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Homem alcoolizado sobe em poste de energia, se equilibra em fios, toma choque e morre

Um homem subiu em um poste de energia em uma rua de Guarapari, no Espírito Santo, no sábado (3), tentou se equilibrar nos fios, levou um choque, caiu e morreu.

Em imagens enviadas à reportagem da Record TV, é possível ver o momento em que o homem, que estava sem camisa, já está em cima do poste e tenta se equilibrar.

Moradores da região que flagraram a ação tentaram alertá-lo sobre o perigo. Testemunhas avisaram a polícia que o homem estava sob efeito de álcool.

Segundos depois, ele leva um choque e parece que seu corpo está em chamas, momento em que cai no chão.

De acordo com informações da Record TV, o “equilibrista” foi atendido por uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas não resistiu aos ferimentos.

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Sudoeste: Traficantes podem ter assassinado trabalhador por engano em Ibicoara. Polícia investiga

Corpo de Marcos Souza Sales foi levado para o IML de Brumado. Menos de 12 horas após o crime, a PM prendeu quatro pessoas envolvidas com o tráfico de drogas na mesma localidade.

Um homem de 38 anos foi assassinado após sua casa ser invadida no Distrito de Cascavel, em Ibicoara, por volta das 2h45 da madrugada. Identificado como Marcos Souza Sales, ele foi socorrido pelo SAMU e levado para o hospital Susy Zanfretta, em Barra da Estiva, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

A polícia suspeita que os assassinos tenham confundido o alvo e matado uma pessoa inocente, possivelmente devido a uma disputa de facções pelo controle do tráfico de drogas na região. O corpo foi levado para o IML de Brumado. Menos de 12 horas após o crime, a Polícia Militar prendeu quatro pessoas envolvidas com o tráfico de drogas na mesma localidade, apreendendo armas, drogas e motocicletas. Os suspeitos foram levados à Delegacia de Polícia Civil de Brumado.

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A Prefeitura de Poções, através da Secretaria Municipal de Obras, deu início ao calçamento da Rua Hidelbrando Cândido Marinho, que faz parte do programa ‘Pacotão de Obras’. A obra está sendo feita com recurso próprio.

É obra para todo lado!
A Prefeitura de Poções, através da Secretaria Municipal de Obras, deu início ao calçamento da Rua Hidelbrando Cândido Marinho, que faz parte do nosso programa ‘Pacotão de Obras’. A obra está sendo feita com recurso próprio.
O calçamento da via – anexada ao projeto de calçamento de ruas do bairro Alto do Recreio – era uma solicitação antiga dos moradores e está sendo realizado agora, na gestão de Dona Nilda e João Bonfim.
A prefeitura já havia feito parte do calçamento da Rua Hidelbrando e, agora, os trabalhos foram retomados para completar cerca de 350 metros de pavimento.
O andamento da obra foi acompanhado, na quinta-feira (01/06), pela prefeita, que esteve ao com o secretário de obras, Genny Calado; a assessora de gabinete, Telma Chaves; o engenheiro Diego Oliveira; e o assessor consultivo Jailton Lopes.
“Seguimos avançando muito, realizando obras e serviços que melhoram significativamente a vida do nosso povo. A pavimentação de ruas vai chegar para muitas localidades, com fé em Deus”, comentou a Prefeita Nilda.
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Junho de 2013, 10 anos depois: onde estão os integrantes do movimento que deu início aos protestos no Brasil

“Onde você estava em junho de 2013?”, pergunta Rafael Siqueira, ex-integrante do Movimento Passe Livre (MPL) que deu início a uma onda de protestos que tomaram conta do país. Quem protagonizou um fato histórico não esquece: o então integrante do movimento estava nos atos de São Paulo contra o aumento da tarifa anunciada meses antes pelo governo.

Há dez anos, analistas e pesquisadores estudam os desdobramentos das chamadas “jornadas de junho” e usam expressões como “uma ruptura na história do Brasil”, “o despertar do gigante”, “um mês incompreendido”. Nesse meio-tempo, os então integrantes do MPL contam que seguiram suas vidas. Rafael, de 48 anos, Lucas Macedo, de 39, e Mayara Vivian, de 33, são alguns deles.

