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:: 5/abr/2023 . 9:14

Grupo de trabalho para combater violência contra profissionais de imprensa é lançado pela ABI e Sinjorba

Foto: Divulgação/ABI
A Associação Bahiana de Imprensa (ABI) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia (Sinjorba) lançaram um grupo de trabalho com o objetivo de combater violência contra profissionais de imprensa no estado. A iniciativa foi apresentada no Auditório Samuel Celestino, na sede da ABI, no Pelourinho, e conta com o apoio de veículos de comunicação de todo o estado, da Prefeitura de Salvador, do Governo do Estado e dos órgãos públicos de justiça e de segurança pública.
De acordo com os criadores do grupo de trabalho, a rede pretende ser “um espaço interinstitucional de engajamento na luta pela proteção a jornalistas, radialistas e profissionais de imagem do estado da Bahia”, buscando fazer prevalecer direitos e garantias constitucionais, através de políticas públicas e ações que protejam estes trabalhadores com a devida punição a seus agressores.
Presente no evento, a secretária de Comunicação (Secom) de Salvador, Renata Vidal, pontuou que a iniciativa ajuda a ampliar as ferramentas de proteção aos profissionais de imprensa. “A Rede de Combate à Violência contra Profissionais de Imprensa é uma iniciativa louvável e fundamental para alertar para um problema real que nós, jornalistas, enfrentamos. Não é razoável que, em pleno século XXI, jornalistas ainda sejam alvo de agressões. A violência contra jornalistas é, também, um ataque à democracia”, disse Vidal.
Um dos exemplos dados na tarde desta terça foi o caso de uma repórter da TV Record Bahia esmurrada por dois homens no curso de uma reportagem de trânsito, no último dia 16 de janeiro. Na época, após o registro de ocorrência, os agressores foram liberados.
Para o presidente da ABI, Ernesto Marques, existe uma necessidade muito grande de levar a campo mais essa iniciativa preventiva. “É nossa resposta em busca de fazer frente a todo tipo de violência contra a imprensa. Não somente à violência física, mas casos de assédio judicial e moral, qualquer tipo de embargo que possa impedir ou inibir nosso trabalho é um tipo de violência. Portanto, toda e qualquer ação que vise criar obstáculo para que cheguemos à verdade dos fatos precisa ser entendida como um ato violento que precisa ser combatido”, falou.
O presidente do Sinjorba, Moacyr Neves, na oportunidade, disse que a Rede precisa se posicionar antes e depois das agressões por meio de campanhas preventivas. “Não podemos deixar que agressões contra jornalistas resultem na liberação impune dos agressores. As instituições públicas devem promover a criminalização desses atos. Por outro lado, buscamos prevenir que isso aconteça”, destacou.
Segundo dados do relatório Violência contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil, divulgado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), em 2017 foram registradas 99 ocorrências no território nacional. O número extrapolou em 2021, quando o documento apresentou 430 casos. No ano passado, 376 registros foram computados.
A primeira reunião oficial de trabalho da rede será no dia 11 de abril, na sede da ABI, na Rua Guedes de Brito, Nº 1, em horário a ser divulgado pela imprensa.
Participaram do encontro jornalistas de diversos veículos de imprensa e das secretarias de Comunicação do Governo do Estado e da Prefeitura de Salvador. Além deles, agentes das polícias Civil e Militar, servidores da secretaria estadual de Justiça e Direitos Humanos, do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Guarda Civil Municipal e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Bahia.

Assembleia Legislativa da Bahia cria grupo de trabalho para acompanhar situação da concessionária Via Bahia

A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo recebeu nesta terça-feira (4) o presidente da Via Bahia, José Bartolomeu, em uma audiência para prestar esclarecimentos sobre a atuação da concessionária no estado, que é responsável pela administração da BR-324, entre Salvador e Feira de Santana, e da BR-116 até a divisa com Minas Gerais.

Por unanimidade, os deputados aprovaram a criação de um grupo de trabalho responsável por pautar o tema em Brasília, além de convidar a Via Bahia e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para uma discussão conjunta dos atuais problemas enfrentados pelos motoristas baianos.

