Um adolescente de 16 anos foi morto a tiros na tarde de sexta-feira (25), na cidade de Juazeiro, no norte da Bahia. Segundo a Polícia Civil do município, três homens foram presos suspeitos de envolvimento no crime.
As investigações iniciais apontam que o adolescente, que não teve o nome revelado, foi vítima de uma emboscada no bairro Nova Esperança.
Uma câmera de segurança flagrou o momento que o garoto é surpreendido por três homens, que descem de um carro e iniciam agressões físicas. Em seguida, um outro veículo chega no local e outros três suspeitos se juntam no espancamento.
Segundos depois, um outro homem chega em uma motocicleta e atira no adolescente. Todos os suspeitos fugiram após o crime
Oito pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (24) durante uma operação da Polícia Civil contra um esquema criminoso de falsos consórcios em Salvador. A ação foi realizada no condomínio Empresarial WN, localizado na Avenida Antônio Carlos Magalhães, e contou com a participação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e da Delegacia do Consumidor (DECOM).
Segundo a Polícia Civil, o grupo era composto por quatro mulheres e quatro homens que atuavam oferecendo consórcios fraudulentos com promessas de entrega de imóveis, carros e motocicletas. No entanto, após o pagamento dos valores, os consumidores não recebiam nenhum dos bens prometidos.
Os suspeitos foram conduzidos para a Delegacia do Consumidor, onde prestam depoimentos e devem responder por crimes contra as relações de consumo e estelionato. As investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas e cúmplices envolvidos no esquema.

São Paulo/SP. A Força Tarefa de Combate ao Crime Organizado – FICCO/SP realiza na manhã desta sexta-feira, 25/04/2025, a “Operação Latus Actio 3”, com o objetivo de reprimir crimes de corrupção ativa e passiva e de participação em organização criminosa.
As ações contam com o apoio do GAECO/SP e da Corregedoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
Na operação policial estão sendo cumpridos 5 (cinco) mandados de busca e apreensão nas cidades de Santo André/SP, Mauá/SP e São Paulo/SP, e 4 (quatro) mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Vara Criminal de Santo André/SP contra policiais lotados no 6º Distrito da cidade. O Poder Judiciário decretou também a quebra do sigilo bancário dos investigados.
A ação vem na esteira da “Operação Latus Actio” e da “Operação Latus Actio 2”, deflagradas, respectivamente, nos dias 12 de março e 12 de dezembro de 2024, quando uma organização criminosa constituída para arrecadar propinas dentro da repartição policial foi identificada – naquela ocasião, um policial foi preso preventivamente e outro afastado do serviço.
Em síntese, havia instauração de procedimentos de Verificação de Procedência de Informações (VPI) por parte dos policiais supostamente para apurar a prática de sorteios (rifas) ilegais realizados por “influenciadores” através de suas redes sociais, condutas que poderiam configurar a contravenção penal por exploração de jogos de azar e crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. Entretanto, o verdadeiro objetivo dos policiais era a solicitação de vantagem econômica indevida (“propina”) aos investigados e seus respectivos advogados, a pretexto de não dar prosseguimento às apurações.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo – FICCO/SP é composta atualmente pela Polícia Federal (PF), Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo SSP/SP, Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo – SAP/SP e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN).
Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão em Teresina e Altos/PI, expedidos pela 1ª Vara Federal Criminal do Piauí.
Entre os alvos da operação estão agentes públicos suspeitos de integrar o grupo criminoso especializado em arrombamentos e furtos a instituições bancárias. De acordo com as apurações, os envolvidos faziam uso de ferramentas elétricas de corte e outros instrumentos para violar terminais de autoatendimento e subtrair valores expressivos. Os agentes públicos, valendo-se dos cargos que ocupavam, teriam fornecido informações privilegiadas para facilitar a ação do grupo e garantir o sucesso dos crimes em, pelo menos, cinco ações criminosas no estado.
