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:: ‘Geral’

Prefeitura de Poções articula ações para o combate ao trabalho infantil

A prefeitura de Poções, na região sudoeste da Bahia, articula ações de combate ao trabalho infantil, a partir da união de diversas organizações com atuação no município, com a liderança da prefeita Dona Nilda (PCdoB). A cidade possui um documento, batizado de Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI), que visa sensibilizar a população para a causa.

Uma das ações desenvolvidas é uma campanha de conscientização, em alusão ao 12 de junho, Dia Mundial contra o Trabalho Infantil. A iniciativa está sendo desenvolvida pela Secretaria de Assistência Social, com o apoio das secretarias de Educação e de Saúde, do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), CRAS, CREAS, Conselho Tutelar, Ministério Público e Câmara de Vereadores.

A campanha vai contar com abordagens sociais, proteção social às famílias em situação de TI, mesas-redondas e podcasts sobre o tema. Segundo a secretária municipal de Assistência Social, Orleide Pacheco, reuniões estão sendo realizadas para amadurecer as ações de enfrentamento ao trabalho infantil, tema levado muito a sério no município.

“A Secretaria de Assistência Social irá promover uma programação que visa estimular o enfrentamento e a prevenção do Trabalho Infantil em nosso município. Nossa equipe técnica tem se dedicado a desenvolver ações e conteúdos para conscientizar a população sobre esta realidade”, explicou a secretária Orleide Pacheco.

Anvisa analisa nesta sexta-feira pedidos de importação das vacinas Covaxin e Sputnik V Os dois imunizantes já tiveram solicitações rejeitadas pela agência. Atualmente, quatro vacinas têm autorização para aplicação no Brasil.


ANS se reúne nesta sexta para analisar importação de duas vacinas

ANS se reúne nesta sexta para analisar importação de duas vacinas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reúne na tarde desta sexta-feira (4) para analisar os pedidos de importação de duas vacinas contra a Covid-19: a russa Sputnik V e a indiana Covaxin. O encontro está previsto para começar às 14h.

Os dois imunizantes já tiveram pedidos de importação negados pela agência. Atualmente, as únicas vacinas que têm autorização para aplicação no país são CoronaVac, AstraZeneca/OxfordPfizer/BioNTech e Janssen.

Covaxin

Em março, um pedido protocolado pelo Ministério da Saúde para a importação de 20 milhões de doses da Coxavin foi rejeitado em decisão unânime. À epoca, a Anvisa considerou que faltavam documentos e dados para a liberação da vacina.

A agência também negou a certificação de boas práticas à Bharat Biotech, empresa de biotecnologia indiana que desenvolveu a Covaxin.

Segundo a Anvisa, o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos, que negocia a vacina no país, “seguiram em tratativas com a agência a fim de adequar os aspectos que motivaram o indeferimento”.

A empresa indiana protocolou um novo pedido de certificação de boas práticas, referente à linha de produção. Esse pedido está sendo analisado, segundo a Anvisa. No mês passado, o órgão autorizou testes da fase 3 no Brasil.

Que vacina é essa? Covaxin

Sputnik

Em abril, a Anvisa negou o pedido de autorização feito por 14 estados para importação de quase 30 milhões de doses da Sputnik V.

A decisão contra a importação foi tomada em uma reunião extraordinária que ocorreu para atender uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em uma ação protocolada pelo governo do Maranhão.

A agência apontou que não recebeu relatório técnico capaz de comprovar que a vacina atende a padrões de qualidade e não conseguiu localizar o relatório com autoridades de países onde a vacina é aplicada.

Além disso, a Gerência de Medicamentos do órgão apontou diversas falhas de segurança associadas ao desenvolvimento do imunizante. Na mais grave, explicou que o adenovírus usado para carregar o material genético do coronavírus não deveria se replicar, mas ele é capaz de se reproduzir e pode causar doenças.

O Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF, na sigla em inglês) disse em nota, um dia após a negativa da agência brasileira, que os comentários da Anvisa sobre a vacina Sputnik V estavam “incorretos” e que a decisão de adiar a aprovação do imunizante poderia ter “motivação política”.

