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:: 27/maio/2023 . 10:02

Bahia: Homem persegue, sequestra, mata a ex-namorada e depois comete suicídio. Vítima identificada

Atual namorado da vítima estava junto com ela e conseguiu fugir, antes da mulher ser sequestrada, escapando da morte.

Um homem perseguiu, sequestrou e matou a ex-namorada no bairro de Granjas Rurais Presidente Vargas, em Salvador, no final da manhã desta sexta-feira (26). Depois do feminicídio, ele cometeu suicídio. A vítima foi identificada como Adriele Cardoso, de 36 anos.

Ela havia saído do bairro de Pernambués e caminhava com o atual namorado, quando os dois foram perseguidos por Lúcio Silvestre Júnior, que estava armado e disparou três vezes contra o companheiro de Adriele. Depois disso, Lúcio puxou a ex-namorada para o carro e arrancou com o veículo e a sequestrou. A suspeita é de que o crime tenha sido premeditado, porque ele passou pelo trajeto que Adriele fazia diariamente, na Rua da Nigéria, a caminho do trabalho em um shopping na Avenida ACM.

Corpos são achados dentro de carro em Salvador; suspeita é de feminicídio e  suicídio - Jornal Correio

Após o sequestro, o namorado de Adriele correu e buscou uma delegacia para registrar o caso. Em uma via pouco movimentada, Lúcio parou o carro e disparou contra a ex-namorada, cometendo o suicídio em seguida. Informações iniciais apontam que a arma usada no crime seria do padrasto de Lúcio, que seria policial da reserva do Exército. Ele teria pegado a arma sem autorização. Os corpos foram encontrados no carro depois que trabalhadores ouviram os disparos e acionaram a Polícia Militar.

Homem persegue, sequestra e mata ex-namorada na Bahia | Bahia | G1

Amigos de Lúcio estiveram no local do crime e informaram que ele e Adriele estavam separados há cerca de dois meses, depois de um relacionamento de mais de dois anos. Segundo eles, o ex-casal havia se conhecido em Madre de Deus, de onde onde os dois eram. Adriele trabalhava como vendedora e Lúcio como motorista. Ele deixa dois filhos menores de 10 anos. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado, fez a perícia no veículo e removeu os corpos, que foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML), onde passarão por perícia.

Conquista: Nattan, Mari Fernandez e Pedro Sampaio completam o line-up do FIB 2023

Responsável pela direção artística do FIB, o cantor e compositor Max Viana destaca o papel da diversidade musical na grade deste ano.

O line-up que vai aquecer conquistenses e turistas durante a 17ª edição do Festival de Inverno Bahia (FIB) já está definido. O anúncio das três últimas atrações que ainda não tinham sido apresentadas ao público foi feito na noite desta sexta, 26, durante evento de lançamento do festival.

 

Brutal: Homem finge ser cliente, chama pela dona do bar e a executa com vários disparos

Segundo relatos, Noemia Alves, proprietária de um bar, foi brutalmente assassinada a tiros por um indivíduo que estava em uma bicicleta.

Na noite da última sexta-feira, dia 26, um ato de extrema violência ocorreu no bairro das Populares, na cidade de Sento Sé, situada no norte da Bahia. Segundo relatos, Noemia Alves, proprietária de um bar, foi brutalmente assassinada a tiros por um indivíduo que estava em uma bicicleta.

Testemunhas presentes no local informaram a um blog que o homem, ainda não identificado, chegou ao estabelecimento como um cliente comum, aguardou até que a filha da vítima se afastasse e, em seguida, desferiu diversos disparos contra Noemia, sem qualquer chance de defesa. Os tiros atingiram seu rosto e abdômen, ceifando sua vida instantaneamente. O autor do crime empreendeu fuga utilizando a bicicleta como meio de locomoção, e, posteriormente, embarcou em um veículo que já o aguardava. O Instituto Médico Legal (IML) da cidade de Juazeiro foi acionado para realizar a remoção do corpo. O Departamento de Homicídios da Polícia Civil instaurou uma investigação a fim de elucidar tanto a motivação quanto a autoria desse crime chocante.