A ação de hoje conta com o apoio do Batalhão de Operações Especiais – BOPE e da Corregedoria da Polícia Militar do Piauí e é um desdobramento da Operação Muros Baixos, deflagrada há aproximadamente 45 dias. Na ocasião, foram presos dois suspeitos que planejavam ataques a caixas eletrônicos no município de Altos e outras cidades da região metropolitana de Teresina, durante o período carnavalesco.
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de furto qualificado mediante arrombamento, associação criminosa, corrupção passiva e outros delitos que vierem a ser identificados ao longo das investigações.
Menino foi encontrado em porta-malas do carro da família, após policiais desconfiarem da mãe, que se negou à abrir o compartimento; casal foi preso
Um casal foi preso na manhã da sexta-feira (11) em Jardinópolis, interior de São Paulo, por suspeita de simular o sequestro de um dos filhos, de 6 anos. A criança foi encontrada pela polícia no porta-malas do carro dos pais, segundo a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública). Os policiais militares suspeitaram da mãe quando ela se negou a abrir o compartimento do veículo.
Agentes sugeriram que ela abrisse o porta-malas para facilitar a troca de fraldas do filho mais novo. “Ela se negou, o que levou os policiais a suspeitarem ainda mais da situação. Em um momento, eles abriram o porta-malas, e a criança foi localizada”, disse o capitão da PM-SP Danilo Daltoso, em entrevista à EPTV, afiliada da TV Globo.
Falso sequestro teria sido organizado para pagar dívidas com um agiota, disse o delegado Rafael Pelizzaro. “Estamos averiguando o tempo que a criança passou no porta-malas”, afirmou em coletiva de imprensa.
O garoto chegou à delegacia debilitado. Os pais alegam que ele não passou a noite no porta-malas. A Polícia Civil ainda investiga se o casal simulou no passado que o filho havia sido diagnosticado com câncer para conseguir dinheiro.
A criança foi encaminhada a um hospital pelo Conselho Tutelar, informou a SSP-SP. Os pais foram indiciados por maus-tratos, submeter criança ou adolescente a vexame e por sequestro e cárcere privado.
A Justiça converteu a prisão do casal em preventiva após audiência de custódia deste sábado (12).
O advogado criminalista João Neto foi preso na noite desta segunda-feira (14), em Maceió (AL), acusado de envolvimento em um caso de violência doméstica. Conhecido por compartilhar nas redes sociais dicas jurídicas voltadas a pessoas com pendências judiciais, o jurista foi conduzido por equipes da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) e do 1º Batalhão da Polícia Militar de Alagoas (1º BPM) até a Central de Flagrantes da capital para prestar depoimento.
https://x.com/bnewsvideos/status/1912077808672637048?s=46&t=9IiajqB_jhK9P51HqhS3zA
João Neto teria agredido uma mulher dentro de seu apartamento, no bairro da Jatiúca. Moradores do edifício relataram ter ouvido gritos e sons de agressão, acionando a polícia imediatamente. A vítima, conforme a Oplit, precisou ser encaminhada a um hospital devido aos ferimentos.
Durante a operação, agentes localizaram João Neto nas proximidades do hospital onde a mulher recebeu atendimento. Ele estaria circulando de motocicleta com outra pessoa na garupa, realizando manobras nas redondezas da unidade de saúde. A partir disso, os policiais deram voz de prisão ao advogado e o conduziram à delegacia.
A defesa do jurista se manifestou por meio de nota, assinada pelos advogados Cícero Pedroza, Lucas Amorim, Vinicius Guido e Minghan Chen. No comunicado, os representantes informam que estão cientes das acusações veiculadas e que os fatos serão devidamente esclarecidos durante a audiência de custódia, marcada para esta terça-feira (15). A defesa reforça ainda que o momento atual não é apropriado para se discutir o mérito do caso.
O caso segue sob investigação das autoridades alagoanas.
Na manhã de quarta-feira (9), o comandante da 3ª Companhia do 19º Batalhão da Polícia Militar, Capitão Hianderson Ribeiro, concedeu uma entrevista coletiva para esclarecer os boatos que circularam nas redes sociais nas últimas 24 horas.
