O caso foi registrado em um paciente de Candiba, na região de Guanambi, como informou o site Agência Sertão. Ainda informou o site, que, a Secretaria de Saúde do Estado não soube informar ao certo onde o paciente foi contaminado pela doença que é causada pelo consumo de peixe (Olho de Boi) e que a maioria dos pacientes consumiram.
:: 11/dez/2020 . 10:55
Leitos de UTI para covid-19 estão lotados em Vitória da conquista (BA) e número de mortos cresce assustadoramente

De acordo com os dados do painel epidemiológico disponibilizados pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), 93% dos leitos de UTI destinados ao tratamento da COVID-19 já estão ocupados.
Assim, dos 60 leitos, 56 já estão com pacientes. Ao todo são 60 leitos distribuídos em 3 hospitais: Hospital de Base, Hospital São Vicente de Paulo e Hospital das Clínicas de Conquista (HCC). As informações são do Blog do Sena e foram confirmadas pelo Sudoeste Digital.
Dos 3 hospitais, 2 já estão com os leitos completamente ocupados: o Hospital de Base, que dispõe de 30 leitos, e o Hospital São Vicente, que conta com 10 leitos, já estão com uma taxa de 100% de ocupação.
O número de mortos pela covid-19 no município subiu 208 nesta última quinta-feira (10) após a morte de um morador do bairro Alto Maron. Fonte: Sudoeste Digital
Bruno de Souza 27 anos morre em grave acidente na br-116
Um homem morreu e outra pessoa ficou ferida em um grave acidente na BR-116, no trevo de Santa Inês, na manhã desta sexta-feira (11).
O caminhão em que estavam tombou na pista. O veículo transportava uma carga de melão.
O jovem conquistense Bruno de Sousa Pereira, de 27 anos, que estava como carona do veículo morreu logo após ser socorrido pelo Samu 192. O motorista foi levado para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, gravemente ferido.
O corpo de Bruno será levado para o IML de Jequié.[fonte leo santos]
Brasil se aproxima de 180 mil mortos por Covid-19 com alta nas médias móveis de óbitos e casos País tem 179.801 óbitos registrados e 6.783.543 diagnósticos de Covid-19 desde o começo da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. Pelo 2º dia seguido 21 estados e o DF aparecem simultaneamente com tendência de alta na média de mortes.
O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quinta-feira (10).
O país registrou 769 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 179.801 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 642. A variação foi de +35% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 6.783.543 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 53.425 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 42.290 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +34% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos.
Vinte e um estados e o Distrito Federal apresentaram alta na média móvel de mortes: PR, RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AC, RO, RR, TO, BA, CE, PB, PE, PI, RN e SE. É o segundo dia seguido em que tantos estados aparecem simultaneamente com tendência de alta nas mortes pela doença desde que o consórcio começou a acompanhar essas tendências, em 9 de julho. Antes disso, o máximo de estados em alta ao mesmo tempo havia sido de 18.
Brasil, 10 de dezembro
- Total de mortes: 179.801
- Registro de mortes em 24 horas: 769
- Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 642 (variação em 14 dias: +35%)
- Total de casos confirmados: 6.783.543
- Registro de casos confirmados em 24 horas: 53.425
- Média de novos casos nos últimos 7 dias: 42.290 por dia (variação em 14 dias: +34%)
(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 179.063 mortes e 6.735.373 casos confirmados.)
Estados
- Subindo (21 estados + o DF): PR, RS, SC, ES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AC, RO, RR, TO, BA, CE, PB, PE, PI, RN e SE
- Em estabilidade, ou seja, o número de mortes não caiu nem subiu significativamente (3 estados): AP, PA e AL
- Em queda (2 estados): AM e MA
Funcionários da Anvisa afirmam em carta que agência ‘não serve aos interesses de governos’ Servidores afirmam que estão ‘acima de qualquer pressão’.
Nós, servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), reafirmamos, por meio desta carta aberta, o caráter técnico e independente dos trabalhos e das atividades desenvolvidos pelos servidores da Agência na promoção e na proteção da saúde da população. Por se tratar de uma autarquia sob regime especial, conforme define a própria lei de criação da Anvisa, a Agência não serve aos interesses de governos, de pessoas, de organizações ou de partidos políticos.
Pressões externas são inerentes ao trabalho desenvolvido por nós, servidores da Anvisa, mas o trabalho técnico está acima de qualquer pressão. A Anvisa é um órgão do Estado brasileiro e está a serviço do povo brasileiro. Ao longo dos seus 20 anos de existência, a Agência consolidou-se como uma referência no setor de saúde justamente pelo trabalho desenvolvido por seus servidores, que resultou na reconhecida excelência da sua atuação regulatória e na credibilidade de suas ações e decisões, baseadas exclusivamente em critérios técnicos e científicos.
