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Urgente: Polícia flagra paredão com mil pessoas e troca tiros com bandidos

Não corre ninguém. Um paredão reuniu mais de mil pessoas na madrugada de sábado 29/5, no bairro de Periperi, em Salvador. De acordo coom a Polícia Militar (PM), a festa foi encerrada às 4h45 na Beira Rio de Baixo, em Nova Constituinte. Durante o flagrante, participantes da aglomeração atiraram contra os policiais, que revidaram.

Segundo a PM, homens armados atiraram ao avistar os policiais se aproximando. Os policiais, então, revidaram, o que resultou em um troca de tiros no local. Em meio à confusão, os suspeitos conseguiram fugir.

Após o confronto, os participantes da festa já haviam se dispersado. Por conta disso, nenhuma pessoa foi conduzida à delegacia. Com o apoio da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador), 13 motos foram apreendidas e removidas do local.

Fotografia/Fonte: SSP-BA

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Atenção: Bahia tem baixa adesão à vacina da Influenza e só imunizou 23,3% do público alvo

Bahia tem baixa adesão à vacina da Influenza e só imunizou 23,3% do público alvo

Foto: Erasmo Salomão/Ministério da Saúde

A baixa adesão da vacinação da Influenza registrada em Salvador. segue a tendência registrada na Bahia. Dados da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) indicam que após 50 dias de Campanha Nacional de imunização, somente 23,3% do público geral foi vacinado. A Bahia aplicou até esta segunda-feira (31) 1.196.268 doses. O estado tem até 9 de julho, data prevista para o fim da campanha, para tentar alcançar a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, que é de pelo menos 90% do público vacinado.

A vacina da Influenza é trivalente. Isso significa que ela protege contra três cepas: o vírus Influenza A (H1N1); H3N2; e a cepa B. No momento em que as atenções estão voltadas para a vacinação contra a Covid-19, a chefe da Imunização da Sesab, Vânia Vander Broucke, destaca a importância das pessoas terem consciência de que o vírus da Influenza também pode provocar casos clínicos graves, incluindo Síndrome Respiratória Aguda Grave, e levar a morte.

A estratégia de vacinação contra a gripe foi iniciada em 12 de abril de forma escalonada em três etapas. Na primeira o foco foi a vacinação de crianças entre 6 meses e menores de 6 anos, gestantes e puérperas (mulheres no período de até 45 dias após o parto), povos indígenas e trabalhadores da saúde. Em 11 de maio o público prioritário passou a ser o de idosos com mais de 60 anos ou mais e professores. Na semana que vem, em 9 de junho, será iniciada a terceira etapa, cujo foco será em vacinar integrantes das forças de segurança e salvamento, pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, funcionários do sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade e adolescentes em medidas socioeducativas.

Vale ressaltar que mesmo que as fases avancem, qualquer integrante dos grupos prioritários pode e deve procurar postos de saúde para tomar a vacina. Só crianças com menos de 6 meses de vida e pessoas com histórico de reação alérgica intensa aos componentes da vacina da gripe têm contraindicação.

Considerando as etapas um e dois, que já foram iniciadas, o grupo prioritário com menor adesão é o formados por professores. Apenas 8,7% desses profissionais procuraram as unidades de saúde e postos de vacinação para receber a dose da vacina contra Influenza. Entre os idosos o índice é de 19,9%; trabalhadores da saúde 28%; povos indígenas 42,3%; gestantes 44,7; e puérperas 45,7%.

O grupo com o maior percentual de vacinados contra Influenza na Bahia é o de crianças. Mais da metade (52,6%) já recebeu a imunização.

O público da fase três ainda não começou a ser vacinada, e por esse motivo a Secretaria ainda não tem dados e nem estimativa de cobertura.

Vânia Vander Broucke destaca a necessidade de intervalo entre a aplicação de doses de vacina das duas campanhas em curso, Influenza e Covid-19, que tem que ser de 14 dias. “Diante da gravidade e do contexto de pandemia, priorizar a vacina da Covid-19, e após esse intervalo ser vacinado contra Influenza”, orientou.

