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:: maio/2023

Identificado o suspeito morto em confronto com a PM após assalto a uma padaria

Com o intuito de capturar os suspeitos, os policiais estabeleceram bloqueios ao longo da BA-026. Ao avistarem a PM os suspeitos atiraram contra a guarnição, que revidou.

Na noite de quinta-feira (18), em Caculé (BA), um indivíduo veio a óbito após um confronto com policiais da 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (94ª CIPM). Segundo informações da PM, durante rondas ostensivas na região, a guarnição foi informada sobre um assalto ocorrido em uma padaria nas proximidades da BA-026. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram uma vítima com ferimentos causados por golpes de coronha de revólver na cabeça, desferidos pelos assaltantes, que em seguida fugiram em direção a Licínio de Almeida.

Com o intuito de capturar os suspeitos, os policiais estabeleceram bloqueios ao longo da BA-026. Ao avistarem a viatura de Caculé, os suspeitos tentaram escapar, disparando contra os policiais, que revidaram. Após o confronto, um dos criminosos foi prontamente socorrido e levado ao Hospital Municipal local, onde foi declarado o óbito. O outro assaltante conseguiu fugir adentrando um matagal.

O homem foi identificado como Thiago Matheus Pereira da Silva, de 22 anos, residente em Caetité. Em posse do suspeito, os policiais encontraram um revólver da marca Taurus, calibre 38, contendo três munições deflagradas e três intactas, além de dois celulares, nove carteiras de cigarros, uma quantia de R$ 1.022,55 e uma motocicleta Honda CG 150 Titan com restrição de furto/roubo. Acredita-se que a dupla seja responsável por assaltar uma farmácia em Licínio de Almeida, um mercado e uma padaria em Caculé, além de ter agredido um homem com golpes de coronha na cabeça. As guarnições da 94ª CIPM continuam em busca do segundo assaltante com o objetivo de prendê-lo.

Maioria dos ministros do STF vota pela condenação de Collor

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quinta-feira(18) pela condenação do ex-senador e ex-presidente Fernando Collorpor corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um processo da Operação Lava Jato.Até o momento, o placar do julgamento é de 6 votos a 1 pela condenação. Após os votos, a sessão foi suspensa e será retomada na quarta-feira (24).

Os votos foram formados a partir do voto do relator, ministro Edson Fachin, que se manifestou na quarta-feira (17) pela condenação do ex-parlamentar a 33 anos e 10 meses de prisão.Dois ex-assessores também podem ser condenados no caso.

Para Fachin,Collor, como antigo dirigente do PTB, foi responsável por indicações políticas para a BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras, e recebeu R$ 20 milhões como contraprestação à facilitação da contratação da UTC Engenharia.

Além do relator, também votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, André Mendonça, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. A pena total de Collor ainda não foi definida.

A Corte julga uma ação penal aberta em agosto de 2017. Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-presidente da República teria recebido pelo menos R$ 20 milhões de propina pela influência política na BR Distribuidora. Os crimes teriam ocorrido entre 2010 e 2014.

Absolvição

O ministro Nunes Marques votou pela absolvição de Collor. Para o ministro, não ficou comprovado que ele tenha se beneficiado de desvios na BR Distribuidora.

“Inexistindo nos autos elementos externos idôneos para corroborar as declarações prestadas pelos colaboradores, não há como considerar a tese acusatória de que teria havido a negociação de venda de apoio político para indicação e manutenção de dirigentes na BR Distribuidora”, afirmou.

Defesa

Durante o julgamento, o advogado Marcelo Bessa pediu a absolvição de Collor. A defesaalegouque as acusações da PGR estão baseadas em depoimentos de delação premiada e não foram apresentadas provas para incriminar o ex-senador.

Bessa também negou que o ex-parlamentar tenha sido responsável pela indicação de diretores da empresa. Segundo ele, os delatores acusaram Collor com base em comentários de terceiros.

“Não há nenhuma prova idônea que corrobore essa versão do Ministério Público. Se tem aqui uma versão posta, única e exclusivamente, por colaboradores premiados, que não dizem que a arrecadação desses valores teria relação com Collor ou com suposta intermediação desse contrato de embandeiramento”, completou.