Deve-se destacar que a Anvisa foi classificada como Agência Reguladora Nacional de Referência Regional pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Em 2019, também foi eleita para ocupar a última vaga disponível no Comitê Gestor do Conselho Internacional de Harmonização de Requisitos Técnicos para Registro de Medicamentos de Uso Humano (ICH). O Comitê Gestor do ICH é composto pelos membros permanentes (Estados Unidos, União Europeia, Japão, Canadá e Suíça) e há quatro vagas para membros eleitos, das quais três foram ocupadas em 2018 (Coreia do Sul, China e Singapura) e, agora, pelo Brasil, cujo mandato vai até 2021.
Além disso, em 30 de novembro deste ano, a Anvisa foi formalmente comunicada da conclusão, com sucesso, do processo de adesão da Agência ao Esquema de Cooperação em Inspeção Farmacêutica (PIC/S, do inglês Pharmaceutical Inspection Co-operation Scheme). Assim, a Anvisa se tornou o 54º membro da iniciativa internacional em inspeção farmacêutica, passando a contar com o reconhecimento internacional da excelência das inspeções em Boas Práticas de Fabricação (BPF) de medicamentos e insumos farmacêuticos de uso humano. O cumprimento das Boas Práticas de Fabricação Farmacêuticas por parte das empresas fabricantes é requisito prévio fundamental para a aprovação e a comercialização desses insumos de saúde no Brasil.
É importante ressaltar, ainda, que o corpo técnico da Anvisa é constituído por servidores de carreira. Ademais, o Comitê criado para se dedicar exclusivamente à análise dos pacotes de dados contidos nos pedidos de registro e de autorização para uso emergencial das vacinas contra a Covid-19, doença caracterizada como pandemia pela OMS desde março de 2020 e que já vitimou dramaticamente mais de 178 mil brasileiros, tem seguido e respeitado preceitos técnicos previstos no arcabouço regulatório sanitário vigente no país.
Nesse sentido, tal comitê tem trabalhado incansavelmente, por meio de avaliação técnica criteriosa, que inclui uma análise rigorosa dos dados laboratoriais, de produção, de estabilidade e clínicos, de forma isenta e sem se submeter a qualquer tipo de pressão política e no menor tempo possível, com o objetivo de assegurar que as vacinas contra a Covid-19 que venham a ser registradas pela Agência sejam seguras, eficazes e produzidas com qualidade. Somos sensíveis e solidários a este momento crítico que todos nós estamos atravessando e temos trabalhado de forma ativa no enfrentamento da pandemia desde o início e em diversas frentes, como no controle sanitário de portos, aeroportos e fronteiras, no registro de kits de diagnóstico da doença, na agilização do registro de respiradores, na elaboração de protocolos de segurança em serviços de saúde, na flexibilização de normas para disponibilização de álcool gel e saneantes, entre outros.
Por isso tudo, neste momento de pandemia, ratificamos nosso compromisso com a saúde, com o povo brasileiro e com uma atuação ética, obrigação de todos os servidores públicos, frente a qualquer tipo de pressão ou intervenção política no desenvolvimento de nossas atividades. Estamos cientes da importância e das expectativas em torno das atividades que desenvolvemos na análise da qualidade, da segurança e da eficácia das vacinas para a Covid-19. Sentimos orgulho de contribuir para enfrentar esta situação inédita de pandemia e estamos cientes de que o nosso trabalho irá reverberar em cada família brasileira, inclusive nas nossas próprias. Afinal, também somos cidadãos e somos igualmente afetados pelas decisões da Anvisa.
Por fim, prestamos nossa solidariedade a todos os familiares e pessoas que perderam entes queridos em razão da Covid-19 e prestamos também nossa homenagem aos trabalhadores da saúde que se encontram na linha de frente de atuação no enfrentamento da pandemia. Podem ter certeza de que nós, servidores da Anvisa, não faltaremos ao povo brasileiro e daremos nossas melhores energias e todo o nosso conhecimento técnico para aprovar, com segurança e com a urgência que a situação exige, as vacinas que o país aguarda com tanta ansiedade. Mantemos o nosso compromisso de atuar em prol dos interesses da saúde pública, honrando a missão da Agência de “proteger e promover a saúde da população, mediante a intervenção nos riscos decorrentes da produção e do uso de produtos e serviços sujeitos à vigilância sanitária, em ação coordenada e integrada no âmbito do Sistema Único de Saúde”.










