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A depressão e a ansiedade são sinais de luta, não de fraqueza

Os problemas emocionais não são uma escolha, e ninguém deseja atravessar uma depressão nem passar por momentos de ansiedade. Eles simplesmente podem surgir, após um período de acúmulo de situações e circunstâncias complicadas em nossas vidas.

Existe uma falsa crença de que a ansiedade e a depressão são sinais de fraqueza e de incapacidade diante da vida. Mas não, uma pessoa com ansiedade, depressão ou sintomas mistos NÃO está louca e nem tem uma personalidade fraca ou inferior aos outros.

É triste e esgotador lutar contra isso, mas é uma realidade social que não podemos ignorar. Assim, apesar dos avanços da ciência, o inconsciente moderno que envolve nossa sociedade ainda pensa que os problemas emocionais e psicológicos são sinônimos de fragilidade e vulnerabilidade.

Por isso, dado que a depressão e a ansiedade não são contempladas como feridas que precisam de atenção, é comum ouvir discursos circulares com argumentos do tipo “relaxe”, “não é para tanto”, “comece a se mexer, a vida não é isso”, “você não tem razões para chorar”, “comece a amadurecer”, etc.

São comuns, não é verdade? De fato, é provável que em algum momento tenhamos sido vítimas ou até proferido este tipo de discurso. Por isso é fundamental realizar um exercício de conscientização e dar à dor emocional a importância que ela tem e merece.

Assim, da mesma forma que não iríamos ignorar a dor causada por fortes pontadas no estômago ou uma enxaqueca terrível, não deveríamos ignorar a dor emocional.

Não podemos esperar que estas feridas emocionais se curem sozinhas, devemos trabalhar para extrair delas o significado presente em seus sintomas.

Ou seja, devemos consultar um psicólogo que nos ajude e nos proporcionar estratégias para fazer frente a esta grande dor emocional causada pela ansiedade e pela depressão.

Seguindo com nosso exemplo, assim como deixamos de consumir a lactose quando descobrimos que somos intolerantes a ela, devemos “deixar de consumir”aqueles pensamentos e circunstâncias que infeccionam nossa ferida emocional.

Não valem curativos ou vendas: devemos limpá-las e curá-las verdadeiramente.

Por isso, neste artigo pretendemos normalizar aquelas sensações das pessoas que possuem problemas emocionais deste tipo. Vejamos mais sobre eles para podermos compreender e nos conscientizar…

Caos em Porto Velho: Forte chuva deixa vários bairros alagados e carros no meio da rua; Foram várias horas de chuva que deixou um caos na cidade de Porto Velho e região…

Uma forte chuva alagou várias ruas de Porto Velho na manhã desta quarta-feira (9). Algumas pessoas que se arriscaram sair de casa em carros e motos acabaram ficando ilhadas nas ruas inundadas.

Em quase toda a extensão da Avenida Rio de Janeiro até o canteiro central está quase totalmente coberto pela água. Imagens registadas por internautas mostram até a dificuldade do veículo do Corpo de Bombeiros em passar pela via. Populares chegaram a usar uma canoa para socorrer pedestres ou levar pessoas para outros pontos.

Na Zona Leste, há alagamento também nas avenidas Guaporé, Mamoré, Pinheiro Machado, Amazonas e Raimundo Cantuário. Na Zona Sul, os moradores também relatam diversas ruas alagadas. A chuva começou por volta das 6h30, de forma intensa, e continua mais fina.

Mãe e filha morrem atingidas por raio enquanto colhiam frutas.

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Mãe e filha morreram após serem atingidas por um raio no bairro Quilombo, em Registro, no interior de São Paulo, na noite desta terça-feira (8). Lucileia Barbosa da Silva, de 40 anos, e a filha Thais Mayme Oyama, estavam no sítio da família fazendo uma colheita de frutas quando um raio atingiu as duas. Não chovia no momento do acidente.

