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:: ‘Destaque1’

POÇÕES-Operação da Polícia Civil expõe esquema ilegal com bens públicos e apreende caixas d’água na região

Uma operação da Polícia Civil da Bahia revelou, neste sábado (17), um suposto esquema de desvio e comercialização irregular de caixas d’água adquiridas com recursos públicos. A ação teve início após uma denúncia anônima e culminou na apreensão de 41 unidades do material, avaliadas em cerca de R$ 120 mil, que estavam sendo negociadas de forma clandestina.
Os trabalhos foram coordenados pela Delegacia Territorial de Poções, com o apoio da 10ª Coorpin e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR). Durante a operação, dois irmãos, residentes no distrito de Salgado, no município de Manoel Vitorino, foram presos em flagrante na cidade de Poções, suspeitos do crime de receptação.
Conforme informações repassadas pela Polícia Civil, os detidos confessaram ter comprado cinco caixas d’água pelo valor de R$ 7.500, em uma negociação que, segundo eles, teria sido feita diretamente com um vereador de Manoel Vitorino. O acordo teria ocorrido dias antes da ação policial.
As caixas d’água apreendidas foram originalmente doadas pela CODEVASF (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), órgão vinculado ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com a finalidade de atender comunidades em situação de vulnerabilidade.
Ainda de acordo com os depoimentos, o parlamentar citado teria orientado os compradores a retirar ou apagar as identificações oficiais das caixas, incluindo o nome da CODEVASF, prática que já teria sido adotada em diversas unidades. Parte do material apreendido, segundo a investigação, seria destinada à distribuição para moradores do distrito de Salgado previamente indicados.
A Polícia Civil informou que, apesar das suspeitas de peculato envolvendo o vereador, o suposto crime teria ocorrido semanas antes da operação, o que impossibilitou a prisão em flagrante do investigado neste momento.
O caso segue sob investigação. A Polícia Civil deve aprofundar as apurações para confirmar as informações prestadas pelos presos, identificar a participação de outros envolvidos e garantir a responsabilização de todos os que, eventualmente, tenham se beneficiado do esquema ilegal.

Eleições 2026: Otto revela plano para Coronel sair candidato ao Senado mesmo sem o PT

As negociações sobre a formação da chapa governista que vai disputar as eleições deste ano ganharam mais um capítulo. O presidente do PSD na Bahia, o senador Otto Alencar, revelou a possibilidade de o partido lançar a candidatura à reeleição do senador Angelo Coronel (PSD), de maneira avulsa. A declaração foi dada em entrevista concedida ao Programa Frequência News, da 96,1 Boa fm Itabuna, na manhã deste sábado (17).De acordo com Otto Alencar, a estratégia foi apresentada por Coronel durante uma reunião. O presidente do PSD na Bahia garantiu que o partido vai oferecer todo o apoio para que o senador possa tentar a sua reeleição.O partido jamais negaria o direito dele sair candidato a senador pelo partido. Ele é membro do partido, um dos fundadores comigo. Ele terá o direito total de sair candidato pelo PSD, sem nenhuma dúvida. Inclusive foi ele que, conversando comigo,sugeriu essa ideia, eu disse a ele que jamais negaria isso. Então, ele sendo um candidato, é claro que o partido vai, sem dúvida nenhuma, apoiar ele na sua pretensão de reeleição”, disse Otto Alencar.

“Isso aí ele vai ter que decidir, a decisão não é minha. O partido tem a possibilidade, oferece a ele a oportunidade firme de ter a legenda, de sair pela legenda, de dar o apoio que precisa dar, não tem nenhuma dúvida nesse sentido não. Isso aí é muito firme, muito tranquilo. Até porque quem me conhece já sabe que eu dou a palavra para cumprir”, emendou.

O presidente do PSD revelou ainda que, apesar de lançar Angelo Coronel como candidato ao Senado, o partido seguirá apoiando a candidatura do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que deve tentar a reeleição.

“Nós fechamos aqui pra reeleição do governador Jerônimo, essa possibilidade de ele sair pelo partido, o partido coliga pro governador, mas não coliga pro Senado”, revelou Otto Alencar..

Morre deputado estadual Alan Sanches aos 58 anos

O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) morreu neste sábado (14), aos 58 anos. O parlamentar faleceu após um infarto fulminante,

O parlamentar foi ocorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu.

