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:: 5/abr/2018 . 17:24

Capitão sergipano que atuava na Caatinga é assassinado

Comandante do Ciopac
Divulgação

O Capitão da Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (Ciopac), do estado de Sergipe, Manoel Alves de Oliveira, foi assassinado na noite desta quarta-feira (04).

O alerta policial começou a ser dado por voltas das 21h40, para todas as cidades que fazem divisa com Sergipe. A polícia ordenou aos seus integrantes a máxima atenção em perímetros terrestres e também fluviais.

O carro do militar, um utilitário prata, foi crivado de balas.

Dois carros de modelo Corolla foram utilizados na execução de Oliveira. Um dos carros, de cor preta, foi abandonado e incendiado entre Monte Alegre e Porto da Folha, cidades sergipanas.

Os Guerreiros de Caatinga do Sertão de Alagoas e do estado vizinho foram todos acionados para diligências na tentativa de interceptar  e prender os assassinos.

VÍDEO: Após ser traída, mulher leva caixa de som e microfone no trabalho do marido para mostrar a todos sua infidelidade, assista

Em um vídeo postado nas redes sociais, uma mulher traída usou a criatividade para demonstrar toda sua revolta contra seu companheiro.
Segundo informações, o caso ocorreu na cidade de Manaus, a esposa traída inovou e sem usar de violência fez um barraco na porta do trabalho do marido. Veja:

Cármen Lúcia que salvou Aécio com voto decisivo, manda Lula para prisão

Da Revista Fórum

A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, transformou a decisão que questiona a aplicação de medidas restritivas de liberdade contra deputados e senadores pela Corte numa imensa lambança.

 

O Supremo já teve sessões ridículas, mas essa foi historicamente ridícula. Porque depois de 12 horas de discussão e votações a presidenta do STF tentou fazer de conta que não estava votando de forma seletiva.

Mas o seu voto num primeiro momento foi absolutamente claro: “salvo afastamento do mandato ou em caso de constrangimento”. Ou seja, exatamente como no caso específico de Aécio Neves.

Depois do questionamento do relator Edson Facchin, deu-se quase mais 1 hora de debate, com Aécio contando com Alexandre Morais mais como um advogado de defesa, do que como um juiz.

Ao final, ficou decidido que pra que um parlamentar seja afastado do mandato, sua casa legislativa precisa concordar.

O único objetivo disso era preservar o senador Aécio Neves, atual presidente afastado do PSDB.  Como se sabe, o pai do golpe contra Dilma. E que conta com ampla maioria no Senado para se livrar do constrangimento de ter que continuar dormindo na sua casa.

O relator, ministro Edson Fachin, votou para que decisão não fosse submetida ao aval da Câmara e do Senado.

Votaram com Fachin:  o decano Celso de Mello, Rosa Weber, Luis Fux e Luis Barroso.

Votaram contra o encaminhamento de Fachin: os ministros Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes, Lewandovski, Dias Toffoli, Alexandre de Morais e Carmem Lúcia.

O blogueiro tem muitas dúvidas sobre se este tipo de decisão do Supremo é ou não um desiquilíbrio dos poderes. Mas o que ficou claro nesta votação é que parte do STF não estava preocupado com isso, mas com a situação do presidente do PSDB, homem forte do Senado.

Ou seja, a votação foi uma vergonha. A decisão de Carmem Lúcia e sua condução no julgamento foi muito mais vergonhosa ainda. E a ação de Alexandre Morais como advogado de defesa de Aécio. Bem, neste caso a vergonha se torna algo mais sério. Algo absolutamente asqueroso.