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Manifestação em 6 de junho de 2013

Foto: Nelson Antoine/Estadão Conteúdo

Rafael, que atualmente é professor de música, se lembra de bombas, balas, cassetete. De que a origem dos protestos começou bem antes, na passagem de 2010 para 2011, quando Gilberto Kassab, então prefeito de São Paulo, anunciou que em janeiro aumentaria a tarifa de ônibus de R$ 2,70 para R$ 3.

Na época, vários estudantes secundaristas se juntaram. As manifestações daquele ano, embora pequenas, criaram vínculos fortes entre os participantes, lembram entrevistados. Integrantes do coletivo se organizaram. Passaram a compreender como realizar atos maiores. Em novembro de 2012, já sabiam do corte de verba para o transporte público de 2013. As ações que aconteceriam em junho foram planejadas estrategicamente. Cada manifestação, cada trajeto, o sentido de cada local por onde passaram foram pensados.

Lucas Macedo, que na época ficou conhecido como “Legume” e hoje é professor de história, conta que se lembra de pessoas presas ilegalmente e da perplexidade do Estado diante do protesto que atraiu multidões.

Protesto acaba em confronto com a polícia, que utilizou bombas de gás lacrimogêneo em 6 de junho de 2013

Protesto acaba em confronto com a polícia, em 6/6

Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo

Mayara Vivian, que atua como geógrafa, se recorda bem da noite de 6 de junho. E da foto na capa de um jornal no dia seguinte após o primeiro ato. Na imagem, catracas de papelão pegam fogo na Avenida 23 de Maio, na altura do Vale do Anhangabaú, em São Paulo.

Quem via de fora, se perguntava: de onde saíram aquelas pessoas? Eram pessoas envolvidas com a causa da mobilidade urbana, muitas integrantes do MPL, movimento social que existe desde 2005. Elas protestavam contra o aumento da tarifa do transporte e ainda defendem políticas públicas de passe livre ou tarifa zero – quando se prevê o uso de transporte coletivo sem cobrança direta do cidadão.

As jornadas foram uma série de protestos que chegaram ao auge no Brasil em junho de 2013. Começaram em São Paulo contra o reajuste da tarifa do ônibus, que à época, aumentaria 20 centavos. Rapidamente os protestos se espalharam por outras cidades do país, dando vazão a uma ampla insatisfação popular com outras demandas, como a revolta pela realização da Copa do Mundo em 2014, as denúncias de corrupção na política e o governo de Dilma Rousseff (PT). Depois dos atos de junho de 2013, que expuseram um descontentamento generalizado com a classe política, vieram a Operação Lava Jato, o impeachment de Dilma, a popularização de Bolsonaro e o fortalecimento da extrema-direita no país. É por isso que muitos pesquisadores defendem que junho é um “mês que não acabou”.

A primeira ação do MPL em 2013 foi no Jardim Ângela, na Zona Sul. Era só o começo. A manifestação do dia 6 de junho não foi uma organização rápida e tinha uma pauta clara. Mas a medida que atraía multidões – muitas sequer sabiam o motivo de estar lá – foi adquirindo uma pauta diversa com o passar do tempo e que muitos estudiosos leem como um reflexo da insatisfação com a classe política.

Manifestação em São Paulo em junho de 2013

Manifestação em São Paulo em junho de 2013

Foto: JF Diorio/Estadão Conteúdo

Rafael, Lucas e Mayara não estão mais no MPL. Outros antigos integrantes do movimento entrevistados pelo g1 preferiram não se identificar. Um deles avalia que o PT, Fernando Haddad (então prefeito de São Paulo) e Dilma Rousseff (então presidente) perderam uma oportunidade histórica de avançar numa pauta importante com movimentos sociais. Outro é firme ao dizer que o MPL acertou em tudo, “quem errou foi o governo”.

Alguns concordam que a direita quis se apropriar do formato dos atos, mas afastam qualquer implicação dos protestos iniciados pelo MPL com o crescimento do conservadorismo nos anos seguintes. “Não inventamos a direita. Ela sempre existiu”, diz Lucas. O modelo horizontalizado e apartidário não foi algo criado no Brasil. Foi também a marca de manifestações contemporâneas, como a Primavera Árabe, que eclodiu em 2011, e do movimento Occupy em Nova York e em Londres, no mesmo ano.