Alan Sanches era formado em Medicina pela Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP). Ele iniciou a trajetória eleitoral como vereador de Salvador pelo PMDB, entre 2005 e 2008. Na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), foi eleito deputado estadual pela primeira vez em 2010 e reeleito em outras três oportunidades.Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o horário exato da morte, nem detalhes sobre velório e sepultamento.

Veja momento exato da morte do policial durante tiroteio em avenida de Salvador; imagens fortes

Nesta quinta-feira (15), o Capitão Salomão, da 18ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), foi morto durante um tiroteio na Avenida Contorno, em frente ao Bahia Marina, em Salvador. Além do policial, o suspeito também foi atingido e morreu no local.

Foto: Reprodução
Foto: Capitão Salomão / Reprodução

Em um vídeo é possível ver o momento exato da morte do policial. No registro, a câmera do carro de um motorista registrou o momento em que a troca de tiros começou.

Ônibus do Águia de Marabá sofre acidente e preparador morre em TO

 

O ônibus que levava a delegação do Águia de Marabá (PA) de volta para o estado do Pará, após a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior, sofreu um acidente na noite desta quinta-feira (15/1). A morte do preparador físico da equipe foi confirmada. O treinador e alguns atletas estão internados.O acidente aconteceu na BR-153, quando o veículo passava pela cidade de Crixás do Tocantins (TO) e acabou batendo em um caminhão que estava parado na estrada, sem nenhuma sinalização de que estaria sem se movimentar.

O preparador físico da equipe, Hecton Alves, não resistiu aos ferimentos decorrentes da colisão e acabou falecendo no local. Já o técnico Ronan Tyezer foi levado com ferimentos graves a um hospital da região, assim como vários jogadores da equipe paraense.

Segundo a assessoria de comunicação do Águia, o clube está acompanhando de perto a situação e ainda não se sabe se algum dos atletas teria se ferido de maneira mais grave.

Confira a nota do Águia de Marabá:

O Clube informa, com profundo pesar, a ocorrência de um acidente envolvendo o ônibus da equipe sub-20, nas proximidades da cidade de Crixás do Tocantins. O time estava voltando para Marabá quando se chocou com um caminhão que estava parado na estrada sem sinalização.

Infelizmente, em decorrência do acidente, tivemos o falecimento de um integrante da comissão técnica: Hecton Alves, preparador físico da equipe. O técnico Ronan Tyezer, gravemente ferido, foi levado ao hospital e recebe os devidos cuidados.

O clube acompanha de perto toda a situação. Até o exato momento desta nota, não temos informação de que algum atleta foi gravemente ferido.

Cuja perda nos causa imensa dor e consternação. Neste momento de tristeza, manifestamos nossa solidariedade aos familiares, amigos, colegas de trabalho e a todos que sofrem com essa irreparável perda.

Em sinal de luto e respeito, nos unimos em oração, desejando força e conforto aos corações enlutados”.

A equipe retornava para o estado do Pará depois de ser eliminada, nos pênaltis, para o Juventude na tarde de terça-feira (13/1).

Quanto vale a palavra da mulher? Falsas acusações nos crimes sexuais

A palavra da mulher em casos de crimes sexuais sempre esteve no centro de debates jurídicos e sociais. O dilema de conceder justiça à vítima e, ao mesmo tempo, proteger o acusado contra falsas acusações certamente representa um desafio muito maior para o sistema penal, especialmente em casos em que as palavras da vítima são tratadas como uma das principais peças de evidência. A complexidade da obtenção de evidências materiais sobre crimes contra a dignidade sexual torna a declaração da vítima particularmente importante, mas, ao mesmo tempo, levanta suspeitas, tanto dentro quanto fora do tribunal.

O caso do jogador Daniel Alves, acusado e posteriormente condenado por estupro, reacendeu a discussão em torno da credibilidade da palavra da mulher. A repercussão do caso dividiu opiniões nas redes sociais e na mídia, com muitos acusando a vítima de mentir, enquanto outros a defendiam, ressaltando a coragem de denunciar um homem famoso e poderoso. Juliana Valente (2025), em seu artigo, destaca que a reação social ao ocorrido escancarou o quanto o sistema e a opinião pública ainda duvidam da mulher que denuncia violência sexual.

Esse caso emblemático traz à tona a delicada fronteira entre o direito à presunção de inocência e o dever de acreditar na palavra da vítima. Até que ponto se pode confiar no depoimento da mulher? Quais os critérios jurídicos para considerar sua fala suficiente para uma condenação? E como evitar que exceções — como as falsas acusações — sejam usadas para invalidar centenas de denúncias legítimas? Essas são as questões centrais que este trabalho busca discutir, à luz do debate atual e da literatura especializada.

