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Covid-19: Bahia tem ocupação de 100% nos 20 leitos clínicos pediátricos disponíveis

Todos os 20 leitos clínicos pediátricos destinados ao tratamento da Covid-19 na Bahia estão ocupados. Os 100% foram atingidos na quinta-feira (24), de acordo com o boletim epidemiológico disponível no site da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab).
O boletim também mostra que oito dos 20 leitos de UTI pediátrica estão ocupados, o que corresponde a uma taxa de 40%. Ainda segundo os dados da Sesab, com 125 leitos disponíveis, a ocupação de UTI para adultos é de 48%.
A Bahia tem enfrentado um aumento significativo de casos de Covid-19 nos últimos dias. Em 1º de novembro a Sesab contabilizou 371 diagnósticos positivos para a doença, e ontem foram registrados1.684 casos.
Segundo a polícia, a menina estaria nas primeiras semanas de gravidez e foi levada, pela mãe, até um homem que se diz ser pai de santo, para fazer um aborto.
Menina de 12 anos morre após ‘pai de santo’ dar chá de ervas para ela abortar, no interior do Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante |
Uma menina de 12 anos morreu, após passar por um ritual com uso de ervas, para provocar um aborto. O caso aconteceu na manhã dessa quarta-feira (23), no povoado Tanque, na zona rural da cidade de Joselândia, a 331 km de São Luís.
Segundo a polícia, a menina estaria nas primeiras semanas de gravidez e foi levada, pela mãe, até um homem que se diz ser pai de santo, para fazer um aborto.
No local, o pai de santo teria usado um chá de ervas abortivas para provocar a expulsão do feto. Depois de a menina tomar o chá, ela passou mal e foi levada para o Hospital Municipal de Joselândia, mas já chegou na unidade de saúde sem vida.
Ao suspeitarem das causas da morte da menina, os funcionários do hospital acionaram a polícia.
A mãe da menina e o pai de santo foram conduzidos à delegacia e confessaram o crime. Diante dos fatos, eles foram presos e devem responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil do Maranhão, que também investiga o crime de estupro de vulnerável, já que a vítima só tinha 12 anos de idade.
Bahia ocupa top 3 em número de obras federais inacabadas; veja ranking detalhado
Levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) foi divulgado nesta quinta-feira (24)
O estado da Bahia está entre os três primeiros do país em número de obras federais inacabadas, de acordo com um levantamento divulgado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), nesta quarta-feira (24).
Os dados foram publicados no Painel de Obras Paralisadas da corte de contas, que consolida os dados de contratos relacionados a obras públicas custeadas com recursos federais.
Atualmente são mais de 22 mil obras registradas, das quais mais de oito mil estão paradas, cerca de 38%. A área com mais paralisações é a de educação.
Entre as principais razões para a descontinuidade dos trabalhos estão, segundo o Tribunal, deficiências técnicas, falhas no fluxo orçamentário/financeiro e abandono das obras pelas empresas contratadas.
Com R$ 10,2 bilhões de investimento, a Bahia vem logo atrás com 807 obras públicas paralisadas, sendo 433 também voltadas para a educação, como a reforma da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que se encontra inacabada (foto).
O primeiro lugar neste ranking pertence ao Maranhão, com 905 intervenções que, juntas, tem um valor de investimento de R$ 1,2 bilhão. Desse total, 641 são empreendimentos voltados à educação básica, como creches, quadras e construção de escolas.
O Pará, localizado na região norte do país ocupa o terceiro lugar com 53,4% do total de empreendimentos públicos paralisados ou inacabados, de acordo com o painel do TCU.
Mesmo após um investimento de R$ 6,82 bilhões, a unidade federativa acumula 671 obras paradas — 535 relacionadas à educação.
Sebrae Bahia elege presidente do Conselho e Diretoria Executiva