 

Segundo a Polícia Militar, a dupla estava acompanhada pelo marido de Lucileia e pai de Thais, Akio Oyama, de 47 anos, que não ficou ferido. Os três estavam colhendo lichias em um sítio quando Oyama ouviu um estrondo e percebeu mãe e filha no chão.
O SAMU foi acionado por volta das 19h e, em seguida, a Polícia Militar e uma equipe da perícia chegaram ao local para confirmar a morte das vítimas. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Registro.
A família é natural de Registro, mas reside em Curitiba, no Paraná, e passava as férias no sítio dos pais de Akio. De acordo com a Polícia Militar, apesar de terem sido atingidas por um raio, o tempo estava ensolarado e sem sinal de temporal próximo. Segundo apurado pelo G1, o sepultamento aconteceria às 16h desta quarta-feira (9) no Cemitério da Saudade, em Registro.

Peão de 16 anos morre ao bater a cabeça durante treino de rodeio

(Foto: Rondoniagora/Reprodução)

O jovem peão de rodeio Henrique Ribeiro, 16 anos, morreu na noite do último domingo (06) em Cacoal, após bater a cabeça em um touro, durante treino de rodeio, que era realizado no parque de Exposição de Vale do Anari.

Segundo informações de testemunhas, o jovem realizava uma montaria em um boi e bateu sua cabeça no animal, caindo desacordado. Apesar de usar capacete, ficou inconsciente.

Henrique recebeu atendimento médico no Hospital Municipal de Vale do Anari e encaminhado para Cacoal, onde não resistiu e morreu.

O jovem seria pai nos próximos mês, deixando a namorada grávida.

 

Fonte: Rondoniagora

Três em cada 10 mulheres que morrem por violência têm histórico de agressão

Três entre cada dez mulheres que morreram no Brasil por causas ligadas à violência já eram agredidas frequentemente, revela estudo inédito do Ministério da Saúde obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo. O levantamento foi feito com base no cruzamento entre registros de óbitos e atendimentos na rede pública de 2011 a 2016.

“Vimos que essas mulheres já tinham recorrido aos serviços de saúde, apresentando ferimentos de agressões”, diz a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da pasta, Maria de Fátima Marinho Souza, que coordenou o trabalho.

Para ela, o resultado deixa claro o caráter crônico e perverso dessa vivência e a necessidade de se reforçar a rede de assistência. “Se medidas de proteção tivessem sido adotadas, talvez boa parte desses óbitos pudesse ter sido evitada.

“A consequência da violência frequente fica evidente na pesquisa. O trabalho comparou o risco de morte por causas violentas entre mulheres que haviam procurado em algum momento serviços de saúde por causa de agressões e entre aquelas que não tinham histórico. As diferenças foram relevantes. No caso de adolescentes, por exemplo, o risco de morrer por suicídio ou homicídio foi 90 vezes maior entre as adolescentes com notificação de violência.

Os dados representam histórias como a de Jerusa, de 37 anos, identificada pelo ministério. Em junho de 2015, ela procurou o hospital público com lesões após ser espancada por seu companheiro, João. O registro feito na época já indicava que as violências ocorriam repetidamente. Mas após o atendimento e a notificação, nada mudou. Jerusa continuou vivendo com o companheiro, que permaneceu impune. Oito meses depois, foi morta pelo marido.

Os números gerais também impressionam. No período analisado, morreram no Brasil, por dia, três mulheres que já haviam dado entrada em hospitais, unidades de pronto atendimento (Upas) ou ambulatórios públicos em busca de tratamento para hematomas, fraturas e outros tipos de lesões associados à violência. “Os dados dão uma dimensão, mas certamente são ainda maiores. Aqui não contamos, por exemplo, os atendimentos em serviços particulares”, disse Maria de Fátima.

Estudos

Os dados de 6.393 mortes reunidos pelo ministério reforçam pesquisas anteriores sobre o problema. Estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Instituto Datafolha de 2016, por exemplo, mostrava que o País tinha 4,4 milhões de mulheres que já haviam sido vítimas de agressão física. E desse total, 29% relataram que tinham sofrido algum tipo de violência nos 12 meses anteriores.

Maria de Fátima lamenta não só a pouca eficácia do aparato para ajudar vítimas de violência. Ela observa também que muitas das mortes dessas mulheres permanecem impunes, reforçando o ciclo de violência.