1. A palavra da vítima no processo penal: Valor, riscos e padrões de julgamento

Nos crimes contra a dignidade sexual, é comum que o depoimento da vítima seja a principal, e por vezes única, prova disponível. Alves (2022) destaca que a jurisprudência já reconhece a palavra da vítima como prova suficiente para fundamentar uma condenação, desde que seja coerente, firme e compatível com o conjunto probatório. Isso se deve à reconhecida dificuldade de obtenção de provas materiais nesses casos, que geralmente ocorrem em ambientes privados e sem testemunhas.

No entanto, deve-se entender que o valor dado ao depoimento da vítima é determinado por estereótipos de gênero e argumentos morais. Mulheres que mostram certos comportamentos, como usar saias curtas, beber ou ter uma vida sexual ativa, ainda são condenadas. Almeida e Nojiri (2018) mapearam em seus estudos que fatores subjetivos, como boas práticas para mulheres, ainda influenciam as decisões dos juízes em casos de estupro e, portanto, distorcem a imparcialidade do julgamento.

Ao mesmo tempo, há temor no Judiciário sobre o uso indevido da palavra da vítima, especialmente em contextos de disputa judicial, como guarda de filhos ou divórcio conflituoso. Andreia Soares Calçada (2022) aponta que falsas acusações, embora minoritárias, existem e produzem danos profundos. Contudo, ressalta que o medo de identificar uma falsa denúncia não pode sobrepor-se ao dever de investigar com seriedade todas as acusações formuladas.

O equilíbrio entre proteger a dignidade da vítima e resguardar o devido processo legal é, portanto, complexo. A palavra da mulher, quando devidamente contextualizada, é um instrumento legítimo de justiça. Mas seu valor probatório não deve ser absoluto nem descartado de imediato, exigindo dos operadores do Direito sensibilidade e técnica para separar verdade de mentira sem cair em generalizações que prejudiquem o acesso das mulheres à justiça.

2. O caso Daniel Alves e a reação social às denúncias de crimes sexuais

O caso de Daniel Alves é uma boa representação de como pessoas populares e famosas são associadas e percebidas publicamente, muitas vezes de maneiras muito diferentes, quando o crime em questão é sexual. Muitos correram para defender o jogador antes mesmo que a investigação pudesse ser concluída. O padrão em tais casos publicamente visíveis na verdade revela que a credibilidade da vítima é imediatamente atacada, muitas vezes baseando seus argumentos em julgamentos morais ou suposições infundadas, como Juliana Valente (2025) define como um grande “cartão vermelho” dado às mulheres pelas forças sociais que deveriam estar lá para apoiá-las.

A ampla cobertura midiática e os debates nas redes sociais acabaram por transformar o caso em uma espécie de “julgamento paralelo”, em que influenciadores e formadores de opinião decidiram sobre a veracidade da denúncia com base em achismos e paixões por celebridades. Isso aumenta o risco de revitimização da mulher e desencoraja outras vítimas a denunciarem, com medo de serem desacreditadas ou expostas publicamente.

Outro ponto relevante observado foi o processo judicial firme e técnico conduzido na Espanha, onde Daniel Alves foi julgado. A condenação do jogador mostrou que, com investigação adequada, perícias e a devida apreciação do depoimento da vítima, é possível comprovar a veracidade do crime mesmo diante da ausência de testemunhas diretas. Isso reforça o entendimento de que o depoimento da vítima deve ser analisado com seriedade, e não descartado de plano.

Não se trata de abandonar o princípio da presunção de inocência, mas sim de reconhecer que mulheres vítimas de violência sexual continuam tendo que provar, muitas vezes com dor e humilhação, aquilo que lhes aconteceu. Casos como o de Daniel Alves deixam evidente que quando o sistema de Justiça atua com rigor, técnica e imparcialidade, é possível assegurar os direitos de todos os envolvidos — sem voltar às velhas práticas de silenciar e desacreditar a denúncia feminina.

Considerações finais

A palavra de uma mulher em crimes sexuais deve ser ouvida com responsabilidade, seriedade e sem preconceitos. Ela não pode ser imediatamente elevada à verdade singular dos fatos nem ser descartada por causa de estereótipos de gênero ou julgamento moral. O equilíbrio entre princípios penais e direitos das vítimas deve governar o sistema de justiça, especialmente em crimes em que a prova material é difícil de obter.

