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Paraíba: Um dos traficantes mais procurados do mundo, líder de máfia italiana é preso na Paraíba

Um dos traficantes mais procurados do mundo, líder de máfia italiana é preso na ParaíbaUm dos narcotraficantes mais procurados do mundo, Rocco Morabito foi preso pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (24/5), em João Pessoa, na Paraíba. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, ele foi localizado em um quarto de hotel, em João Pessoa. A prisão foi possível por meio de um trabalho conjunto da PF com a Interpol, a polícia internacional, e a partir de um mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Rocco Morabito era considerado o segundo criminoso mais procurado da Itália e acusado de envolvimento com a Ndrangheta, que é tida como uma das maiores e mais poderosas facções criminosas organizadas do mundo.

No momento da prisão, Morabito estava acompanhado de mais dois estrangeiros. Um deles, também italiano, é foragido da Justiça. Ele era investigado pela Polícia Federal desde 2019, quando fugiu de uma prisão no Uruguai e veio para o Brasil.

A prisão foi feita pela PF em parceria com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a polícia italiana, cujas agências dos carabinieri, uma das forças armadas da Itália, e do Serviço de Cooperação Internacional de Polícia (Projeto I-Can) participaram da investigação em conjunto com o Escritório Central da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) no Brasil.

Atenção: Vaza fotos de dentro do quarto de MC Kevin antes da queda, ‘detalhe viraliza’ e choca web; confira

A polícia segue investigando o caso trágico do cantor, até então muitas suposições foram feitas nas redes sociais. O hotel onde ele estava foi um dos mais comentados nas redes sociais, muito foi questionado de qual andar ele estava na hora da queda.

O hotel em uma nota oficial, lamentando a morte do cantor, confirmou que na hora da tragédia, ele estava no 5º andar.

Neste domingo, 23 de maio, o apresentador e jornalista Luiz Bacci divulgou foto de como era dentro do quarto em que ele estava hospedado. A foto rapidamente viralizou nas redes sociais.

Pelas imagens dá pra ver que era um quarto de luxo, mas o que chamou atenção foi uma cadeira que estava na varanda, e que foi até questionado por Deolane nas redes sociais confira logo abaixo:

 

 

Fonte: Metrópoles

O Projeto de Lei (PL) nº 527 do Auxílio emergencial de R$ 500,00 pelo deputado André Janones foi aprovado pelo governo? Confira!

Foto: Reprodução
O Projeto de Lei (PL) nº 527, de 2021, está em trâmite na Câmara dos Deputados. O documento prevê a criação de um auxílio emergencial mensal no valor de R$ 500, que pode ser pago até o dia 31 de dezembro de 2021.
O texto sobre o auxílio emergencial aborda uma série de medidas, entre elas, a cobrança do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) sobre os dividendos. De acordo com o texto atual, para ter direito ao benefício, o cidadão brasileiro deve se enquadrar nos seguintes critérios:
Ser maior de 18 anos de idade;
Não exercer emprego formal com carteira assinada;
Não possuir titularidade de benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista, como o seguro-desemprego;

Não ter recebido rendimentos tributáveis inferiores à faixa de isenção no ano anterior.

Entre os requisitos de concessão do auxílio emergencial, está a limitação de pagamento a apenas dois componentes do grupo familiar. Assim como na proposta original, as mães solteiras chefes de famílias monoparentais terão direito a receber cota dupla.
Na situação dos beneficiários de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, haverá a migração automática para o novo auxílio emergencial. Desta forma, será mantido o pagamento do benefício de maior valor.
O novo auxílio emergencial será custeado por uma série de recursos, da seguinte forma:
50% dos lucros do Banco Central (BC) em operações cambiais;
Arrecadação adquirida através de contribuições destinadas ao Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) perante itens de luxo;
10% das renúncias fiscais concedidas pelo Governo Federal atualmente.

Portanto, para viabilizar o financiamento do programa, os lucros e dividendos oriundos de pessoas jurídicas serão submetidos à incidência do Imposto de Renda. Além de serem integrados à base de cálculo dos rendimentos de brasileiros que residam tanto no país quanto no exterior.