Em eleição realizada durante reunião do Conselho, na sede do Sebrae, em Salvador, Humberto Miranda, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), foi eleito, na segunda-feira (21), para a presidência do Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Bahia. Na ocasião foram reeleitos o superintendente, Jorge Khoury, e o diretor técnico, Franklin Santos. O economista Vitor Lopes é o novo diretor de Administração e Finanças. A nova diretoria será empossada em janeiro de 2023 para um mandato de quatro anos. Também foram eleitos, durante a reunião os membros do Conselho Fiscal da organização, que terão o mandato iniciado em março de 2023.
PRF apreende 10 Kg de cocaína durante abordagem a ônibus na BR 116 em Jequié
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na manhã desta quarta-feira (23), 10 kg de substância com características semelhantes à cocaína escondida na bagagem de um passageiro de ônibus que fazia o itinerário Rio De Janeiro (RJ) x Sobral (CE). O valor estimado da droga é de quase R$ 2 milhões.
A ação ocorreu no quilômetro 677 da BR 116, em Jequié. Era por volta das 10 horas quando a equipe deu ordem de parada ao veículo. Durante a abordagem e procedimentos padrões de checagem, os policiais localizaram a droga em uma mala azul no bagageiro do ônibus.
Questionada, a proprietária da mala admitiu que recebeu R$ 1.000,00 para transportar a droga do Rio de Janeiro (RJ) para a cidade de Feira de Santana. Com ela ainda foram encontrados 10 gramas de maconha.
Diante dos fatos, a ocorrência foi encaminhada à Polícia Judiciária para adoção das medidas cabíveis. Inicialmente a mulher responderá por tráfico de drogas.
Fundação José Silveira vence o Prêmio Benchmarking da Fesfba na categoria Segurança do Paciente

A Fundação José Silveira (FJS) é vencedora do Prêmio Benchmarking, do V Fórum de Saúde Bahia, da Federação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas do Estado da Bahia (Fesfba), na categoria Segurança do Paciente. O evento aconteceu na terça-feira (22), em Salvador, e contou com a participação das principais instituições filantrópicas da Bahia.
MP-BA pede informações sobre medidas contra aumento da contaminação com a Covid-19
Foto: Reprodução / Conass.orgDiante do aumento de casos de contaminação por Covid-19 em todo o país, que vem sendo considerada por especialistas como a “quarta onda” da doença, o Grupo de Trabalho de acompanhamento às ações de enfrentamento ao novo coronavírus (GT Coronavírus) do Ministério Público estadual instaurou novo procedimento administrativo para monitorar as políticas públicas de combate à expansão de infecções pelo vírus na Bahia.
O GT encaminhou na última segunda-feira, dia 21, ofícios à Secretarias Estadual de Saúde (Sesab) e municipais (SMS) de Salvador e Madre de Deus, solicitando informações sobre medidas que já estão em andamento ou que serão adotadas para diminuir os impactos da “quarta onda” e garantir assistência aos pacientes eventualmente infectados. O MP pediu que as informações sejam enviadas em prazo de dez dias úteis.
Também em razão da “quarta onda”, que estaria sendo provocada pela subvariante Omicron BQ.1, o MP emitiu nesta terça-feira, dia 23, comunicado interno recomendando a todos integrantes o uso de máscaras nos veículos oficiais e em ambientes fechados nas sedes da instituição em todo o estado.
Em relação à cobertura vacinal contra a Covid-19, o Ministério Público estadual, por meio do GT Coronavírus e do Centro de Defesa da Saúde (Cesau), reitera a importância de que a população compareça aos postos de saúde visando garantir o esquema vacinal completo, considerando os baixos índices de aplicação identificados em relação às doses de reforço.
Urnas eletrônicas têm certificados digitais individuais e códigos únicos para identificar cada equipamento; veja detalhes
Os sistemas utilizados pela Justiça Eleitoral e validados por observadores nacionais e internacionais permitem identificar, sem risco de confusão e com várias camadas de redundância, cada uma das mais de 577 mil urnas eletrônicas utilizadas nas eleições deste ano.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), esses números de identificação são gerados antes, durante e após a realização da votação e garantem que cada operação eletrônica – a inserção do software, a votação e a emissão do boletim de urna, por exemplo – seja devidamente registrada e comprovada para cada urna.
O fato de esses sistemas serem redundantes garante que, mesmo se alguma das etapas falhar, haverá outras formas de identificar cada urna e evitar a duplicação ou a anulação dos votos.
A Justiça Eleitoral usou, nas eleições gerais deste ano, um total de 577.125 urnas eletrônicas – incluindo os equipamentos enviados às seções no exterior e os dispositivos de reserva.
Os dados dessas urnas foram amplamente divulgados na internet e submetidos a diversas auditorias. Até o momento, não houve nenhum registro de inconsistência entre as informações inseridas nas urnas e os números de votos divulgados oficialmente.
Quem garante a autenticidade dos sistemas?
Os diversos sistemas de segurança inseridos nas urnas têm validade oficial porque são garantidos por uma assinatura digital.
Esses sistemas passam por uma série de testagens, inspeções e verificações, além de receberem chancela de entidades fiscalizadoras nacionais e observadores estrangeiros. É essa assinatura que garante o rastreio da origem dos arquivos produzidos pelas urnas.
Cada urna eletrônica utilizada no Brasil tem um certificado digital único e um número interno identificador único – como um CPF que permite identificar aquele dispositivo entre os quase 600 mil disponíveis.
Essa certificação atesta que cada documento assinado por uma urna foi, de fato, emitido por aquele dispositivo. Ou seja, que não houve troca, replicação ou fraude na vinculação das informações.
A assinatura digital da urna eletrônica é similar à usada por pessoas, empresas e cartórios em todo o país para assinar e autenticar documentos eletrônicos. A certificação digital é reconhecida pela legislação brasileira, para todos os efeitos, como uma comprovação oficial de identidade.

