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CONQUISTA | PRF apreende pássaros silvestres e prende suspeito de crime ambiental

Na tarde desta quarta-feira (26) em Vitória da Conquista/BA, agentes da PRF fiscalizaram um ônibus que seguia de São Paulo-SP para Arapiraca-AL.

Embaixo de uma das poltronas, os agentes encontraram uma mochila cor preta com uma gaiola dentro e 09 pássaros silvestres, 07 da espécie Coleira e 02 da espécie Bigode.

A mochila pertencia a um homem, que informou morar em uma chácara em Hortolândia-SP e estava em viagem a passeio para Bateguara-AL. Afirmou que estava trazendo 2 pássaros para um conhecido e os outros 07 pássaros iria soltar na fazenda do sogro para reproduzir.

Os pássaros foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, da prefeitura de Vitória da Conquista. Foi feita a ocorrência e o homem responderá pelo crime ambiental.

HADDAD É O MINISTRO MAIS BEM AVALIADO NO CONGRESSO, MOSTRA PAINEL DO PODER

O ministro do governo Lula mais bem avaliado pelos parlamentares do Congresso Nacional é Fernando Haddad, da Fazenda. O dado foi captado pelo Painel do Poder, pesquisa feita pelo Congresso em Foco Análise com os principais líderes do Legislativo federal. Pelas respostas dos congressistas, o levantamento captou um cenário altamente polarizado no Congresso – mas, mesmo considerando-se o alto número de menções negativas, o comandante da economia segue com avaliação favorável e desponta como o nome mais bem-visto na gestão Lula 3 entre senadores e deputados (desça para ver os dados detalhados em tabela mais abaixo na reportagem).

A atuação de Fernando Haddad ganhou destaque no final do primeiro semestre do atual governo com a tramitação de propostas ligadas à economia no Congresso e com a divulgação de números favoráveis da economia. Do início do ano para cá, projetos de grande importância passaram pelo crivo das Casas. O arcabouço fiscal, que estabelece novas regras para disciplinar as contas e gastos do governo federal, foi aprovado na Câmara e no Senado – e, como sofreu modificações na Casa Alta, vai passar por nova votação na Câmara. A reforma tributária foi aprovada na Câmara e deve ser analisada pela Casa Alta após o recesso. Este cenário favorável ajuda a explicar o desempenho de Haddad, explica o pesquisador André Sathler, coordenador do Congresso em Foco Análise: “No primeiro semestre, o que aconteceu de positivo foi a pauta econômica. Os parlamentares refletiram essa percepção do momento econômico, com a inflação em queda”.

O semestre também registrou tensão entre o governo e a Câmara dos Deputados, com dificuldades do Planalto para construir uma maioria consistente para aprovar seus projetos na Casa. Hoje, fala-se na realização de uma reforma ministerial para incluir mais partidos na estrutura governamental e garantir mais votos. Mas, mesmo nos momentos de tensão, o nome de Haddad vinha sendo preservado. O ministro chegou mesmo a receber elogios públicos do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era crítico dos ministros encarregados mais diretamente do diálogo com o Congresso, como Rui Costa (Casa Civil) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).

“Haddad também apresentou um perfil muito de conversa, de conciliação, com os líderes do Congresso”, explica Ricardo de João Braga, cientista político e também coordenador do Congresso em Foco Análise. “Você vê isso, por exemplo, em ele aceitar a reforma tributária que tramitava na Câmara. E nas frequentes conversas que ele entabulou com Arthur Lira, Rodrigo Pacheco e lideranças. Isso conta muito.”

COMO CADA MINISTRO PONTUOU

Para montar esta edição do Painel do Poder, o Congresso em Foco Análise entrevistou 63 parlamentares considerados influentes, seja por serem líderes de bancada, integrantes da Mesa Diretora, presidentes de comissões ou formadores de opinião em assuntos importantes.

Para compensar o cenário polarizado, que pode se traduzir em múltiplas menções positivas e negativas a um mesmo ministro, o Painel do Poder adota o saldo das menções (as positivas menos as negativas) como critério para determinar quem tem a melhor aprovação. Leia no quadro abaixo quantas menções positivas cada ministro teve na pesquisa.