De acordo com o relator do PL, o deputado André Janones (Avante-MG), o auxílio emergencial do Governo Federal foi capaz de amparar cerca de 55 milhões de cidadãos brasileiros até o momento.
“Existem mais pessoas na pobreza do que antes da pandemia ou em 2011. Precisamos obrigar o governo a continuar apoiando a população, e o projeto aponta várias fontes para financiar o novo auxílio emergencial”, declarou o parlamentar.
Na oportunidade, o deputado ressaltou que os tributos incidentes sobre dividendos serão capazes de render, aproximadamente, R$ 59,8 bilhões de acordo com os cálculos da Associação Nacional de Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco). Em contrapartida, haverá um corte de 10% nas renúncias fiscais que resultaram em R$ 33 bilhões a menos em 2021.
Atualmente, o Projeto de Lei está em trâmite em caráter conclusivo enquanto aguarda pela análise das comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Com informações do site: redebrasilnews

URGENTE-Vacina para comorbidade causa corrida por atestado e suspeita de laudos falsos e fura fila

Iniciada em grande parte do País nas últimas semanas, a vacinação contra a covid-19 da população com comorbidades provou uma corrida por atestados médicos e até mesmo suspeitas de fraudes. Possíveis casos de “fura-fila” são investigados em Estados como Amapá e Paraíba, mas também têm sido relatados por profissionais de saúde de outras partes do País.

As comorbidades consideradas prioritárias pelo Plano Nacional de Imunização (PNI) incluem doenças que atingem parte significativa da população brasileira, como diabete e cardiopatias. Porém, em alguns casos, como no da hipertensão, a imunização é permitida só para pessoas que estão em estágios mais avançados da patologia.

Ao todo, a estimativa federal é de que 17,7 milhões de pessoas de 18 a 59 anos se encaixem nesse grupo. A data de início da vacinação da população com comorbidades varia entre os Estados, que têm optado pela liberação aos poucos, geralmente pelas faixas etárias mais altas.

No Amapá e na Paraíba, procedimentos foram instaurados pelos Ministérios Públicos estaduais e o Federal, e seguem em apuração. Detalhes sobre os casos não foram divulgados pela assessoria de imprensa.

Em João Pessoa, a prefeitura anunciou na semana passada que passaria a vacinar apenas pessoas com laudos médicos para comorbidades. O imunizado precisa deixar no posto uma cópia do comprovante, que será encaminhada para apuração por uma comissão municipal e outros órgãos de fiscalização.

A situação no Estado também motivou a publicação de um comunicado do Conselho Regional de Medicina. “É imprescindível que as informações prestadas pelo médico sejam verdadeiras, conforme considera o artigo 80 do Código de Ética Médica: ‘É vedado ao médico expedir documento sem ter praticado ato profissional que o justifique, que seja tendencioso ou que não corresponda à verdade’.

No Estado de São Paulo, por sua vez, a prefeitura de Marília informou no dia 13 que identificou que moradores apresentaram receitas de familiares ou falsificadas para conseguirem a imunização. “Estamos com uma equipe capacitada para analisar essas informações”, declarou a coordenadora de imunização, Juliana Bortoletto, em comunicado do município.

 

No Rio, o prefeito de Barra Mansa, Rodrigo Drable (DEM), também relatou ter recebido denúncias de atestados e laudos falsos. Parte delas teria partido de médicos que se recusaram a fornecer o documento indevidamente, mas souberam posteriormente que um colega de profissão fez o oposto.

“Fiquem atentos, senhores médicos, vou denunciar no CRM e no MP. É uma vergonha alguns médicos se prestarem a isso. Como também sempre foi uma vergonha médico se prestar a dar atestado falso para a pessoa faltar serviço”, afirmou o prefeito em rede social.

Pressão

Profissionais de outros Estados também têm relatado a pressão de pacientes para a emissão de atestados de comorbidades. Uma médica que atende em UPA de Belém e em UBS no interior do Pará contou: “Por ser recém-formada, muita gente quer se aproveitar para tentar passar a frente da fila da vacina, pedindo receita de medicamento para comorbidade e até mesmo atestado. A procura aumentou depois que liberaram a vacinação para pacientes que têm comorbidades”. Ela diz que colegas já receberam proposta em dinheiro para fazer o laudo.

Também há relatos de médicos de Sorocaba, no interior de São Paulo. Um deles, cardiologista, comentou que uma paciente de 51 anos foi ao consultório pedir um atestado para uma doença que não possui, pois alegou que precisava ser vacinada. Segundo ele, a mulher ficou insatisfeita com a recusa e disse que esperava que fosse “mais amigo” e que procuraria um médico “mais compreensivo”.

