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:: ‘Destaque1’

Reforma Tributária autoriza estados e municípios a definirem alíquotas próprias do IBS

A Reforma Tributária autoriza estados e municípios a definirem suas próprias alíquotas no IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), novo tributo que será criado no lugar dos atuais ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e ISS (Imposto sobre Serviços).

 

O formato tem sido usado por críticos da Reforma para reforçar a artilharia contra a proposta, sob a justificativa de que isso anula o esforço de simplificação do Sistema Tributário Nacional.
O argumento é rejeitado por defensores do texto, que veem possibilidades limitadas de variação das alíquotas de um lugar para outro. Eles também afirmam que o dispositivo assegura a autonomia de estados e municípios, algo tão reivindicado justamente pelos críticos da proposta.
Há ainda um custo político não desprezível como barreira à instituição de uma cobrança maior do que a exercida no restante do país —o que é visto como vantagem ou como problema, a depender da ala que analisa a questão.
Sob uma perspectiva positiva, o ônus político conteria o ímpeto de governantes de elevar a tributação sobre seus contribuintes. Do ponto de vista negativo, haveria pressão pela fixação de uma alíquota de referência o mais elevada possível para atender a todos os entes sem individualizar desgastes.
A PEC (proposta de emenda à Constituição) aprovada na Câmara dos Deputados prevê a unificação de cinco tributos sobre consumo em dois novos, o IBS (de competência estadual e municipal) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) federal. A transição seria iniciada em 2026, com previsão de migração completa em 2033.
O governo federal tem sido cobrado a apontar em quanto devem ficar as alíquotas dos novos impostos, mas os números ainda são mantidos sob sigilo. Estimativas preliminares indicavam uma cobrança próxima a 25%, quando somados o IBS e a CBS, mas a carga final vai depender também do alcance das exceções setoriais, que foram ampliadas na reta final da tramitação na Câmara.
O texto diz que, após a promulgação da PEC, uma resolução do Senado Federal vai fixar a alíquota de referência do imposto para cada esfera federativa, “que será aplicada salvo disposição em contrário em lei específica”.
A lei específica em questão deverá ser aprovada no Legislativo local e poderá definir o patamar de cobrança em seu território, mesmo que isso signifique uma alíquota distinta da aplicada nos demais lugares. Há ainda a opção de estados e municípios vincularem de forma automática suas alíquotas à referência estipulada pelo Senado.
Técnicos que acompanham as discussões explicam que o trecho é importante para garantir a autonomia federativa, um princípio gravado na Constituição. Hoje, essa liberdade já existe: cada estado ou município define a alíquota a ser cobrada dos contribuintes.
A diferença é que, após a Reforma, a escolha se dará no âmbito de um sistema bem mais simples do que o atual, em que governadores e prefeitos fixam inúmeras alíquotas, diferenciadas conforme bens, serviços ou setores.
A PEC prevê, de forma expressa, que a cobrança definida pelo ente “será a mesma para todas as operações com bens ou serviços”, à exceção dos regimes específicos ou favorecidos previstos no próprio texto constitucional. Ou seja, mesmo que o ente queira adotar uma alíquota maior ou menor, ela será única para todos os bens e serviços alcançados pelo IBS.
Além disso, os técnicos observam que o governador ou prefeito que quiser elevar a alíquota do IBS em seu território precisará “arcar com o ônus político” dessa decisão.
Se o desejo for o de reduzir a cobrança, o texto impede que a perda de arrecadação decorrente seja financiada de forma indireta por outros entes por meio da transição federativa —período em que estados e municípios compensarão uns aos outros para evitar oscilações bruscas de receitas durante a implementação da Reforma.
O economista e pesquisador Sérgio Gobetti, especialista na área tributária e que hoje atua na secretaria de Fazenda do Rio Grande do Sul, ressalta que o ônus político de fixar uma alíquota acima da referência tende a ser ainda maior após a PEC, uma vez que a proposta muda o local de cobrança da origem (onde o bem ou serviço é produzido) para o destino (onde ocorre o consumo).
“Hoje, quando o governante aumenta a alíquota, ele tributa o consumo de outro lugar, está invadindo o consumo dos cidadãos de outras localidades. Com a Reforma, ele estará literalmente tributando o consumo de seus cidadãos. O pãozinho, a conta de luz, a gasolina… Isso torna mais transparente e republicana a relação do tributo com a sociedade”, diz Gobetti.
Segundo ele, não é verdade que a permissão para a mudança das alíquotas anula o objetivo de simplificação do sistema. Em sua avaliação, a ampliação das exceções setoriais gera mais complexidade do que a autorização para estados e municípios fixarem suas próprias alíquotas gerais.
“A demanda de aumento da alíquota deve ser baixa, porque a transição ajuda a assegurar a arrecadação”, afirma o economista. Gobetti diz ainda que as mudanças serão sutis e tendem a seguir um padrão. Nos municípios, em que a cobrança hoje se situa entre 2% e 5%, seria de se esperar valores intermediários. “Não seriam mais de 5.000 alíquotas. Na prática, no máximo vai ter dez alíquotas, isso já exagerando.”
O presidente do Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda), Carlos Eduardo Xavier, diz que a autorização para cada ente fixar sua alíquota é importante para acomodar as diferentes necessidades. “O país tem dimensões continentais e regiões bem desiguais. Essa possibilidade é fundamental para a autonomia dos estados e municípios”, afirma.
Crítico à Reforma, o sócio e economista-chefe da Warren Rena, Felipe Salto, alerta de que as necessidades distintas vão justamente atuar como um incentivo à pressão sobre quem subsidiará o Senado com os cálculos da alíquota de referência —competência delegada ao TCU (Tribunal de Contas da União).
“Em primeiro lugar, apesar de o TCU ter servidores muito bons, não faz sentido o órgão de controle fazer essa estimativa”, critica ele, que também já foi secretário de Fazenda de São Paulo. “Em segundo lugar, [mesmo com a autonomia], nenhum estado ou município vai querer mudar sua alíquota, porque vai valer para todos os setores.”
Para ele, o risco de perda de arrecadação levará os entes a pressionar o TCU na tentativa de afastar o custo político local. “Se acontecer o que eu acho que vai acontecer, a tendência é de a alíquota de referência ficar o mais elevada possível, para [os entes] não terem o ônus de ficarem com alíquota maior do que a de referência”, afirma.
Salto defende a fixação de uma banda, com mínimo e máximo para as alíquotas dos novos tributos, a ser gravada em lei complementar que regulamentará a Reforma. A norma —que ele chama de “nova Lei Kandir”— também poderia estabelecer os preceitos básicos do novo imposto, a partir dos quais os Executivos estaduais e municipais poderiam fixar suas regras, em substituição ao Conselho Federativo.
A ideia de uma banda para as alíquotas do IBS foi defendida pelo relator da Reforma no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), em entrevista à Folha. A diferença é que o relator entende que o comando precisa constar na própria PEC.
“Acho talvez prudente que se tenha um comando constitucional de mínimos e máximos no IBS e para a CBS. Se não, vai deixar para uma lei complementar, que é uma matéria infraconstitucional, com quórum mais baixo”, afirmou Braga à reportagem no dia em que foi oficializado na relatoria.
O economista Manoel Pires, coordenador do Observatório de Política Fiscal da FGV Ibre, pondera que as alíquotas não podem ser pensadas de forma nacional, uma vez que cada estado e município têm hoje determinada carga tributária. A fixação de uma trava poderia, segundo ele, tirar autonomia dos entes.
“Se a PEC amplia as exceções, mas estabelece um máximo de 25%, isso pode gerar conflito”, afirma.
Idiana Tomazelli/Folhapress

