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:: ‘INTERNACIONAL’

Trump ignora condenação de Bolsonaro em reunião com Lula

Informação foi revelada por Donald Trump a jornalistas durante coletiva neste domingo (26). Foto: Ricardo Stuckert/TV Brasil

presidente Donald Trump afirmou que a condenação de Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não foi abordada durante a conversa com o mandatário Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ocorrida neste domingo (26), na Malásia.

A informação foi revelada por Donald Trump a jornalistas durante coletiva. Para a imprensa, o presidente norte-americano afirmou ter uma boa relação com Bolsonaro, mas descartou que o nome do ex-mandatário brasileiro estaria na pauta do encontro com Lula.

“Sempre gostei dele, me sinto mal. Ele está passando por momentos ruins”, cravou o empresário.

Donald Trump não poupou elogios a Lula após a reunião. O magnata afirmou ser “uma grande honra estar com o presidente do Brasil”. Segundo o presidente, as negociações para a redução de tarifas ao Brasil estão “indo bem”. O encontro entre os chefes de estado é vista como crucial para destravar os imbróglios entre Brasil e EUA.

Carla Zambelli segue presa na Itália após audiência nesta quarta

A deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) permanece detida na Itália após uma audiência realizada nesta quarta-feira, 13. Antes do início da sessão, ela relatou mal-estar, mas foi examinada por um médico e participou da audiência. O juiz determinou que ela passará por uma perícia médica no próximo dia 22 de agosto, com nova audiência marcada para uma semana depois.

Desde 29 de julho, Zambelli está presa no presídio feminino Germana Stefanini, no complexo penitenciário de Rebibbia, em Roma. Sua detenção ocorreu após sua condenação pelo STF a dez anos de prisão, relacionada a uma invasão hacker nos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela é acusada de contratar um hacker que inseriu um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes.

Durante a audiência, mostrou-se emocional, chorando antes de entrar na sala. Seu pai, João Hélio Salgado, de 77 anos, teve a oportunidade de acompanhá-la, o que não ocorreu na audiência anterior, em 1º de agosto. Desde sua condenação, a Justiça brasileira adotou medidas severas, bloqueando seus passaportes, contas bancárias e verbas de gabinete. Além disso, plataformas digitais foram obrigadas a suspender seus perfis, sob a ameaça de multa diária.

Zambelli se afastou da Câmara em 29 de maio, inicialmente para tratamento de saúde, e posteriormente solicitou um período adicional de 120 dias por “interesse particular.” A decisão da Justiça italiana mantém a parlamentar sob custódia até a definição do processo de extradição, que pode levar até um ano, segundo especialistas.

EUA aumentam recompensa por Nicolas Maduro; confira valor

Os Estados Unidos anunciaram, nesta quinta-feira (7), que dobraram a recompensa por informações que levem à prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Agora o valor passa a ser US$ 50 milhões.

Em um vídeo postado no X, a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, acusou Maduro de colaborar com grupos como Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa.

O Ministério da Informação da Venezuela não respondeu imediatamente a um pedido de comentário

Presidente Lula assina Lei da Reciprocidade após tarifaço dos EUA

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta segunda-feira (14), a Lei da Reciprocidade. A norma poderá ser usada contra o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, na semana passada. 

A expectativa é que a lei seja publicada no Diário Oficial da União (DOU) até terça-feira (15). A medida, aprovada pelo Congresso em abril, permite que o Brasil taxe de volta os países que impuseram tarifas prejudiciais à economia nacional.

À imprensa, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), afirmou que a lei autoriza o Executivo a adotar medidas de proteção do país quando medidas extemporâneas e extraordinárias forem adotadas de forma unilateral por outros países contra o Brasil”. “A denominação ‘reciprocidade’ pode responder de um formato também rápido, se outro país fizer medidas semelhantes a essa que foi anunciada pelos Estados Unidos”, acrescentou o petista após um evento com Lula no Palácio do Planalto.

Tarifaço 

Donald Trump anunciou a taxação de 50% aos produtos brasileiro em 9 de julho. Em uma carta pública endereçada ao presidente Lula, o republicano citou o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“A maneira como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma desgraça internacional. Este Julgamento não deveria estar acontecendo. É uma caça às bruxas que deve terminar imediatamente”, informou Trump no documento.

