante o procedimento. Foram observados pontos como biotipo, forma de caminhar, roupas, acessórios e até o uso de tornozeleira eletrônica.

Ainda Segundo a polícia, a suspeita também possui antecedentes por crimes patrimoniais. Com base nas evidências reunidas, ela foi autuada em flagrante por furto.

O caso seguirá em investigação para apurar se há participação de outras pessoas e tentar recuperar o dinheiro.

Saiba quem foi Zau O Passáro, cantor de pagode que morreu nesta segunda-feira (4)

O mundo do pagode baiano está de luto nesta segunda-feira (4) com a morte do cantor Zau O Pássaro, artista que vinha ganhando destaque na cena musical com seu carisma, talento e forte conexão com o público. A notícia pegou fãs, amigos e nomes do gênero de surpresa e rapidamente tomou conta das redes sociais, com uma onda de homenagens e despedidas emocionadas.

O cantor, cujo nome de batismo era Izac Bruno Coni Silva, morreu após um acidente de carro na BR-116, na altura de Feira de Santana. Além dele, outra pessoa também não resistiu, enquanto dois ocupantes ficaram feridos. A Polícia Rodoviária Federal e o Departamento de Polícia Técnica estiveram no local e realizaram a perícia, enquanto as circunstâncias da colisão seguem sendo investigadas pela Polícia Civil.

horas antes do acidente, Zau havia compartilhado nas redes sociais registros do que seria seu último show. Em vídeos publicados, o artista aparece celebrando uma apresentação com casa cheia em Barreiras, em um momento de alegria que agora ganha um tom ainda mais comovente entre fãs.Nos comentários de suas últimas postagens, seguidores lamentaram a morte precoce do cantor. “Lutou tanto pra chegar onde queria e tudo ser um sopro”, escreveu um internauta. “Ontem ele estava feliz, cantando, realizando sonho… e hoje não está mais entre a gente”, comentou outro.

A morte do artista também mobilizou nomes importantes do pagodão baiano. O cantor O Poeta compartilhou um vídeo com momentos ao lado de Zau e escreveu uma despedida emocionada: “Vá em paz, Zau, você conseguiu! Seu sonho era ser um artista conhecido, e você conseguiu!”.
Já Bruno Magnata lamentou: “Pagodão em luto… meus sentimentos a toda família e equipe”. O cantor Oh Polêmico também fez uma longa homenagem: “Perdi um amigo, um irmão da música… fica a voz, o talento e a energia que ninguém nunca vai apagar. Descanse em paz”. Em outra publicação, reforçou: “Sua voz não vai se calar nunca”.
Zau ganhou notoriedade pela forte semelhança de seu timbre com o de Igor Kannário, de quem sempre se declarou fã. O reconhecimento veio rápido e impulsionou o artista a montar sua própria banda, conquistando espaço principalmente nas redes sociais e nos paredões da Bahia. O crescimento, no entanto, também veio acompanhado de polêmicas.
Recentemente, o cantor enfrentava uma disputa judicial movida por Kannário, sob acusação de uso indevido de nome artístico e suposto plágio. O processo pedia a proibição do uso do nome “Zau Kannário” e uma indenização. Diante da situação, o artista decidiu mudar sua identidade artística, passando a se apresentar como Zau O Pássaro.
Mesmo com a carreira ainda em ascensão, Izac Bruno deixa uma marca forte entre os fãs e na cena do pagode baiano. Com letras que retratavam o cotidiano da favela, superação e vivências reais, ele construiu uma base fiel de admiradores e vinha realizando o sonho de viver da música, interrompido de forma trágica e precoce.

Secretária de Saúde de Simões Filho nega falta de medicamentos e é rebatida por mãe atípica: ‘Ninguém quer se aparecer’

A secretária municipal de Saúde de Simões Filho, Ananda Gonçalves, deu uma declaração polêmica que repercutiu nas redes sociais. Durante uma entrevista concedida na última quarta-feira (29), ela afirmou que não há falta de medicamentos na rede pública, mas foi prontamente rebatida por internautas.