Relatos semelhantes também têm sido postados em redes sociais. “Antigamente, o pessoal queria atestado de boa saúde para praticar esportes e (prestar um) concurso público. Por causa da vacina, hoje a pedida é (por) atestado de doença. ‘Tem como me ver uma asma aí?’”, desabafou um profissional de saúde do Amapá.

Laudos

Preocupada com a fraude de laudos e receitas para a vacinação de pessoas com comorbidades, a Secretaria da Saúde de São Paulo irá monitorar os números dos registros profissionais dos médicos que assinam os documentos. “No sistema Vacivida há um campo para o CRM de quem assina o laudo de comorbidade. Se percebermos, por exemplo, 300 laudos com o mesmo CRM e o mesmo código de doença, vamos alertar o conselho”, disse a coordenadora do Programa Estadual de Imunização SP, Regiane de Paula.

Falta de transparência

Ex-presidente da Anvisa e professor da Universidade de São Paulo (USP) e da FGVSaúde, o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto, colunista do Estadão, avalia que a forma como o Plano Nacional de Imunização (PNI) foi desenvolvido impacta hoje na difusão de informação na pandemia. “(O plano) deveria ter sido colocado em consulta pública para que a sociedade soubesse o que estamos propondo e fazendo. O fato de isso não ter sido feito cria um clima de barata voa, de gente com dificuldade para demonstrar ter comorbidade e gente buscando facilidades”, comenta Vecina.

 

A falta de transparência faz, por exemplo, com que as pessoas tenham dúvidas se fazem parte ou não de algum grupo prioritário para a vacina contra a covid-19. “Não resolveria 100%, mas, certamente, se fosse mais transparente, provavelmente teríamos comunicação diferente e o povo tomando atitudes menos ruins. Quando o problema começou no Estado, aí não tem jeito”, lamenta. “Está todo mundo perdido, isso é muito ruim.”

 

Para ele, a prioridade neste momento deveria ser dos trabalhadores de serviços essenciais, como de atendimento em supermercados e farmácias, por exemplo, que se expõem mais ao vírus por seguirem com o trabalho presencial em toda a pandemia. “Quem está em home office não deveria tomar nesse momento (mesmo com comorbidade)”, avalia o sanitarista.

 

Já o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o também médico Juarez Cunha, acredita que é correta a priorização das pessoas com comorbidades por serem mais propensas ao desenvolvimento de casos moderados e graves da covid-19. “Chama a atenção desde o início da pandemia que pessoas com doenças cardiovasculares e diabete são mais afetadas”, comenta.

Cunha considera, contudo, que a lista das comorbidades apontadas no PNI pode deixar de fora pessoas com outras situações de saúde que também estão em risco, como no caso de doenças graves. Além disso, destaca que no caso das pessoas com obesidade mórbida, em que não deveria ser exigida a apresentação de atestado e afins, já que que o Índice de Massa Corpórea (calculado a partir do peso e da altura) pode ser aferido no local.

As comorbidades previstas no grupo prioritário do PNI são:

 

– Diabete

 

– Pneumopatias crônicas graves

 

– Hipertensão arterial resistente, hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo ou hipertensão arterial estágio

 

– Insuficiência cardíaca (IC): IC com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D

 

– Cor-pulmonale crônico e hipertensão pulmonar primária ou secundária

 

– Cardiopatia hipertensiva

 

– Síndromes coronarianas crônicas

 

– Valvopatias: lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico

 

– Miocardiopatias e pericardiopatias: miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos, pericardite crônica, cardiopatia reumática

 

– Doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas: aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e grandes vasos

 

– Arritmias cardíacas: arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada

 

– Cardiopatias congênitas

 

– Portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas e dispositivos cardíacos

implantados

– Doença cerebrovascular

– Doença renal crônica: doença renal crônica estágio 3 ou mais e/ou síndrome nefrótica

-Imunossuprimidos: Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea, pessoas vivendo com HIV e CD4 <350 células/mm3, doenças reumáticas imunomediadas sistêmicas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticóide e/ou ciclofosfamida, demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias, pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses, neoplasias hematológicas

– Anemia falciforme

 

– Obesidade mórbida: índice de massa corpórea (IMC) = 40

 

– Síndrome de down

 

– Cirrose hepática.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CIEE abre vagas de estágio na Caixa para nível médio e técnico em todo o Brasil com bolsa salário de até R$1 mil + auxílio transporte; saiba como se inscrever

Se você estava esperando uma oportunidade de estágio na Caixa Econômica Federal a sua hora acaba de chegar, pois o governo acaba de abrir diversas vagas e os benefícios incluem bolsas auxílio que podem chegar até mil reais. Aproveite e realize a sua inscrição agora mesmo!