“Queremos que os baianos tenham uma condição diferenciada de trânsito com melhores parques de pedágio, pontes, viadutos e acostamentos. Queremos segurança e qualidade em nossas estradas”, pontuou o presidente da Comissão, deputado Eduardo Salles.

Entre os questionamentos feitos pelos parlamentares estava a manutenção das rodovias pedagiadas, os engarrafamentos constantes enfrentados pelos motoristas, sobretudo no período de festas, além das questões de segurança, como buracos nas estradas, falta de iluminação e manutenção dos acostamentos.

O diretor-presidente da Via Bahia abriu a reunião apresentando um balanço detalhado dos projetos previstos pela concessionária, ouviu as demandas dos deputados e destacou que existe um orçamento de R$8 bilhões, que no momento está represado em função de discussões sobre um reequilíbrio do contrato, para ser aplicado em obras a partir do segundo semestre. “Vamos discutir e repassar esses pontos com a equipe para ver como conseguimos melhorar”, afirmou o presidente José Bartolomeu.

O deputado Eduardo Salles ainda reforçou o papel dos parlamentares em apresentar a insatisfação dos baianos com o serviço, buscando soluções definitivas para esse antigo problema. “Agradeço a presença do presidente aqui e ressalto que é nosso papel, como representantes do povo baiano, cobrar melhorias”, destacou o parlamentar.

Além do presidente da Comissão, participaram da audiência os deputados Fabrício, Bobô, Raimundinho da Jr, Marcinho, Tiago Correia, Penalva, Eures Ribeiro, Hassan e a deputada Cláudia Oliveira.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles. Fotos reprodução

  

Guarda Municipal é flagrado dando tapa na cara de mulher no interior da Bahia

Um Guarda Civil Municipal da cidade de Pindobaçu, no centro norte da Bahia, foi flagrado agredindo uma mulher em uma abordagem. As imagens mostram o momento em que o agente desfere um tapa na região do pescoço da mulher.

A Prefeitura de Pindobaçu informou, por meio de nota, repudiar a ação e a violência praticada pelo GCM, em serviço. Ainda segundo a nota, disse que a ocorrência em questão será apurada pelo comando da Guarda, devendo ser adotadas todas as medidas administrativas cabíveis. A GCM informou que se trata de um caso isolado.

Cortes no Bolsa Família 2023; saiba quem pode perder os R$ 600 em Abril

Governo prevê cortar parte das famílias unipessoais e aquelas que entraram no programa durante o período eleitoral de 2022. Veja como não ter o benefício bloqueado em abril.

 

O Bolsa Família foi recriado pelo governo federal para atender famílias em situação de extrema pobreza em todo o país. No entanto, nos últimos meses, tem sido divulgado que o programa pode sofrer cortes em seu orçamento, o que pode resultar na exclusão de algumas famílias beneficiárias.

Segundo o Ministério da Cidadania, que é responsável pela gestão do Bolsa Família, o corte no orçamento do programa a partir de março de 2023 pode chegar a R$ 1,5 milhão. Isso significa que algumas famílias que recebem o benefício podem deixar de receber o Bolsa Família a partir de abril.

As principais mudanças previstas para o Bolsa Família em abril são a exclusão das famílias unipessoais e aquelas que começaram a receber o benefício no período eleitoral. Veja para abril quais são as principais mudanças previstas.

Governo pode excluir o Bolsa Família de famílias unipessoais

Com a intenção de evitar fraudes, o governo realiza periodicamente um pente-fino a fim de identificar irregularidades e excluir famílias que estão dentro das regras de elegibilidade. O pente-fino está sendo realizado desde fevereiro, no entanto, o sistema não irá excluir todas as famílias unipessoais do Bolsa Família.

O processo não tem um público-alvo específico, apenas aqueles que não estejam de acordo com as regras de elegibilidade, independentemente de ser uma família unipessoal ou não.

Durante a campanha eleitoral, o aumento do número de famílias unipessoais no programa aumentou significativamente, fazendo com que ocorressem muitas fraudes envolvendo o Auxílio Brasil.