Entre os casos reunidos pelo ministério também está o de Aline, de 34 anos, moradora de Pariquera-Açu (SP). Em setembro de 2015, foi atendida no serviço de saúde depois de ser agredida pelo companheiro. Aline se separou e se casou novamente. Cinco meses depois da primeira agressão, o casal foi atingido por uma moto. Aline morreu e o autor nunca foi encontrado.

Para Fátima, a impunidade acaba reforçando a violência. No caso das mulheres, ela ocorre em todas as faixas etárias. O estudo conduzido pelo Ministério da Saúde mostra que 294 crianças até 9 anos que sofriam por agressões crônica morreram entre 2011 e 2016 de causas externas. Entre idosas, com 60 anos ou mais, foram 752.

Sofrimento

Foi por acaso que Edna Fernandes Silva viu o Centro Especializado de Atendimento à Mulher de Brasília, encravado numa estação de metrô. Com histórico de violência cometida pelo então companheiro Miguel por mais de mais de dez anos, resolveu entrar. “Foi num ato de desespero. Que bom que foi esse”, conta.

O episódio foi há quase dois anos. De lá para cá, Edna passou a ir a sessões de terapia em grupo e fazer tratamento com psicóloga e psiquiatra, além de ter assistência jurídica. “Dizem que aos poucos minha aparência está melhorando. Era outra antes do Miguel. Pesava 11 quilos a mais. Não emagreci por amor. Foi por ódio, sofrimento.”

Os relatos de agressão são inúmeros. Violência física, emocional, sexual. “O corpo já sarou. Mas a alma ainda falta muito”, resume a hoje chacareira. Antes de começar a viver com Miguel, era investigadora particular.

“Tinha boa clientela. Era superconfiante, bonita, corajosa. Cuidava de mim. Se me perguntar: por que você se permitiu ficar assim? Posso até ter pistas, mas ainda não sei”, afirma.

Ela conta que, pouco tempo antes de iniciar a relação com Miguel, o irmão teve uma morte violenta. “Fiquei abalada. Na época conheci o caseiro. Mas poderia ter sido outro. Achava que seria cuidada, mas fui violentada.

“As agressões vieram aos poucos. Primeiro, emocionais. Edna soube dos casos extraconjugais do caseiro. Tentou se rebelar, mas acabou convivendo com as traições. “Era um misto de medo, sensação de impotência. Uma vez, ao falar mal de uma amante, ele começou a me bater na rua. Fingi que desmaiei para ele parar. Quando ele se deu conta que eu estava bem, tentou me agarrar novamente. Para me livrar, tirei a blusa que ele agarrava e fugi. E sabe o que é pior? No dia seguinte ele voltou e fingiu que nada tinha acontecido.”

Logo depois de conhecer Miguel, Edna abandonou as investigações particulares. Quando a violência sexual aumentou, pensou no suicídio. “Pensei duas vezes, porque tenho duas cachorrinhas.”

Embora mais segura, o fantasma do ex-marido ainda a atormenta. Separada há dois anos, eles dividiram a chácara onde viviam. “Tenho medida protetiva, ele não pode me visitar. Mas colocou para morar no terreno ao meu lado um homem que também me ameaça, conta tudo para ele. É um círculo que é difícil romper.”

 

Fonte: jornal O Estado de S. Paulo.

“Começou a matar gente, tirou vida de pessoas, acabou a negociação: é força!”, diz secretário em entrevista Em entrevista exibida há um ano, Luís Mauro Albuquerque detalhou todas as estratégias usadas na época da crise no presídio de Alcaçuz, no estado vizinho. Reveja!

 

 

Especialista em gestão penitenciária e policial civil, o titular da nova Secretaria de Administração Penitenciária do Estado, Luís Mauro Albuquerque Araújo, foi repudiado pelos criminosos nos presídios, contrários à indicação, causando série de ataques há uma semana por todo o Ceará.

Em entrevista, o agente explica como enfrentou o crime organizado em Alcaçuz, prisão do Rio Grande do Norte que sofreu rebeliões, e reformou o sistema penitenciário local.

