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:: ‘Polícia’

CANDEIAS-Polícia prende suspeito de latrocínio e ocultação de cadáver

Diligências realizadas por policiais da 20ª  e 7ª Delegacias Territoriais (DT), situadas em Candeias e Rio Vermelho, respectivamente, resultaram na prisão em flagrante, nesta quarta-feira (26), de um suspeito de envolvimento no latrocínio e na ocultação do cadáver de Bartolomeu Ribeiro dos Santos. 

 A ação foi desencadeada no Povoado de Massuim, em Candeias, onde o corpo da vítima estava enterrado. Bartolomeu desapareceu no dia 21 de maio, quando chegou naquela cidade para realizar um serviço numa fazenda. 

Conforme as apurações da equipe da 20ª DT/Candeias, o suspeito teria recebido a quantia de mil reais para matar e enterrar o homem. O titular da unidade, delegado Vítor Eça Andrade, explicou que outro criminoso participou da ação e roubou o trator da vítima. “Seguimos com as diligências para localizá-lo”, disse. 

Após o flagrante realizado no bairro de Paripe, o preso está à disposição da Vara Criminal. Dois homens também prestaram depoimento na unidade e foram liberados. As equipes estão efetuando buscas para localizar o carro da vítima, um Fiat Palio, com placa PKI-2466.

Um dos traficantes mais procurados do mundo, líder de máfia italiana é preso na Paraíba

Um dos traficantes mais procurados do mundo, líder de máfia italiana é preso na Paraíba

Um dos narcotraficantes mais procurados do mundo, Rocco Morabito foi preso pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (24/5), em João Pessoa, na Paraíba. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, ele foi localizado em um quarto de hotel, em João Pessoa. A prisão foi possível por meio de um trabalho conjunto da PF com a Interpol, a polícia internacional, e a partir de um mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Rocco Morabito era considerado o segundo criminoso mais procurado da Itália e acusado de envolvimento com a Ndrangheta, que é tida como uma das maiores e mais poderosas facções criminosas organizadas do mundo.

No momento da prisão, Morabito estava acompanhado de mais dois estrangeiros. Um deles, também italiano, é foragido da Justiça. Ele era investigado pela Polícia Federal desde 2019, quando fugiu de uma prisão no Uruguai e veio para o Brasil.

A prisão foi feita pela PF em parceria com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a polícia italiana, cujas agências dos carabinieri, uma das forças armadas da Itália, e do Serviço de Cooperação Internacional de Polícia (Projeto I-Can) participaram da investigação em conjunto com o Escritório Central da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) no Brasil.

Receita Federal apreende 637 kg de cocaína no porto de Salvador

Receita Federal apreende 637 kg de cocaína no porto de Salvador

Foto: Divulgação

A Receita Federal, em operação conjunta com a Polícia Federal, apreendeu cerca de 637 kg de cocaína no porto de Salvador, nesta segunda-feira (24).

 

Segundo a assessoria de imprensa da Receita, a droga estava dentro de uma carga de rolos de polímero – material usado para embalagem de mercadorias – que seria embarcada em um navio com destino ao porto de Antuérpia, na Bélgica. O material é foi avaliado em R$ 124,1 milhões.

 

De acordo com o órgão, a droga seria embarcada no mesmo navio onde também seriam embarcados os 244,5 kg de cocaína, apreendidos também no porto de Salvador, na última sexta-feira (21), numa carga de celulose.
Essa foi a terceira apreensão de cocaína pela Receita Federal em 2021 no porto da capital.

 

No ano passado, foram apreendidas 6,7 toneladas de cocaína no terminal soteropolitano e mais 2 toneladas no porto de Ilhéus.

Morte de MC Kevin foi acidental, conclui laudo da perícia

Morte de MC Kevin foi acidental, conclui laudo da perícia

Foto: Reprodução/ NSC Total

O laudo pericial sobre a morte de MC Kevin concluiu que a queda “teve como causa aparente um acidente”. O funkeiro morreu na noite do último domingo, ao cair da varanda de um quarto de hotel no Rio de Janeiro.