As mensagens, amplamente divulgadas por aplicativos como WhatsApp, falavam sobre um suposto toque de recolher, imposto por facções criminosas em Jaguaquara.
De forma direta, o capitão negou qualquer tipo de intervenção criminosa e afirmou que a cidade está sob controle da Polícia Militar. “Não vai existir toque de recolher aqui, a cidade está sob controle da Polícia Militar, nenhuma facção, nenhum criminoso vai chegar aqui e ditar normas, a cidade está sob controle da Polícia Militar, 19º Batalhão e 3ª Companhia de Polícia Militar”, destacou.
Segundo o comandante, apesar de ainda não haver confirmação sobre a veracidade das imagens e mensagens que circulam, a corporação agiu de forma preventiva. Equipes foram mobilizadas e houve contato imediato com o 19º Batalhão e o Comando Regional, que colocou reforços à disposição caso fossem necessários.
“Agimos com responsabilidade. Não podemos tomar como verdade tudo o que chega pelas redes sociais, mas também não podemos ignorar. Por isso, nos antecipamos aos fatos”, afirmou.
Ribeiro também comentou sobre a tranquilidade da noite anterior, rebatendo relatos de supostos disparos de arma de fogo. “Foi a noite mais calma dos últimos dias. Nenhuma ocorrência fora do padrão, nenhuma condução, tudo dentro da normalidade”, relatou.
Ao encerrar a coletiva, o comandante enviou um recado firme: “Sugiro que quem estiver tentando causar medo na cidade, repense. Aqui vocês não terão espaço. Se insistirem, serão alcançados pela Polícia Militar. Estamos atentos, vigilantes e preparados para defender a população.”
Polícia Civil cumpre 06 (seis) mandados de busca e apreensão e 04 (quatro) mandados de prisão preventiva e prende 02 (dois) em flagrante delito por tráfico de drogas, dentre eles autor do homicídio ocorrido em janeiro na cidade de Poções/BA.
Totalizando 06 Pessoas presas pela Polícia Civil de Poções/BA durante operação policial na cidade.
Equipes da DT de Poções, em conjunto com investigadores da 10ª Coorpin e Catti Sudoeste, no âmbito da 15ª Fase da Operação Unum Corpus, cumpriram 06 (seis) mandados de busca e apreensão e 04 (quatro) mandados de prisão preventiva e prende 02 (dois) indivíduos em flagrante delito por tráfico de drogas.
Foram cumpridos os seguintes mandados: Mandado de prisão preventiva de R.M.P, natural de Poções, 24 anos, acusado de homicídio qualificado (processo nº 8000767-95.2025.8.05.0199), Mandado de prisão preventiva de S.S.O, natural de Poções, 55 anos, acusado de estupro de vulnerável (processo nº 0000377-82.2016.8.05.0199) , A.B.B, natural de Poções, 49 anos, acusado de tráfico de drogas (processo n° 2000121-98.2021.8.05.0274.01) e G.B.S, natural de Poções, 34 anos, acusado pelo crime de Roubo (processo nº 8000294-46.2024.8.05.0199).
Mandados de Busca e apreensão em 06 (seis) casas de investigados por tráfico de drogas e homicídio (processo nº 8000767-95.2025.8.05.0199), tendo sido presos em flagrante 02 (dois) indivíduos por tráfico de drogas ( processo nº 8001015-61.2025.8.05.0199).
FONTE: POLÍCIA CIVIL DA BAHIA
Sua gênese decorre dos fatos ocorridos no dia 03/1 quando homens encapuzados invadiram a Aldeia Indígena Yvy Okaju, localizada em grande parte nas proximidades da Vila Eletrosul, e realizaram disparos de arma de fogo. O ataque resultou em ferimentos em duas crianças e dois homens adultos, um dos quais ficou paraplégico devido à gravidade das lesões.
As investigações apontaram a participação de alguns moradores da região, os quais foram alvos de cumprimento de Busca. Ao todo foram cumpridos 11 mandados de Busca e Apreensão. A operação conta com a participação da Polícia Civil e da Força Nacional.