Em entrevista concedida no dia 1º de janeiro de 2018 ao programa RN no Ar, da TV Tropical, afiliada da Record no RN, o novo secretário do Ceará mostra o perfil do trabalho que realizou na área da segurança no estado vizinho, quando foi responsável por controlar as rebeliões de Alcaçuz e cuidar do sistema prisional, há dois anos. Na época, ele era secretário de Estado da Justiça e da Cidadania. Pontos que devem ser trabalhados também nas unidades prisionais do Ceará.

– Foco em assistência médica e jurídica

“Tenho uma população carcerária lá assistida. Antes, o que eu via era um acúmulo de gente em pouco espaço. Em Alcaçuz tenho 1.100 apenados e, em Rogério Coutinho, na faixa de mil. Pode pegar qualquer ambiente, qualquer bairro com essa população que não tem essa assistência que eles têm lá. São duas equipes de médicos completa, tem assistência psicológica, social, jurídica… 100% da nossa população carcerária está sendo atendida”, explicou.

– Fonte de verba das facções

“Preso, preso. Não tem sentido a pessoa estar presa, joga na mão do Estado, e o Estado não cuida. Ou seja, deixa solto, ganhando dinheiro no sistema. Hoje acabou-se isso. Hoje o preso não ganha mais dinheiro dentro do sistema. Ele cumpre a pena dele, só que a gente atendendo a lei. Era extorquindo, traficando, trazendo prostituta pra dentro do sistema penitenciário…”, comentou.

– Separação de facções nas prisões

“É um grande erro separar por facção. Você está empoderando. E, outra coisa, está escravizando todo interno que entra lá, que vai virar escravo ou, então, morre. E vai sustentar o crime. Para presos que não faziam parte de facção ficarem vivos lá, pagavam R$ 1.800 para as facções. Isso é simples. A cadeia é do Estado, não do preso. É todo mundo junto. O pessoal que está voltando da penitenciária federal está todo mundo junto, inclusive na mesma cela. Não tenho que dar espaço. Ah, coloca um em cada cela. Negativo. Vai conviver de igual pra igual. É preso. Todos são presos e estão sob a tutela do Estado e nós vamos ter essa responsabilidade”, comentou Luís Mauro na época.

– Como enfrentar o poder das facções?

“Procedimento, treinamento e estar preparado para o pior. Não se admite o preso estar matando uma pessoa lá dentro, uma pessoa sob a tutela do Estado, e deixar que isso aconteça. É inadmissível. Qualquer gerenciamento de situações críticas explica: tem que se preservar vidas. Ou seja, começou a matar gente, tirou vida de pessoas, acabou a negociação: é força! E usamos se necessário for. E os presos sabem disso. Então, a gente está preparado para qualquer ação, os agentes estão preparados e equipados”, diz enfático.

– Sem negociação

“A gente dá todas as garantias possíveis para o interno, mas quem domina é o Estado. Não tem negociação, não tem acordo. Porque, se tiver acordo com preso, tá ruim para a Segurança Pública, para a população e para o Estado de um modo geral. Hoje, por exemplo, quem está fazendo a limpeza é o preso. A gente tem o controle total. Porque a maioria dos presos eram escravos. Estamos incomodando muita gente? Estamos. Pararam de ganhar dinheiro, de ter poder lá dentro. Se tornou um ambiente distencionado”.

– Capacitação dos presos

“Costumo dizer que o preso tem que ter uma oportunidade, você tem que capacitar realmente. Não é costurar bola, não. Sou realmente contra costurar bola, porque não conheço ninguém que costurou bola dentro de cadeia e saiu pra ganhar a vida costurando bola. É preparar o preso para a vida e sem precisar de empregador direto. Pedreiro, carpinteiro, marceneiro, serralheiro, mecânico, lanterneiro… Então, a gente vai fazer isso”, contou.

– Investimento no servidor

“O sistema prisional, posso te garantir, está controlado. Não está no ideal, nós temos muito trabalho para fazer. Hoje, o servidor é o pilar principal do sistema. Antes era o preso, agora é o servidor. Porque, se o servidor não for o principal do sistema, morre gente.

Nesta segunda-feira (7), o Jornal Jangadeiro já havia mostrado um perfil de Luís Mauro Albuquerque. Após a posse e a declaração dada pelo secretário, de que não reconhecia facções criminosas, a onda de ataques iniciou no Estado.