Deputada e marido são assassinados dentro de casa; saiba detalhes

A deputada estadual de Minnesota (EUA), Melissa Hortman, e o marido, Mark Hortamn, foram mortos dentro de casa, na madrugada deste sábado (14), na cidade de Brooklyn Park. O caso ocorreu após um homem efetuar disparos contra o senador estadual John Hoffman e sua esposa na cidade vizinha de Champlin.

De acordo com o Departamento de Apreensão Criminal de Minnesota, a polícia de Brooklyn Park trocou tiros com um homem. O suspeito, que fugiu a pé, abandonou um veículo, onde foram encontrados materiais com nomes de outras autoridades. O rapaz teria se passado por policial para se aproximar das vítimas.

O governador do Minnesota, Tim Walz, classificou o caso como “violência política direcionada”.“Fui informado sobre o terrível tiroteio ocorrido em Minnesota, que parece ter sido um ataque direcionado contra legisladores estaduais. Uma violência tão horrível não será tolerada nos Estados Unidos da América. Deus abençoe o grande povo de Minnesota, um lugar verdadeiramente grandioso!”, disse Donald Trump após o episódio.

Trump pode ameaçar refugiados e levar EUA de volta à década de 40, diz diretor de associação latina

O CEO da Liga dos Cidadãos Latino-Americanos Unidos (Lulac, na sigla em inglês), Juan Proaño, diz que Donald Trump pode promover uma das políticas de reforma de imigração mais restritivas dos Estados Unidos. Na campanha, o republicano falou em fazer a maior deportação em massa dos EUA, uma de suas principais bandeiras.
À frente da maior e mais antiga –fundada em 1929– organização de direitos civis da comunidade hispânica, Juan avalia que, se implementado, o discurso do republicano pode levar à perda de status de refugiados e à consequente expulsão deles.
“Estamos falando sobre voltar aos anos 1940, onde você tem campos de internamento japoneses, por exemplo”, diz à reportagem, referindo-se ao período pós-ataque de Pearl Harbor, pelo Japão, na 2ª Guerra Mundial, em que os EUA retiraram mais de 120 mil cidadãos de origem nipônica de casa e os levaram a esses campos para servir ao Exército americano.
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PERGUNTA – A votação de latinos em Donald Trump neste ano representou um recorde de votos dessa parcela da população para um candidato republicano desde 1976. O que explica isso?
JUAN PROAÑO – É preciso separar algumas coisas. Pude analisar alguns dos dados de votação. O que vimos, efetivamente, foi que as mulheres votaram nas mesmas taxas que em comparação a 2016. Foi o voto dos homens latinos que mudou. Analisamos isso tanto em comparação com 2020 quanto com 2016, porque Trump também estava concorrendo contra uma mulher, Hillary Clinton. A maior mudança foi em relação aos homens hispânicos. Vimos indícios disso desde 2016, principalmente no Texas, na fronteira sul. Já havia indicadores de que ele estava se saindo progressivamente melhor com o voto latino. Conversamos com muitos dos pesquisadores e eles estavam confiantes de que Kamala iria ultrapassar 55% no voto latino, e isso não ocorreu. Ela teve talvez 52 ou 53%. Trump não venceu a maioria do voto latino, ainda estava abaixo de 50%, mas venceu com uma maioria esmagadora de homens latinos. Fez isso em todo o país e mudou significativamente o voto latino.
 

P – Essa mudança está relacionada ao discurso da direita? Tem alguma ligação com religião?
JP – Há uma grande diversidade da população latina nos Estados Unidos. Você tem que começar a distinguir os que são cidadãos dos EUA ou têm residência daqueles que estão em situação irregular. Você pode viver aqui, trabalhar aqui, ter casa e filhos que são cidadãos nascidos nos EUA, mas se você é indocumentado, você não pode votar, ponto final. Eles não têm voz.
Então [sobre a votação], você está falando com latinos nascidos nos EUA, que estão aqui há gerações. E há definitivamente uma grande divisão entre o pensamento desses dois grupos. Muitos latinos apoiam conter o fluxo de imigração na fronteira. E minha sensação é que muitas pessoas não acreditam necessariamente que Trump vá realmente deportar 10 milhões de pessoas. Da mesma forma que ele disse que ia construir um muro e que o México ia pagar por isso, isso nunca realmente aconteceu. Então, [a vitória] está ligada à retórica que ele estava espalhando durante a campanha. A mensagem sobre a economia certamente atingiu muitas pessoas.
 

