O Lula diz que pode ser candidato a presidente, em TV portuguesa

Lula comparou a situação com a do presidente norte-americano Joe Biden. “O Biden é mais velho do que eu, ou seja, quando eu for candidato vou ter um ano a menos do que ele. Portanto, se eu estiver com saúde e for necessário cumprir mais uma tarefa, pode ficar certo que eu estarei na briga”. Biden tem 78 anos de idade, e Lula, 75.
Antes da fala, Lula havia dito na entrevista que a candidatura não é sua prioridade pessoal, e que iria esperar 2022 para decidir. Afirmou que é preciso focar atenção em vacinar as pessoas e viabilizar um auxílio emergencial de R$ 600, além de uma ajuda a micro e pequenos empresários e de uma política de geração de empregos.
“Necessariamente eu não preciso ser candidato a presidente da República. Obviamente que não vou dizer que não sou, nem vou dizer que sou. Nós vamos esperar chegar 2022, vamos precisar saber como estará o quadro politico. A única verdade que sei é que Bolsonaro não pode continuar governando o Brasil”, declarou.
Sobre o presidente Jair Bolsonaro, Lula minimizou a crise que começou com a saída do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e que envolveu a renúncia dos comandantes militares do Exército, Marinha e Aeronáutica.
“As mudanças que Bolsonaro fez são normais. O presidente teve um desentendimento com o ministro da Defesa, e resolveu trocar o ministro. Eu não vejo isso como sinal de crise”.
Lula criticou a escolha do diplomata Carlos Alberto Franco França para o ministério das Relações Exteriores. Entende que o nomeado não tem experiência para o cargo. “Isso é muito ruim para as relações exteriores, porque o Brasil chegou a ser quase um protagonista internacional, e hoje é tratado como um país insignificante”.
O ex-presidente também falou sobre Sergio Moro. Disse que o ex-juiz e ex-ministro foi “uma caricatura inventada pela imprensa brasileira, que foi transformado quase num semi-deus”. Disse que partes da operação Lava Jato e do MPF (Ministério Público Federal) estavam a serviço dos interesses de empresas norte-americanas, “para tentar quebrar a Petrobras”.
Na visão de Lula, deveria ter sido criada uma governança mundial para combater a pandemia. “O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, já poderia ter convocado uma reunião especial da ONU para discutir a covid-19, discutir quem vai financiar a vacina. Não é possível que o mundo não esteja reunido para discutir como enfrentar a covid-19”.
Questionado sobre a situação da Venezuela, Lula disse que o problema do país é dos venezuelanos. “Eu fiquei envergonhado quando vi líderes europeus acompanhar o Trump e tentar eleger um embuste para ser o presidente, que era aquele Guaidó. Com todos os defeitos, teve uma eleição na Venezuela que foi acompanhada por muita gente no mundo, e ninguém disse que foi roubada”.
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O Governo federal deixa 58 mil pessoas sem medicamento para doenças autoimunes
No estado de São Paulo o problema atinge 19.306 pacientes, de acordo com o Movimento Medicamento no Tempo Certo, da BioRed Brasil, ONG que reúne associações de pacientes de todo o país.
Também há problemas com a versão pediátrica, de 20 mg, utilizada por cerca de 600 crianças no país.
Neste caso, a farmacêutica global AbbVie, que é a responsável pela fabricação e distribuição do adalimumabe de referência (Humira), fez a doação de 2.000 frascos ao Ministério da Saúde.
O remédio é adquirido pelo governo federal e distribuído aos estados, que fazem a dispensação através das farmácias de alto custo.
É importante ressaltar que as duas apresentações do medicamento estão com o registro ativo na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas outros fabricantes podem vender biossimilares no Brasil.
Priscila Torres, 40, tem artrite reumatoide. Ela coordena a BioRed Brasil. “A situação é desesperadora. É um medicamento que as pessoas não conseguem comprar. Para o Ministério da Saúde, ele custa R$ 11 mil por paciente por ano. Para o consumidor final, que precisa tomar mensalmente as duas injeções da caixa, o custo na farmácia é de R$ 9.200 por mês”, diz ela.
As sociedades brasileiras de Dermatologia e Reumatologia, e o Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil enviaram uma carta ao ministério, onde manifestam preocupação com a falta do medicamento.
“Sua descontinuidade pode gerar consequências irreparáveis para a saúde do paciente, como perda de visão, de um segmento intestinal e deformidades permanentes. Em muitos dos pacientes é a única droga capaz de controlar a doença, deixando a grande maioria dos usuários com a doença inativa. No caso da hidradenite, de alta carga inflamatória e morbidade, não há sequer substituto terapêutico com potencial capacidade de controle da doença”, afirma trecho do documento.
Indicado para artrite reumatoide e psoriásica, espondilite anquilosante, doença de Chron e retocolite ulcerativa, entre outras, o medicamento é injetável e pode ser aplicado pelo próprio paciente.
As irregularidades na entrega começaram em julho; no mês de outubro, a dispensação foi normal. Entre os meses de janeiro e março de 2021, o Movimento Medicamento no Tempo Certo recebeu 700 denúncias sobre falta do medicamento em todos os estados brasileiros.
O Ministério da Saúde afirmou que enviou medicamento suficiente para atender os pacientes cadastrados nos últimos três meses de 2020 e nos primeiros 39 dias de 2021.
Para suprir a demanda do primeiro trimestre seriam necessárias 173.871 caixas, mas foram enviadas 87.795.
O ministério diz que aguarda a finalização do processo de compra via pregão eletrônico para dar continuidade ao abastecimento da rede –o edital para início do processo de pregão não havia sido publicado até esta segunda-feira (29).
Em nota, a farmacêutica AbbVie afirmou ter estoque para suprir as necessidades do medicamento, via Ministério da Sáude, para os pacientes que dele necessitam e têm prescrição para recebê-lo. O laboratório aguarda a publicação do edital para avaliar sua participação no processo.
Ainda segundo a AbbVie, desde 2007 a empresa cumpre rigorosamente os termos dos contratos e cronograma de entrega do medicamento ao Ministério da Saúde, bem como a todas demais instituições de saúde que assim o necessitem.
Ainda não há previsão para a normalização do fornecimento de adalimumabe, que é de uso contínuo. A sua interrupção reativa a doença e pode ocasionar a formação de anticorpo antidroga, ou seja, quando aplicado novamente, não fará mais efeito. A explicação é da Mariana Deboni, gastroenterologista pediátrica e coordenadora do Ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais Pediátricas do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.
A médica também integra o Gediib (Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil), que atende 150 pacientes com até 18 anos de idade e doença de Crohn ou retocolite ulcerativa, que são subtipos da doença inflamatória intestinal.
O problema na gastroenterologia pediátrica é que só há dois biológicos para utilizar em crianças: infliximabe e o adalimumabe.
“Para o paciente que faz uso do adalimumabe é a última opção terapêutica. Quando temos a notícia da interrupção do fornecimento do medicamento, é uma tragédia. Se o paciente perder essa medicação, teremos que nos voltar a outros tratamentos, inclusive o uso de corticoide ou corticosteroide, com efeitos colaterais. Numa época de Covid-19, é uma medicação que está associada ao aumento do desfecho desfavorável da doença em pacientes com doença inflamatória intestinal”, explica Deboni.
“Fiquei impactada com a notícia por dois motivos: a gente soube que a interrupção no fornecimento foi por falta de compra do remédio e porque o governo está fazendo um pregão de licitação e oferecendo o biossimilar do adalimumabe, produzido por outros laboratórios. A grande problemática é que a gente teve uma interrupção abrupta do tratamento sem ter outra opção e o Ministério da Saúde já está impondo numa decisão verticalizada, que não é compartilhada com o médico ou paciente”, afirma. A participação de marcas diferentes no processo de licitação não é vista com bons olhos pelos médicos. “A substituição automática do medicamento não pode ser feita sem que haja conhecimento e autorização do médico responsável pelo paciente”, diz Deboni.
A Polícia Civil de Araci cumpre mandado de prisão contra homem por crime de homicídio qualificado