Otto Alencar sinaliza apoio a Antonio Brito em 2024 e defende unidade do grupo nos grandes municípios

O senador Otto Alencar, do PSD, defendeu, em entrevista à rádio Metrópole na manhã desta segunda-feira (17), o nome do deputado federal Antonio Brito, do seu partido, para ser candidato à prefeito de Salvador em 2024.
“Ele reúne todas as condições para ser candidato e prefeito também. Ele é líder pela segunda vez da bancada de 42 deputados na Câmara dos Deputados. Um líder atuante. Conhece Salvador na palma da mão, como o pai dele [Edvaldo Brito], que foi prefeito”, disse o senador.
“Ele colocando a posição e tomando a decisão de ser candidato, é claro que nós acertamos que todas as candidaturas vão ter que passar pelo conselho político. É um desejo dele de ser candidato. É intenção dele, mas não está oficialmente. Ainda passa pelo conselho”.
Na ocasião, Otto defendeu ainda a unidade do grupo nos grandes municípios. “Nós ganhamos a eleição, com a minha participação, pela quarta vez. Em 2006, eu estava fora [do grupo político]”, contou.
“Comecei em 2010. [ A gente ganhou a eleição] exatamente porque teve unidade entre os partidos. Nos municípios grandes, tem que ter essa capacidade de aglutinação. Nós vencemos todas as eleições pela nossa unidade”, completou Otto.

Duas pessoas são esfaqueadas em Vitória da Conquista; ex-companheiro de mulher ferida é o principal suspeito

Duas pessoas foram esfaqueadas na noite de domingo (17), no Loteamento Renato Magalhães, no bairro Urbis VI, na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia.
Uma das vítimas é uma mulher de 28 anos. De acordo com a Polícia Militar (PM), o ex-companheiro dela é suspeito do crime.
O outro ferido é um homem de 43 anos. Não há informação de qual a relação entre os dois feridos. As vítimas não tiveram seus nomes divulgados e até o momento, ninguém foi preso.
Os dois foram encontrados e socorridos após policiais receberam a denúncia de que duas pessoas teriam sido esfaqueadas em uma área próxima.
 
