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Urgente: Médico e esposa são mortos a facadas pelo filho

O médico urologista Paulo Oliveira Cesar, de 68 anos, e a esposa Raquel Heringer Cesar, de 61, foram mortos a facadas dentro de casa, em Vila Velha, na Grande Vitória (ES), na madrugada desta quarta-feira (4). Segundo a polícia, os assassinatos foram cometidos pelo filho do casal, o estudante de medicina Guilherme Heringer Cesar, de 22 anos, que se matou em seguida.

A polícia ficou cerca de duas horas fazendo a perícia no apartamento. A mãe foi encontrada na cama e, de acordo com a investigação, levou as primeiras facadas enquanto dormia. Já o pai tentou correr para o banheiro, mas foi golpeado várias vezes e morreu.

Depois disso, ainda de acordo com a polícia, Guilherme ligou para um parente e confessou o crime. Ele deu um endereço e disse que estava a caminho do local para se matar.

Além de médico, Paulo era pastor de uma igreja de Vila Velha.

Ainda segundo a polícia, a faca utilizada no crime e um computador do estudante foram apreendidos. Os corpos do casal foram encaminhados para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória.

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Atenção: Voto impresso já foi testado em 2002, mas acabou reprovado; veja relatório de erros

 (crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
(crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O voto impresso já foi implantado em caráter experimental nas eleições presidenciais de 2002 — e acabou reprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Naquele ano, para testar o sistema, a medida foi adotada em 150 municípios, atingindo 6,18% do eleitorado.

“Sua introdução no processo de votação nada agregou em termos de segurança ou transparência. Por outro lado, criou problemas”, apontou um relatório do TSE. O tribunal concluiu que, nas seções com voto impresso, foram maiores o tamanho das filas e o porcentual das urnas que apresentaram defeitos, além das falhas verificadas apenas nas impressoras.

“Houve incidência de casos de enredamento de papel, possivelmente devido a umidade e dificuldades de manutenção do módulo impressor”, apontou o texto.

Câmara aprova convocação de Braga Netto

A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara aprovou, ontem, a convocação do ministro da Defesa, general Braga Netto, para explicar ameaças contra a realização das eleições, caso a proposta de emenda à Constituição (PEC) do voto impresso não seja aprovada no Congresso. A iniciativa ocorreu por meio de requerimento do deputado Rogério Correia (PT-MG).

Braga Netto deve ser ouvido no próximo dia 17. De acordo com reportagem do Estadão, em 22 de junho deste ano, o general mandou recado ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de que a realização do pleito estaria condicionada à aprovação do voto impresso.

No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro repetiu publicamente a ameaça de Braga Netto. “Ou fazemos eleições limpas no Brasil, ou não temos eleições”, disse o chefe do Planalto a apoiadores, na ocasião, na entrada do Palácio da Alvorada. O presidente tem insistido, sem apresentar qualquer prova, que o atual sistema de urna eletrônica permite fraude.

Após a reportagem do jornal paulista, Braga Netto emitiu nota na qual fazendo coro às intenções do governo sobre mudanças no sistema eleitoral. “A discussão sobre o voto eletrônico auditável por meio de comprovante impresso é legítima, defendida pelo governo federal e que está sendo analisada pelo Parlamento brasileiro, a quem compete decidir sobre o tema”, escreveu o ministro.

A publicação foi vista como um recado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os magistrados apontam que a mudança é desnecessária e dispendiosa e que o atual sistema é íntegro e seguro.

A convocação de Braga Netto foi aprovada por 15 votos a sete. Rogério Correia escreveu, no requerimento, que “a suposta ameaça, se confirmada, se constitui em grave crime praticado contra o sistema democrático, definido constitucionalmente, fato esse que precisa ser apurado pelo Parlamento brasileiro e demais órgãos estatais de investigação e controle e, se comprovada a ameaça, adotar as providências cabíveis”.

A medida da Câmara ocorre após as principais autoridades do Judiciário, do Legislativo e do Executivo de todo país terem reagido às supostas ameaças de Braga Netto. Houve uma série de manifestações em defesa da democracia e das instituições.

No último domingo, porém, apoiadores de Bolsonaro voltaram às ruas, em atos em Brasília e em ao menos 20 capitais, para pedir voto impresso nas eleições de 2022.