A informação foi obtida pelo jornal O Globo. O documento ainda aponta que não havia indícios de briga ou ações violentas no quarto 502 do hotel onde o cantor estava hospedado.

O quarto de onde ocorreu a queda foi acessado quatro vezes no intervalo de cerca de uma hora, revelou a perícia. Para isso, foram usados quatro cartões diferentes ainda antes da chegada do resgate.

O cantor morreu após cair da varanda do quinto andar de um hotel na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, no domingo (16). Ele foi socorrido ainda com vida ao lado da área da piscina, após bater a cabeça em uma barreira de vidro, que cercava o local. Levado pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Miguel Couto, o funkeiro não resistiu aos ferimentos e morreu 

O laudo do IML (Instituto Médico Legal) do Rio de Janeiro indica que a causa da morte do cantor Kevin Nascimento Bueno, conhecido como MC Kevin, 23, foi traumatismo craniano provocado por ação contundente (violenta). O exame toxicológico ainda é aguardado pela polícia que investiga o caso.

Segundo o laudo, ao qual a reportagem teve acesso, o músico apresentava três fraturas na região da face — osso nasal, maxilar e mandibular –, e em outras dez costelas, sendo nos “sétimos primeiros arcos costais anteriores a esquerda e três primeiros posteriores à esquerda”.

Ainda de acordo com o laudo do IML, MC Kevin apresentava também hemorragia subaracnóidea difusa (no espaço entre o cérebro e a membrana que o reveste) e hemorragia subdural em região occipital (entre o encéfalo e o crânio).

CARREIRA

Conhecido por sucessos como “Cavalo de Troia”, “Favelado Vencedor” e “O Menino Encantou a Quebrada”, Kevin contava com 8,6 milhões de seguidores no instagram e 537 mil no YouTube. O artista já fez parcerias com outros artistas do gênero como MC Guimê e Igu. Nascido na Vila Ede, bairro da zona norte de São Paulo, lançou o último álbum “Fênix”, recentemente.

 

Pouco mais de um mês antes de morrer, MC Kevin lançou a faixa “Minha Última Música”. A letra, que trata de alguém que trocou o crime pela música e que “vê o melhor da vida sempre andando pra frente” traz também momentos melancólicos. Em um trecho a canção fala sobre “parar”, “dar um tempo” para repensar a vida. “Eu tô cansado de cantar, vou dar um tempo. Eu posso parar. Depois eu volto pro funk. Joga o tapete vermelho pra eu passar. Vou ficar um tempo distante, paz. Na minha vida, eu tô cansado de inveja. Eu vou aproveitar pra gastar meus milhões bem longe. Tô só pedindo um tempo pra minha vida repensar É hora do descanso do gigante. É que a liberdade, tá f*** a realidade, vê que o mundo tá acabando”, diz a música.

Homens suspeitos de envolvimento em crimes contra banco morrem em confronto com policiais na BR-101

Três homens suspeitos de envolvimento em crimes contra banco morrem em confronto com policiais na BR-101 — Foto: Divulgação / SSP-BA

Três homens suspeitos de envolvimento em crimes contra banco morrem em confronto com policiais na BR-101 — Foto: Divulgação / SSP-BA

Três homens suspeitos de participarem da ação criminosa contra uma agência bancária no município de Jiquiriçá, a cerca de 250 km de Salvador, morreram após um confronto com policiais militares, na manhã desta quarta-feira (5), na BR-101, em trecho da cidade de Laje.

Conforme a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP), o grupo foi encontrado após trocas de informações entre equipes das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal.

“Com os levantamentos descobrimos que veículos utilizados nos últimos ataques a bancos na região circulavam no trecho entre Santo Antônio de Jesus e Wenceslau Guimarães”, contou o comandante da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Cacaueira, major Rodrigo Fábio.