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O Comércio de Conquista vai funcionar no feriado de Corpus Christi, diz CDL

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Vitória da Conquista divulgou em sua conta do Instagram que  o comércio de Conquista vai funcionar normalmente nesta quinta-feira, 03 de junho, feriado de Corpus Christi. “A título de esclarecimento, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Vitória da Conquista informa que o dia de Corpus Christi é reconhecido oficialmente no site do Governo Federal como PONTO FACULTATIVO (em caixa alta mesmo)”, escreveu assessoria da entidade.

Alguns comerciários criticaram. Clique aqui e confira os comentários no Instagram da CDL.

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A PREFEITURA MUNICIPAL DE POÇÕES, ATRAVÉS DA SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA E OBRAS, REFORÇOU A MANUTENÇÃO DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA TAMBÉM NAS COMUNIDADES RURAIS DO MUNICIPIO

A PREFEITURA MUNICIPAL DE POÇÕES, ATRAVÉS DA SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA E OBRAS, REFORÇOU A MANUTENÇÃO DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA TAMBÉM NAS COMUNIDADES RURAIS DO MUNICIPIO, COM A SUBSTITUIÇÃO DE LÂMPADAS QUEIMADAS NOS POSTES, A SUBSTITUIÇÃO DE REATORES, EM ALGUNS CASOS E OS TRABALHOS TIVERAM O OBJETIVO DE GARANTIR A MELHORIA NA QUALIDADE DO SERVIÇO.

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SMEP – NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA

A Secretaria Municipal de Educação, vem por meio desta, reafirmar seu compromisso com a classe docente e todos os trabalhadores da educação neste tempo de pandemia. Dentre essas diversas medidas, estão a melhoria na infraestrutura das unidades escolares, o escalonamento das equipes para as novas rotinas de atendimento e a comunicação cotidiana e transparente com a comunidade escolar.
Nesse mosaico de inúmeras providências há um ponto que consideramos nossa prioridade mais urgente: a imunização dos professores e demais profissionais da educação.
A vacina, hoje, se torna essencial para nossos educadores, pois sinaliza a prioridade nacional dada à educação e contribuirá para o processo de reabertura de nossas unidades escolares.
Sabemos dos desafios enfrentados por toda administração pública nesse período pandêmico, mas acreditamos que é preciso lidar com eles com foco e determinação. A essencialidade dos profissionais da educação na campanha de imunização, que já é prioridade em âmbito nacional conforme determinado pelo Ministério da Saúde, reforça o quanto esses profissionais são imprescindíveis para propiciar o horizonte de futuro de nossas crianças e jovens.
Continuamos acreditando que a escola não é apenas um espaço para aprender, mas também uma rede de proteção social para nossas crianças e adolescentes, o que reforça a necessidade de compreender os educadores como profissionais essenciais e que devem ser tratados como os trabalhadores da “linha de frente”, pois qualquer perspectiva de uma volta às aulas digna, só será realizada quando todos estiverem vacinados e tivermos o entendimento coletivo baseado no diálogo com quem está no chão da escola.
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A Prefeita Dona Nilda através da secretaria de Obras com o secretário Celso Schettini, faz a revitalização da praça Dalva Alves da Mata na rua 7 de setembro

como a praça esta antes da reforma

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PLANTÃO POLICIAL- REFLEXÃO

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POÇÕES- equipe PLATAFORMA VERMELHA tem a honra de anunciar a atleta FABRÍCIA FREITAS que alcançou a CATEGORIA ALIENÍGENA, perfazendo um total de 801,5 km pedalados em apenas 7 dias.