O prazo vai até o dia 31 de maio e o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) será a instituição responsável pela seleção dos candidatos. O valor da bolsa-auxílio varia de acordo com a jornada de estágio, sendo R$ 400 mensais para carga horária de 4h diárias / 20h semanais para ensino médio ou técnico; R$ 500 para carga horária de 5h diárias / 25h semanais para ensino médio ou técnico; e R$ 1.000 para carga horária de 5h diárias / 25 horas semanais para ensino superior. Além disso, será concedido auxílio-transporte no valor de R$ 130.
Saiba os requisitos para participar das vagas de estágio na caixa econômica federal
Os alunos do ensino médio ou EJA interessados no Processo Seletivo Caixa Estágio 2021 devem cursar do 1º ao 3º ano, enquanto os estudantes de cursos técnicos e/ou integrados ao ensino médio deve estar matriculados do 1º ao penúltimo semestre.
Os universitários das áreas de arquitetura e urbanismo e engenharia (diversas especialidades) devem cursar do 5º ao penúltimo semestre. Já os estudantes do curso de direito devem cursar do 5º ao 9º semestre do ensino superior. Para todos os casos, a Caixa Econômica Federal solicita que os futuros estagiários tenham ao menos seis meses disponíveis para estágio, além de idade mínima de 16 anos.
Realize a sua inscrição
Antes de efetuar a inscrição para as vagas de estágio na Caixa Econômica Federal, o estudante deverá conhecer o edital e certificar-se de que preenche todos os requisitos exigidos.
A inscrição no processo seletivo gera para o candidato apenas expectativa de ser convocado para realizar a prova e seguir com as demais etapas do processo seletivo, ficando a concretização desse ato condicionada ao surgimento de vaga compatível com seu perfil.
A inscrição e prova online serão recebidas somente via internet, que estarão disponíveis até o dia 31/05/2021 às 23h59min (horário de Brasília), incluindo sábados, domingos e feriados.
Não serão aceitas outras formas de inscrição. Para realizar sua inscrição no processo seletivo, o candidato deverá acessar o site do CIEE www.ciee.org.br clicar no acesso para “ESTUDANTES”, localizar na lista de “PROCESSOS SELETIVOS” o logotipo da CAIXA e clicar neste link.

BOLETIM COVID 19 POÇÕES BAHIA 24/05/2021 MAIS UMA VITIMA DESSA DOENÇA DESSA VEZ UMA CRIANÇA DE 2 ANOS DE IDADE

Poções registrou, até esta segunda-feira (24/05), o total de 2726 casos confirmados da Covid-19. Destes, 2604 estão recuperados e 64 continuam em recuperação.
No momento, são investigados outros 117 casos notificados como suspeitos.
Mais um óbito foi confirmado pela Secretaria Municipal de Saúde, totalizando 58 mortes por complicações causadas pela doença.
O 58º óbito trata-se de uma criança, de apenas 02 anos, residente em Poções, que faleceu nesta segunda-feira, em Vitória da Conquista.
A Prefeitura de Poções reitera à população que continue com os cuidados de prevenção, fazendo o uso da máscara, a higiene das mãos e evitando aglomeração.

Reunião entre secretários de agricultura participantes do CISUDOESTE trata do Sistema de Inspeção Municipal

As Secretarias Municipais de Agricultura de Poções e Barra do Choça, através dos secretários Jaimilson Moreira e Crésio Lima Júnior, promoveram, na manhã da última quinta-feira (20/05), uma reunião ordinária do Consórcio Intermunicipal do Sudoeste da Bahia (CISUDOESTE). O encontro aconteceu na Filarmônica 26 de Junho.
O momento serviu para tratar do Sistema de Inspeção Municipal (SIM), e contou com a participação dos secretários de agricultura de Poções, Barra do Choça, Manoel Vitorino, Bom Jesus da Serra, Planalto e Caetanos, além de demais convidados.
Na oportunidade, também esteve presente o coordenador da CAR, Antônio Neto, que fez uma importante reflexão sobre a necessidade de inspeção municipal e de como ela é de extrema importância para a economia e para a agricultura familiar. Além disso, Neto falou sobre o que impede o desenvolvimento rural e o que possa impulsioná-lo, a importância do Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária (SUASA) e reiterou a disponibilidade da CAR em apoiar o CISUDOESTE e o SIM, sobretudo para impulsionar aqueles produtos e produtores que estão no anonimato.
De um modo geral, os participantes destacaram a importância do SIM para a economia e para a agricultura familiar.