Durante a ação, um carro com restrição de roubo foi encontrado — Foto: Divulgação / SSP-BA

Durante a ação, um carro com restrição de roubo foi encontrado — Foto: Divulgação / SSP-BA

De acordo com a SSP, policiais das Cipes Cacaueira e Central realizaram um bloqueio na BR-101 com o objetivo de identificar e abordar os veículos apontados nas investigações.

Durante a ação, um carro com restrição de roubo foi recuperado. Seis pessoas que estavam no veículo conseguiram fugir por uma área de mata.

O órgão de segurança informou que os policiais iniciaram as buscas na localidade quando houve um confronto e três suspeitos baleados e não resistiram aos ferimentos.

Durante a ação, foram apreendidos duas pistolas calibre 40 e 9mm, além do carro.

NOTA OFICIAL-DA POLICIA DO CONFRONTO DESSA MADRUGADA NA CIDADE DE POÇÕES ONDE UM INDIVIDUO VEIO A ÓBIDO

Um homem morreu em confronto com a Rondesp, por volta da meia noite desta quarta-feira (28), em Poções.

Segundo a Rondesp, os policiais foram até a cidade para averiguar denúncia de que homens estariam cometendo assaltos com frequência na região, além de estarem circulando armados.

Ao chegarem à cidade, com o apoio da viatura da 79° CIPM, os policiais realizaram rondas pelo bairro Nova Sião, onde os assaltantes estariam agindo, e os PMs se depararam com três homens próximo a uma casa.

A polícia informou que foi recebida a tiros e houve confronto. Ainda segundo a polícia, dois homens fugiram e um suspeito foi encontrado caído. Ele foi encaminhado para o Hospital Municipal de Poções, mas não resistiu.

*Material Apreendido:*

– 01 Pistola Taurus 838, Cal. 380 de numeração suprimida.
– 01 carregador com 07 munições.

PLANTÃO POLICIAL-OPERAÇÃO DA RODESP NESSA MADRUGADA DEIXA UM MORTO NA CIDADE DE POÇÕES BAHIA

[FOTO ILUSTRADA]

Uma operação da Rondesp no bairro Nova Sião em Poções, na madrugada dessa quarta feira  nossa reportagem foi informada que um suspeito foi abordado e atirou pra cima da Guarnição que no revide o mesmo foi atingindo socorrido e foi a óbito. O nome do suspeito ainda não foi informado. Mais tarde informações oficiais

Suspeito de homicídio é preso em Salvador; homem foi morto após ‘prejudicar’ venda de drogas ao furtar de celular

Suspeito de homicídio no Calabar é preso no Alto das Pombas — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Suspeito de homicídio no Calabar é preso no Alto das Pombas — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um homem foi preso preventivamente nesta terça-feira (27), no bairro Alto das Pombas, em Salvador, suspeito de envolvimento em um homicídio no dia 9 de fevereiro deste ano no bairro do Calabar, também na capital baiana. As informações são da Polícia Civil.

O homem morto foi identificado como Diego dos Santos Ferreira. De acordo com as investigações, Diego foi assassinado por traficantes de drogas do Calabar depois de furtar um celular no bairro da Barra. O furto teria levado a polícia à localidade o que inviabilizou a venda de drogas, conforme aponta a titular da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), a delegada Zaira Pimentel, que investiga o caso.

Um carregador de pistola, uma roupa camuflada e seis foguetes, usados por traficantes para anunciar a chegada da polícia nas localidades, foram apreendidos. Outros três suspeitos de envolvimento na morte de Diego estão presos e mais um suspeito é procurado. A polícia, no entanto, não detalhou quando os outros suspeitos foram presos

Após o cumprimento do mandado, o homem foi submetido a exames de lesão corporal e está à disposição da Justiça.

