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:: 5/mar/2026 . 8:51

Na Sombra do Poder: A baiana de Vorcaro

A baiana de Vorcaro
Uma influencer baiana bastante famosa anda à base de zolpidem. A loiraça andou muito nos reggaes do banqueiro Daniel Vorcaro, entre SP e BSB. Sempre bem influente e com bolsas caríssimas, a bela usava da relação com o rapaz,g exibia seu Cartier, presente dado pelo “amigo”, e mergulhava na piscina do Rosewood da capital paulista, sempre com seu maiô Salinas e seus óculos Dita. Em contato com a NSP, ela revelou que tem muitos segredos guardados das farras com a turminha, onde parlamentares baianos e alguns advogados locais espirravam “talco” em cima do granito da sala da mansão do rapaz, em BSB. Ela é nitroglicerina pura, e quem a conhece bem já avisa que ela vai explodir

Tsunami no axé
Uma produtora de festas vem recebendo um tsunami na cabeça que qualquer surfista das gigantes ondas de Nazaré morreria de inveja. A NSP teve acesso à denúncia de uma série de desajustes entre funcionários e sócios da empresa, onde marolas de dinheiro foram levadas para a Europa e viagens para a Chapada Diamantina. A turma tem tentado abafar a espuma, mas o caldo do surfista já foi dado e, dessa vez, não tem santo que ajude a revelar. fonte bocao news

Policiais civis e advogados são alvos de operação que apura esquema de corrupção e lavagem de dinheiro

Policiais civis de São Paulo, suspeitos de protegerem criminosos, são alvos da Operação  Bazaar, deflagrada na manhã desta quinta-feira (3), para desarticular um esquema de corrupção policial voltado à proteção de uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.

A ação busca cumprir  25 mandados de busca e apreensão, inclusive em unidades policiais, além de 11 mandados de prisão e seis mandados de intimação referentes a medidas cautelares diversas da prisão, direcionados a integrantes da organização criminosa, advogados e policiais civis.

Informações divulgadas pelo Ministério Público de SP dão conta que o esquema era composto por doleiros, operadores financeiros e indivíduos com extenso histórico de prática de atos de lavagem de capitais. “A organização atuava de forma coordenada para assegurar a continuidade das práticas criminosas e evitar a responsabilização de seus integrantes. Para isso, fazia pagamentos sistemáticos de vantagens indevidas a agentes públicos, além de adotar estratégias de fraude processual, manipulação de procedimentos investigativos e destruição de provas no âmbito de inquéritos policiais”, disse o órgão.