Fabrícia, é a primeira atleta classificada no Ranking feminino à atingir toda essa quilometragem em tão pouco tempo, demostrando assim a persistência e garra para alcançar suas metas, além do preparo físico e psicológico da ciclista para alcançar o seu objetivo.
O TOP 5 da Plataforma está dividido em duas categorias:
FEMININO
– Fabrícia Freitas 801 Km
– Leninha Moraes 429 Km
– Ingrid Neves 369 Km
– Géssica Santos 313 Km
– Thays Nascimento 283 Km

MASCULINO
– Beto Acevedo 1.206 Km
– Lula Lajes 1.084 Km
– Natalino Costa 408 Km
– Serginho Martins 371 Km
– Marcos Oliveira 357 Km

O grupo plataforma vermelha tem por objetivo incentivar os atletas a superarem seus próprios limites

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O Alagoas ocupa 3ª posição entre estados que mais vacinaram na última semana

Foto: Carla Cleto / Ascom Sesau-AL

Alagoas ficou na terceira posição entre os estados brasileiros que mais aplicaram vacinas contra a Covid-19 na última semana. O avanço na imunização contra a Covid-19 no estado ganhou destaque em reportagem produzida pelo site da revista Veja e publicada na noite do último sábado (29) com base em dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde (MS).

Em postagens nas redes sociais, o governador Renan Filho e o secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, destacaram a marca alcançada.  “Respeitando a ciência, salvando vidas e priorizando a vacinação. É assim que vamos seguir em frente em meio a esse momento tão delicado”, escreveu Renan Filho em seu perfil no Instagram. Já o secretário Alexandre Ayres reforçou, em sua publicação, que “vacina é vida”.

Os dados registram que, com aumento superior a 10%, Roraima, Rio de Janeiro e Alagoas foram os estados que mais avançaram na quantidade de pessoas vacinadas ao longo da última semana. Alagoas é citada com aumento de 10,1%, saindo de 599.856 para 660.763 pessoas que receberam ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19.

Até o final da manhã deste domingo (30), Alagoas já havia aplicado 963.083 doses da vacina, sendo 684.638 em primeira dose e 278.445 de segunda dose. O Estado já recebeu do Ministério da Saúde 1.392.210 doses dos imunizantes e distribuiu para os municípios alagoanos 1.119.759 de doses.

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Urgente: Fungo raro e agressivo está ‘mutilando’ pacientes infectados com Covid-19

Akshay Nair, um cirurgião de olhos de Mumbai, na Índia, estava esperando para operar uma mulher de 25 anos que havia se recuperado de Covid-19 três semanas antes.

Dentro da sala de cirurgia, a paciente diabética já estava sendo submetida a outro procedimento, por um otorrinolaringologista.

Ele havia inserido uma cânula em seu nariz e estava removendo tecidos infectados com mucormicose, uma infecção fúngica rara, mas perigosa. Essa doença agressiva afeta o nariz, os olhos e, às vezes, o cérebro.

Depois que seu colega terminasse, Nair realizaria uma cirurgia de três horas para remover o olho do paciente.

“Vou remover o olho para salvar a vida dela”, explica ele à BBC.

Mesmo com uma segunda onda mortal de Covid-19 arrasando a Índia, os médicos agora estão relatando uma série de casos envolvendo uma infecção rara – também chamada de “fungo negro” – entre pacientes com Covid-19 em recuperação e recuperados.

O que é mucormicose?

A mucormicose é uma infecção muito rara, causada pela exposição a um tipo de mofo comumente encontrado no solo, plantas, esterco e frutas e vegetais em decomposição.

“É onipresente e encontrado no solo e no ar e até mesmo no nariz e no muco de pessoas saudáveis”, explica Nair.

A doença afeta os seios da face, o cérebro e os pulmões e pode ser fatal em diabéticos ou em indivíduos gravemente imunodeprimidos, como pacientes com câncer ou pessoas com HIV/AIDS.

O médico diz acreditar que a mucormicose, que tem uma taxa de mortalidade geral de 50%, pode ser desencadeada pelo uso de esteroides, um tratamento que salva vidas para pacientes graves com Covid-19 e criticamente doentes.

Os esteroides reduzem a inflamação nos pulmões e parecem ajudar a interromper alguns dos danos que podem ocorrer quando o sistema imunológico do corpo entra em atividade para combater o novo coronavírus.

Mas acabam por reduzir a imunidade e aumentam os níveis de açúcar no sangue em pacientes diabéticos e não diabéticos com Covid-19.

Acredita-se que essa queda na imunidade possa estar desencadeando esses casos de mucormicose.