Urgente: Poções Homem é preso com cerca de 13kg de drogas no bairro Alto da Vitória
Fonte: 79ª CIPM
Na tarde desta quinta-feira (01), Policiais Militares da 79ªCIPM prenderam um homem pelo crime de tráfico de entorpecentes em Poções, cidade distante a 19km de Planalto . Em sua posse foi encontrada farta quantidade de substância entorpecente.
De acordo com a PM, os militares realizavam rondas nas imediações do bairro Alto da Vitória, quando perceberam que um homem havia dispersado um objeto e tentou evadir-se do local, repentinamente. Diante da fundada suspeita, os militares realizaram a abordagem policial. Durante a revista, foram encontrados os seguintes materiais em sua posse:
13,360 (treze) quilos de substância análoga à maconha, 390Gr (trezentos e noventa) gramas de porção de substância análoga à cocaína, 01 (um) smartphone Motorola, R$ 620,00 (seiscentos e vinte reais) em espécie e 01 (uma) balança de precisão
Diante do fato ilícito, todo material e o autor foram apresentados à autoridade policial competente para que as medidas judiciais fossem aplicadas.
Uma Jovem de 17 anos morre esfaqueada pelo cunhado

Pai de Yudi Tamashiro morre vítima de Covid-19: ‘Infelizmente meu pai se foi’
O pai de Yudi Tamashiro, 28, morreu nesta quarta-feira (31) por Covid-19. Nelson Tamashiro, de 56 anos, chegou a sofrer um infarto, no dia 15 de março, em decorrência de complicações do coronavírus e foi intubado na ocasião. Durante o tratamento ele ficou internado no Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba, interior de São Paulo.
Pesquisa CNM: falta de oxigênio pode atingir 625 Municípios e do “kit intubação” chega a 1.141
O risco de falta de oxigênio e dos medicamentos do “kit intubação” atinge pelo menos 625 e 1.141 Municípios do país, respectivamente. Os dados constam da segunda edição da pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) para compreender os desafios enfrentados pelos Entes locais no enfrentamento da pandemia da Covid-19. As perguntas foram aplicadas junto aos prefeitos entre os dias 29 e 31 de março.