P – O sr acredita que Trump vá levar as promessas adiante?
JP – Tenho certeza de que ele vai passar [no Congresso] a reforma da imigração. E o que estamos potencialmente olhando seria algumas das políticas de reforma de imigração mais restritivas que já vimos. Dez milhões [de pessoas em situação irregular] é um número realmente grande. Estimativas de grupos de política de imigração calculam que custaria até US$ 900 bilhões deportar um milhão de latinos dos Estados Unidos. Quem vai pagar por isso? Não temos pessoas suficientes para fazer a aplicação da medida, a menos que ele esteja mobilizando o Exército, o que também é ilegal.
 

P – Ele está dizendo que vai usar o Exército.
JP – Ele está dizendo muitas coisas. Está falando de ir atrás de cidadãos naturalizados e desnaturalizá-los, por exemplo, e depois deportá-los. Não podemos tomar nenhuma atitude agora. Temos que ver o que ele vai fazer.
 

P – Apesar desse discurso, Barack Obama deportou mais gente no governo dele do que no primeiro de Trump. Como eles se diferenciam?
JP – Obama deportou cerca de 3,6 milhões de pessoas. Mas isso era uma porta giratória. As pessoas entravam e saíam na fronteira. Não é como se ele tivesse montado campos de detenção, campos de internamento, e ido procurar as pessoas para deportar. O que Trump está falando é muito diferente. Estão falando em envio de pessoas para igrejas e escolas, em entrar em cidades-santuário, por exemplo, e fazer uma aplicação em massa lá. Então você está falando sobre voltar aos anos 1940, onde você tem campos de internamento japoneses. As pessoas não estão necessariamente preparadas para esse cenário. Veremos qual será a resposta pública quando esse momento chegar.
 

P – O que mais preocupa o sr.?
JP – A definição do que chamam de ilegal. Se você é um beneficiário do Daca [sigla em inglês para a permissão temporária de trabalho a imigrantes que chegaram aos EUA com menos de 16 anos], está legalizado. Se você tem TPS [sigla em inglês para Status de Proteção Temporário, que oferece residência a pessoas oriundas de países afetados por guerra ou desastre natural ou que sofram riscos em sua nação de origem], ou seja, se é um asilado, se é um refugiado, você está legalizado, mas eles [aliados de Trump] se referem a todas essas pessoas como ilegais. Todos os haitianos que vieram como refugiados podem ter seu status removido. É disso que Stephen Miller [nomeado por Trump para ser assessor na Casa Branca] está falando.
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RAIO-X | JUAN PROAÑO, 51
Nascido em Miami, desde 2023 é CEO da Liga dos Cidadãos Latino-Americanos Unidos (Lulac, na sigla em inglês). É cofundador da Plus Three, uma empresa de tecnologia que atende a organizações sem fins lucrativos. É formado pelo Borough of Manhattan Community College (BMCC).

Novo terremoto de magnitude 6,4 atinge a Turquia nesta segunda-feira (20)

Um terremoto de magnitude 6,4 a uma profundidade de 2 km atingiu a região da fronteira entre Turquia e Síria nesta segunda-feira (20), disse o Centro Sismológico Mediterrâneo Europeu (EMSC).

O relato chegou horas depois que o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, disse à Turquia que Washington ajudaria “pelo tempo que fosse necessário” após terremotos devastadores e mortais atingirem a região há duas semanas. Até o momento, não há informações de pessoas mortas ou feridas em decorrência do novo terremoto.
O terremoto de magnitude 7,8 que atingiu os dois países no início deste mês causou mais de 46 mil mortes até esta segunda. Nem a Turquia nem a Síria disseram quantas pessoas ainda estão desaparecidas.