URGENTE-Hospitais públicos de Salvador estão com 100% de ocupação das UTIs adulto para Covid-19; privados têm taxa superior a 80%

Entrada do Hospital Eládio Lasserre, no bairro de Cajazeiras, que registrou 100% de ocupação dos leitos de UTI adulto, nesta segunda (24) — Foto: Divulgação/Sesab

Entrada do Hospital Eládio Lasserre, no bairro de Cajazeiras, que registrou 100% de ocupação dos leitos de UTI adulto, nesta segunda (24) — Foto: Divulgação/Sesab

Quatro unidades da rede pública de saúde, com leitos para tratamento de pacientes com Covid-19, registraram taxa de 100% de ocupação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, nesta segunda-feira (24). Além disso, três hospitais da rede particular estão com taxa acima dos 80%.

Não há vagas de UTI no Hospital Eládio Lasserre, Hospital de Campanha Itaigara, Hospital de Campanha Centro de Iniciação Esportiva 100% e na Maternidade Professor José Maria de Magalhães Neto.

Além disso, a rede pública registra 95% de ocupação dos leitos de UTI no Hospital Especializado Salvador e no Hospital Municipal de Salvador. Já no Hospital do Subúrbio, a taxa é de 92%.

Na rede particular,

, o que registra maior índice de ocupação dos leitos de UTI adulto é o Hospital Jorge Valente, com 82%. Em seguida estão o Hospital São Rafael e o Hospital da Bahia, ambos com 81%.

Outras quatro unidades estão com taxa de ocupação acima dos 70%. São elas: Hospital Português (79%), Hospital Santa Isabel (78%), Hospital Cardio Pulmonar (76%) e Hospital Aliança (74%).

De acordo com boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), a taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto na capital é de 80%. Já na ocupação geral, o índice é de 77%.

Receita Federal apreende 637 kg de cocaína no porto de Salvador

Receita Federal apreende 637 kg de cocaína no porto de Salvador

Foto: Divulgação

A Receita Federal, em operação conjunta com a Polícia Federal, apreendeu cerca de 637 kg de cocaína no porto de Salvador, nesta segunda-feira (24).

 

Segundo a assessoria de imprensa da Receita, a droga estava dentro de uma carga de rolos de polímero – material usado para embalagem de mercadorias – que seria embarcada em um navio com destino ao porto de Antuérpia, na Bélgica. O material é foi avaliado em R$ 124,1 milhões.

 

De acordo com o órgão, a droga seria embarcada no mesmo navio onde também seriam embarcados os 244,5 kg de cocaína, apreendidos também no porto de Salvador, na última sexta-feira (21), numa carga de celulose.
Essa foi a terceira apreensão de cocaína pela Receita Federal em 2021 no porto da capital.

 

No ano passado, foram apreendidas 6,7 toneladas de cocaína no terminal soteropolitano e mais 2 toneladas no porto de Ilhéus.

Saúde enviou 265 mil unidades de remédios sem eficácia para tratar Covid em indígenas

Saúde enviou 265 mil unidades de remédios sem eficácia para tratar Covid em indígenas