A força dos atos, que levavam multidões às ruas, fez com que a presidente Dilma chamasse quatro representantes do MPL para uma reunião.

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Foto: arte g1

“No dia 21 de junho anuncio que vou receber os líderes das manifestações pacíficas, os representantes das organizações de jovens, das entidades sindicais, dos movimentos de trabalhadores, das associações populares. Precisamos de suas contribuições, reflexões e experiências. De sua energia e criatividade, de sua aposta no futuro e de sua capacidade de questionar erros do passado e do presente.”

 

No dia 24, o MPL respondeu à presidente: “Ficamos surpresos com o convite para esta reunião. Imaginamos que também esteja surpresa com o que vem acontecendo no país nas últimas semanas. Esse gesto de diálogo que parte do governo federal destoa do tratamento aos movimentos sociais que tem marcado a política desta gestão. Parece que as revoltas que se espalham pelas cidades do Brasil desde o dia seis de junho tem quebrado velhas catracas e aberto novos caminhos”.

E seguia: “Nesse sentido gostaríamos de conhecer o posicionamento da presidenta sobre a tarifa zero no transporte público e sobre a PEC 90/11, que inclui o transporte no rol dos direitos sociais do artigo 6o da Constituição Federal. É por entender que o transporte deveria ser tratado como um direito social, amplo e irrestrito, que acreditamos ser necessário ir além de qualquer política limitada a um determinado segmento da sociedade, como os estudantes, no caso do passe livre estudantil”.

Com fome, Mayara aceitou um pão de queijo oferecido por Rousseff, lembra Rafael. Nos bastidores, falam que Dilma mais escutou do que falou naquele encontro.

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Foto: arte g1

Ninguém que esteve nas jornadas de junho continua no MPL. O movimento hoje é formado por gente nova. “Como não há aumento desde a pandemia, acreditamos que seja uma conquista da luta”, disse Milena Souza, representante do MPL desde 2015. Seu papel, afirma, é o de qualquer outra pessoa dentro do coletivo. Ela argumenta que estão acontecendo movimentações de prefeitos pedindo estudos sobre a viabilidade da tarifa zero.

“A organização continua sendo autônoma e apartidária. Nosso papel é lutar para que seja uma tarifa zero controlada pelo povo e paga pelos ricos”, disse, afastando especulações sobre o fim do movimento. Acrescenta que são contrários à privatização da CPTM e do Metrô.

Muitos dos membros que estavam em 2013 foram para outros movimentos. Nenhum deles saiu candidato a cargo político. “Ninguém aqui se candidatou nem para síndico do condomínio”, diz Mayara.

Todos os entrevistados ainda assumem uma postura apartidária, mas se reconhecem com pautas progressistas. Dez anos depois, a visão é a de que acertaram, que o movimento continua, mas a vida seguiu. Para os cinco entrevistados, é inegável que muitos movimentos populares também se fortaleceram a partir de junho de 2013.

A pauta secundarista de 2015, as ocupação de terras improdutivas e o fortalecimento do movimento indígena estão entre as “heranças” mencionadas pelos ex-integrantes. Nem todos militam como antes.

Desde setembro de 2015, com a alteração do artigo 6º da Constituição Federal, o transporte passou a ser considerado um direito social.

As conversas com Mayara, Rafael e Lucas aconteceram em momentos distintos e demonstram que existe uma relação entre o individual e o coletivo na construção de lembranças que, juntas, ajudam a contar a história do movimento que conquistou o passe livre estudantil em São Paulo para alunos da rede pública e se tornou um marco na história recente do país.

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Médico denuncia homofobia de paciente em hospital na Bahia

Um médico do Hospital da Mulher de Feira de Santana, a 100 quilômetros de Salvador, denuncia ter sido vítima de homofobia na unidade, no domingo (4). Após uma consulta, uma paciente teria dito que “odiava ser atendida por homossexual”. O hospital confirmou a situação e manifestou apoio ao profissional.

