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:: 4/ago/2019 . 12:42

Planalto: Homem é morto a tiros no bairro Ceac

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Mais um homicídio é registrado na cidade. Desta vez, um homem ainda não identificado, foi morto a tiros nesta madrugada de domingo (04), nas proximidades da Rua D, do bairro Ceac. De acordo com as primeiras informações, homens chegaram e deflagram dois disparos contra a vítima. Ainda segundo informações, o mesmo não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local. O crime ocorreu por volta de 01h40. A Polícia Militar compareceu ao local e preservou a cena do crime até a chegada da Polícia Civil para realizar os procedimentos de praxe.

O nome da vítima não foi divulgado. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista. A motivação e autoria do crime são desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil.  A qualquer momento mais informações.

Poções: PM realiza Operação Distrito em algumas localidades rurais

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Fonte: 79ª CIPM

Durante este sábado (03), policiais militares da 79ª CIPM desencadearam a Operação Distrito na zona rural de Poções, cidade há 19 km de Planalto. A ação contemplou o Assentamento Galiléia, a região de Arame e Morrinhos.

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No policiamento vários moradores rurais foram visitados, e assim os militares tomaram conhecimento acerca da rotina dessas comunidades com a missão de orientá-los sobre medidas preventivas de segurança, a exemplo de como agir em determinados contextos, e ainda como se precaver diante de furtos e roubos.

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A Operação tem o intuito de estreitar laços entre PM e comunidade rural por meio da prevenção de práticas delituosas, aumentando o nível de confiança destes para com a corporação.

Menina de 6 anos é abusada, torturada e morta por pai e madrasta que alegam: ‘corretivo’

Divulgação: Metrópoles

Um bárbaro crime ocorrido no Rio de Janeiro está chocando o país. A Polícia Civil apura a morte de uma menina de apenas seis anos de idade, que foi levada para o Hospital Naval Marcílio Dias, na Zona Norte da capital fluminense. O fato aconteceu na tarde desta sexta-feira (2).

Ao dar entrada na unidade de saúde, a criança estava acompanhada de seu pai e sua madrasta. Entretanto, os médicos nada puderam fazer, pois ela já chegou morta, repleta de hematomas pelo corpo; e com sinais de abuso.

Dentro do hospital, o pai pediu que os policiais o prendessem pela morte da filha, pois temia que fosse linchado ao sair do local. Do lado de fora, cerca de 15 pessoas o aguardavam, querendo fazer justiça com as próprias mãos.

A criança apresentava sinais de desnutrição e estava com uma das orelhas cortadas. Além disso, pelo seu corpo haviam várias marcas de tortura, incluindo ferimentos profundos decorrentes de espancamento a partir do uso de uma corrente de ferro. Não bastassem as agressões, os médicos constataram sinais de abusos.

O pai deu duas versões para os policiais sobre a morte da própria filha. Primeiro, afirmou que a garota estava de castigo, depois de ter recebido o que ele chamou de “um corretivo“, quando teria parado de respirar. Em seguida, contradizendo-se, afirmou que a criança havia morrido em decorrência de uma pancada na cabeça.

Além disso, ele afirmou aos militares que estava com a guarda da criança havia seis meses. Isso porque a mãe da menina também já havia sido indiciada por casos de abusos contra ela.