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O crime que resultou na morte da vítima, identificada como Aparecida Teles de Almeida, ocorreu no dia 15 de janeiro. A mulher, que era dona de casa, chegou a ser socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na segunda-feira (22), sete dias depois do crime. Ela teve traumatismo craniano e coágulos no cérebro.
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Imagem da vítima internada mostra hematoma no braço (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)
O suspeito, o pedreiro Valdeir da Silva, de 53 anos, era casado com Aparecida há oito anos e, por conta das agressões, estava proibido pela Justiça de se proximar da vítima, como medida protetiva. Os parentes da mulher morta, no entanto, dizem que a vítima sempre voltava a conviver com o suspeito e pedia para que as queixas contra ele fossem retiradas da polícia.
“Tenham coragem de denunciar casos assim, porque infelizmente quem mais sofre é a família. É muito triste a situação”, disse a sobrinha da vítima, Ana Paula Ramos.
Conforme os parentes da mulher, Valdeir foi preso depois que Aparecida contou a um médico, no hospital, ter sido agredida por ele. O homem foi localizado pela polícia na quarta-feira (17), quando foi ao hospital visitar a vítima.
“É mais um caso de feminicídio na Bahia que precisa ser esclarecido, para que outras famílias não venham a sofrer as mesmas consequências que estamos sofrendo”, destacou o cunhado de Aparecida, João Neto.
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Suspeito foi preso ao visitar vítima em hospital, segundo polícia (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)
O suspeito iria responder somente por agressão e violência doméstica, mas, após a morte da vítima, ele foi denunciado por feminicídio. À polícia, o homem negou ter espancado a companheira até a morte, mas afirmou que sempre batia nela após consumir bebidas alcoólicas. A vítima deixou três filhas. “Dessa vez aí, não [bati]. Eu do jeito que estou aqui, sem álcool, eu nunca agredi, nunca. Só foi com bebida. Com bebida já aconteceu, sim”, disse o pedreiro.
O corpo da dona de casa foi velado, na segunda, no Centro de Convivência do Idoso, em Itamaraju, e enterrado, no mesmo dia, no cemitério da cidade.
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Mulher foi enterrada na segunda-feira (22) em Itamaraju, no sul da Bahia (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)







Foi identificado, na tarde desta segunda-feira (22), o corpo de uma mulher, encontrado na manhã de domingo (21), no local conhecido como Buracão do Cross, às margens da BR-367 e entre o bairro Pequi e o Centro de Eunápolis.
Mulher é gravemente agredida pelo ex marido em Brasil Novo, Sudoeste Paraense, o fato ocorreu na madrugada de sábado (21), quando o acusado, conhecido como “Junior do Wi Fi”, teria invadido a residência da ex esposa, e agredido a mesma com um facão.
POR VOLTA DAS 20:47 NA BR MAIS PRECISAMENTE NO ACESSO NORTE, NA PARTE BAIXA DO SHOPPING BELA VISTA QUANDO NO MOMENTO DA ABORDAGEM AO VEÍCULO DA EMPRESA INTEGRA DE COR VERDE, QUE FAZ A LINHA MATA ESCURA PITUBA, LINHA 1220, NÚMERO DE ORDEM 20711, ONDE O CONDUTOR DO REFERIDO VEÍCULO SUSPEITOU DE DOIS ELEMENTOS QUE ESTAVAM NO COLETIVO E DE IMEDIATO SOLICITOU INTERVENÇÃO DA GUANIÇÃO PARA PROCEDER COM A ABORDAGEM, SENDO LOCALIZADO NA POSSE DE UM DOS ELEMENTOS UMA PISTOLA ” SIMULACRO ” E COM O OUTRO UM SACO CONTENDO VÁRIAS BALINHAS DE UMA SUBSTÂNCIA ANALÓGICA A MACONHA E PINOS PARA ACONDICIONAR COCAÍNA.
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Amanda da Silva Batista de Morais, 23 anos comete deslizes que transformam num inferno a vida de muita gente, inclusive a dela própria. Ela é acusada de tráfico e foi presa, na Avenida da Integração, (Rio Bahia) por policiais do pelotão tático operacional, a tropa de elite da PETO 77.