Depois de Haddad, os ministros mais bem avaliados são Renan Filho, dos Transportes (15 menções positivas X 3 negativas); Wellington Dias, do Desenvolvimento Social (10 X 0); Camilo Santana, de Educação (11 X 2); Carlos Fávaro, da Agricultura (10 X 1); e Waldez Góes, do Desenvolvimento Regional (10 X 1). “São políticos ‘testados e aprovados’, de partidos e estados que têm importância nos setores nos quais estão atuando, o que faz com que eles tenham um peso”, explica Ricardo de João Braga.

Daniela Carneiro, ministra do Turismo na época da pesquisa, foi o nome mais mal avaliado, com 11 menções negativas. “A Daniela estava, sim, sob fogo de todo mundo que não fosse do seu estrito grupo”, explica Ricardo. “E a gente não pode esquecer do lado substantivo: não havia notícia de uma ação mais impactante do ministério”. Daniela foi substituída por Celso Sabino, com a expectativa de que o novo ministro agregue mais votos do União Brasil na Câmara em favor do governo.

Já o titular da Justiça, Flávio Dino, é um exemplo de nome polarizado: 16 menções positivas e 12 negativas. Para André Sathler, isso se relaciona com o destaque que ele vem recebendo desde o início do governo. “O Flávio Dino é icônico. Talvez ele seja o ministro que teve mais protagonismo com a imprensa, com o 8 de janeiro. Foi o mais convocado para a Câmara. Tem muito protagonismo em rede social também, é um ministro que aparece, põe a cara para bater. Chamou a atenção, bem no sentido de que os que gostam do governo gostam dele. E os que não gostam acham ruim”.

Humor do Congresso
O Painel do Poder é a única pesquisa no Brasil a ouvir exclusivamente os líderes políticos mais influentes no Congresso Nacional para aferir as tendências predominantes na Câmara e no Senado quanto ao relacionamento com o governo federal e às políticas públicas.

Feita no formato de painel, o que permite aferir as mudanças de humor no Congresso, a pesquisa permite a tomadores de decisões antecipar cenários e fazer prognósticos. A cada três meses, ouvimos cerca de 70 congressistas que consideramos ter maior influência no Legislativo. O resultado é publicado, em parte, no nosso site.

Mas você pode comprar o relatório completo da pesquisa, contratar perguntas exclusivas ou mesmo agendar uma apresentação personalizada. Para isso, contacte nossa equipe de marketing.

Fonte: CongressoemFoco | Foto: Pedro França/Agência Senado

Carros batem de frente e deixam feridos na BR-116

Dois carros bateram de frente na manhã dessa quarta-feira (26) na BR-116, km 781, próximo a Planalto.

Segundo informações passadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente foi causado por uma ultrapassagem indevida e duas pessoas ficaram feridas, sendo encaminhadas pela Via Bahia ao hospital de Planalto.

A pista ficou parcialmente interditada e já foi liberada.

Luto: Morre Dom Geraldo Lyrio, primeiro Arcebispo de Vitória da Conquista

É com profundo pesar que o Blog do Sena informa o falecimento de Dom Geraldo Lyrio Rocha.

Dom Geraldo, figura proeminente na Igreja, sofreu uma queda acidental nesta quarta-feira (26) que resultou em uma fratura no fêmur. Em seguida, ele foi socorrido e internado, mas foi acometido por uma parada cardiorrespiratória. O bispo não resistiu e acabou morrendo. 

Com uma trajetória marcada por importantes realizações, Dom Geraldo ocupou diversas posições de liderança na Igreja. Foi bispo auxiliar na Arquidiocese de Vitória, 1° bispo de Colatina, Arcebispo de Vitória da Conquista e, posteriormente, Arcebispo de Mariana, onde se tornou emérito.

Além disso, assumiu o papel de presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), desempenhando um papel relevante. 

Após o falecimento, a Diocese de Xingu está organizando o traslado do corpo para Vitória (ES) e, em seguida, para Mariana (MG), em acordo com o desejo expresso pelo arcebispo. A comunidade católica expressa seu pesar diante da partida de Dom Geraldo.

Aos amigos, familiares e fiéis, os sinceros sentimentos do Blog do Sena.

SERVIDORES PARAM EM PROTESTO A ZÉ COCÁ

A mola propulsora que faz girar a máquina pública, os servidores municipais, estão muito insatisfeitos com a gestão do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP).

As insatisfações partem do descumprimento por parte do prefeito Zé Cocá, com relação ao pagamento do Piso Nacional do Magistério, que segundo a APLB, o prefeito não demonstra interesse em cumprir a Lei. Já na área da saúde, os profissionais também reclamam dos índices de aumento ofertados pelo prefeito.