“O diabetes diminui as defesas imunológicas do corpo, o coronavírus o agrava e, em seguida, os esteroides que ajudam a combater a Covid-19 agem como se estivéssemos jogando gasolina no fogo”, explica Nair.

O cirurgião ocular – que trabalha em três hospitais em Mumbai, uma das cidades mais afetadas pela segunda onda – diz que já atendeu cerca de 40 pacientes com infecção fúngica em abril. Muitos deles eram diabéticos que se recuperaram da Covid-19 em casa. Onze deles tiveram um olho removido cirurgicamente.

Entre dezembro e fevereiro, seis de seus colegas em cinco cidades – Mumbai, Bangalore, Hyderabad, Delhi e Pune – relataram 58 casos da infecção. A maioria dos pacientes a contraiu entre 12 a 15 dias após a recuperação da Covid-19.

O movimentado Hospital Sion de Mumbai relatou 24 casos dessa infecção fúngica nos últimos dois meses, ante seis casos por ano, de acordo com Renuka Bradoo, chefe do departamento de otorrinolaringologia do hospital.

Onze deles perderam um olho e seis morreram.

Grande parte dos pacientes era diabética de meia-idade que foi infectada pelo fungo duas semanas após se recuperar da Covid-19.

“Já estamos vendo de dois a três casos por semana aqui. É um pesadelo dentro de uma pandemia”, diz ela à BBC.

Na cidade de Bengaluru, ao sul, Raghuraj Hegde, cirurgiã oftalmologista, conta uma história parecida.

Ela viu 19 casos de mucormicose nas últimas duas semanas, a maioria deles pacientes jovens. “Alguns estavam tão doentes que não podíamos nem mesmo operá-los.”

Os médicos dizem que estão surpresos com a gravidade e a frequência dessa infecção fúngica durante a segunda onda, em comparação com apenas alguns casos durante a primeira onda no ano passado.

Nair diz que só atendeu 10 casos dessa doença em Mumbai nos últimos dois anos. “Este ano é algo diferente”, diz.

Em Bengaluru, Hegde nunca tinha visto mais de um ou dois casos por ano em mais de uma década como médica.

Os pacientes que sofrem dessa infecção fúngica geralmente apresentam sintomas de nariz entupido e sangramento; inchaço e dor nos olhos; pálpebras caídas; visão turva e, finalmente, perda de visão. Pode haver manchas pretas de pele ao redor do nariz.

Os médicos dizem que a maioria de seus pacientes busca tratamento médico tarde demais, quando já está perdendo a visão. Como resultado, eles precisam remover cirurgicamente o olho para impedir que a infecção alcance o cérebro.

Em alguns casos, contam, os pacientes perderam a visão em ambos os olhos.

E, em casos raros, os médicos precisam remover cirurgicamente o osso da mandíbula para impedir que a doença se espalhe.

Uma injeção intravenosa antifúngica que custa 3,5 mil rúpias (R$ 250) a dose e tem que ser administrada todos os dias por até oito semanas é o único medicamento eficaz contra a doença.

Uma forma de impedir a possibilidade de infecção fúngica é garantir que os pacientes com covid-19 – tanto no tratamento quanto após a recuperação – recebam a dose e a duração corretas de esteroides, diz Rahul Baxi, diabetologista de Mumbai.

Ele conta que tratou cerca de 800 pacientes diabéticos com covid-19 no ano passado, e nenhum deles contraiu a infecção fúngica.

“Os médicos devem cuidar dos níveis de açúcar após a alta dos pacientes”, diz Baxi à BBC.

Segundo um funcionário do alto escalão do governo indiano, “não há grande surto” de mucormicose no país.

No entanto, é difícil dizer por que mais casos dessa infecção estão sendo notificados na Índia.

“A cepa do vírus parece ser virulenta, elevando o açúcar no sangue a níveis muito altos. E, estranhamente, a infecção fúngica está afetando muitos jovens”, diz Hegde.

Seu paciente mais novo no mês passado era um homem de 27 anos, que nem era diabético.

“Tivemos que operá-lo durante sua segunda semana de covid-19 e remover seu olho. É muito devastador.” Com informações do portal G1.

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