O médico, identificado como Phelipe Balbi Martins, é ginecologista. Ele usou as redes sociais para explicar o caso. Ele contou que a paciente foi direcionada para outro médico, para que o atendimento fosse finalizado. Em protesto com a situação ocorrida com o colega, o médico Carlos Vinícius decidiu atender a mulher de peruca e batom.

Caso ocorreu no Hospital da Mulher, em Feira de Santana — Foto: Jorge Magalhães

Caso ocorreu no Hospital da Mulher, em Feira de Santana — Foto: Jorge Magalhães

“Agradeço ao meu amigo Dr. Carlos Vinícius Costa Lino pelo atendimento de peruca e batom para enfatizar que independente da orientação sexual o atendimento realizado é o mesmo”, disse a vítima.

 

Médico denuncia homofobia de paciente em Feira de Santana, na Bahia — Foto: Redes sociais

Médico denuncia homofobia de paciente em Feira de Santana, na Bahia — Foto: Redes sociais

Carlos Vinícius, que também é ator, gravou um vídeo onde aparece maquiado logo antes de finalizar o atendimento da paciente. Ele considerou a situação de homofobia como “constrangedora”.

“Vivendo e vendo situações constrangedoras onde a gente menos imagina. Todos nós sabemos que homofobia é crime, imagine desacatar um profissional que está exercendo seu trabalho de forma digna e humana”, desabafou.

A paciente foi atendida pelo médico com os adereços e, após a consulta, ela teria dito que estava disposta a pedir desculpas pela atitude homofóbica que teve com o outro funcionário da unidade de saúde. No entanto, não foi informado se houve alguma retratação por parte da mulher.

O médico vítima de homofobia contou que registrou a situação na ouvidoria do hospital, e em seguida retornou para o plantão e trabalhou normalmente.

“A luta é diária! Denunciem todo tipo de preconceito e violência. E contem comigo para denunciar também”, escreveu na publicação.

 

Já o hospital publicou uma nota de repúdio em uma rede social e disse não tolerar preconceitos na unidade de saúde. Na manhã desta segunda-feira (5), o g1 procurou a Polícia Civil, que informou que até o momento não havia localizado ocorrência sobre o caso.

Fundação hospitalar de feira de Santana publicou nota de repúdio — Foto: Redes sociais

Fundação hospitalar de feira de Santana publicou nota de repúdio — Foto: Redes sociais

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Poções: programa ‘Pacotão de Obras’ da Prefeitura de Poções, lançado dia (02), ira calçar 05 (cinco) ruas e a construção de 01 (uma) praça e do CRAS no bairro Bela Vista.

A prefeita Nilda Magalhães anunciou, através do programa ‘Pacotão de Obras’ da Prefeitura de Poções, lançado ontem (02), o calçamento de 05 (cinco) ruas e a construção de 01 (uma) praça e do CRAS no bairro Bela Vista.
Nesta etapa de investimentos no Bela Vista, serão calçadas as ruas Dulce Pazzi, Carlos Rizério de Lima, Domingos Andrade, Otaviano José Curvelo e João Gusmão.
A notícia das obras foi dada aos moradores pela própria prefeita Dona Nilda, que esteve no bairro acompanhada do secretário municipal de obras, Genny Calado; do controlador interno do município, Dagnan Ramos; da assessora de gabinete Telma Chaves; do assessor consultivo Jailton Lopes; e do engenheiro Diego Oliveira.
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“Agradeço ao carinho dos moradores do Bela Vista que me receberam tão bem e estão muito felizes com a notícia de que terão suas ruas calçadas, ficando livres da lama e poeira e tendo condições melhores de mobilidade”, disse a gestora.
Essa é mais uma conquista do governo de Dona Nilda e João Bonfim, através do governo do estado.
Dentro do nosso Pacotão de Obras, ainda serão anunciados muitos investimentos: calçamento, rede de esgoto, praças, unidades de saúde e muito mais.
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Grave acidente registrado entre carro e caminhonete próximo à BR-116, neste domingo

O incidente envolveu um caminhão Ford F.4000, que capotou após ser atingido por um automóvel Toyota Corolla que seguia em direção oposta.