Em contrapartida, o prefeito afirma que em 2022, a prefeitura deu 41% de aumento para os professores, impactando demais na folha de pagamento que passou de R$ 4,5 milhões para R$ 8,3 milhões. O prefeito afirmou ainda em entrevista, que o direito dos professores, para quando vem o dele (sic).

O prefeito segue ainda dizendo que no ano passado, a prefeitura gastou 79% dos recursos dos cofres públicos, somente com educação e esse ano o percentual já atinge 81%, sem aplicar o aumento proposto de 4% para os servidores municipais, incluindo os professores.

Por conta disso, a APLB e o SINSERV, sindicatos que representa os professores e os servidores municipais, respectivamente, convocaram a categoria e foi aprovada uma paralisação que está sendo feita hoje, com manifestação em frente à sede provisória da Prefeitura de Jequié.

Segundo os representantes das categorias, o aumento ofertado pelo prefeito Zé Cocá é humilhante. A categoria reivindica aumento de 14,95%, que é a Lei Federal.

Produtores rurais de Jaguaquara se unem e criam cooperativa

Produtores rurais de Jaguaquara se unem e criam cooperativa

A criação da organização foi fomentada em novembro de 2022, por um dos produtores rurais, Nelcivaldo Barbosa de Almeida “Branco”, que ao perceber as dificuldades do produtor para aquisição de insumos, e comercialização dos seus produtos reuniu em sua propriedade um grupo de agricultores.

Atualmente, a COOPJAGUAR conta com 105 cooperados e deve expandir seu número de associados. Para participar da cooperativa, o produtor precisa está sempre fornecendo e produzindo.

A idéia inicial da cooperativa é reunir cooperados e prepará-los através de cursos de capacitação, a exemplo de formação em parceria com o IFBA, OSEB e SENAR e convênios com entidade e instituições que ofereçam desconto na aquisição de serviços pelos cooperados.

SÓ METADE DAS ESCOLAS PÚBLICAS TÊM PROJETOS ANTIRRACISTAS, APONTA ONG

Hoje universitária, a brasiliense Nathalia Maciel, de 19 anos, que se identifica como mulher negra, acostumou-se a ouvir em sala de aula sobre heróis e heroínas brancos e feitos de europeus que chegaram ao Brasil. Estudou o ensino fundamental e médio em escola pública na região administrativa de Santa Maria, a 40 km do centro da capital. “Sentia falta de saber sobre pessoas negras, que só eram citadas em 20 de novembro (dia da Consciência Negra). As pessoas só faziam para ganhar nota nas matérias”, lamenta.

 

 

 

A percepção da estudante sobre a falta de projetos que valorizem a diversidade e enfrentem problemas como o racismo pode ser constatada em números. Segundo levantamento da ONG Todos Pela Educação, apenas metade (50,1%) das escolas públicas do país tiveram ações contra o racismo em 2021, ano em que foi feita a última pesquisa do Sistema Nacional de Avaliação Básica (Saeb).

 

 

 

O fato é que, naquele ano, o total de escolas públicas com projetos para combater racismo, machismo e homofobia caiu ao menor patamar em 10 anos. Os dados utilizados foram extraídos dos questionários contextuais do Saeb destinados a diretores e diretoras escolares, entre 2011 a 2021.

 

 

Falhas

 

 

A pesquisadora Daniela Mendes, analista de políticas educacionais do Todos Pela Educação, contextualiza que quando questões raciais e de gênero não são trabalhadas dentro das escolas, o ensino falha tanto no processo de aprendizagem dos alunos quanto na construção de uma sociedade melhor, com menos violência e menos desigualdades.

 

 

 

“O impacto que esses dados nos mostram não é apenas educacional. As violências sofridas nas escolas podem ser tanto físicas e verbais quanto simbólicas com insinuações e constrangimentos que tornam o ambiente escolar um espaço hostil para determinados grupos. Isso tem um impacto na evasão escolar”, afirmou Daniela Mendes.

 

 

Colonização

 

 

De acordo com o que analisa a pesquisadora Gina Vieira, professora da rede pública no Distrito Federal e com projetos premiados em relação à diversidade em sala de aula, a escola no Brasil não promove a diversidade.