Duas mulheres são achadas mortas com marcas de tiros em estrada na cidade de Cachoeira, no recôncavo baiano

A morte das duas mulheres, encontradas nesta terça-feira (227), será investigado pela delegacia de Cachoeira. — Foto: Fábio Santos / Site Voz da Bahia

A morte das duas mulheres, encontradas nesta terça-feira (227), será investigado pela delegacia de Cachoeira. — Foto: Fábio Santos / Site Voz da Bahia

Duas mulheres foram achadas mortas na manhã desta terça-feira (27) em uma estrada no Povoado de Alecrim na cidade de Cachoeira, no recôncavo baiano. De acordo com a Polícia Civil, os corpos tinham marcas de tiros. As duas vítimas não foram identificadas pela polícia.

Segundo a Polícia Militar, uma equipe da 27ª Companhia Independente da Polícia Militar (27ª CIPM) foi acionada para atender uma denúncia de disparos de arma de fogo contra duas pessoas, por volta das 2h da madrugada. No local, os militares encontraram as vítimas e acionaram a Polícia Técnica para perícia e remoção dos corpos.

Ninguém foi preso até o momento. Ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime.

O caso será investigado pela delegacia de Cachoeira.

Morre menina de 6 anos agredida por mãe e madrasta em Porto Real

Gilmara Oliveira de Farias, de 27 anos, com a filha Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, de 6, em foto nas redes sociais.

Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, a menina de 6 anos que foi agredida e torturada pela mãe e a madrasta em Porto Real, no Sul Fluminense, morreu na madrugada deste sábado. De acordo com o boletim médico do hospital particular onde estava internada, a criança sofreu uma parada cardiorrespiratória por volta das 3h30 e não resistiu. Ainda segundo o boletim, Ketelin chegou na unidade de saúde, transferida do Hospital Municipal São Francisco de Assis, na última segunda-feira, com quadro de politraumatismo e coma arreflexo, apresentando múltiplas lesões corporais agudas e crônicas. Nas últimas 24 horas, o estado da menina se agravou, com ”deterioração das funções vitais”.

No início da semana, Ketelen foi levada para o Hospital Municipal São Francisco de Assis após ser espancada pela madrasta, Brena Luane Barbosa Nunes, de 25 anos, e a mãe da menina, Gilmara Oliveira de Farias, de 27 anos. Segundo informações, as agressões começaram na sexta-feira (16) e se estenderam até segunda-feira. Elas moravam no bairro de Jardim das Acácias, em Porto Real.

— Ketelen era uma criança boa, respeitadora… Seis aninhos. Uma criança muito amável que me chamava de tia. Ela (Gilmara) só deixava a criança dentro do quarto. Ela e a Ketelen estavam aqui a passeio. Eu falei para ela não trazer porque a Brena não gosta de criança, nunca gostou — conta a mãe de Brena, madrasta de Ketelen, que mora na mesma casa que a filha e presenciou as torturas sofridas pela menina.

 

O quarto em que dormia a criança
O quarto em que dormia a criança Foto: Isabelle Magalhães/TV Rio Sul

Segundo ela, Brena sempre teve um comportamento agressivo com namoradas e familiares. Esta, entretanto, é a primeira vez que escuta um caso de agressão à uma criança:

— Essa é a primeira vez que ela faz isso (bate em uma criança). Ela sempre teve esse comportamento agressivo. O relacionamento dela com a Gilmara era marcado por brigas. Antes dela Brena namorou outra mulher, e era assim também.

Uma vizinha de Brena reforça o comportamento violento da mulher, relatando agressões à própria mãe e à avó, de 86 anos.

— A própria mãe dela foi na minha casa duas vezes pedir socorro porque tinha sido agredida pela filha. Brena jogou uma televisão na cabeça da própria mãe. Ela tava em perigo na mão da própria filha, e eu a socorri. Isso aconteceu duas vezes. A mãe chamou a polícia, mas nada aconteceu. Brena bateu até na própria avó, de 86 anos. Elas também são vítimas porque, pelo que eu conheci da Brena, ela era um monstro. Era para estar presa há muito tempo — afirma Roberta Rodrigues de Oliveira, de 46 anos.