Em Serrana, vacinação em massa faz mortes por Covid caírem 95%

Estudo do Butantan mostra que pandemia pode ser controlada com a imunização de 75% da população

A verdadeira imunidade de rebanho passa pela vacinação em massa e não pela contaminação da população por Covid-19, como defende Jair Bolsonaro. É o que demonstra um estudo conduzido pelo Instituto Butantan na cidade de Serrana, no interior paulista. O estudo mostra que é possível controlar a pandemia se pelo menos 75% da população for vacinada com duas doses. Em dois meses de imunização com a CoronaVac, que durou até 11 de abril, as mortes por Covid-19 caíram 95%.

Mas há mais: as internações caíram 86% e os casos sintomáticos foram reduzidos em 80%. Os resultados preliminares foram divulgados pela TV Globo, no domingo (30). O número de novos casos passou de 699 infecções no mês de março para 251 em abril. No mesmo intervalo, as mortes caíram de 20 para seis óbitos. Ao todo, 27.160 habitantes foram imunizados com duas doses da CoronaVac, o que representa 95,7% do público alvo. Serrana tem cerca de 45 mil habitantes.

“Excelentes notícias para quem acredita na ciência e na vacina”, comemorou a deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), pelo Twitter. “O Brasil anseia por vacinação em massa. Vacina no braço, comida no prato e como as ruas já bem disseram no sábado: fora, Bolsonaro”, escreveu a deputada. 

Em 2010, país foi exemplo mundial de vacinação

Enquanto isso, o Brasil patina na vacinação, com sucessivos cortes na oferta de vacinas anunciados pelo governo nos últimos meses. Atualmente, o país tem apenas pouco mais de 10% da população vacinada com duas doses de vacina contra a Covid-19. Um quadro bem diferente de quando o presidente Lula vacinou, em 2010, 88 milhões de brasileiros contra a H1N1 em três meses, transformando o Brasil em modelo mundial de vacinação.

“O efeito da vacinação começa a ser muito mais evidente a partir da segunda semana após a segunda dose. Quando a gente vacina metade dos adultos, diminui as hospitalizações”, explicou o diretor médico de pesquisa clínica do Butantan, Ricardo Palácios, mostrando porque é importante ampliar as imunizações.

Segundo o pesquisador, a vacinação de pelo menos 75% da população não é suficiente para encerrar a pandemia no país, mas deixá-la sob controle. “Nós não vamos erradicar o vírus, vamos controlar para que esteja em níveis que são manejáveis, para que não tenhamos tanta dor e sofrimento”, observou Palácios.

Da Redação, com informações de UOL e BBC

Deputado Federal Antônio Brito e Sheila Lemos se reúnem para debater o desenvolvimento de Vitória da Conquista e da região sudoeste

A prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, recebeu em seu gabinete, nesta quarta-feira (2), o deputado federal Antonio Brito (PSD/BA), onde dialogaram sobre projetos a serem realizados para o desenvolvimento do município. No encontro, Antonio Brito – que tem uma relação de amizade com a família Lemos iniciada há anos com a mãe da prefeita, Irma Lemos, ex-vice-prefeita da cidade, e seu pai Edvaldo Brito, vereador de Salvador, quando ambos compuseram chapa de candidatura ao Senado nas eleições de 2010 – colocou à disposição o seu mandato para a realização de ações voltadas à Saúde, infraestrutura, educação, assistência social, mobilidade urbana, dentre outras áreas de interesse de Vitória da Conquista. Também foi debatida a importância do município para o desenvolvimento regional do sudoeste baiano.

URGENTE- CAMINHÃO ROUBADO EM POTIRAGUA NESSA MADRUGADA QUALQUER INFORMAÇÃO ENTRA EM CONTATO COM A POLICIA

Qualquer informação que leve a recuperação do caminhão será recompensada!

O Comércio de Conquista vai funcionar no feriado de Corpus Christi, diz CDL

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Vitória da Conquista divulgou em sua conta do Instagram que  o comércio de Conquista vai funcionar normalmente nesta quinta-feira, 03 de junho, feriado de Corpus Christi. “A título de esclarecimento, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Vitória da Conquista informa que o dia de Corpus Christi é reconhecido oficialmente no site do Governo Federal como PONTO FACULTATIVO (em caixa alta mesmo)”, escreveu assessoria da entidade.