 

 

 

“A escola brasileira, assim como o projeto de colonização do país, trabalha na lógica da homogeneização. Então, nós temos um currículo racista e uma educação racista. Nós temos um currículo oficial que ainda conta a história oficial que é contada na perspectiva do homem branco europeu”, pontua.

 

 

 

Ela explica que são raros os materiais pedagógicos diversos que incorporem as vozes dos povos historicamente excluídos. “A gente está, por exemplo, comemorando 20 anos da Lei 10.639 [que inclui História e Cultura Afro-Brasileira no currículo escolar], que é resultado da luta histórica do movimento negro pelo direito da história da África e de pessoas negras em diáspora”. Ela cita que as leis não são o suficiente para mudança de perspectivas, mas sim uma mudança cultural e de políticas públicas. “Como diz o Drummond, os lírios não nascem por força da lei”.

 

 

Em queda

 

 

A quantidade de escolas com projetos atentos à diversidade começou a cair a partir do ano de 2015, quando o índice havia chegado ao maior patamar no período: 75,6%. Desde então, os números despencaram.

 

 

 

Além de racismo, a atuação contra homofobia e machismo está na menor parte das escolas brasileiras. Em 2011, por exemplo, 34,7% das escolas relataram ter ações. Em 2017, o índice chegou a 43,7%. Mas, também caiu nos anos seguintes. Em 2021, representava apenas 25,5%.

 

 

 

Para Daniela Mendes, analista de políticas educacionais do Todos Pela Educação, o avanço de uma pauta ultraconservadora nos últimos anos, os impactos da pandemia e a falta de coordenação nacional durante a última gestão do Ministério da Educação foram fatores que podem ter influenciado o cenário.

 

 

 

Para a professora Gina Vieira, cabe à sociedade estar mobilizada para cobrar uma escola antirracista e contra machismo e homofobia. “A gente precisa rechaçar com toda força essa perspectiva que a gente viveu nos últimos quatro anos entre o professor e a escola representados como inimigos da sociedade. Como alguém que devo fiscalizar, denunciar, gravar e achincalhar. Um país que não valoriza a educação, a escola e os educadores está fadado ao retrocesso”, afirma.

 

 

Providências

 

 

Em nota à reportagem, o Ministério da Educação garantiu que tem trabalhado para modificar esse cenário desde o início da atual gestão. A primeira ação foi a recriação da Secadi (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão). “Uma pasta que já se configura como uma ação afirmativa, na qual tem em sua estrutura a Diretoria de Políticas de Educação Étnico-racial Educação Escolar Quilombola, um instrumento institucional para formular, articular e executar as políticas voltadas para a implementação da Lei 10.639/03”.

 

 

 

Além disso, segundo MEC, foi retomada a formação de professores a partir do apoio financeiro às universidades e relançado o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento, que fomenta a pesquisa na graduação e pós-graduação. “Outra iniciativa resgatada foi a Cadara, a comissão de assessoramento do MEC formada por entes federais e sociedade civil. Ainda há um longo caminho pela frente, mas hoje a Secadi está empenhada em garantir recursos para que no próximo ano possa investir ainda mais em ações de combate ao racismo”.

 

 

 

Para Ingridy, que é uma adolescente negra, de 15 anos, também moradora de Brasília, e estudante de escola pública, uma escola preocupada com diversidade e disposta a não ser homogênea seria fundamental também para o dia a dia. E isso parece uma aula simples. “Ajudaria a combater o preconceito e promoveria o respeito e a aceitação na escola”, avalia.

Padre morre após batida entre carro e caminhão em rodovia do oeste da Bahia; veículo ficou destruído

 

Um padre de 44 anos morreu após uma batida entre o carro que ele estava e um caminhão, na noite de segunda-feira (24), na BR-242, em trecho da cidade de Barreiras, no oeste da Bahia. Por causa do impacto, o veículo ficou destruído. [Veja fotos no final da reportagem]

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu na altura do km 852, por volta das 18h30. Marcelo Marques da Silva, que fazia parte da Paróquia Nossa Senhora da Piedade, do povoado de Cocal, em Macaúbas, cidade do sudoeste da Bahia, estava sozinho no veículo.

De acordo com a PRF, após análise do local do acidente, foi possível descobrir que o carro que o padre dirigia bateu na transversal do caminhão ao tentar mudar de faixa. A vítima morreu antes do Corpo de Bombeiros chegar ao local.

O corpo do padre, que ficou preso às ferragens, foi retirado do carro pelos Bombeiros e levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Barreiras.