No Ceará, ele já havia atuado na crise penitenciária em 2016, após a morte de 14 presos e a destruição de cinco unidades prisionais. Em novembro do ano passado, o Ministério Público do Rio Grande do Norte decidiu não dar sequência a uma reclamação que havia sido formulada pelo mecanismo nacional de prevenção e combate à tortura.

A denúncia havia sido baseada em declarações do então Secretário de Justiça que, segundo o Ministério Público, haviam sido descontextualizadas.

Ao todo, 159 ataques foram registrados em 45 cidades desta a última quarta-feira (2), de acordo com levantamento do Sistema Jangadeiro.

Nesta segunda-feira, foram mais 33 ataques, um dos dias mais violentos desde o início do terrorismo promovido com ações criminosas.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), 168 pessoas foram presas por serem suspeitas de envolvimento nas ações criminosas.

Filha de vereador morre após sofrer mal súbito durante passeio em Maceió

Uma turista de Aracajú morreu, neste domingo (06), durante um passeio em Maceió após sofrer um mal súbito. A advogada Alice Fabiana Fontes dos Santos, 39 anos, estava realizando um passeio em uma das praias da capital quando passou mal.                                                                                                                                                                         Alice Fabiana era filha do vereador por Aracaju, Manoel Marcos, que confirmou a morte em entrevista a rádio local. Familiares vieram a Maceió para fazer a liberação do corpo no Institui Médico Legal (IML).

As causas da morte ainda são desconhecidas. Alice era solteira e não tinha filhos. O velório vai acontecer na sede da OSAF, na rua Itaporanga no Centro de Aracaju e sepultamento vai acontecer no Cemitério Colina da Saudade, em Aracaju.

Poções: Jovem poçoense vem a óbito no estado de São Paulo

Foto: Arquivo do Facebook

Alguns poçõense foram pegos de surpresa com a triste noticia do falecimento de Claudio Miranda da silva, de idade não revelada, natural de Poções. Claudio morou na cidade de Poções por muitos anos no bairro Alto da Vitoria. Na cidade, ele fez uma grande quantidade de amigos devida seu jeito carismático com todos, principalmente com os amigos.

Quando morava em Poções, Claudio formou e participou do “Movimento Independente de Poções” onde era feitos eventos e shows, com entrada de alimentos não perecível, que posteriormente era doados a famílias carentes do município, isso por volta dos anos 90. Após viver por vários anos em São Paulo, onde construíram família e estrutura de vida, alguns meses atrás, a esposa pediu a separação. Ainda em Poções, ele chegou a frequentar a Primeira Igreja Batista, localizada ao lado do Fórum.

Parentes acreditam que a separação foi um dos principais fatores no qual levou ao óbito. De acordo com informações enviadas a nossa reportagem, Cláudio Miranda, tirou a própria vida na tarde da última quinta-feira (03). O site poçoes24horas se solidariza com amigos e familiares neste momento de perca e dor, ele deixou esposa e filhos.[fonte panorama geral ]

Forças federais começam a atuar neste sábado no Ceará

Forças federais de segurança começaram a se deslocar para o Ceará e devem iniciar a atuação neste sábado. Cerca de 70 integrantes da Força Nacional que estavam no Rio Grande do Norte e 30 em Sergipe já começaram a se dirigir para a capital cearense, conforme informou o secretário nacional de Segurança Pública, Guilherme Teophilo. O emprego da Força Nacional foi autorizado hoje pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, por um período inicial de 30 dias.

“Às 15h nós estamos deslocando mais 88 homens num Hércules 630 da Força Aérea Brasileira e durante a madrugada um Boeing 767 vai levar o restante dos 300 homens que o nosso governador do estado do Ceará pediu. E mais 30 viaturas estão iniciando comboio para Fortaleza. Acredito que em 48h elas estejam lá”, afirmou.

O envio das forças foi autorizado por Sergio Moro após pedido do governador do estado, Camilo Santana. Foram designados agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Nacional e homens da Força Nacional e das Forças Armadas. As forças atuarão em parceria com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social e as polícias locais. Segundo Guilherme Teophilo, o tempo de resposta foi de 24 horas, período necessário para o planejamento da ação e organização dos integrantes.