A mãe de Brena, porém, afirma que as agressões à Ketelen aconteciam em conjunto, muitas vezes comandadas por Gilmara.

Madrasta espancou menina, que acabou morrendo
Madrasta espancou menina, que acabou morrendo Foto: Reprodução

— As duas são culpadas (pela morte). Tanto a mãe quanto a madrasta. Nao estou culpando uma só e deixando a outra livre, não. Gilmara que mandava a Brena bater na menina, ou então as duas batiam — conta a mãe de Brena, contando ainda que a menina era deixada trancada em um quarto sem comer: — A Gilmara deixou a menina sem comer. Eu dava comida para menina escondido. Dava café, fazia pipoca, comprava guaraná…Para a mãe de Brena, a filha e a nora devem pagar pelo crime e permanecer atrás das grades:

— Eu não quero vê-las livres. Não criei filha pra matar criança, não! O que minha filha vez não tem justificativa! Eu a eduquei! Elas têm que pagar pelo que fizeram, não podem sair da cadeira. Não quero que saiam.

Assim como a mãe de Brena, os moradores do Jardim das Acácias, em Porto Real, também querem justiça.

— Moro a quatro casas de distância da casa da Brena. Se eu tivesse ouvido ou visto algo, teria denunciado. Teria colocado a cara. Mas eu nunca vi essa criança, ela ficava presa. Ninguém de fora ouviu porque elas fechavam a boca da criança e aumentavam o volume da TV — conta Roberta, completando: — A vizinhança está revoltada. Todo mundo revoltado. Chego até a passar mal de nevorso ao pensar que isso aconteceu com uma criança de seis anos…

Na última quarta-feira, a Justiça decretou a prisão preventiva das duas agressoras. Na decisão proferida após a audiência de custódia, o juiz Marco Aurélio da Silva Adania frisa a gravidade das lesões sofridas pela vítima, que é filha e enteada das acusadas.

Ao optar por mantê-las presas, o magistrado também enumerou detalhes da violência contra a menina na casa da família. Segundo a mãe da madrasta da criança, que também mora na residência, as agressões começaram no fim da noite de sexta-feira e continuaram por pelo menos 48 horas. Foram “socos e chutes por diversas vezes”, além de a vítima ter sido “arremessada contra a parede e contra um barranco de 7 metros de altura, e de ser chicoteada com um cabo de TV”, sendo submetida a “intenso sofrimento físico e psicológico”, conforme afirma o juiz na decisão.

O magistrado ressalta ainda que as duas presas confessaram o crime à 100ª DP (Porto Real), responsável pelas investigações. Também pesou contra as mulheres o fato de que o socorro só foi acionado na manhã de segunda-feira, quando a menina já não apresentava nenhuma reação — “talvez por temerem seu falecimento”, diz o juiz.

Por fim, foi destacado o histórico de violência por parte da madrasta, que tem, entre outros crimes, uma passagem na polícia por agredir fisicamente a própria mãe, uma das testemunhas, agora, no caso envolvendo a menina. “A prisão das flagranteadas merece ser mantida para a conveniência da instrução criminal, diante do fato de que as testemunhas/vítimas, por certo, sentir-se-ão amedrontadas em prestar depoimento estando estas em liberdade”, argumenta o magistrado.

Na audiência de custódia, a madrasta da menina informou à Justiça ter sofrido “violência no ato da prisão” — resposta para um questionamento de praxe neste tipo de procedimento. O juiz Marco Aurélio da Silva Adania determinou, então, que cópias dos autos fossem remetidas à Corregedoria Geral da Polícia Militar e à Auditoria Militar, “para apurar eventuais agressões praticadas”.