O caso de Daniel Alves mostra que é relevante realizar investigações técnicas e imparciais que sejam apoiadas por evidências e suporte legal. O julgamento e a condenação neste caso demonstram que é possível proteger a dignidade de uma vítima sem comprometer o devido processo legal. No entanto, também mostram que, em condições públicas e midiáticas, a imagem da mulher que denuncia ainda é muito questionada — aspecto cultural que dificulta o combate à violência de gênero.

Por fim, reconhecer o valor da palavra da mulher não significa ignorar o risco das denúncias falsas, mas sim entender que esses casos são exceções e não podem servir de justificativa para invalidar o sofrimento real de milhares de vítimas. O avanço rumo à justiça verdadeira exige escuta capacitada, livre de preconceitos, e um sistema comprometido em proteger quem mais precisa.

Epa! Vimos que você copiou o texto. Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/depeso/428352/quanto-vale-a-palavra-da-mulher-falsas-acusacoes-nos-crimes-sexuais

Transferência de Bolsonaro: Papuda tem condições ruins para idosos, mas não para políticos

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (15) a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal (PF) no Distrito Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, que fica dentro do Complexo Penitenciário da Papuda.

Bolsonaro ficará sozinho numa cela de 64,8 metros quadrados, incluindo uma área externa de 10 metros quadrados. O local se assemelha a um apartamento, com divisórias e eletrodomésticos, e é parecido com o que o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques cumprem pena.

A decisão de Moraes determina que o ex-presidente deverá passar por uma avaliação de uma junta médica para avaliação de seu quadro clínico, terá assistência médica integral 24 horas, pode receber visitas de familiares e assistência religiosa. A nova cela também terá grades de proteção na cama para evitar quedas e aparelhos para fisioterapia, como esteira e bicicleta.

A Papudinha tem condições bem diferentes da ala de idosos do complexo penitenciário – para onde Bolsonaro poderia ser mandado. Em novembro do ano passado, antes de o ex-presidente ser alocado na sede da PF, seus aliados fizeram uma visita à Papuda e denunciaram más condições do local. Eles não visitaram, porém, as instalações da Papudinha, que é muito diferente dos habituais horrores do sistema penitenciário, marcada por superlotação e condições precárias.

Tratada como um espaço VIP, a Papudinha é para onde costumam ser enviados políticos e militares detidos. O espaço foi reformado recentemente. Outros alojamentos têm cerca de 24 metros quadrados, podem ter televisão, frigobar, ar condicionado e área para banho de sol separada.

Além de Torres, também já passaram pelas celas da Papudinha o presidente do PL Valdemar Costa Neto, os petistas José Dirceu e Delúbio Soares, e o ex-senador Luiz Estevão – que chegou a ser condenado por reformar a ala em que ficou preso.
Diferenças são gritantes

A realidade das alas VIP é diametralmente oposta à dos demais presos da Papuda, afirma o defensor público Felipe Zucchini Coracini, que acompanha a Papuda há anos e assina o relatório da Defensoria Pública do Distrito Federal divulgado na semana passada com denúncias graves de violações de direitos.

“Pela idade, em teoria, Bolsonaro poderia ser mandado para a ala dos idosos, mas isso nunca sequer foi cogitado. Nunca ouvi falar de uma autoridade presa em cela comum. Elas sempre ficam em locais mais apropriados”, afirma.

Atualmente, há 340 homens presos na ala dos idosos da Papuda, apesar da lotação máxima ser de 177. Cada cela, que deveria comportar no máximo 21 pessoas, hoje tem cerca de 38. Apenas alguns dormem em camas, enquanto os demais usam colchões no chão. O relatório ainda cita refeições azedas, falta de higiene básica e celas sem ventilação.

“Alguns idosos presos têm mais de 80 anos, têm dificuldades de locomoção, visão e audição, com problemas graves de saúde. Para ir ao banheiro de madrugada, muitos precisam passar por cima de outros dormindo no chão”, diz Coracini. “São muitas violações e é preocupante que elas só chamem a atenção quando envolvem uma figura pública.”

Um relatório de 2024 do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura aponta que a penitenciária tem casos de “fome e desnutrição generalizada” por causa de alimentos vencidos, ausência de frutas e verduras e até de talheres para os detentos.

“É claro que a preocupação com Bolsonaro é legítima, mas ela deveria ser estendida a todos os detentos”, afirma o defensor público.

Bolsonaristas defendem o regime domiciliar para preservar a saúde do ex-líder. O cenário seria semelhante ao do também ex-presidente Fernando Collor de Mello, que foi preso em Maceió e conseguiu passar à domiciliar por recomendação médica.