Agentes do Serviço Móvel de Atendimento Urgente (Samu) encaminharam a dupla para o Hospital de Base. Não há informações sobre o estado de saúde das vítimas.
 
A PM realizou buscas no local, mas não localizou o suspeito. O caso foi registrado como tentativa de feminicídio no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) da cidade.

URGENTE: Duas pessoas morreram em acidente na noite deste domingo

 

Duas pessoas morreram na noite deste domingo, 16, após a motocicleta na qual estavam ser atingida por um carro modelo RAV4 da Toyota. O acidente aconteceu na  BA-120, na altura das cidades baianas de Valente e Santaluz.

O condutor do veículo estava seguindo para o município de  Santaluz, onde trabalha como médico. Umas vítimas fatais trabalhava como pedreiro. A segundo ainda não foi identificada.

Ainda não há informações sobre o estado de saúde do motorista envolvido na batida na  BA-120. O trânsito na região chegou a ficar interditado para a remoção dos veículos pela concessionária responsável pela via.

Vinícius Rangel foi tragicamente morto a tiros na tarde desse domingo em um posto de combustíveis em Vitória da Conquista, às margens da BR-116.

 

Noticiamos agora há pouco o assassinato brutal de Vinícius Rangel, que foi tragicamente morto a tiros na tarde desse domingo em um posto de combustíveis em Vitória da Conquista, às margens da BR-116.

Vinícius, conhecido e amado por muitos,  deixou amigos e familiares em estado de choque e profunda tristeza. Ele era natural da vizinha cidade de Barra do Choça

Enquanto a polícia continua sua busca por respostas e justiça para Vinícius, aqueles que o conheciam estão se reunindo para lamentar e lembrar de sua vida.

Nas redes sociais amigos, colegas e familiares estão lamentado  o assassinato brutal de Rangel, como era conhecido. Embora saibamos que palavras de conforto possam parecer pequenas diante da magnitude de sua perda, esperamos que o amor e as memórias que compartilharam com Vinícius possam trazer algum alívio.

Sua morte é uma lembrança cruel da violência que muitas vezes mancha nossas comunidades.

PM baiana prende suposto traficante com grande quantidade de drogas

Policiais do Peto Dois faziam rondas de rotina quando avistaram o suspeito que tentou fugir

A guarnição Peto (Pelotão de Emprego Tático Operacional) Dois, da 10ª CIPM (Companhia Independente da Polícia Militar da Bahia), com sede em Candeias, prendeu em flagrante, no fim de semana, na Rua Dom Pedro segundo, em São Sebastião do Passé, na Região Metropolitana a 62 km de Salvador, J.M.S.J. por suposto tráfico de drogas.

Ao ouvir o pedido dos PMs para uma abordagem, o suspeito tentou entrar em uma casa com diversos objetos que os policiais acreditavam ser drogas e equipamentos para a venda dos produtos.

Com o mesmo, os policiais, depois de revista, encontraram:

‌01 tablete de substância análoga a cocaína;

‌404 pinos grandes com uma substância análoga a cocaína;

‌489 pinos pequenos com uma substância análoga a cocaína;

‌01 porção em um saco com uma substância análoga a cocaína;

‌02 porções pequenas de uma substância análoga a cocaína;

‌06 pedras grandes de uma substância análoga ao crack;

‌37 pedras pequenas de uma substância análoga ao crack;

‌04 dolões de uma substância análoga a maconha;

‌01 sacola grande;

‌02 balanças de precisão;

‌01 saco de pinos vazios;

‌02 potes de pó Royal;

‌01 caderno de anotações;

‌03 cartões de banco;

‌56,90 em moedas diversas;

‌01 RG

‌e vários sacos pequenos de embalagens.

Detido, J.M.S.J e todo o material, foram conduzidos para a 37ª DT (Delegacia Territorial), onde sob a supervisão do delegado Cláudio Meireles, o agente policiai Anísio lavrou o auto de flagrante.

Na sequência, o suspeito de tráfico de drogas vai ser encaminhado para a Justiça Criminal de São Sebastião do Passé.

Ibirataia: Vereador denuncia empréstimo de ambulância para festa em Barra do Rocha; veja vídeo

 

Aconteceu neste final de semana, o São Pedro da Alegria em Barra do Rocha . Vários artistas de renome nacional como Pablo e Deivinho Novaes se apresentaram nos dois dias de festa que reuniu mais de 3 mil pessoas por noite. O evento foi realizado pela Prefeitura Municipal de Barra do Rocha, com o apoio do Governo do Estado, via SUFOTUR – Superintendência de Fomento ao Turismo.

Entretanto, um fato inusitado chamou a atenção do Vereador de Ibirataia, Silvestre Neto ao chegar em Barra do Rocha. O edil se deparou com uma ambulância de Ibirataia “emprestada” ao município vizinho. Diante da situação, “Neto Bunda” gravou um vídeo questionando ao Secretário de Saúde de Ibirataia, Marcos Lima, o motivo pelo qual a ambulância se encontrava “cedida” a cidade vizinha dando suporte São Pedro.

Vale destacar que esta ação, além de se caracterizar crime de improbidade, deixa a população de Ibirataia desamparada, visto que a ambulância é um veículo extremamente importante em casos de urgência. Desta forma, na ocasião, a frota de saúde do município ficou desfalcado.

Um jurista consultado pela reportagem informou que não se pode emprestar ambulância de uma cidade para eventos festivos em outra, mesmo que o evento conte com apoio da prefeitura. Segundo ele, a responsabilidade é do município onde o evento ocorreu.

A Prefeitura de Ibirataia, bem como a Prefeita Ana Cléia e o Secretário de Saúde, ainda não se pronunciaram sobre o caso, que repercute de forma negativa, causando indignação e repúdio nos moradores.

A reportagem Giro na Bahia tentou contato com Marcos Lima, mas não obteve êxito.

PF identifica suspeitos de hostilizar Moraes e agredir filho do ministro na Itália

A Polícia Federal abriu inquérito e identificou os agressores do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e sua família. Moraes foi hostilizado por três brasileiros na sexta-feira (14) no Aeroporto internacional de Roma, na Itália. O filho do ministro foi agredido por um dos envolvidos.

Os três agressores são: uma mulher, identificada como Andreia Mantovani, e dois homens, identificados como Roberto Mantovani Filho e Alex Zanatta.

A ação começou quando Andreia Mantovani chamou Alexandre de Moraes de “bandido, comunista e comprado”. Logo depois, Roberto Mantovani Filho gritou e agrediu fisicamente o filho do ministro, com um soco no rosto. Os óculos do rapaz caíram no chão.

Alexandre de Moraes estava na Itália para realizar uma palestra na Universidade de Siena. O caso gerou grande repercussão nas redes sociais.

Novo Censo deve reduzir número de vereadores em 140 cidades

Recife (PE), Porto Alegre (RS) e mais 138 cidades precisarão reduzir o número de vereadores em suas Câmaras Municipais na eleição do ano que vem como consequência do Censo 2022.
 
Por outro lado, a atualização dos dados populacionais permite a expansão dos plenários em mais 198 cidades, entre as quais Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Cuiabá (MT) e Florianópolis (SC). Outras 572 já poderiam ter aumentado a quantidade de vagas em pleitos anteriores, independentemente do novo Censo
 
O levantamento foi realizado pela Folha de S.Paulo com dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
 
No caso das Câmaras obrigadas a diminuir de tamanho –a redução de vagas não é opcional, diferentemente dos casos de ampliação–, a previsão é que haja um corte total de 278 vereadores no agregado desses municípios.
 
Isso acontece porque a Constituição determina um número máximo para a composição das casas legislativas com base na população. O teto é de nove vereadores, por exemplo, nas cidades com até 15 mil habitantes. O limite sobe para 55 naquelas com mais de 8 milhões de moradores –caso apenas de São Paulo.
 
Para haver mudança na oferta de vagas em 2024, é necessário que próprios vereadores aprovem alteração na lei orgânica de cada município até a data final das convenções partidárias, a ser definida pelo TSE no calendário eleitoral.
 
Em nota, o TSE enfatizou que não cabe à Justiça Eleitoral definir o número de representantes de cada cidade, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).
 
Conforme o novo Censo, a quantidade de cadeiras deverá cair de 39 para 37 no Recife, e de 36 para 35 em Porto Alegre.
 
O presidente da Câmara do Recife, Romerinho Jatobá (PSB), diz acreditar em possível erro na recontagem populacional, sem apresentar evidência que corrobore a hipótese. “É um movimento contrário ao que temos visto nas últimas eleições, com um eleitorado crescente.

Mais um grave acidente na BR-116; quatro pessoas morreram

Quatro pessoas morreram após um acidente entre um carro e um caminhão na tarde deste sábado (15), no km 512 da BR-116, no trecho de Santa Terezinha.

Ainda não há detalhes das causas do acidente, nem se as pessoas que morreram eram todas ocupantes do carro, já que a cabine do veículo de carga ficou destruída.

O caminhão tombou e a cabine ficou em cima do veículo de passeio.

Este é o segundo acidente grave, com mortos, registrado na BR-116, na Bahia, entre sexta (14) e este sábado. O outro ocorreu na noite de sexta, no km 375, na região de Serrinha. Com informações do G1