Alguns comerciários criticaram. Clique aqui e confira os comentários no Instagram da CDL.

PLANTÃO POLICIAL- REFLEXÃO

POÇÕES- equipe PLATAFORMA VERMELHA tem a honra de anunciar a atleta FABRÍCIA FREITAS que alcançou a CATEGORIA ALIENÍGENA, perfazendo um total de 801,5 km pedalados em apenas 7 dias.

Fabrícia, é a primeira atleta classificada no Ranking feminino à atingir toda essa quilometragem em tão pouco tempo, demostrando assim a persistência e garra para alcançar suas metas, além do preparo físico e psicológico da ciclista para alcançar o seu objetivo.
O TOP 5 da Plataforma está dividido em duas categorias:
FEMININO
– Fabrícia Freitas 801 Km
– Leninha Moraes 429 Km
– Ingrid Neves 369 Km
– Géssica Santos 313 Km
– Thays Nascimento 283 Km

MASCULINO
– Beto Acevedo 1.206 Km
– Lula Lajes 1.084 Km
– Natalino Costa 408 Km
– Serginho Martins 371 Km
– Marcos Oliveira 357 Km

O grupo plataforma vermelha tem por objetivo incentivar os atletas a superarem seus próprios limites

Vitória da Conquista: PM distribui alimentos e kits de limpeza

A Patrulha Solidária, pertencente ao Comando de Policiamento da Região (CPR) Sudoeste da PM, e parceiros distribuíram mais de 400 itens, na sexta-feira (28), no município de Vitória da Conquista. Adultos, idosos e crianças dos bairros de Jardim Valéria e Conjunto Vitória foram beneficiados com lanches, 200 kits de limpeza e 200 cestas básicas. Os donativos foram arrecadados pela PM, Defensoria Pública e Conselho de Segurança da cidade.  “Desde o início da pandemia realizamos ações sociais. Durante a semana, os policiais têm feito o cadastramento das famílias mais necessitadas e, nos próximos dias, outras serão acolhidas”, contou o comandante do CPR Sudoeste, coronel Ivanildo da Silva.

Bahia ultrapassa 1 milhão de casos da Covid-19 e tem quase 21 mil mortos: ‘A dor de uma mãe é fazer o atestado de óbito do filho’

Bahia ultrapassa a marca de 1 milhão de casos de Covid-19 desde início da pandemia — Foto: Divulgação/Prefeitura de Lauro de Freitas

Bahia ultrapassa a marca de 1 milhão de casos de Covid-19 desde início da pandemia — Foto: Divulgação/Prefeitura de Lauro de Freitas

A Bahia ultrapassou a marca de um milhão de casos confirmados da Covid-19, desde o início da pandemia. Nesta sexta-feira (28), são 1.003.523 registros de pessoas infectadas pelo coronavírus desde o dia 6 de março de 2020, quando o estado confirmou o primeiro caso. Além disso, foram registrados quase 21 mil óbitos.

 

Dos mais de um milhão de pessoas que já se infectaram na Bahia, 16.803 estão com a Covid-19 neste momento – 2.674 delas hospitalizadas. Cerca de 1.340 pessoas, entre adultos e crianças, lutam por suas vidas nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Em todos os municípios baianos, 965.804 pessoas já foram curadas da doença. Uma delas é a arquiteta Adriane Trindade, de 30 anos. Ela foi, precisamente, a 79ª paciente do estado, no final de março do ano passado.

Sem comorbidades, Adriane enfrentou o coronavírus quando a infecção ainda era novidade para médicos e cientistas.

“Como eu peguei no comecinho dos casos, e até então eu não me reinfectei, parece que foi em outra época que eu tive Covid-19. Foi muito assustador, porque ninguém sabia direito o que era, era tudo muito novo. Eu tive um combo dos sintomas, como falta de ar, dor de cabeça e febre. Mas o peso emocional, de ver todo mundo muito desesperado, foi o pior”, lembra ela.