Jequié: Acusado de estuprar criança de 11 anos foi preso em operação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher

Divulgação: Polícia Civil

Uma operação da Polícia Civil da Bahia denominada “Operação 18 de Maio”,  através da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Jequié foi deflagrada na quinta-feira (18) tendo como alvo o combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes e com o objetivo da prisão de autores de crimes de estupro de vulnerável.

A prisão realizada em Jequié pela equipe do delegado Nadson Pelegrini foi  a segunda captura de acusado de estupro de vulnerável realizada pela Delegacia de Jequié somente nesta semana.

O acusado preso  já havia sido condenado pelo estupro de uma criança e no Inquérito Policial que deu origem ao mandado de prisão.

O homem é apontado pela polícia como sendo o estuprador de uma criança de onze anos de idade, sendo que durante as investigações, a equipe de investigação teve notícias de outro possível crime cometido pelo suspeito, dessa vez uma tentativa de estupro contra uma vítima adulta.

Conforme boletim divulgado pela polícia, o investigado, com receio de ser preso, passou a coagir a vítima e familiares para que interferissem em seu benefício.

Ipiaú Online / Ascom Polícia Civil 

Motociclista morre após colidir frontalmente com van na estrada de Barra do Choça à Vitória da Conquista

Um grave acidente envolvendo uma motocicleta e uma van na estrada de Barra do Choça a Vitória da Conquista. Ocorreu por volta das 18h desta quinta-feira, 18, próximo ao Haras Camping. Infelizmente, o motociclista faleceu no local.

O motorista e uma passageira foram encaminhados ao hospital com ferimentos leves.

De acordo com o Delegado de Polícia, Dr Marcelo, o condutor foi identificado e encaminhado ao hospital para atendimento e o motociclista infelizmente foi a óbito.

Segundo relatos, a ultrapassagem indevida da moto causou o acidente. A van transportava trabalhadores de Barra do Choça para Vitória da Conquista.A vítima é um homem de aproximadamente 46 anos. Ele é morador de Conquista e trabalhou o dia como Chapa em Barra do Choça, informou seu colega de trabalho.

A equipe do IML foi acionada para recolher o corpo.

‘Eu não estaria dormindo bem no lugar do Moro’, diz Marco Aurélio Mello em crítica ao TSE