(Com Agência Estado)

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É com profundo pesar e muita tristeza que anunciamos o falecimento do comerciante Mauro calçados que Deus conforte os familiares e amigos

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Nota de pesar/Poções: É com imenso pesar que anunciamos o falecimento de Silvano mas conhecido por baba

Que Deus conforte o coração dos seus familiares e amigos.

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Atenção: O que é voto auditável? Entenda a polêmica das eleições

Foto: Reprodução
Afinal, O que é voto auditável? O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seus apoiadores têm saído em defesa do “voto impresso” e contra a urna eletrônica, alegando que o sistema eleitoral brasileiro permite fraudes.
Sob a justificativa de que o voto impresso pode ser auditável, ou seja, passar por auditoria, existe até uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 135/19 sendo discutida no Congresso Nacional. A proposta quer instituir o voto impresso auditável já a partir das eleições de 2022.
O assunto divide opiniões e chegou a ser tema de lives do presidente em suas redes sociais. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por sua vez reforça que as urnas eletrônicas são 100% seguras.
Presidente do Tribunal, o ministro Luís Roberto Barroso ressalta que desde que entrou em uso nas eleições, em 1996, as urnas eletrônicas nunca tiveram nenhum registro de fraude.
Ao contrário do que se acontecia nos anos de voto impresso, quando os brancos viravam votos contados para determinados candidatos e urnas chegavam a desaparecer.
O que é voto auditável?
Sem nem saber que o voto na urna eletrônica é auditável, a sociedade tem visto parlamentares e apoiadores do presidente, por exemplo, pedindo pelo “voto auditável” sendo que é possível auditar a urna eletrônica desde a sua implantação.
De acordo com o Tribunal, todo processo eleitoral é auditável. Isso porque existem diversas auditorias que podem e inclusive são feitas desde às vésperas do pleito.
Além das auditorias internas, feitas pelo próprio TSE, cidadãos, partidos políticos, fiscais de partidos, candidatos, OAB e Ministério Público podem realizar a fiscalização durante as etapas do processo.
Quais auditorias são possíveis de se fazer nas eleições:
O Tribunal Superior Eleitoral elencou todas as oito diferentes possibilidades de auditoria nas eleições para não deixar margem de que o voto eletrônico também é auditável. Confira:
Verificação do resumo digital – São algoritmos que mapeiam e transformam dados que são gerados a cada eleição.
Reimpressão do Boletim de Urna – É possível reimprimir os boletins de qualquer urna encerrada, após as eleições, para conferência futura e comparação entre o boletim impresso e o que foi recebido pelo sistema.
Verificação de assinatura digital – Esta técnica criptográfica é usada para garantir que o arquivo digital não foi modificado, e possa ser verificado quanto à sua integridade e autenticidade.
Comparação dos relatórios e das atas das seções eleitorais com os arquivos digitais da urna – A urna registra todos os eventos da votação em um arquivo chamado “log”, que pode ser comparado com as atas das seções eleitorais.
Auditoria do código-fonte lacrado e armazenado no cofre do TSE – É possível verificar os códigos-fontes das eleições passadas. O principal produto da lacração são as assinaturas digitais dos softwares usados nas eleições, que serão verificadas pelo hardware da urna, a principal barreira contra ataques externos.
Recontagem dos votos por meio do Registro digital do Voto (RDV) – O RDV é uma espécie de tabela digital onde são armazenados todos os votos digitados na urna, de forma aleatória. O que possibilita a recuperação dos votos para recontagem eletrônica.
Comparação da recontagem do RDV com os boletins de urna (BU’s) – O Boletim de Urna é gerado a partir do RDV. Assim, com o RDV e o boletim é possível comparar a apuração oficial da urna com o somatório dos votos de cada candidato ou legenda contidos no RDV.
Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas sob Condições Normais de Uso – Antes conhecida como “votação paralela”, essa auditoria é realizada por amostragem, visando demonstrar o funcionamento e a segurança das urnas.
As urnas sorteadas são retiradas das seções de origem no sábado anterior à votação e instaladas nos TRE’s, em salas com câmeras. As máquinas que serão auditadas são substituídas por novos equipamentos.
No domingo das eleições, a auditoria começa depois da emissão da “zerézima”, todos os votos das cédulas são digitados na urna e também em um computador, com câmeras filmando os números digitados no teclado da urna.
Depois disso, a urna imprime um boletim de urna e os dados são comparados pela comissão de auditoria, sendo verificado se a urna funcionou regulamente e se os votos registrados correspondem exatamente aos votos das cédulas digitados na urna.
As urnas eletrônicas podem ser fraudadas?
Em uso desde 1996, o TSE nunca registrou nenhuma fraude nas urnas eletrônicas.
As urnas só gravam numericamente o voto dos eleitores. Depois que o eleitor deixou a cabine, o voto é embaralhado internamente e entre mecanismos de segurança, não tem chance nem do próprio TSE verificar quais candidatos foram escolhidos pelo eleitor.
Isso porque no Brasil, como é previsto na Constituição Federal, o voto é sigiloso.
Além de não ser possível identificar em quem o eleitor votou, não existe ligação da urna com a internet ou qualquer outro dispositivo de rede, ou seja, não é possível alguém “hacker” uma eleição, por exemplo.
A urna eletrônica tem mecanismos por onde o próprio eleitor e a sociedade podem verificar a segurança no sistema de votação. Um destes procedimentos é a cerimônia de votação paralela que de forma pública.
Por que os EUA não usam urna eletrônica?
A urna eletrônica não é adotada em todas as regiões dos Estados Unidos, apenas em alguns estados. Tanto nos EUA quanto em outros países, a adoção ou não das urnas eletrônicas dependem da realidade eleitoral de cada lugar.
O Brasil, país que trabalha com as urnas desde 1996, não exporta nem compra modelo de urna que esteja no mercado. Aqui as urnas são próprias e de tecnologia desenvolvida para atender à realidade do Brasil.
Diversos países utilizam o voto eletrônico com regularidade, total ou parcialmente, e outros ainda estão testando e desenvolvendo soluções próprias.
Na lista de países que usam a urna eletrônica estão: Suíça, Canadá, Austrália e Estados Unidos, neste último a adoção do voto eletrônico acontece apenas em alguns estados.
Com informações do site:  dci
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Um Homem é preso e cinco ônibus clandestinos foram apreendidos próximo a Barreiras

Uma operação conjunta entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou cinco veículos realizando transporte interestadual de passageiros sem autorização. Um motorista também foi preso durante a ação, que foi realizada no sábado (31), no oeste da Bahia.

De acordo com a ANTT, os ônibus foram encontrados em rodovias federais que cortam a região. Cerca de 250 passageiros, que estavam nos veículos apreendidos, foram levados até o terminal rodoviário de Barreiras, para que pudessem pegar transporte de empresas regulares. Um dos motoristas apresentou documento do veículo vencido e adulterado, durante abordagem.

O homem, que não foi identificado, foi preso pela PRF e permanece sob custódia da Polícia Civil, na delegacia de Barreiras. Ainda conforme a ANTT, 14 autos de infração foram emitidos durante a operação, que deve ser intensificada em todo o estado.

A ANTT destaca os riscos de viajar em um transporte não autorizado: precariedade dos veículos, motoristas despreparados e até mesmo aumento o risco de contágio da Covid-19, já que geralmente as orientações sanitárias para evitar a propagação do vírus não são seguidas nesses ônibus

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Urgente: Colisão entre carro e moto deixou um morto e um ferido em Riacho de Santana

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida após uma colisão entre um carro e uma moto na tarde deste domingo (1º) em Riacho de Santana. O acidente ocorreu na BR-430, por volta das 15h, entre o respectivo município e a cidade de Igaporã.

De acordo com o Portal Folha do Vale, um jovem de 18 anos conduzia uma motocicleta Honda CG 150, com licença de Franca (SP), juntamente com a vítima Edimilson da Silva Amaral, de 34 anos de carona, quando colidiu contra um Fiat Uno Mile, conduzido por um idoso, de 78 anos.

Segundo a 38ª Companhia Independente de Polícia Militar (38ª CIPM), Edimilson da Silva não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O jovem foi encaminhado para o Hospital Municipal José Olinto Cotrim Fernandes, mas não há informação sobre o seu estado de saúde. O motorista do carro não sofreu ferimento.

O corpo de Edimilson da Silva foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Bom Jesus da Lapa.

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Urgente: Auxiliar de cozinha do Hospital Geral de Guanambi é esfaqueada e morre em bar

Auxiliar de cozinha do Hospital Geral de Guanambi é esfaqueada e morre em bar
Uma mulher de 35 anos morreu depois de ser esfaqueada em um bar localizado no Bairro Belo Horizonte, na cidade de Guanambi, no Sudoeste da Bahia. Segundo o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Daudite Ferreira Rodrigues se desentendeu com uma mulher branca e de cabelos cacheados, ainda não identificada, no local. Esta é a principal suspeita do crime. Segundo o site Achei Sudoeste, Daudite chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e levada para o Hospital Geral de Guanambi (HGG), mas não resistiu. A vítima trabalhava como auxiliar de cozinha no HGG e morava no Bairro Novo Horizonte. Um inquérito civil foi instaurado para apurar o caso.

 

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ATENÇÃO: TROPA DE CHOQUE DO GOVERNO PREPARA OFENSIVA CONTRA G7 NA CPI DA COVID: ‘SOCIEDADE VAI FICAR ESTARRECIDA’, DIZ HEINZE

Com a ida do senador Ciro Nogueira (PP) para a casa civil, o senador Luis Carlos Heinze (PP) ocupará o cargo de titular na CPI da Covid. Na visão dele, a mudança trará novos rumos para o colegiado, garantindo respostas às acusações e direcionados ao chamado G7.

“Somos atacados, o G7 tem um trabalho eficiente, não dá para desconhecer o que eles fazem. Então nós também estamos nos organizando e hoje já teremos uma reunião do G4, além dos requerimentos que já estamos fazendo para também contra-atacarmos. Não vamos ficar só na defensiva”, afirmou Heinze para Jovem Pan na manhã desta segunda-feira (02), ressaltando que “não tem medo de debate”.

“Também temos coisas para mostrar que a sociedade ficará estarrecida no momento que ver. Não somos contra a ciência, não somos negacionistas como Renan Calheiros fala”, completou.

Heinze defende que temas como tratamento precoce e as vacinas contra a Covid-19 em desenvolvimento no Brasil também sejam debatidos, da mesma forma que emissoras também sejam ouvidas pela CPI.

“Vamos mostrar que não é fake news. Temos requerimentos convocando a Rede Globo, por exemplo, a CNN, e que eles venham para o debate. Já pedi que trouxesse para debater o caso da pesquisa de Manaus, pesquisa fraudulenta que matou 22 pessoas e eles não querem debater. […] A minha linha são os meios de comunicação, a Rede Globo tem que ser ouvida, a CNN tem que ser ouvida, além de também prefeitos e dos próprios governadores, que tem uma lista extensa pelo que a Polícia Federal fez, são centenas de nomes investigados. Precisamos ouvir e mudando o placar de 7×4 conseguimos fazer com que os senadores venham ao nosso lado”, finalizou.

 

“Também temos coisas para mostrar que a sociedade ficará estarrecida no momento que ver. Não somos contra a ciência, não somos negacionistas como Renan Calheiros fala”, completou.

Heinze defende que temas como tratamento precoce e as vacinas contra a Covid-19 em desenvolvimento no Brasil também sejam debatidos, da mesma forma que emissoras também sejam ouvidas pela CPI.

“Vamos mostrar que não é fake news. Temos requerimentos convocando a Rede Globo, por exemplo, a CNN, e que eles venham para o debate. Já pedi que trouxesse para debater o caso da pesquisa de Manaus, pesquisa fraudulenta que matou 22 pessoas e eles não querem debater. […] A minha linha são os meios de comunicação, a Rede Globo tem que ser ouvida, a CNN tem que ser ouvida, além de também prefeitos e dos próprios governadores, que tem uma lista extensa pelo que a Polícia Federal fez, são centenas de nomes investigados. Precisamos ouvir e mudando o placar de 7×4 conseguimos fazer com que os senadores venham ao nosso lado”, finalizou.

 

 

 

 

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O Assessor de Bolsonaro diz que jornalismo da Record é “totalmente comunista”

Mariana Godoy e Bolsonaro
Mariana Godoy e Bolsonaro (Foto: Reprodução)

Por Guilherme Amado, em sua coluna no portal Metrópoles – Um assessor do gabinete de Jair Bolsonaro atacou em suas redes sociais o jornalismo de uma das emissoras mais próximas do presidente, a TV Record. Max Guilherme, sargento da PM do Rio de Janeiro e atualmente assessor especial do presidente, afirmou que o jornalismo da emissora é “totalmente comunista”.

Max Guilherme compartilhou um vídeo da jornalista Mariana Godoy, que acertadamente chamava de “bizarra” a live do presidente na quinta-feira (29), com críticas.

“Bizarra é você e esse jornalismo totalmente comunista, que não leva informação nenhuma e sim ideologia socialista. As máscaras vão caindo e vocês vão só perdendo credibilidade”, escreveu o assessor.

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