O secretário disse que equipes de inteligência têm acompanhado a situação do estado desde a morte de um líder criminoso, GG do Mangue, no ano passado. O estudo, acrescentou ele, indicou a necessidade do emprego dos 300 integrantes das forças, inclusive de militares.

Ataques – Desde quarta-feira (2), ataques vêm sendo registrados na região metropolitana de Fortaleza e no interior do estado. Segundo último balanço divulgado pela Secretaria de Segurança Pública, foram registrados incêndios, crimes e episódios de depredação de estruturas públicas em diversos bairros de Fortaleza. Também foram identificados ataques com veículos em três cidades da região metropolitana (Guaiuba, Pindoterama e Horizonte).

No interior, as forças de segurança estaduais foram informadas de crime contra estruturas públicas em nove cidades: Pacatuba, Acaraú, Aracoiaba, Jaguaruana, Morada Nova, Morrinhos, Massapê, Piquet Carneiro e Tianguá. Entre as ocorrências foram registrados ataques contra agências bancárias, prédios públicos e veículos.

De acordo com o governo do estado, até o momento, 45 pessoas foram presas ou apreendidas por participação nos atos. Hoje, após reunião entre órgãos do Executivo e de outros poderes, como o Ministério Público estadual, a administração anunciou medidas de reação à ofensiva, como a nomeação de 220 agentes penitenciários e de 373 policiais do último concurso realizado.

Em entrevista à Agência Brasil, o defensor público Carlos Castelo Branco afirmou que as causas da ofensiva precisam ser apuradas, mas lembrou que os ataques começaram após o novo secretário estadual de administração penitenciária, Luís Mauro de Albuquerque, ter anunciado endurecimento contra presos e ter dito não reconhecer facções criminosas.

Na entrevista coletiva hoje, o secretário nacional de Segurança Pública não foi assertivo sobre as causas, mas apontou relação com a disputa entre grupos criminosos.

“Para quem trabalha com segurança pública, só tem mais violência ou aumento da taxa de homicídio onde tem uma disputa entre as facções no território. Como no estado do Ceará nós temos Comando Vermelho, PCC [Primeiro Comando da Capital], GDE [Guardiões do Estado], Família do Norte e tantas outras, há ainda uma disputa muito grande por territórios. E é isso o que eles fazem”, disse.

Bolsonaro – No Twitter, o presidente Bolsonaro comentou sobre a ida das forças federais para o Ceará. “Apesar do Governo do estado do Ceará ser do PT e realizar forte oposição a nós, jamais abandonaríamos o povo cearense neste momento de caos”, disse em post na rede social. 

Maranhense toca fogo na casa e no carro pensando que tinha acertado na Mega Sena

O comerciante Adailton Feliciano fez uma única aposta e ao conferir o volante disse que não acreditou quando viu os números sorteados
Maranhense toca fogo na casa e no carro pensando que tinha acertado na Mega Sena

Foto: Divulgação

Um homem de aproximadamente 31 anos morador de Babaçu, interior do Maranhão, incendiou a casa e o único carro da família ao acreditar que tinha acertado as seis dezenas da Mega Sena que estava acumulada em mais de 200 milhões.

O comerciante Adailton Feliciano fez uma única aposta e ao conferir o volante disse que não acreditou quando viu os números sorteados ficou muito eufórico e resolveu botar fogo na casa e no próprio carro e aos gritos avisava a todos os vizinhos “Chega dessa merda desse barraco e desse carro velho! Amanhã estarei andando de Camaro!”

O filho do comerciante conta que o pai chegou em casa gritando eufórico, colocou todo mundo para fora de casa e ateou fogo em tudo e dizendo que tinha acertado e estava rico, foi quando sua mãe chegou ao local muito abatida e contou que havia esquecido de fazer a aposta como Feliciano havia pedido ao sair de casa pela manhã. Adailton Feliciano não se conteve e teve uma crise nervosa.

Após saber de todas a história o Delegado da 5º Regional do Maranhão resolveu não indiciar Adailton ao saber que ele havia incendiado a casa e o próprio carro em via pública.

FONTE: amazoniaqui