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:: 8/out/2022 . 8:56

Aliado de Rodrigo Pacheco diz que presidente do Senado votará em Lula no 2º turno

Aliado de Rodrigo Pacheco diz que presidente do Senado votará em Lula no 2º turno

Foto: Roque de Sá / Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), tem silenciado sobre seu voto para presidente da República. Mas um de seus principais aliados mostra não ter dúvidas sobre a escolha do parlamentar: ele votará em Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

De acordo com o jornal O Globo, nesta quinta-feira (6), em um ato ao lado de Lula e demais membros do PSD, como o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que declarou apoio ao petista, o senador Alexandre Silveira (PSD-MG), que é aliado de primeira hora de Pacheco, disse, em discurso, que o presidente do Senado é eleitor do petista.

 

“Tenho absoluta convicção que também [Pacheco] é eleitor do senhor e que vai defender o nome do senhor para poder governar o Brasil”, afirmou Silveira.

 

O perfil conciliador e a defesa que Pacheco tem feito da democracia à frente do Senado são destacados por petistas, que indicam apoiar sua reeleição para a Presidência da Casa. Segundo interlocutores de Pacheco, no encontro de quinta-feira, Lula teria sinalizado que vê Pacheco como um nome capaz de manter a estabilidade do Congresso, independentemente do resultado das eleições presidenciais

Um milhão de senhas do Facebook foram roubadas por apps maliciosos, diz Meta

Um milhão de senhas do Facebook foram roubadas por apps maliciosos, diz Meta

Foto: Reprodução

A Meta, empresa-mãe do Facebook, informou nesta sexta-feira (7) que cerca de um milhão de nomes de usuários e senhas da rede social foram comprometidos. Os perfis afetados serão notificados nos próximos dias.
Segundo a empresa, os “culpados” foram aplicativos terceiros, baixados em tablets, celulares e computadores, diretamente nas lojas da Apple e do Google. Devido a falhas de segurança, esses apps conseguiam acessar as informações de login.
“Esses aplicativos estavam presentes na Google Play Store e na App Store da Apple, e se passavam por ferramentas de edição de fotos, jogos, VPN e outros serviços”, diz o comunicado da Meta.
Foram identificados mais de 400 aplicativos maliciosos, cerca de 350 para sistema Android e o restante para iOS (do iPhone e iPad); 43% deles eram relacionados a fotografia. Veja alguns exemplos:
– Editores de fotos, como aqueles para te “transformar em um desenho animado” e afins;
– VPNs para aumentar a velocidade de navegação ou dar acesso a sites bloqueados;
– Utilitários de telefone, como aplicativos par aumentar a luminosidade da lanterna;
– Jogos supostamente com gráficos 3D de alta qualidade;
– Apps de saúde e estilo de vida, como horóscopos e rastreadores de atividades físicas;
– Apps de negócios ou de gerenciamento de anúncios.”
Uma vez instalados, os aplicativos falsos solicitavam login em uma rede social ou e-mail para serem utilizados. Mas nenhum deles cumpria o que prometia; o verdadeiro objetivo era roubar dados confidenciais, principalmente credenciais (usuário e senha) do Facebook e de outros serviços.
“Vamos avisar um milhão de pessoas que podem ter sido expostas a esses aplicativos, o que não quer dizer necessariamente que tenham sido hackeadas”, disse David Agranovich, diretor da equipe de segurança cibernética da Meta, durante entrevista coletiva.
OS RISCOS DOS APPS TERCEIROS
Logar em aplicativos e sites por meio do Facebook, Gmail ou outro grande serviço é uma prática comum e legítima, que traz praticidade — é mais fácil e rápido do que ter de memorizar diversos usuários e senhas. Também cria uma outra camada de autenticação.
Porém, as descobertas da Meta deixam claros os riscos de fazermos isso em apps de terceiros (ou seja, que não foram desenvolvidos pela fabricante do celular/sistema operacional ou pela própria rede social), que neste caso induziam as pessoas a colocar nome e senha da rede social e dar permissões de acesso.
De posse das informações, os criminosos poderiam roubar a conta do Facebook e obter mais dados pessoais da vítima, e até usar a conta para enviar mensagens enganosas aos amigos — por exemplo, pedir dinheiro ou fazer propaganda de lojas golpistas.
A Meta rapidamente informou a Apple e o Google sobre as falhas, e os aplicativos já foram removidos das lojas. Procurado por Tilt, o Facebook respondeu com uma postagem explicando o caso e dando dicas de segurança, no blog da empresa.

Estado deposita dinheiro do Bolsa Presença para as famílias de estudantes, na próxima segunda-feira (10)

O Governo da Bahia disponibiliza, nesta segunda-feira (10), um novo crédito do Bolsa Presença para as famílias dos estudantes da rede estadual de ensino em condições de vulnerabilidade socioeconômica e que estão cadastradas no CadÚnico, conforme calendário anual do programa. A previsão é alcançar um milhão de pessoas entre familiares (pais, mães ou responsáveis) e estudantes.

Cada família recebe R$ 150 por parcela, acrescido de R$ 50 a partir do segundo estudante matriculado. O objetivo do Estado, com a iniciativa,  é assegurar que os estudantes permaneçam na escola. A concessão do benefício está vinculada à assiduidade nas aulas ministradas pela unidade escolar em que o aluno está matriculado; à participação obrigatória dos alunos nas avaliações de aprendizagem promovidas pela unidade escolar, visando orientar o acompanhamento pedagógico; e à manutenção dos dados cadastrais atualizados na unidade escolar e de sua família no CadÚnico.

O Bolsa Presença é considerado o maior programa de assistência estudantil do país e já teve uma reserva do orçamento do Estado de mais de R$ 1 bilhão. Em 2021, foram destinados R$ 469 milhões ao programa. Para 2022, foram disponibilizados mais de R$ 675 milhões, com recursos próprios do Estado. Só esta parcela representa um investimento de R$ 51.741.450,00, que  também contribui para movimentar a economia em todos os Territórios de Identidade da Bahia.

O programa foi criado pela Lei nº 14.310, de 24 de março de 2021, do Bolsa Presença, com a retomada das atividades letivas na rede estadual de ensino, após período de isolamento social imposto pela pandemia do novo Coronavírus. Em 16 de dezembro de 2021, com a Lei nº 14.396, que alterou a Lei nº 14.310/21, o programa passou a ser permanente e reconhecido como uma política de Estado.