Pelo fato de apenas um membro do grupo familiar receber o benefício, foram criados cadastros falsos no Cadastro Único, indicando serem famílias unipessoais para obter o benefício indevidamente. Vale ressaltar que nem todas as famílias unipessoais estão irregulares no programa. Com isso, a intenção do governo é incluir essas famílias no programa durante o pente-fino, no mesmo período em que retira as que estão em situação irregular.

Governo pode cortar o Bolsa Família de quem começou a receber no período eleitoral

Da mesma forma que ocorre nas famílias unipessoais, durante o período eleitoral, muitas famílias começaram a receber os valores do benefício. Com isso, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) antecipou o bloqueio de cadastros das famílias não só do Bolsa Família, como também do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e do programa Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE).

O primeiro grupo que será avaliado pelo governo será aqueles beneficiários que entraram no programa entre agosto e dezembro de 2022. Isso porque suspeita-se que durante o período eleitoral, o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro permitiu que entrassem famílias que não estavam legíveis nos cadastros, para se beneficiar durante a disputa presidencial.

Na época, o Governo Federal aumentou o benefício de R$ 400 para R$ 600, e também liberou o empréstimo consignado para as famílias de baixa renda.

Quem pode receber o benefício do Bolsa Família?

Vale lembrar que o Bolsa Família é um programa voltado para as famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, ou seja, aquelas que possuem renda mensal de até R$ 89,00 por pessoa (extrema pobreza) ou R$ 178 por pessoa (pobreza), desde que tenham em sua composição familiar crianças ou adolescentes de 0 a 17 anos. Por isso, as mudanças previstas podem afetar diretamente essas famílias, que dependem do benefício para suprir suas necessidades básicas.

Outro fator que pode levar ao corte do Bolsa Família é a falta de atualização cadastral. Para receber o benefício, as famílias devem manter seus dados atualizados junto ao Cadastro Único, que é o sistema responsável pelo registro das informações das famílias beneficiárias. Caso não atualizem seus dados no prazo estipulado, as famílias podem ter o benefício suspenso ou cancelado.

Quem pode ter o Bolsa Família cortado em abril de 2023?

Segundo o Ministério da Cidadania, que é responsável pela gestão do Bolsa Família, o corte no orçamento do programa a partir de março de 2023 pode chegar a R$ 1,5 milhões. As principais mudanças previstas para o Bolsa Família em abril são a exclusão das famílias unipessoais e aquelas que começaram a receber o benefício no período eleitoral.

Famílias unipessoais vão perder o Bolsa Família em abril de 2023?

O pente-fino está sendo realizado desde fevereiro, no entanto, o sistema não irá excluir todas as famílias unipessoais do Bolsa Família. O processo não tem um público-alvo específico, apenas aqueles que não estejam de acordo com as regras de elegibilidade, independentemente de ser uma família unipessoal ou não.

Urgente: Ciclista morre em acidente na BR-116, próximo ao centro industrial

 

Um homem morreu na BR-116, na altura da Lagoa das Flores, em Vitória da Conquista, na noite desta terça-feira (04). De acordo com as primeiras informações, era um ciclista e o condutor do veículo não parou para prestar socorro.

A Polícia Militar foi acionada e guarneceu o local até a chegada da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento de Polícia Técnica.

A identidade do ciclista não foi divulgada.

Delegacias da mulher passam a funcionar durante 24 horas

Foto: Divulgação

A partir desta terça-feira, 04, mulheres vítimas de violência doméstica e familiar têm direito a atendimento 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo feriados nas delegacias especializadas de atendimento à mulher. As Delegacias passam a funcionar 24 h após o Presidente da República sancionar a Lei 14.541.

De acordo com a nova lei, nos municípios onde não houver Deam a delegacia, existente deverá priorizar o atendimento da mulher vítima de violência por agente feminina especializada. Os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública destinados aos estados poderão ser utilizados para a criação de Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher em conformidade com as normas técnicas de padronização estabelecidas pelo Poder Executivo.

O atendimento deverá ser feito, preferencialmente, em sala reservada e por policiais do sexo feminino. A regra deve ser obedecida não só pelas delegacias que serão criadas, mas também por aquelas que já existem. Às Deams compete a análise também de crimes contra a dignidade sexual e feminicídios.

As informações são da Agência Senado