A opção pela unidade voltada as autoridades visa a segurança pelo status de pessoa politicamente exposta. Foi o caso de Lula, que ficou 580 dias preso em 2018 na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, e de Walter Braga Netto, ex-candidato a vice na chapa de Bolsonaro, que está em uma unidade militar no Rio de Janeiro.

Megaoperação da Polícia Civil contra tráfico de drogas sintéticas em casa noturna na cidade de VITORIA DA CONQUISTA

Denúncias e informações davam conta que um grupo estaria constantemente vendendo drogas sintéticas numa “balada” conhecida na cidade, em um estabelecimento localizado em bairro nobre.

No curso das investigações, foram identificados três prestadores de serviços do estabelecimento sendo um músico, uma produtora artística e um motorista de aplicativo.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos:

Oito porções grandes de skank , pesando cerca de 500g, avaliada em R$ 6.000,00;
Treze comprimidos de êxtase;
Uma porção de MDA (droga sintética);
Uma porção média de haxixe
⁠Dezenas de comprimidos anti-depresivos utilizados em bebidas alcoólicas e 01 balança de precisão;
⁠R$ 450,00 em dinheiro
Um veículo GM Corsa.

O principal investigado, de 32 anos, motorista de aplicativo, prestador de serviço e frequentador do local também como prestador de serviço do estabelecimento, foi preso em flagrante delito de posse das drogas e confessou que as vendia.

Também foram conduzidos duas pessoas, de 29 anos, bacharela em Direito e produtora artística, de 25 anos, músico que alegou prestar serviços de DJ na referida “balada”.

Não houve cumprimento de buscas no estabelecimento comercial, mas as equipes foram ao local.

Eleitores baianos têm até 6 de maio para regularizar o título e votar nas Eleições de 2026

Eleitores da Bahia que possuem pendências com a Justiça Eleitoral têm até o dia 6 de maio para regularizar o título e garantir participação nas Eleições Gerais de 2026, marcadas para 4 de outubro. Após esse prazo, o cadastro eleitoral será fechado para a organização do pleito, e quem estiver irregular ficará impedido de votar.

Até a data-limite, é possível resolver qualquer situação eleitoral, incluindo a emissão do primeiro título, transferência de domicílio eleitoral, atualização de dados cadastrais e regularização de pendências. A orientação da Justiça Eleitoral é que os eleitores busquem atendimento com antecedência para evitar filas e o risco de perder o prazo.

O atendimento pode ser realizado de forma presencial, nos cartórios eleitorais da capital e do interior, além de unidades do SAC, ou de maneira remota. Pela internet, os serviços estão disponíveis no Autoatendimento Eleitoral, no site do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, e também por meio do aplicativo e-Título, disponível para Android e iOS.

Os eleitores também podem obter informações pelo NAVE, no WhatsApp (71) 3373-7000, pelo Telegram @maiatrebot ou pelo e-mail nave@tre-ba.jus.br.

Para o atendimento presencial, é necessário apresentar documento oficial com foto, comprovante de residência recente e, no caso de homens que completam 19 anos em 2026, o comprovante de quitação militar. Jovens a partir de 15 anos já podem solicitar o título, e quem completar 16 anos até a data da eleição poderá votar de forma facultativa.

Quem permanecer com a situação eleitoral irregular, além de não votar, pode enfrentar outras restrições, como dificuldades para tirar passaporte, assumir cargo público ou renovar matrícula em instituições de ensino. Atualmente, a Bahia possui mais de 11 milhões de eleitores aptos a votar.

Fonte: Ascom

POLICIA FECHA Fábrica clandestina de bebidas em Vitória da Conquista produzia na sua maioria Tubaína

Nesta quarta-feira, 14 de janeiro, a Polícia Civil desarticulou uma fábrica clandestina de bebidas em Vitória da Conquista. A operação cumpriu mandados de buscas e apreensões. O local funcionava sem nenhuma condição, sem autorização e em condições precárias.

As bebidas eram fabricadas sem autorização e com rótulos sem registro de validade. Entre as bebidas estava uma das mais conhecidas que é bastante consumida, a Tubaína.

As garrafas eram lavadas sem nenhuma higienização dentro de um tanque comum. A polícia detalhou ainda que o imóvel já havia sido alvo de fiscalização e interdição em 2018. O responsável pelo estabelecimento responde a inquérito por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substâncias alimentícias. O caso segue sob investigação.