Eliminado do BBB 21 com 98,76% de rejeição, Nego Di foi denunciado ao Ministério Público e teve sua conta no Instagram suspensa após fazer comentário polêmico sobre vídeo íntimo vazado de Natália Deodato. A modelo está atualmente confinada no BBB 22 e aparece realizando sexo oral no material vazado. “Que goela bem aveludada, hein, morena! Curiosidades do dia: eu não sabia que Dálmata gostava de chimarrão”, disse Nego Di, referenciando o vitiligo de Natália.

A denúncia ao MP foi feita pelo policial militar e vereador Gabriel Monteiro. “Que Nego Di é um comediante sem graça, vilão do humor, isso é mais notório que sua impopularidade. Hoje deliberadamente começou a ofender implicitamente a Natália, a chamando de ‘Dálmata’ por sua doença vitiligo e detalhe: achou bonitinho o vídeo dela ser vazado”, comentou ele em seus perfis nas redes sociais.

“Com pessoas assim a gente não perde tempo xingando no direct: a gente denuncia no MP. Se você acha isso certo, pensa que poderia ser com sua filha, que vá fazer graça na cadeia e não no Instagram”, finalizou Gabriel. O vídeo de Natália circula nas redes desde quarta-feira, 19, e uma medida protetiva para a participante foi solicitada pela Polícia Civil de Minas Gerais à Justiça. Um suspeito de 39 anos é investigado.

Nego Di rebate comentários de Gabriel Monteiro
Nego Di tomou conhecimento das críticas de Gabriel e rebateu o político. “Teve um youtuber/vereador/‘fiasquento’ dizendo que sou criminoso e que devo ir pra cadeia, e que me denunciou ao Ministério Público. Aí fui dar uma pesquisada sobre ele, então tá aqui: esse youtuber/vereador já foi expulso da Polícia Militar por deserção, já foi penalizado por porte de arma fora de serviço, faltas injustificadas, quebra de hierarquia, bastante coisa, hein!”, disse o humorista.

“Se eu sou criminoso, o que sobra pra ti, Gabriel Monteiro? Em que momento tu trabalha? Em que momento tu exerce a sua função? Transfobia não é crime, é tranquilo?”, questionou Nego Di, em referência a uma situação em que Gabriel foi acusado de transfobia por se recusar a se referir a uma mulher trans como pronome feminino.