A arquiteta Adriane Trindade, de 30 anos, é uma das mais de 960 mil pessoas curadas da Covid-19 na Bahia — Foto: Arquivo pessoal

A arquiteta Adriane Trindade, de 30 anos, é uma das mais de 960 mil pessoas curadas da Covid-19 na Bahia — Foto: Arquivo pessoal

Adriane não precisou ser hospitalizada e fez todo o acompanhamento da doença em casa, em isolamento social para não contaminar outros familiares.

“Fiquei isolada no quarto, todo mundo com medo de mim. Até passar o pânico emocional foi bem difícil. Depois foi melhorando, mas o emocional fica abalado, porque a gente vê mais gente se contaminando, mais casos”, disse.

 

“Em casa, parecia que as pessoas estavam com medo de mim. Não só por causa da doença, mas medo por mim também. Todo mundo me dedicando amor e cuidado por não saber o que era direito”, lembra.

Hoje, a arquiteta comemora o que ela mesma chama de “alegria disfarçada”, um paradoxo triste: a chance de celebrar a própria vida, mas sentindo o pesar por tantas outras pessoas que não tiveram a mesma oportunidade.

“Me sinto privilegiada de não ter perdido ninguém da minha família. Tem outras pessoas que pegaram, mas a gente não teve nenhuma perda. Então, eu sinto hoje essa alegria disfarçada, de não ter perdido ninguém, porque essa é a pior parte”.

“É muito difícil ver o sofrimento dos outros” – Adriane Trindade.

 

Famílias em luto

 

Ato usa cerca de 200 cruzes no Farol da Barra para lembrar as vítimas da Covid-19 — Foto: Romildo Brandão/TV Bahia

Ato usa cerca de 200 cruzes no Farol da Barra para lembrar as vítimas da Covid-19 — Foto: Romildo Brandão/TV Bahia

Na Bahia, as famílias de 20.916 pessoas convivem com a dor de perder um parente para uma doença que, apesar de não ter tratamento comprovado, pode ser evitada com vacina. Uma vacina que chegou em janeiro deste ano, quando o estado baiano tinha 544.324 casos confirmados e 9.697 mortes.

A triste marca dos 20 mil mortos foi atingida há cerca de 10 dias. Uma dessas perdas foi a da jovem Clara Mascarenhas, de apenas 22 anos. Talentosa e dedicada, Clara era filha do cantor Canindé, de quem herdou a veia artística.

Violoncelista e leitora voraz, a jovem Clara Mascarenhas, de 22 anos, foi uma das vítimas da Covid-19 na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Violoncelista e leitora voraz, a jovem Clara Mascarenhas, de 22 anos, foi uma das vítimas da Covid-19 na Bahia — Foto: Reprodução/Redes Sociais

A jovem era violoncelista e leitora voraz. Em seu perfil na internet, compartilhava dicas de livros e estudos para outros jovens. Clara morreu em Jacobina, no norte da Bahia, após ser internada em uma UTI por causa do coronavírus. Abalada, a mãe de Clara, Luciana Mascarenhas, fala com carinho da filha.

“Para todo lugar que eu olho, é lembrança muito forte. A casa toda é a cara dela, o lugar preferido de minha filha. Ela era uma menina de outro mundo. Clara era dedicada, inteligente, esforçada. Fazia planejamento de leituras, tinha feito inglês, alemão e estava terminando francês. Minha filha era música e ela sempre foi incentivada”.

“A dor de uma mãe é fazer o atestado de óbito de seu filho” – Luciana Mascarenhas.

Preocupada com a Covid-19 desde o início dos casos, Clara era a fonte de informação da família. Era ela quem pesquisava o que estava acontecendo e quem alertava aos pais e irmãos sobre o que fazer para evitar o contágio.

“Ela era muito cuidadosa. Brigava se alguém chegasse aqui sem máscara, se não tirasse os sapatos. Em momento nenhum eu pensei que uma tragédia dessa ia chegar na minha casa”, lembra.

 

“Clara nunca tinha ficado internada em um hospital antes. Minha filha nasceu e morreu no Regional [Hospital Regional Vicentina Goulart]. Agora o mundo fica vazio, sem nada. Eu não consigo mexer no quarto dela”, conta Luciana, emocionada.