TSE termina processo de lacração do sistema das urnas eletrônicas
Quais documentos a urna eletrônica emite?
Essa assinatura digital garante a autenticidade dos três principais documentos emitidos por cada urna eletrônica:
- Log de eventos: é o registro de funcionamento da urna eletrônica, ou seja, uma lista cronológica de todas as operações que foram realizadas naquele equipamento desde o início do processo eleitoral (início e término da votação, emissão de boletim, execução de aplicativos etc.)
- Registro Digital do Voto (RDV): lista de todos os votos inseridos naquela urna eletrônica específica e naquele turno de votação. Essa lista não identifica o eleitor, nem o horário da votação, nem a ordem de inserção dos votos – com isso, garante o sigilo da votação.
- Boletim de Urna (BU): documento emitido ao fim da votação e que totaliza os votos naquela urna para cada candidato – é a somatória das informações do registro digital do voto. É esse documento que o chefe de cada seção eleitoral imprime ao fim da votação e fixa na porta da sala.
Uma vez assinado digitalmente, cada documento fica atrelado à urna que o emitiu. Com isso, torna-se impossível “confundir” dois boletins de urnas, ou atribuir um documento a qualquer outro equipamento.
“Esse número é utilizado pelo software em diversos momentos, possibilitando assim a rastreabilidade, auditabilidade e cronologia dos eventos”, explica o TSE.
“Essas assinaturas também foram publicadas pelo TSE na internet e estão disponíveis em conjunto com os arquivos de log das urnas. Não há, portanto, qualquer desvio que possa desacreditar os arquivos de log das urnas antigas”, prossegue o tribunal.
A assinatura digital é criada bem antes do dia da votação, ou seja, já foi realizada com sucesso quando a urna é enviada para cada seção eleitoral.
Pode acontecer, no entanto, de algum dos sistemas da Justiça Eleitoral não conseguir “puxar” esse código único de cada urna. Nesse caso, entra em cena a redundância dos mecanismos.
Em outras palavras: há outros códigos, também únicos para cada urna eletrônica, que ajudam a identificar cada equipamento.
Quais códigos garantem a redundância do sistema de autenticação?
Em todos os modelos de urnas eletrônicas que foram usados nas eleições de outubro, é possível identificar cada equipamento usando o “número de carga”.
Esse número é gerado dias antes da votação, quando servidores da Justiça Eleitoral fazem a “carga” de cada urna – ou seja, quando inserem em cada equipamento a lista de eleitores daquela seção e a lista de candidatos que disputam a eleição naquele local.
É essa carga de informações específicas que garante, por exemplo, que um candidato a governador do Distrito Federal não esteja em uma urna instalada no Pará. E que um eleitor só possa votar na sua seção, e não em qualquer outra.
O número de carga é emitido automaticamente, reunindo as informações do código de identificação da urna (código interno), a data e a hora em que a carga foi feita e o identificador dos dados inseridos. Ou seja: garante que a urna ainda é a mesma, e que a carga foi feita corretamente.
Segundo o TSE, o número de carga é atualmente o código mais confiável para identificar cada urna – é “o elemento que efetivamente identifica uma urna no processo eleitoral e permite a total rastreabilidade dos resultados produzidos pelo equipamento”.
Antes do dia da votação, o TSE divulga na internet um documento chamado “tabela de correspondências esperadas” que indica, a partir dos números de carga, qual urna foi instalada em qual seção eleitoral.
Se, no momento da apuração, o código de carga de uma seção não bater com essa tabela, os dados daquela urna ficam pendentes – e aí, só um juiz eleitoral poderá analisar o caso e decidir o que será feito.
Há, ainda, formas mais simples de identificar um boletim de urna. Basta indicar o município, a zona e a seção para encontrar o documento exato referente àquela urna, já que essa combinação de dados também é única.
A consulta por município/zona/seção pode ser feita por qualquer cidadão no site do TSE.
O TSE afirma que há ainda outros códigos, mais específicos e de uso técnico, que também permitem cravar que aquele documento é de uma urna específica – por exemplo, os números que identificam as mídias de carga e de votação usadas em cada urna.