Na manhã deste domingo (04), uma colisão seguida de capotamento ocorreu na BR-420, no trecho entre a sede do município de Jaguaquara e o Entroncamento BR-116, na região do Vale do Jiquiriçá. O acidente causou o bloqueio do trânsito das 06h até por volta das 08h, quando a via foi liberada.

O incidente envolveu um caminhão Ford F.4000, que capotou após ser atingido por um automóvel Toyota Corolla que seguia em direção oposta. O caminhão transportava um grupo de ambulantes, barraqueiros que estavam a caminho de uma festa na cidade de Planaltino para vender bebidas. A colisão ocorreu em uma curva sinuosa da rodovia.

Apesar da gravidade da batida, os ocupantes do caminhão não sofreram ferimentos. No entanto, um casal que estava no carro ficou ferido, sendo que o motorista ficou preso nas ferragens. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas as vítimas já haviam sido socorridas e encaminhadas ao Hospital de Jaguaquara. A ocorrência foi registrada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), e a investigação do acidente ficará a cargo da Delegacia Territorial de Jaguaquara.

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Luto em Poções: Faleceu aos 48 anos, Railda Trindade, vítima de mal súbito na manhã deste domingo

A notícia de sua partida repentina se espalhou pelas redes sociais, e testemunhamos um expressivo número de mensagens de homenagem à Railda.

Com imenso pesar, temos a triste missão de informar o falecimento de Railda Trindade, uma mulher de 48 anos, vítima de um infarto ocorrido na manhã deste domingo (4) em Poções. Railda era uma pessoa notavelmente carismática, amiga leal e extremamente querida por todos na comunidade da Terra do Divino.

A notícia de sua partida repentina se espalhou pelas redes sociais, e testemunhamos um expressivo número de mensagens de homenagem à Railda e de profundo pesar pela sua perda. A comoção é evidente, pois ela deixou uma marca indelével em tantas vidas, tocando os corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la. Neste momento de dor avassaladora, unimos nossos sentimentos aos de todos aqueles que compartilham da tristeza e do vazio deixados pela partida de Railda. Lamentamos sinceramente o ocorrido e desejamos transmitir nossas mais sinceras condolências a todos que sofrem com a dor da perda. Que encontrem conforto e forças para enfrentar essa difícil jornada, sabendo que Railda será sempre lembrada com carinho e saudade em nossos corações.

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Região: Mulher detida por violência doméstica cometeu suicídio na cadeia de Itapetinga, neste domingo

Acredita-se que Fernanda tenha tido um surto logo após ter sido presa por violência doméstica contra seu esposo. Sua morte é profundamente lamentada.

Neste domingo (4), foi encontrada sem vida a jovem Fernanda, uma figura bastante conhecida na região. As informações indicam que ela estava na área feminina do Complexo Policial da cidade vizinha de Itapetinga. Acredita-se que Fernanda tenha tido um surto logo após ter sido presa por violência doméstica contra seu esposo.

Sua morte é profundamente lamentada na capital da pecuária, onde ela tinha muitos amigos e conhecidos. Após o ocorrido, o corpo de Fernanda foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica de Itapetinga, onde serão realizados exames e investigações adicionais. Até o momento, a suspeita é de que Fernanda tenha cometido suicídio, mas as circunstâncias exatas estão sendo apuradas pelas autoridades competentes. É um momento de tristeza e consternação para todos que a conheciam.

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Tristeza: Faleceu neste domingo o jovem Vanderlei Santana, após complicações de saúde

Vanderlei utilizava um marca-passo, por causa da sua condição cardíaca. Ele era solteiro, deixando para trás uma filha de 5 anos.

Vanderlei Santana, morador da Avenida Princesa Isabel, tinha 30 anos quando sofreu um infarto fulminante às 8h deste domingo (04). O incidente ocorreu durante uma partida de futebol no centro histórico de Ilhéus, na Avenida Soares Lopes. Vanderlei utilizava um marca-passo para controlar e estimular o ritmo cardíaco devido aos seus problemas cardíacos. Ele era solteiro, deixando para trás uma filha de 5 anos de idade. Atualmente, seu corpo está sendo velado no SAF na Conquista. A família ainda não definiu o horário e local do sepultamento.

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