O ministro Marco Aurélio Mello, aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), disse ao jornal Estado de São Paulo nesta quinta-feira, 18, que a cassação do mandato do deputado Deltan Dallagnol (Podemos-PR), ex-chefe da Lava Jato em Curitiba, é mais um capítulo do desmonte da operação e estabelece um precedente preocupante na Justiça Eleitoral.
“Enterraram a Lava Jato, agora querem fazer a mesma coisa com os protagonistas. Isso, a meu ver, não é justiça, é justiçamento”, avalia o ministro, conhecido pela franqueza. “Eles esquecem algo que Machado de Assis ressaltou: o chicote muda de mão.”
Questionado pela reportagem sobre o risco para o futuro político do senador Sérgio Moro (União-PR), ex-juiz da Lava Jato, que também responde a processos eleitorais, Marcelo Aurélio não descarta uma cassação.
“A essa altura nós estamos, passo a passo, ficando perplexos. Eu não estaria dormindo bem no lugar do Moro”, afirma.
Ao longo de mais de 30 anos como ministro, Marco Aurélio foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em três períodos diferentes. Ele afirma o julgamento de Dallagnol deixa a Justiça Eleitoral ‘muito mal’.
“Onde vamos parar? Algo realmente impensável. O que me assusta é a hegemonia: foi unânime. E um julgamento combinado, pelo visto, porque foi muito célere”, destaca.
“Como é que não houve divergência? Se lá eu estivesse, seria o chato”, acrescenta o ministro, que ficou marcado como uma voz divergente no STF, por discordar os colegas mesmo em julgamentos em que a maioria já estava consolidada. O também ministro aposentado Nelson Jobim chegou a lhe dar o apelido de ‘ferrinho do dentista’.
Mauro Aurélio classificou ainda a decisão como um ‘vale tudo’ e manifestou preocupação com o que vê como um desmonte nos esforços de combate à corrupção no País.
“Basta você parar pra ver quem está aplaudindo essa decisão. Aí você vê que a coisa é triste. Se confirma o que o então senador Jucá disse lá atrás, quando começou Mensalão, a Lava Jato, que era preciso estancar a sangria. Qual a sangria? Do combate à corrupção? Eu quero que ela aja, que ela ocorra. Nós precisamos realmente afastar do cenário o sentimento de impunidade”, defende.
O TSE usou como base para a condenação o trecho da Lei da Ficha Limpa que proíbe magistrados e membros do Ministério Público de pedirem exoneração para disputar eleições se tiverem processos administrativos pendentes. Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral entenderam que Dallagnol se desligou do Ministério Público Federal com quase um ano de antecedência da eleição, antevendo que os procedimentos disciplinares a que respondia poderiam colocar em risco sua futura candidatura.
Para Marco Aurélio, a legislação não é ideal. “Eu tenho sérias dúvidas, até quanto essa cláusula da Lei da Ficha Limpa, de que a existência de processo leva à inelegibilidade, porque a elegibilidade é um direito inerente à cidadania, é um direito do cidadão.”
As críticas do ministro foram dirigidas também ao Supremo Tribunal Federal, onde ocupou uma cadeira até 2021. Marco Aurélio afirma que a Corte vem tentando estabelecer uma ‘competência universal’ para julgar os denunciados na esteira dos atos golpistas de 8 de janeiro. “Agora o Supremo julga o homem comum. É interessante. É o que eu digo: onde vamos parar?”, questiona.
O ministro também vê com ressalvas o movimento do tribunal para pressionar a regulação das plataformas e redes sociais. O STF pautou ações que podem rever as hipóteses previstas no Marco Civil da Internet para responsabilizar as big techs por conteúdos que deixam circular – o que foi lido como um recado para o Congresso Nacional agir. O ministro Alexandre de Moraes ainda ameaçou suspender as operações do Telegram no Brasil e mandou investigar executivos do aplicativo e de Google em meio a campanhas contra o PL das Fake news.
“Você cercear plataforma é muito difícil e muito ruim”, afirma. ”É mola mestra de uma democracia a liberdade de expressão. Daqui a pouco vão dizer que tudo que houve de falcatruas na Petrobrás foi fake news.”
Leia a entrevista completa:
O Sr. avalia que o julgamento do Deltan foi político?
Pobre República, sofrida República. Onde vamos parar? Algo realmente impensável. O que me assusta é a hegemonia: foi unânime. E um julgamento combinado, pelo visto, porque foi muito célebre. Algo que realmente deixa muito mal a minha eterna Justiça Eleitoral, o TSE. Eles esquecem algo que Machado de Assis ressaltou: o chicote muda de mão.
Houve um alargamento da noção de inelegibilidade?
Eu tenho sérias dúvidas, até quanto essa cláusula da Lei da Ficha Limpa, de que a existência de processo leva à inelegibilidade, porque a elegibilidade é um direito inerente à cidadania, é um direito do cidadão. Tenho dúvidas quanto à razoabilidade. Não é assim que se avança culturalmente.
Onde está o problema nos fundamentos usados pelo TSE?
Aurélio Mello: Vício de consentimento – fraude, culpa, dolo – não pode ser presumido, tem que ser provado. Isso a gente aprende nos primeiros dias de faculdade.
O Sr. sempre diz que são tempos estranhos. Esse é um precedente perigoso?
A hegemonia, isso me preocupa muito. Como é que não houve divergência? Se lá eu estivesse, seria o chato.
Como fica o legado da Lava Jato?
Enterraram a Lava Jato, agora querem fazer a mesma coisa com os protagonistas. Isso, a meu ver, não é justiça, é justiçamento. Basta você parar pra ver quem está aplaudindo essa decisão. Aí você vê que a coisa é triste. Se confirma o que o então senador Jucá disse lá atrás, quando começou Mensalão, a Lava Jato, que era preciso estancar a sangria. Qual a sangria? Do combate à corrupção? Eu quero que ela aja, que ela ocorra. Nós precisamos realmente afastar do cenário o sentimento de impunidade. E olha que eu não o conhecia (Dallagnol), conheci outro dia de vista, respondendo ao questionamento que ele fez na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, quando eu eu lá falar sobre imunidade parlamentar. Aí eu conheci o Dallagnol, que eu não conhecia, conheci de vista portanto. Vamos esperar para ver qual vai ser o próximo passo. Estamos mal. Nessa toada não vamos bem não.
Quem comemorou a punição a Deltan, diz que Sérgio Moro será o próximo. Moro está sendo caçado?
A essa altura nós estamos, passo a passo, ficando perplexos. Eu não estaria dormindo bem no lugar do Moro.
O Supremo tenta impor ao Congresso a discussão sobre a regulamentação das plataformas, pautando o tema na Corte para obrigar a Câmara a avançar na votação do PL das Fake News. Como o Sr. vê essa configuração?
O que eu penso é que é mola mestra de uma democracia a liberdade de expressão. Daqui a pouco vão dizer que tudo o que houve de falcatruas na Petrobrás foi fake news. Você cercear plataforma é muito difícil e muito ruim.
O STF está processando as denúncias oferecidas pela PGR na esteira dos atos golpistas e sinalizou que a instrução dos processos que começaram a ser abertos deve ficar com o tribunal. Esses casos deveriam estar sendo julgados na primeira instância?
É a competência universal do Supremo. Agora o Supremo julga o homem comum. É interessante. É o que eu digo: onde vamos parar?
Rayssa Motta/Estadão