 

Apenas 15% dos brasileiros com mais de 16 anos estudam atualmente, aponta pesquisa

Cerca de 15% dos brasileiros com mais de 16 anos afirmam que estão matriculados em alguma instituição de ensino. É o que aponta a pesquisa do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), que ouviu 2.000 pessoas com mais de 16 anos nas 27 Unidades da Federação.

De acordo com a pesquisa, entre os que não estudam atualmente, apenas 38% alcançaram a escolaridade que desejavam e 57% não tiveram condições de continuar os estudos.

A necessidade de trabalhar para manter a família é o principal motivo (47%) para a interrupção dos estudos, seguida pelas pessoas que preferem trabalhar para ter o próprio dinheiro e autonomia (12%). Outros destaques foram o número alto de pessoas que deixam de estudar por falta de interesse (11%) e pessoas que interromperam por conta de gravidez ou filhos (7%).

“Muitas vezes a escola não tem elementos de atratividade para os jovens e, certamente, esses números se agravaram durante a pandemia. Um outro grave problema também se dá na gravidez precoce, que faz meninas e meninos terem que sair da escola e se engajar no mundo do trabalho, porque mudou a sua realidade de vida”, explica o diretor-geral do Senai e diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi.

Para ele, os fatores apontados trazem uma reflexão sobre a necessidade de melhorar a qualidade da educação e a atratividade da escola. “Sobretudo, como resultado geral, melhorar a produtividade das pessoas na sociedade, que é base para se criar um círculo virtuoso de desenvolvimento, onde, certamente, a qualidade da educação vai interferir positivamente no sentido mais geral de melhoria da educação”, aponta.

Etapas de formação

A alfabetização aparece em primeiro lugar na lista das etapas que devem ser prioridade para o governo, apontada por quase um quarto (23%) dos brasileiros. As creches aparecem em segundo lugar entre as prioridades (16%) e o ensino médio ficou em terceiro (15%).

Segundo a pesquisa, a população percebe a deficiência no início da escolarização. A alfabetização tem a pior avaliação de qualidade: 47% dos entrevistados a consideram boa ou ótima e 20% ruim ou péssima.

Rafael explica que a população acha que o início da escolarização é uma das etapas mais importantes e também uma necessidade. “O Brasil é uma das sociedades que têm o mais alto índice de mulheres no mercado de trabalho. E é claro que isso vai criar uma necessidade objetiva das famílias colocarem seus filhos nas creches.”

O estudo ressalta que as dificuldades enfrentadas pelas famílias e pelos docentes para garantir que as crianças fossem alfabetizadas durante a pandemia pode ter contribuído para a avaliação negativa.

Já no ensino médio, que deveria ser a ponte entre a educação básica e o início da trajetória profissional, a taxa de abandono na rede pública alcançou 6,5% em 2022. Na rede privada, que apresentou taxa de abandono inferior a 0,5% nos últimos 10 anos, o indicador aumentou para 0,7%. Os dados são do Censo Escolar 2022.

No geral, 23% avaliam a educação pública como ruim ou péssima e só 30% avaliam como ótima ou boa. Já a educação privada é avaliada como boa ou ótima por 50% dos entrevistados. Quanto maior a renda e maior o nível de escolaridade, pior a avaliação da rede pública.

Segundo Rafael Lucchesi, o Brasil não conseguiu cumprir a agenda da educação no século XX como outros países. “Deveríamos estar discutindo inovação no século XXI, mas carregamos problemas estruturais, de qualidade e na matriz educacional, que travam nosso desenvolvimento. Precisamos melhorar a qualidade e ampliar a oferta da educação profissional”, alerta Rafael.

Para ele, em 2023 está acontecendo uma mudança cultural forte de novas tecnologias e o Brasil ainda tem uma escola antiga, apenas emissora de conhecimento. Em sistemas educacionais mais avançados, o processo de aprendizagem se dá por resolução de problemas, por gamificação e por robótica, por exemplo.

Questionados sobre os fatores que contribuem para melhorar a qualidade do ensino, os brasileiros listam como prioridade: aumentar salário dos professores (23%), melhorar a capacitação dos professores (20%) e melhorar as condições das escolas (17%).