Três notícias falsas divulgadas no WhatsApp deixaram a população teixeirense em alerta nos últimos dias.

A primeira é de um falso anúncio de doação de sangue para uma criança, cujo nome é Elisa Mirela Guedes de Lima. A notícia deixou a população comovida e muitas pessoas procuraram a unidade do Hemoba local para ajudar a salvar a criança.

Na versão, a história aponta para uma criança que está internada no hospital regional do município. No entanto, não é a primeira vez que este nome é usado como notícia fake. Em agosto de 2015, a mesma história foi divulgada, mas, contando a versão de que a menina morava na cidade de Taubaté, no interior de São Paulo.

A segunda notícia provocou um grande alvoroço nas redes sociais. Trata-se de áudios que confirmam o sequestro de crianças, sendo que o último caso, supostamente, havia acontecido no bairro Santa Rita.

Ainda no áudio, a mulher conta que os sequestros têm relação com bruxaria e que os criminosos estão esfaqueando os pais, caso tentem brigar pelo filho.

Esta também não é a primeira vez que falsas notícias divulgam o desaparecimento de crianças, principalmente menores de 5 anos. No final do ano passado, a notícia de que pessoas em carros pretos estariam raptando crianças nos bairros Castelinho, Liberdade e Jerusalém deixou os moradores destas localidades apreensivos.

A última notícia diz que o voto é anulado caso o eleitor escolha apenas presidente e vote em branco para os outros cargos. De acordo com a mensagem, o voto só é computado como válido se for “completo”.

A manchete foi publicada pelo G1, confirmando mais um fake news. A resolução 23.554, que dispõe sobre os atos preparatórios para as eleições de 2018, afirma que se o eleitor confirmar pelo menos um voto, deixando de concluir a votação para os demais cargos, o presidente da mesa receptora de votos o alertará sobre o fato, solicitando que retorne à cabine e conclua a votação.

Se o eleitor se recusar, o presidente da mesa deverá, utilizando-se de código próprio, liberar a urna a fim de possibilitar o prosseguimento da votação, sendo considerados nulos os votos não confirmados, e entregar ao eleitor o respectivo comprovante de votação. O voto já digitado, porém, é aceito.

Neste ano, o voto para presidente é o último a ser digitado na tela. Ou seja, é preciso que o eleitor, de toda forma, vote para os outros cargos antes. E o voto em branco é permitido.