[Presidência da Assembleia vai entrar no jogo da composição da futura chapa de Jaques Wagner ]

Tese defendida por aliados da base governista na Bahia, a exemplo da deputada federal Lídice da Mata (PSB), a presidência da Assembleia Legislativa vai entrar no debaste da futura formação da chapa majoritária que tende ser encabeçada pelo senador Jaques Wagner (PT). A informação foi confirmada pelo próprio petista durante entrevista ao BNews, em Brasília, na última semana.

Quando questionado se há possiblidade de racha com o PP, visto que João Leão (PP) tem insistido na tese de que será governador da Bahia, o petista pontuou que acha normal e é do jogo esse tipo de pleito, mas ressaltou que na hora de sentar e resolver, tudo ficará as claras. Nesse momento, o senador citou a AL-BA.

“Eu tenho elementos para acreditar que quando a gente [os partidos da base aliada, inclusive o PP] sentasse na mesa para ajustar que não deu isso, não deu aquilo, a gente arruma. Tem Assembleia, tem composição de governo”, apontou.

Antes o jogo da AL-BA era arrumado depois da eleição concretizada. Pelo menos foi isso o que ocorreu nos últimos anos com a presidência de Marcelo Nilo (PSB), Coronel (PSD) e a queda de braço entre Nelson Leal (PP) e Adolfo Menezes (PSD).

O secretário geral do PP baiano, Jabes Ribeiro, também em entrevista ao BNews, enxerga com bons olhos esse tipo de negociação na gênesis da chapa e citou como exemplo o Piauí, governado pelo PT, que faz o mesmo tipo atuação.

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