A Polícia Rodoviária Federal informou que o motorista do caminhão não ficou ferido.

Jequié: PF prende servidor dos Correios acusado de furtar e distribuir mercadorias com carro de órgão

Um servidor do Centro de Distribuição dos Correios de Jequié foi preso na manhã desta terça-feira (25) pela Polícia Federal (PF). Um mandado de busca e apreensão e outras medidas cautelares são cumpridas durante a segunda fase da Operação Postal.

Segundo a PF, as investigações apontaram que o servidor era o principal responsável pelos desvios das encomendas revendidas na região. As entregas dos itens desviados chegavam a ser realizadas com o próprio carro oficial das Correios, dentro do horário de expediente.

Ainda segundo a corporação, o esquema, que antes se pensava ter ocorrido entre 2021 e 2022, ocorria há pelo menos seis anos, tendo sido intensificado no período da pandemia da Covid-19. As mercadorias mais visadas eram eletrônicos, especialmente aparelhos celulares.

A PF informou que os casos descoberto na segunda fase da operação foram apurados a partir da primeira fase da ação. No primeiro momento, a operação identificou um desvio de mercadorias da Central de Correios de Jequié da ordem de mais de R$ 1 milhão.

Além dos mandados judiciais, foi determinado também o bloqueio judicial no importe de mais de R$ 1 milhão das contas e bens dos investigados e a proibição de o servidor dos Correios de exercer suas funções públicas.

Os delitos apurados na operação são associação criminosa, furto qualificado mediante fraude, receptação qualificada e peculato desvio, cujas penas máximas podem somar mais de 20 anos de prisão.

BN

Eleições 2024: Com Lúcia Rocha à frente, Waldenor e Sheila Lemos estão empatados tecnicamente, aponta pesquisa


Faltando cerca de um ano para o início das campanhas eleitorais à Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, terceiro maior município do estado da Bahia, três pré-candidatos têm despontado na corrida eleitoral. Sendo eles, a atual prefeita Sheila Lemos (UB) que concorrerá à reeleição, o deputado federal Waldenor Pereira (PT) e a vereadora Lúcia Rocha (MDB). O Blog Sena teve acesso a uma pesquisa de intenção de votos, realizada no mês de maio, que aponta para esse cenário de destaque aos políticos citados.

Na pesquisa estimulada, Lúcia Rocha teve a maioria das intenções de votos, seguida  Waldenor Pereira e Sheila Lemos, em segundo lugar, que aparecem empatados tecnicamente. Neste cenário, também foram avaliadas as intenções de voto de David Salomão e Ivan Cordeiros, que aparecem em quarto e quinto lugar, respectivamente.

Por outro lado, na espontânea Lúcia aparece apenas em terceiro lugar. E a liderança fica empatada tecnicamente entre Sheila e  Zé Raimundo (PT), que apesar de não estar como pré-candidato continua sendo lembrado na intenção de votos. Zé Raimundo foi candidato a prefeito em 2020, obtendo 47, 63% dos votos contra 45,89% de Herzem Gusmão no primeiro turno. Já no segundo turno, Zé Raimundo registrou 42, 42%, sendo superado por Herzem que obteve 57,58% dos votos válidos. Zé Raimundo, atualmente deputado estadual, é parceiro histórico do seu colega de partido Waldenor Pereira, pré-candidato que tem seu apoio.

Ainda na espontânea, Waldenor e outros dois nomes do Partido dos Trabalhadores são lembrados, sendo eles o vereador Alexandre Xandó e o ex-prefeito Guilherme Menezes. Os entrevistados também citaram como intenção de votos: “candidato do PT” e “irmão de Herzem”.

Apesar das pré-candidaturas de Waldenor e Lúcia Rocha seguirem postas, uma possível aliança entre eles poderá acontecer. Considerando os dados desta pesquisa recente, tal “dobradinha” garantiria a vitória sob Sheila Lemos. O MDB segue pressionando publicamente para que o PT aceite a vice de Lúcia Rocha, enquanto as lideranças petistas afirmam que no momento oportuno está decisão será tomada. A pré-candidatura petista em torno do nome de Waldenor aposta em, no mínimo, repetir o resultado eleitoral garantido por Zé Raimundo a prefeito em 2020, acrescida dos votos que poderão ser conquistados com o apoio do Governador Jerônimo Rodrigues e Presidente Lula.