Foto: Arquivo Pessoal / Yanama Kuikuro

O Ministério da Saúde distribuiu pelo menos 265 mil comprimidos de cloroquina, azitromicina e ivermectina a indígenas em cinco estados, com o propósito de tratar infecções pelo novo coronavírus. Os três medicamentos não têm eficácia para Covid-19.
Parte dessas drogas foi comprada diretamente por DSEIs (Distritos Sanitários Especiais Indígenas), vinculados ao ministério e com atuação de saúde na ponta, junto às comunidades.
Um informe técnico da Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena), de junho de 2020, orientou os DSEIs a “instruir seus respectivos processos de aquisição” de cloroquina e hidroxicloroquina, caso municípios e estados se negassem a fornecer o medicamento.
O envio maciço de medicamentos sem eficácia a indígenas entrou no foco da CPI da Covid no Senado. A estratégia da atual gestão do Ministério da Saúde e do general da ativa Eduardo Pazuello, que impulsionou a prática ao longo de sua administração na pasta, é sustentar que os comprimidos se destinaram aos tratamentos previstos na bula.
A cloroquina, por exemplo, é usada no tratamento de malária. A doença atinge cerca de 194 mil brasileiros por ano, dos quais 193 mil (99,5%) na região amazônica.
A azitromicina é um antibiótico usado principalmente no tratamento de doenças respiratórias. E a ivermectina se destina a infecções por parasitas.
Documentos e registros do próprio ministério contrariam a versão de que as compras e distribuição dos medicamentos se destinaram a essas doenças, e não para Covid-19.
Notas de empenho referentes a compras de azitromicina pelos DSEIs Alto Purus, no Acre, e Cuiabá registram que a aquisição do medicamento se destinou ao “enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do Covid-19” ou a “medidas de controle de infecção humana pelo novo coronavírus (Covid-19)”. O empenho é a autorização para o gasto.
Para o tratamento de indígenas no Acre foram adquiridos 20 mil comprimidos de azitromicina com dosagem de 500 mg. É a mesma especificação recomendada em nota técnica do Ministério da Saúde, atualizada em maio, que embasa o combo de medicamentos sem eficácia para Covid-19: cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e Tamiflu, este último recomendado para gripe.
Cada comprimido saiu por R$ 1,82. O valor total foi de R$ 36,4 mil.
A azitromicina adquirida pelo DSEI Cuiabá também tinha dosagem de 500 mg. O valor unitário foi de R$ 1,25. Os 20 mil comprimidos custaram R$ 25 mil.
Também houve compras de antibióticos por DSEIs em Mato Grosso, para os indígenas do Xingu e para os xavantes, e em Rondônia, para etnias como suruí, cinta larga e terena.
As compras são informadas num portal alimentado pelo Ministério da Saúde, chamado Localiza SUS, criado para divulgar os gastos e ações de combate à pandemia.
O mesmo Localiza SUS faz um detalhamento do envio de 100,5 mil comprimidos de cloroquina, todos eles destinados a indígenas em Roraima. O objetivo foi o tratamento de Covid-19, segundo o portal.
Do total distribuído, 39,5 mil se destinaram aos yanomami em Roraima. O restante foi usado em comunidades da terra indígena Raposa Serra do Sol.
Há ainda distribuições feitas pela Aeronáutica e cujos destinos a Força Aérea Brasileira mantém ocultos, como a Folha mostrou em reportagem publicada no último dia 6.
Um desses transportes foi para a região chamada Cabeça do Cachorro, no Amazonas, na fronteira com a Colômbia e a Venezuela. Pelo menos 1,5 mil comprimidos de cloroquina foram transportados para o local, onde estão 23 etnias.
Também houve uma compra direta de cloroquina pelo DSEI de Vilhena (RO). Segundo os registros do Localiza SUS, a aquisição está associada a ações contra a Covid-19.
É a mesma situação de aquisições de 24 mil comprimidos de ivermectina pelos DSEIs Alto Rio Negro, que atende a Cabeça do Cachorro, e Xingu, em Mato Grosso.
O Ministério da Saúde distribuiu ainda 370,2 mil cápsulas de Tamiflu a indígenas em 16 estados. A pasta registra que o medicamento se destinou ao combate à influenza, mas o Tamiflu integra o kit do chamado “tratamento precoce” de Covid-19, previsto em protocolo ainda em vigência.
A Folha questionou o ministério sobre cada compra e distribuição a indígenas de medicamentos sem eficácia para Covid-19. “O antimalárico é adquirido e enviado regularmente a 25 DSEIs que estão em área endêmica”, disse, em nota, em relação à cloroquina.
“Azitromicina e ivermectina são medicamentos que constam na Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) e utilizados em diversos tratamentos de atenção primária do SUS. A aquisição de medicamentos da Rename é feita a partir das demandas de atendimento dos DSEIs”, afirmou.
Segundo o ministério, serviços básicos de saúde não foram suspensos durante o pico da pandemia. “Somente em 2020, foram realizados mais de 12,1 milhões de atendimentos nas aldeias, e contratados mais 700 profissionais para reforçar a assistência em saúde.”
Na CPI da Covid, no segundo dia de depoimento, Pazuello negou que sua gestão tivesse distribuído medicamentos do “tratamento precoce” aos DSEIs. A negativa ocorreu na quinta-feira (20), em resposta a questionamentos do senador Fabiano Contarato (Rede-ES).
O general da ativa contou outras mentiras em seus depoimentos na CPI, em relação a vacinas e à crise do oxigênio em Manaus em janeiro, o que despertou a reação de senadores não alinhados ao governo de Jair Bolsonaro.