O Ministério da Defesa da China anunciou esta terça-feira que desenvolveu “com êxito” uma vacina contra o novo coronavírus, que causa a doença Covid-19, e autorizou testes em humanos, embora não tenha indicado quando é que estes começam.
Em comunicado, o Ministério da Defesa informou que aprovou ensaios clínicos em humanos de uma vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Academia Militar de Ciências.
A vacina foi desenvolvida pela equipa liderada pelo epidemiologista Chen Wei.
Várias instituições chinesas anunciaram o lançamento de ensaios clínicos em abril, para testar a eficácia de várias vacinas contra o vírus.
De acordo com o Ministério da Educação do país, está em desenvolvimento uma vacina baseada nos vetores da gripe que está em fase de testes em animais e cujos ensaios clínicos arrancarão em abril com a participação das universidades de Pequim, Tsinghua e Xiamen, bem como outras instituições de investigação, segundo a agência de notícias estatal Xinhua.
Por outro lado, o vice-diretor da Comissão Municipal de Saúde de Xangai, Yi Chengdong, afirmou que os cientistas chineses desenvolveram uma vacina usando a plataforma genética chamada ‘mRNA’ (RNA mensageiro), que entrará em ensaios clínicos também em abril.
Yi disse que foi desenvolvida com base em proteínas virais derivadas das proteínas estruturais de um vírus.
Entretanto, três novos produtos usados em testes de diagnóstico para detetar o novo coronavírus foram clinicamente aprovados e aplicados em Xangai, disse hoje Zhang Quan, diretor da Comissão de Ciência e Tecnologia da cidade.
Até o momento, pelo menos 3.326 pessoas morreram de Covid-19 na China entre as 80.881 contagiadas registadas desde o início da epidemia.
O surto começou na China, em dezembro, e espalhou-se por mais de 146 países e territórios, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.
O coronavírus responsável pela pandemia da Covid-19 infetou mais de 189 mil pessoas, das quais mais de 7.800 morreram.

















A Polícia Federal realizou na quarta-feira (18) uma operação de combate ao tráfico de armas e a crimes patrimoniais envolvendo veículos em 7 estados. Foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nas cidades de Arapiraca (AL), Barreiras (BA), Goiânia e Aparecida de Goiânia (GO), Castelo (ES), Sinop (MT), Erechim (RS) e São Paulo, Guarulhos e Mogi das Cruz (SP). A Operação Verus Dominus, como foi denominada, busca desarticular quadrilha especializada no roubo e comercialização de partes e peças de veículos. A suspeita é que a quadrilha tenha emitido notas fiscais falsas superiores a R$ 400 milhões. O esquema é usado para acobertar cargas roubadas e é conhecido como “empresas noteiras”, que existem só no papel e são utilizadas de maneira criminosa para emitir documentos fiscais. Ao todo, estão sendo mobilizados cerca de 60 policiais. O esquema criminoso conta com participação de facção criminosa que opera nos presídios paulistas, segundo a PF. A investigação foi iniciada a partir da troca de informações entre Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. Em diligências realizadas no curso da apuração, intervenções policiais nas rodovias federais revelaram que diversas partes de veículos estavam sendo encaminhadas a outros Estados, com base em notas fiscais falsas. As ações estão sendo concentradas em pessoas físicas e jurídicas, especialmente em galpões que podem estar sendo utilizados pela quadrilha para guarda e adulteração de veículos. Nesses locais, caso sejam encontradas partes de veículos em situação irregular, há a possibilidade de realização de prisões em flagrante por receptação, formação de quadrilha e adulteração de sinais de veículos automotores./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/U/t/OjOFDOSLykpUdnBzQBKQ/teste-corona.jpg)

Inicialmente, a Sesab tinha informado que eram 10 casos, elevando o número de registros para 28, mas depois voltou atrás. Dos nove novos casos, oito são residentes de Salvador e um em Porto Seguro. De acordo com a Sesab, as vigilâncias municipais investigam o histórico dos pacientes, para verificar a origem da contaminação e se há ou não transmissão comunitária nas cidades.