Segundo Ananda, as unidades estão abastecidas tanto com medicamentos básicos quanto especializados. “Além das nossas farmácias espalhadas pelo município, que estão todas abastecidas, nós temos hoje medicamentos que, inclusive, seriam de responsabilidade estadual, como é o caso da risperidona”, disse.

A fala, no entanto, foi prontamente rebatida pela mãe atípica Luciana Santos. Em um vídeo, ela critica o posicionamento da secretária e afirma que a realidade é diferente.”Quando a senhora diz que não falta medicamento, está chamando todas as mães atípicas de mentirosas”, disse.

De acordo com Luciana, denúncias sobre a ausência de remédios vêm sendo feitas desde dezembro. “Se as mães foram para a frente das unidades de saúde protestar, é porque tinha motivo. Ninguém está ali para se aparecer. O mais correto era chegar e pedir desculpa à população, se retratar pelo que está acontecendo, em vez de dizer que está tudo normal”, finalizou.

Brasileiros pobres se endividam para pagar o básico e conta não fecha, aponta pesquisa

Esqueça a ideia de que o endividamento da população de baixa renda está ligado a consumo por impulso. O buraco é mais embaixo e bem mais duro de contornar. Levantamento do instituto Nexus, encomendado pelo BTG Pactual, divulgado pela coluniata Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, mostra que a dívida, nesse grupo, costuma começar onde não dá para cortar: saúde, comida, contas fixas. Além disso, piora quando a renda simplesmente desaparece.

Entre quem vive com até um salário mínimo, 41% apontam gastos com saúde como gatilho para se endividar. É um peso desproporcional. Na média geral, esse índice cai para 32%. À medida que a renda sobe, a pressão diminui: 37% na faixa de um a dois salários mínimos, 30% entre dois e cinco, e 19% acima disso.

Não é só o custo médico que desequilibra. A perda de renda também aparece com força na base. Para 22% desse grupo mais vulnerável, o desemprego — próprio ou dentro de casa, foi decisivo para entrar no vermelho. No recorte geral, esse número é bem menor: 13%.O básico que não fecha
Alimentação, contas de luz, água, aluguel. O trivial, que deveria caber no orçamento, é justamente o que mais pesa. Metade dos brasileiros (50%) cita essas despesas do dia a dia como principal origem das dívidas. É um padrão que atravessa todas as faixas de renda, mas com impactos muito diferentes dependendo do quanto se ganha.

Já no topo da pirâmide, a lógica muda. As contas seguem relevantes (49%), mas perdem espaço para outro tipo de pressão: o consumo financiado. Entre quem recebe mais de cinco salários mínimos, 35% apontam compras parceladas e financiamentos como origem das dívidas. Na sequência, aparece a queda de renda mensal, com 20%.

A leitura de quem acompanha esses dados reforça o diagnóstico. “O brasileiro de menor renda se endivida por despesas que não pode evitar, muitas vezes recorrentes, o que dificulta a quitação e faz a dívida crescer ao longo do tempo”, afirma Marcelo Tokarski, CEO da Nexus, à colunista.

Pressão no limite
O cenário ajuda a explicar por que o endividamento segue elevado no país. Em fevereiro, as famílias brasileiras comprometeram 49,9% da renda com dívidas — mesmo patamar do recorde histórico da série iniciada em 2005, de acordo com o Banco Central. O peso das parcelas no orçamento também atingiu novo pico: 29,7%.

Os números aparecem num momento em que o governo tenta conter a inadimplência com iniciativas como o Desenrola 2.0. Na prática, porém, o retrato captado pela pesquisa sugere um problema mais estrutural: quando a dívida nasce do essencial, cortar gastos deixa de ser uma opção viável.

O levantamento ouviu 2.028 pessoas por telefone, entre os dias 24 e 26 de abril, e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01075/2026.