“As últimas obras que Ilhéus recebeu foi o Governo do Estado que fez”, afirma Jorge Solla

O lançamento da pré-candidatura de Adélia Pinheiro (PT), à Prefeitura de Ilhéus, destacou o tom oposicionista de lideranças do PT em relação ao governo do prefeito Mário Alexandre (PSD).
O deputado federal Jorge Solla disse que é inadmissível a condição de abandono de Ilhéus, causada pelas últimas gestões municipais.
Veja até quando e como regularizar situação eleitoral e participar das eleições de 2024

O prazo para regularizar a situação eleitoral e conseguir participar do pleito municipal deste ano vai até o dia 8 de maio. As eleições vão definir os novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de 5,5 mil cidades. O primeiro turno será realizado no dia 6 de outubro e o segundo, se houver, no dia 27 do mesmo mês.
Até a data-limite é possível tirar o título de eleitor, solicitar a transferência de domicílio e atualizar dados cadastrais. Para aqueles que já têm a biometria cadastrada no sistema da Justiça Eleitoral, a regularização pode ser feita pela internet, no portal online do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
No entanto, o prazo para que os eleitores sem os dados biométricos cadastrados regularizem a situação de forma online acabou no último dia 8. Sendo assim, estes precisam solicitar atendimento de forma presencial nos cartórios eleitorais.
Da mesma forma, a situação eleitoral pode ser consultada tanto virtual quanto presencialmente pelos cidadãos. Caso a inscrição eleitoral esteja cancelada, é necessário solicitar a regularização para que o título de eleitor fique disponível para o exercício do voto no pleito.
Tal situação de cancelamento se dá quando o eleitor deixa de cumprir regras relativas à qualificação e domicílio, deixa de comparecer a três eleições sucessivas e não justifica a ausência ou quita as multas. Ainda, de acordo com o Código Eleitoral, é possível ter o título cancelado em caso de alistamento fraudulento, múltiplas inscrições eleitorais, perda de direitos políticos, ausência à revisão do eleitorado ou falecimento.
Ligado ao PCC: vereador preso por fraude admite Pix de R$5 mil por mês

Em depoimento ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Ricardo Queixão (PSD), vereador de Cubatão (SP), admitiu que recebia pagamentos de R$ 5 mil todos os meses de um empresário que tinha contratos com o Poder Legislativo municipal. Ele chorou durante a audiência, dizendo não ter envolvimento com “questão de licitação”. O ex-presidente da Câmara Municipal da cidade foi detido durante a Operação Munditia no último dia 16, que tinha como alvo o esquema de fraudes que favoreciam empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo o depoimento do vereador, realizado nesta semana, Queixão disse que as transferências eram feitas por Vagner Borges Dias, apontado como principal nome do esquema. Ele está foragido.
De acordo com o vereador, a quantia era paga por Pix e, em troca, ele realizava seu “trabalho político” e demonstrava apoio a um candidato a deputado federal indicado pelo empresário.
“O Vagner, eu encontrei ele (sic), se não me engano, em 2020, atrás da Câmara. Ele me abordou e veio falar para mim que queria fazer um trabalho político em Cubatão. Peguei o contato e tudo e depois que passou, doutor, aí ele veio firmar comigo porque… é assim, a gente quando ganha eleição, doutor, a gente firma muito compromisso. E depois a gente não consegue cumprir. As pessoas ficam desempregadas e eu tive que ajudar essas pessoas. Aí o compromisso dele foi, para quando, lá na frente, ele precisar apoiar um deputado, eu apoiar ele. Pela força política que eu tinha em Cubatão, né. Aí todo mês ele me dava essa verba para mim poder (sic) ajudar as pessoas, para poder fazer o trabalho político em Cubatão, para apoiar um deputado”, disse ele em audiência, na qual o jornal O Globo teve acesso.
Durante o depoimento, Queixão relatou que informava as chaves Pix de outras pessoas para receber as transferências de Dias, como as de sua esposa, cunhada, sobrinho e dois funcionários da Câmara.
“Eles já retiravam para mim e entregavam para a pessoa poder fazer o trabalho político para mim. Muitas pessoas me apoiaram e eu não consegui empregar todo mundo. Infelizmente, a gente está ali como vereador, você quer ajudar as pessoas, quer alcançar um leque maior. Foi uma maneira que eu tentei, né, que eu comecei. E a gente conseguiu fazer isso, doutor, infelizmente.”
Os investigadores tiveram acesso às mensagens enviadas ao celular do vereador após quebra de sigilo telemático e, nas conversas, é possível ver cobranças de Queixão a Dias.
“Bom dia, meu brother. Esquece de mim não”, escreveu o vereador em novembro de 2020. Depois, ele voltou a mandar mensagem: “Vê se consegue agilizar pra mim. Eu tenho que comprar o terno pra posse e agilizar outras coisas para minha presidência.”
O empresário, então, respondeu: “Só vai dar pra fazer ano que vem (…) fiquei apertado, entendeu? Mas eu vou te ajudar, já que é pra empossar o homem. Já vamos começar a ir na Câmara juntos.”
Mesmo após ter deixado a presidência da Câmara, as transferências a Queixão continuaram, o que provaria, segundo ele, que o dinheiro não tinha “nada de envolvimento com questão de licitação”.
O vereador chorou durante o depoimento, dizendo que nunca tinha “se envolvido com esses negócios” e que pretendia renunciar ao cargo na Câmara.
“Só eu sei o que eu to passando aqui dentro. Eu nunca passei por isso, doutor. Eu tenho filha… tenho minhas duas meninas (ininteligível)… doutor, pelo amor de Deus. Um negócio desse… a gente querendo ajudar as pessoas. Doutor, até falei para eles aqui, doutor. Não quero mais saber de política não. Foi uma porcaria na minha vida. Saindo daqui eu vou renunciar ao meu cargo, doutor. Não quero mais saber disso porque eu nunca passei por essa situação, não. Nunca. Poxa, eu tenho família, fico pensando na minha mãe e minhas filhas, doutor. (…) Infelizmente, eu peço desculpas, doutor.”
Além de Queixão, outras seis pessoas foram denunciadas pelo MP-SP suspeitas de integraram organização criminosa. Duas outras denúncias também acusaram mais 10 investigados de envolvimento com o esquema.
O vereador foi preso temporariamente e a detenção expiraria na última quinta, mas foi convertida em preventiva, ou seja, não há prazo para expirar.
Polícia Civil apreende câmera clandestina instalada em poste no extremo sul da Bahia
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Polícia apreende câmera instalada de forma clandestina no extremo sul da Bahia — Foto: Reprodução/Polícia Civil de Eunápolis
A Polícia Civil apreendeu, nesta sexta-feira (26), uma câmera instalada de forma clandestina em um poste, no bairro Itapuã, em Eunápolis, no extremo sul do estado.
De acordo com informações da Polícia Civil da cidade, os agentes estavam em busca de traficantes que atuam na área e encontraram uma câmera que acompanhava a movimentação dos policiais na Rua Irmã Dulce.
Conforme a PC, o material teria sido colocado por criminosos para monitoramento da ação da polícia na região, além de grupos criminosos rivais que brigam entre si por disputa de território. Não há informações sobre quem teria colocado os equipamentos.
A câmera apreendida foi levada para a delegacia, onde deve passar por perícia. Até a última atualização desta reportagem, ninguém foi preso.
A cada 8 minutos há um registro de estupro contra mulheres no país

Em 2022, foram registradas 67.626 ocorrências de estupros em mulheres no Brasil. “Isso equivale a, aproximadamente, um estupro a cada 8 minutos no país”, descreve a edição deste ano do Relatório Anual Socioeconômico da Mulher (Raseam), lançado hoje (24), em Brasília, pelo Ministério das Mulheres.
Conforme o documento, o Sudeste, região mais populosa do país, teve o maior número de ocorrências de estupro, somando 22.917 casos. Em seguida, ficou a Região Sul, com 14.812 ocorrências. No Nordeste, foram registrados 14.165 estupros; no Norte, 8.060 casos; e no Centro-Oeste, 7.672 episódios desse tipo de violência.
O Raseam faz a compilação de estatísticas de pesquisas e registros administrativos de diferentes fontes. Os dados sobre estupro das mulheres, por exemplo, são do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O relatório também utiliza de informações produzidas do Ministério da Saúde, dos Esportes, da Justiça Eleitoral, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e (Instituto Brasileiro de Geografia e EstatísticaI (BGE).
Os dados de diferentes fontes podem ter complementariedade. Sobre o estupro, a Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar Contínua, do IBGE, sugere que a alta ocorrência dessa forma de violência contra as mulheres está refletida na percepção de risco. Uma em cada cinco mulheres entrevistadas em 2021 relatou sentir “risco médio ou alto de ser vítima de agressão sexual.”
O relatório assinala que “a violência contra as mulheres é uma instituição social, que funciona como um mecanismo mantenedor de relações sociais de dominação e exploração.” Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde, contabilizados nos atendimentos ambulatoriais e hospitalares, somaram 344.242 registros de violência sexual, doméstica e outras formas de violência. Sete de cada dez desses episódios ocorreram contra as mulheres.
Agressão
As estatísticas da Saúde ainda revelam que o principal local de agressão contra mulheres adultas, de 20 a 59 anos de idade, naquele ano foi a própria residência: 73% dos episódios, contra 14,5% de ocorrências em vias públicas e 3,2% em bares e restaurantes.
Quanto à situação conjugal, 44,7% das mulheres vítimas de violência na mesma faixa etária eram solteiras; 42,4% estavam casadas; e 10,6% eram separadas. Os homens foram “os principais agressores de mulheres” nos registros do Sinan. “No ano de 2022, em 77,2% dos casos registrados, os agressores eram do sexo masculino”, revela o documento.
Mulheres negras
O Censo Populacional de 2022 verificou que o maior grupo do Brasil, cruzando cor e gênero, é composto por mulheres negras (pardas e pretas), 54,5%. Elas também formam o grupo mais exposto à violência sexual, doméstica e outras formas de violência. Dados da Saúde mostram que, naquele ano, 47,9% das vítimas eram negras e 11,9% eram pretas – um total de 59,8%. Mais de 38% das mulheres agredidas eram brancas e quase 1% delas eram indígenas.
A taxa de mortalidade por assassinato de mulheres em 2022 foi de 3,2 casos por cem mil habitantes. O grupo etário mais exposto a homicídio são mulheres jovens, de 20 a 24 anos – 6,4 mortes por cem mil habitantes. De acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (Ministério da Saúde), 66,7% das vítimas eram negras – 60,3%, pardas; e 6,4% pretas. O total registrado das mulheres negras foi mais que o dobro das brancas: 32%.
O Relatório Anual Socioeconômico da Mulher traz 270 indicadores em sete eixos temáticos. Além dos dados relativos ao eixo temático “enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres”, o estudo mostra que as mulheres negras enfrentam condições mais adversas que as mulheres brancas e os homens de todas as cores em outras situações, como por exemplo no mercado de trabalho.
Força de trabalho feminina
Quase 54% das mulheres e meninas brancas (14 anos ou mais) participavam do mercado de trabalho em 2022, e entre as mulheres pretas ou pardas a taxa era de 51,3% (dados da Pnad Contínua). A taxa de participação da força de trabalho feminina foi de 52,5%, enquanto a dos homens foi de 71,9%.
A taxa de informalidade foi maior entre mulheres e meninas pretas ou pardas: 42,8% contra 32,6% das mulheres e meninas brancas. Como consequência, o rendimento do trabalho também revela discrepâncias, conforme o relatório do Ministério das Mulheres.
“Mesmo quando as mulheres estão ocupadas no mercado de trabalho, as desigualdades aparecem em sua menor remuneração. O rendimento-hora médio das mulheres era de R$ 16 no segundo trimestre de 2022, abaixo do estimado para os homens, de R$ 18. Homens brancos ganhavam em média R$ 23 por hora, e as mulheres brancas, R$ 19. Na comparação entre homens e mulheres de cor preta ou parda, a diferença era um pouco menor, R$ 2 por hora em média.”
A Lei 14.611/2023, estabelece que “a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens para a realização de trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função é obrigatória.” A norma prevê que na hipótese de discriminação por motivo de sexo e raça – assim como etnia, origem ou idade – caberá o pagamento das diferenças salariais devidas à pessoa discriminada, além de indenização por danos morais.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC) ingressaram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a Lei 14.611/2023.
Para a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, presente ao lançamento do relatório, buscar a igualdade entre homens e mulheres faz parte do “processo civilizatório.”Se queremos democracia em um país civilizado, nós precisamos ter democracia, nós precisamos ter igualdade e nós precisamos ter justiça social”, disse a ministra.
Desde ontem 25/04 que estamos em Salvador participando de reuniões importantes para ajustar os detalhes da vinda do IFBA para a nossa querida Poções.

O IFBA em Poções certamente abrirá novas oportunidades para os jovens estudantes. Estamos marchando rumo ao progresso e à valorização da educação em nosso município.
A gestão segue comprometida em trazer grandes benefícios educacionais e econômicos para Poções e região, fortalecendo o acesso à educação de qualidade.

Urgente: Morre Anderson Leonardo, vocalista do Molejo, vítima de câncer

O cantor Anderson Leonardo, conhecido como vocalista do grupo Molejo, faleceu nesta sexta-feira (26) aos 51 anos, após uma luta contra um tipo raro de câncer. A notícia foi confirmada pela banda por meio de um comunicado emocionado. “Nosso guerreiro ANDERSON LEONARDO lutou bravamente, mas infelizmente foi vencido pelo câncer. Ele será sempre lembrado por sua genialidade, força e amor aos palcos e ao MOLEJO. Sua presença era uma luz que iluminava a vida de todos ao seu redor, e sua falta será profundamente sentida e jamais esquecida. Nós te amamos”, escreveu o perfil oficial da banda. Diagnosticado com um câncer inguinal em outubro de 2022, Anderson passou por tratamentos e períodos de remissão. No entanto, a doença progrediu e ele foi hospitalizado novamente em fevereiro de 2024. Apesar de todos os esforços médicos, seu estado de saúde se deteriorou rapidamente. O cantor deixa quatro filhos: Leozinho Bradock, Alissa, Rafael Phelipe e Alice. Além de sua contribuição como vocalista, Anderson era um habilidoso cavaquinista e compositor. Sua marca registrada como líder do Molejo foi o sucesso nos anos 90, com hits como “Brincadeira de Criança”, “Cilada” e “Dança da Vassoura”. A banda ganhou notoriedade pela irreverência e letras bem-humoradas, conquistando uma legião de fãs em todo o Brasil. Apesar de sua carreira de sucesso, Anderson enfrentou controvérsias pessoais e profissionais. Em 2021, ele foi acusado de estupro por um jovem de 21 anos, Maycon Douglas Pinto de Nascimento Adão, também conhecido como MC Maylon. O cantor negou veementemente as acusações, alegando que as relações foram consensuais e que estava sendo vítima de chantagem. Anteriormente, em 2021, Anderson foi acusado de assédio pela ex-“Banheira do Gugu” Solange Gomes, que relatou ter sido tocada pelo cantor durante sua participação no programa. A assessoria jurídica de Anderson refutou as acusações, declarando que eram infundadas. O falecimento de Anderson Leonardo representa uma perda irreparável para a música brasileira, deixando uma marca indelével na história do pagode nacional.