Conquista: Susto na BR-116

Conforme divulgamos agora há pouco, um verdadeiro susto na BR-116, em Vitória da Conquista, no fim da manhã de hoje, quinta-feira.

O acidente aconteceu nas proximidades do acesso ao distrito de José Gonçalves.

O carro desceu a ribanceira.

Vítimas foram socorridas pela equipe da Via Bahia. A Polícia Rodoviária Federal também atendeu a ocorrência.

Por enquanto não temos informações de vítimas fatais.

“Um verdadeiro milagre”, disse um motorista que passava pela localidade e entrou em contato com o Blog do Rodrigo Ferraz.

Conquista: Valdemir diz que a Prefeitura tem que respeitar a Casa Legislativa

Na Sessão Ordinária desta quarta-feira, 17, realizada na Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), o vereador e líder da bancada de oposição, Valdemir Dias (PT) iniciou seu pronunciamento falando sobre o fim da paridade do dólar no combustível brasileiro, porque esse foi um dos compromissos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Assim é que se faz política na prática”, afirmou.

De acordo com o edil, já houve redução de 21,3% no valor do gás de cozinha, 12,6% na gasolina e 12,8% no diesel. Além disso, outro pacote de boas notícias do governo federal é o retorno dos investimentos na infraestrutura do país. Segundo Valdemir Dias, Lula é recebido como chefe de estados em todos os países do mundo, e isso é uma mudança em pouco tempo de governo.

Outro assunto pautado pelo líder da bancada de oposição foi a cassação do ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos). Conforme disse Dias, a justiça foi feita e os danos causados ao Brasil por Dallaghol estão sendo reparados.

Empréstimo Vitória da Conquista – Ainda em discurso, o parlamentar disse que alguns vereadores pautaram a pavimentação de bairros da cidade, mas o valor de 71 milhões de dólares já foram liberados pela Casa Legislativa. Segundo o edil, não estando satisfeita com quase 400 milhões de reais, já liberados, a prefeita Sheila Lemos (UB) pediu mais 160 milhões de reais, sem apresentar uma justificativa plausível, porque o requerimento conta com apenas uma página completa e metade de outra onde está a assinatura da gestora. Para concluir sua fala, o vereador disse que a Prefeitura Municipal tem que respeitar a CMVC e a população.

Caçada a quadrilha de mega-assaltos ligada ao PCC termina com 18 mortos e cinco presos

Operação durou mais de um mês e envolveu 320 policiais de cinco Estados; grupo tentou roubar caixa-forte

Chegou ao fim nesta quarta-feira, 17, a Operação Canguçu, montada com 320 policiais de Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Pará e Minas Gerais, para caçar criminosos de uma quadrilha ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC) que tentou assaltar um caixa-forte da transportadora de valores Brinks em Confresa (MT), no dia 9 de abril, e fugiu para o Tocantins.

A desmobilização das forças policiais começou no início da tarde após os comandantes das tropas considerarem que todos os assaltantes diretamente envolvidos no crime foram mortos ou presos. A Polícia Militar do Tocantins inicia agora a  2.ª fase da operação para tentar identificar possíveis apoiadores da quadrilha.

Em 38 dias de operação, foram 18 suspeitos mortos, dois presos no cerco policial no Tocantins, mais dois em Redenção (PA) e outro em Araguaína, norte do Tocantins, suspeito de ser um dos articuladores da logística do assalto. Entre os criminosos mortos e presos, a maior parte tem origem em São Paulo, segundo relatório de inteligência que o Estadão teve acesso:

  • Danilo Ricardo Ferreira, o 1º morto, no dia 10 de abril
  • Raul Yuri de Jesus Rodrigues, 2º morto, no dia 12 de abril
  • Célio Carlos Monteiro, 5º morto, no dia 19 de abril
  • José Cláudio dos Santos Braz, 6º morto, no dia 19 de abril
  • Jonathan Camilo de Sousa,  8ª morto,  27 de abril
  • Ericson Lopes de Abreu, 12º morto, 1º de maio
  • Luis Silva, 13º morto, 1º de maio
  • Ronildo Alves dos Santos, 16º morto, dia 8 de maio
  • Ricardo Aparecido da Silva, 17º morto,  dia 10 de maio.

O núcleo paraense teve quatro suspeitos mortos:

  • Rafael Ferreira Lima, o 11º morto, no dia 1º de maio
  • Gilvan Moraes da Silva , o 14º morto, no dia 2 de maio
  • Robson Moura dos Santos, o 15º morto, no dia 2 de maio
  • Janiel Ferreira Araújo, o 18º morto, no dia 13 de maio.

Outros dois suspeitos são de Imperatriz, no Maranhão

  • Eduardo Batista Campos, o 3º morto no dia 19 de abril
  • Julimar Viana de Deus, o 4º morto, no dia 19 de abril

Os demais mortos são:

  • Matheus Fernandes Alves, de Goiás, a 7ª morte, no dia 22 de abril
  • Airton Magalhães Marques, da Bahia, a 9ª morte, ocorrida dia 29 de abril
  • Luiz Gustavo Pereira dos Santos, a 10ª morte, no dia 1º de maio

Os presos

Paulo Sérgio Alberto de Lima, de Nova Odessa-SP, foi o primeiro preso no cerco do Tocantins. Outro paulista, Isaías Pereira da Silva, foi detido dentro de um ônibus no cerco policial, com destino a Palmas. Os paraenses Pertusilandio Machado e Felix da Silva Aguiar foram presos em Redenção em um imóvel que servia de suporte ao grupo. O quinto preso é Nelsivan Jovan de Araújo, detido em Araguaína, norte do Tocantins. Ele é apontado como o articulador da logística do grupo.

As forças policiais apreenderam dois fuzis calibre .50 e mais dezesseis calibre AK-47, além de carregadores, munições, coletes e capacetes balísticos, granadas e detonadores e equipamento usado em combate, como coturnos, luvas, joelheiras, cotoveleiras e balaclavas.

O comandante do Bope do Mato Grosso, coronel Frederico Correa Lima Lopes, avaliou a operação como bem sucedida. O militar considera que crimes como esse “geram um pânico na população” e uma resposta imediata é de “suma importância” para contornar o trauma e o prejuízo econômico para a região, afetada pela interferência da perseguição.

Homem é preso em grande operação da Polícia Civil

Um homem foi preso pela polícia civil durante a operação Ferro Velho, nesta quinta-feira (18), em Vitória da Conquista.

Segundo a polícia, equipes da Delegacia de Repressão a Furtos (DRFR) e Draco prenderam o suspeito pelo crime de adulteração de sinal identificação de veículo após investigações apontaram oficinas de moto comercializando veículos com numerações adulteradas.

O homem foi levado para o Conjunto Penal de Conquista.

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