Observadores internacionais reconhecem segurança das urnas
Como garantir que as informações em si de cada urna eletrônica são legítimas?
Todos os mecanismos descritos acima são úteis para garantir que um documento, de fato, foi emitido por uma urna eletrônica específica.
Há outros sistemas, no entanto, voltados a garantir a veracidade dos dados presentes neste documento. Ou seja, garantir que nenhum voto foi adulterado.
Uma das principais ferramentas para evitar qualquer fraude é o próprio “log de eventos” emitido pela urna.
Cada linha desse “log” representa uma operação distinta, indicando por exemplo que a urna foi inicializada, o programa foi inserido ou o horário foi corrigido.
Essa informação é autenticada por um código que, entre outras informações, usa o código de autenticação da linha imediatamente anterior.
Com isso, o sistema impede que alguém possa apagar o registro de operações anteriores ou inserir artificialmente uma operação falsa – fraudes assim gerariam uma incongruência nos códigos que poderia ser facilmente identificada por sistemas de auditoria.
Como é possível conferir esses códigos e sistemas?
Os códigos de correspondência (entre a urna e carga inserida) aparecem nos próprios documentos emitidos pelas urnas – tanto no log, quanto no RDV e no boletim de urna.
Os códigos da mídia de carga e da mídia de votação também são disponibilizados pelo TSE, assim como os códigos da assinatura digital, e puderam ser verificados pelas auditorias das entidades fiscalizadoras.
“Essas informações, somadas a assinatura digital de cada urna com chave própria e exclusiva nos arquivos, garantem que uma análise individualizada de cada arquivo de log permitirá identificar sua origem de forma inequívoca”, explica a Justiça Eleitoral.
Michelle Bolsonaro teria mantido caso amoroso com outro ex-deputado casado; saiba quem

Ex-esposa de Valdemar Costa Neto afirmou que Michelle Bolsonaro teria mantido caso amoroso com ex-deputado casado
A ex-esposa do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, fez novas insinuações sobre a primeira-dama Michelle Bolsonaro e sugeriu que a esposa do presidente Jair Bolsonaro (PL) teria mantido caso amoroso com outro político casado.
Após ter afirmado que Michelle seria “peguete” de Valdemar, Maria Christina Mendes Caldeira agora sugere que a primeira-dama teria relações com o ex-deputado federal Laerte Bessa (PL).
“E aí Michelle… conhece esse político ? Era casado, né?”, escreveu nesta segunda-feira (21), junto a uma foto de Bessa. “Mulher cristã não tem caso com homem casado, isso é básico nas leis de Deus. Não cobiçar o marido alheio”, acrescentou.
Na noite da última sexta-feira (18), Maria afirmou, em live realizada no seu perfil do Instagram, que Michelle Bolsonaro foi “peguete” de seu ex-marido e que ele teria acobertado “evasão de divisa e sonegação dos Bolsonaros”.
Suspeitos são presos por transportar cerca de 700 aves silvestres em situação precária no sudoeste da Bahia
Dois homens foram presos em flagrante por transportar 700 aves silvestres em situação precária, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. O caso ocorreu na terça-feira (22).
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), os suspeitos utilizavam um carro de passeio para fazer o transporte dos animais, que eram das espécies papa-capim, coleiro-brejal, azulão e trinca-ferro.
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Suspeitos são presos por transportar cerca de 700 aves silvestres em situação precária no sudoeste da Bahia — Foto: Divulgação/SSP-BA
Eles foram abordados por equipes da 2ª Companhia Independente de Polícia Rodoviária (CIPRv). Durante revista no veículo, os polciais encontraram as aves no assento e no porta-malas.
De acordo com o capitão Marcos Farias, os suspeitos pretendiam vender as aves em Vitória da Conquista. Após o resgate, os animais foram levadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do município.
Os suspeitos foram levados para Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), onde estão à disposição da Justiça.
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Suspeitos são presos por transportar cerca de 700 aves silvestres em situação precária no sudoeste da Bahia — Foto: Divulgação/SSP-BA
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Suspeitos são presos por transportar cerca de 700 aves silvestres em situação precária no sudoeste da Bahia — Foto: Divulgação/SSP-BA







Menina de 12 anos morre após ‘pai de santo’ dar chá de ervas para ela abortar, no interior do Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante


