:: 11/fev/2026 . 17:15
Interditado! Camarote na Barra de blogueiro famoso é fechado pela polícia na véspera do Carnaval de Salvador
Na véspera da abertura oficial do Carnaval de Salvador, o Camarote 305, que pertence ao blogueiro e rifeiro ‘Diogo 305’, localizado na Barra, foi interditado nesta quarta-feira (11), durante a terceira fase da operação Falsas Promessas, que visa desarticular rifas ilegais.
Conforme informado pela Polícia Civil, o espaço fechado na Barra estava sendo utilizado para ocultação e também como um ambiente de disfarce de recursos provenientes da exploração ilegal de rifas realizadas através do mundo da internet.
Durante o ‘Pipoco’ desta quarta-feira (10), Diogo compartilhou diversos momentos da festa dentro do seu camarote. Ele ainda não se posicionou nas redes sociais após o fechamento do local.
Nesta terceira fase da operação, uma casa de alto padrão localizada em Busca Vida, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, também foi alvo da ação. No imóvel, equipes da Polícia Civil da Bahia realizaram apreensões consideradas milionárias no âmbito da investigação.
Isto porque foram apreendidos R$ 200 milhões, valor já alcançado por decisões judiciais de bloqueio de bens e contas e também um jatinho que foi apreendido.
‘Território Livre’: Operação combate grupo criminoso que atua com os serviços de internet em Dias D’Ávila
Ação integrada do MPBA e das Polícias Civil e Militar cumpre mandados de busca na RMS
O Ministério Público do Estado da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, em atuação integrada com as Polícias Civil e Militar da Bahia, a ‘Operação Território Livre’, para cumprimento de sete mandados de busca e apreensão nos municípios de Dias D’Ávila, Lauro de Freitas e Camaçari. As medidas têm como objetivo aprofundar as apurações acerca de uma organização criminosa, estruturada para exercer controle territorial e econômico sobre a prestação do serviço de internet em Dias D’Ávila.
Segundo as investigações conduzidas de forma integrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), do MPBA, e pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), da PCBA, o grupo atuava mediante ameaças, intimidações e cobranças ilícitas impostas a provedores locais, restringindo a livre concorrência e interferindo no funcionamento regular de serviço essencial à população.
De acordo com a investigação, a organização criminosa operava com estrutura hierarquizada e divisão definida de tarefas. O núcleo de liderança, exercido por indivíduo que se encontra foragido da Justiça e possui mandados de prisão em aberto, seria responsável por determinar as diretrizes gerais da atividade ilícita, impor regras aos provedores e autorizar o uso de violência e intimidação como forma de coerção. Mesmo sem localização conhecida, o dirigente mantinha influência direta sobre a execução das ordens por intermédio de integrantes que atuavam como operadores do esquema.
Os demais níveis hierárquicos identificados desempenhavam funções operacionais e financeiras, incluindo a coordenação das cobranças ilegais, o contato com as vítimas para transmissão de ameaças, a coleta e o repasse de valores obtidos e a manutenção da engrenagem econômica necessária à continuidade das atividades ilícitas. A investigação apura ainda o envolvimento de pessoas ligadas ao setor de prestação de serviços de internet que repassariam parte dos lucros à organização criminosa, contribuindo para sua manutenção e fortalecimento.
A operação contou ainda com a participação da Polícia Militar da Bahia, por meio do Batalhão de Policiamento de Prevenção a Furtos e Roubos de Veículos/Apolo, do Batalhão de Policiamento de Prevenção a Furtos e Roubos a Coletivos/Gêmeos e do Batalhão Independente de Policiamento Tático da Região Metropolitana de Salvador (Rondesp RMS)
Fonte: ASCOM MPBA
Rifas clandestinas: Casa de luxo em Busca Vida vira cofre e polícia apreende bolada durante operação
A terceira fase da Operação Falsas Promessas, deflagrada nesta quarta-feira (11), teve como um dos principais alvos uma casa de alto padrão localizada em Busca Vida, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.
No imóvel, equipes da Polícia Civil da Bahia realizaram apreensões consideradas milionárias no âmbito da investigação que apura um esquema de rifas clandestinas com movimentação superior a R$ 200 milhões, valor já alcançado por decisões judiciais de bloqueio de bens e contas. Além disso, um jatinho também foi apreendido.
Coordenada pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), a ação cumpre mandados de busca e apreensão contra 13 investigados em Salvador, Camaçari e Feira de Santana, além de endereços em São Paulo e São Bernardo do Campo. O foco é aprofundar a apuração sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo uma empresa com atuação na capital baiana.De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizaria uma estrutura empresarial formal para ocultar e dissimular recursos obtidos por meio da exploração ilegal de rifas promovidas pela internet. As investigações apontam que os sorteios eram divulgados em plataformas digitais e redes sociais, com grande alcance e forte apelo comercial, mas operavam à margem da legislação.
Com base nos indícios reunidos no inquérito, a Justiça determinou a suspensão imediata das atividades vinculadas ao esquema investigado. A polícia busca agora rastrear o destino dos valores arrecadados, identificar beneficiários e mapear a cadeia financeira utilizada para pulverizar os recursos.
A operação conta ainda com apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core) e do Serviço Aeropolicial (Saer). As diligências seguem em andamento, e o material apreendido será analisado para subsidiar as próximas etapas da investigação.
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