Segundo a Delegada Decimária Gonçalves, o primeiro passo foi identificar as vítimas visto que essas mulheres não tinham ido à Delegacia. “Então começamos recebendo os acusados que disseram que estavam sendo caluniados. Então tivemos a preocupação de também identificar as vitimas para fazer a apuração dos fatos”  A primeira vítima, que tinha postado o relato no Instragan, resolveu denunciar e compareceu à Delegacia e a segunda vítima, que desencadeou a operação, estava tão amedrontada que não queria fazer a denúncia. A polícia localizou essa vitima e conseguiu convencê-la a formalizar a denúncia. Apesar do crime ter ocorrido quando os envolvidos ainda eram menores, a delegada lembrou que a prescrição para crime de estupro é bastante longa.

O Delegado Fabiano Aurich explicou que as redes sociais não é o local para denunciar crime, até porque acaba chamando a atenção dos acusados, e impede que a investigação ocorra com mais sigilo. “Lembrando que a investigação foi iniciada quando os acusados, que tiveram seus nomes expostos na rede social, sentindo-se caluniados, procuraram a Delegacia”,