O relato chegou horas depois que o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, disse à Turquia que Washington ajudaria “pelo tempo que fosse necessário” após terremotos devastadores e mortais atingirem a região há duas semanas. Até o momento, não há informações de pessoas mortas ou feridas em decorrência do novo terremoto.

Número de mortos em terremoto na Turquia e na Síria supera 4,3 mil; há mais de 19 mil feridos

Estragos provocados por terremoto que atingiu o sul da Turquia. Crédito: Getty Images

 

 

Pelo menos 4.372 pessoas morreram depois que um terremoto de magnitude 7,8 abalou a Turquia e a Síria na madrugada de segunda-feira (6).

O número total de mortos na Turquia subiu para 2.921, disse o vice-presidente turco, Fuat Oktay. Já na Síria, 1.451 mortes foram registradas em áreas controladas pelo governo, segundo a agência de notícias estatal SANA.

A Defesa Civil da Síria, conhecida como os “Capacetes Brancos”, informou que houveram 740 mortes em áreas controladas pela oposição.

O número total de feridos subiu para 3.531 na Síria e 15.834 na Turquia.

De acordo com a Agência de Gerenciamento de Emergências e Desastres da Turquia, pelo menos 5.606 prédios desabaram na Turquia durante ou após o terremoto.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, pelo menos 75 tremores secundários medindo 4,0 graus ou mais na Escala Richter ocorreram após o primeiro terremoto.

Fonte: CNN

Após dois anos de assédio, mulher contrata assassino para matar colega de trabalho

Obcecada com um colega de trabalho, uma inglesa de 43 anos o assediou por dois anos e meio. Com as negativas, ela decidiu contratar um assassino de aluguel para matá-lo na fábrica de comida vegetariana onde trabalhavam na cidade de Norfolk, na Inglaterra.

Helen Hewlett agora está sendo julgada por um tribunal. Ela e Paul Belton, de 50 anos, tiveram um breve flerte, enquanto eram casados com outras pessoas. Helen disse ao juiz do caso que houve carícias íntimas dentro de um carro. Porém Paul teria se arrependido imediatamente e se afastado da colega, contou reportagem do “Daily Mirror”.

Helen se revoltou com o “fora” e assediou Paul por dois anos e meio na expectativa de fazer com que ele deixasse a esposa. Cada vez mais sem esperança, ela começou a bombardeá-lo com e-mails e mensagens de texto e postou mensagens sobre ele no Facebook. Paul trocou de emprego, mas a mulher foi atrás e virou colega dele novamente.

A inglesa chegou a dizer ao chefe que Paul intimidava e assediava sexualmente mulheres e fazia comentários homofóbicos.

“Ela estava determinada a arruinar a reputação dele”, declarou o promotor. Paul foi à polícia e denunciou a colega, que se desculpou, dizendo que as coisas “tinham ido longe demais”.

Após as desculpas, ela mostrou-se disposta a cavar ainda mais fundo. Na darkweb, ela contratou um assassino de aluguel pelo equivalente a R$ 130 mil para matar Paul.

A polícia interveio após receber uma dica de informante na darkweb, e Helen acabou presa.

 

Mísseis russos caem na Polônia e causam duas mortes, diz Estados Unidos

Um membro da inteligência dos Estados Unidos garantiu, nesta terça-feira (15), que mísseis russos caíram na Polônia, deixando duas mortes. O país atingido é membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Um ataque a um membro da Otan significa que todos os outros devem declarar guerra.

O porta-voz do governo polonês, Piotr Mueller, não confirmou imediatamente os ataques, mas disse que o governo está realizando uma reunião de emergência.

“O primeiro-ministro Mateusz Morawiecki convocou com urgência a Comissão do Conselho de Ministros para os assuntos de Segurança e Defesa Nacional”, afirmou Mueller em uma rede social.

As duas vítimas eram de Przewodów, uma área rural polonesa próximo à fronteira com a Ucrânia. “Os bombeiros estão no local, não está claro o que aconteceu”, disse Lukasz Kucy, um oficial no posto dos bombeiros da região.