:: 17/jan/2024 . 20:36
Dupla comemoração: Fundação José Silveira celebra aniversário de unidades referenciadas

Considerada uma das mais atuantes instituições filantrópicas do Nordeste, a Fundação José Silveira oferece à população bahiana serviço de assistência à saúde de excelência. Nesta semana, duas das suas unidades fazem aniversário; o Instituto Bahiano de Reabilitação comemora 68 anos e o Hospital Santo Amaro completa 36 anos.
Ambas são referenciadas em suas frentes de atuação, na Bahia, e compartilham o mesmo propósito de cuidar da saúde e melhorar a qualidade de vida das pessoas.
O Instituto Bahiano de Reabilitação integra o Núcleo de Reabilitação da Fundação José Silveira, sendo a primeira instituição parceira do país a contar com a validação dos seus protocolos de acompanhamento global pela AACD. O Hospital Santo Amaro, por sua vez, é pioneiro em neonatologia e cuidado ao prematuro extremo na Bahia, sendo o único hospital do Norte e Nordeste a possuir o Selo Integridade, além da certificação ONA nível 3, marcas de excelência nas práticas de governança corporativa, qualidade e segurança.
Copiloto desmaia em voo e avião da rota entre Brasília e João Pessoa pousa no aeroporto de Salvador

Um avião da empresa Latam, que seguia de Brasília para João Pessoa, fez um pouso no Aeroporto de Salvador, na terça-feira (16). Segundo a empresa, o desvio de rota aconteceu após o copiloto desmaiar e precisar de atendimento médico.
Segundo informações da Latam, o pouso do voo LA3744 foi feito em segurança e os passageiros da aeronave receberam assistência. O desvio em Salvador aconteceu às 15h08 e a chegada em João Pessoa às 16h22.
A companhia aérea informou ainda que seguiu todos os protocolos previstos em casos de membros de tripulação passarem mal e reiterou que adotou todas as medidas de segurança possíveis, técnicas e operacionais, para garantir a viagem dos passageiros.
A Vinci Airports, empresa que administra o aeroporto de Salvador, acrescentou que as operações no local não foram impactadas por causa da situação.
Parente de menina encontrada morta em BH afirma que vítima sofreu abuso sexual

Um familiar da adolescente Ana Luiza Gomes, de 12 anos, que foi encontrada morta em frente a uma casa no bairro Bela Vitória, na Região Nordeste de Belo Horizonte, na tarde desta terça-feira (16), afirma que a vítima foi abusada sexualmente pelo suspeito.
Câmeras de segurança registraram o momento em que a garota entrou no imóvel acompanhada de um homem, às 10h13.
Pouco mais de três horas depois, às 13h30, o suspeito, vestido com uma camisa diferente, deixou o local carregando a garota no colo, aparentemente desacordada, e a abandonou na calçada. O homem foi preso por policiais militares e autuado por homicídio.
Adolescente é encontrada morta em BH
De acordo com um parente de Ana Luiza, que preferiu não se identificar, os peritos do IML constaram que a vítima foi estuprada.
“O Samu tentou reanimar ela várias vezes, mas constaram o óbito. Posteriormente, no IML mostrou que ela passou por situação de abuso sexual. Foi um estupro seguido de morte”, disse.
Segundo registro da Polícia Militar, o suspeito do crime, um homem de 25 anos, relatou que a vítima passou mal e sentiu falta de ar após usar drogas. Na casa do suspeito, os investigadores chegaram a encontrar frascos de papelotes de substâncias que podem ser cocaína, além de um preservativo usado.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas, quando chegou ao local, por volta de 13h50, a menina já estava morta. O médico que atendeu a ocorrência contou à PM que a vítima já apresentava rigidez, e que a morte pode ter ocorrido muito tempo antes da ligação para o Samu.
Segundo um parente da vítima, o homem que aparece nas imagens é desconhecido da família. De acordo com ele, a menina morava no bairro Goiânia, na mesma região, com o pai e a irmã, de 10 anos.
Em nota, a Polícia Civil afirmou que a perícia se deslocou ao endereço onde a adolescente foi encontrada “para a coleta de vestígios e informações que subsidiarão as investigações”.
Operação da PF apreende equipamentos de garimpeiros que voltaram para Terra Yanomami

A Polícia Federal (PF) apreendeu armas, radiocomunicadores, munição e coletes à prova de bala, e destruiu um acampamento de garimpeiros ilegais que voltaram para a Terra Yanomami. Novas operações começaram nesta terça-feira (16). Não houve prisões.
A ação ocorre num momento em que a emergência sanitária declarada pelo governo federal na região está prestes a completar um ano
De acordo com a PF, os agentes estão atrás de garimpeiros que permanecem na área mesmo depois das operações de 2023 ou que voltaram à maior reserva indígena do país neste período. O garimpo ilegal é uma das causas da crise de saúde na Terra Yanomami.
Além das ações por terra, agentes fizeram um sobrevoo para mapear locais de invasão dentro do território.
Esta operação é a primeira desde que o governo federal anunciou, no último dia 10, “ações permanentes” na Terra Yanomami. A ministra dos povos indígenas, Sônia Guajajara, informou que serão tomadas medidas para acompanhar a execução de ações e políticas públicas no território.
O presidente Lula (PT) chegou a fazer uma reunião com ministros no Palácio do Planalto na semana passada para avaliar as ações tomadas e definir novas medidas para os Yanomami. Ele disse que a situação dos indígenas é tratada como “questão de Estado”.
Medidas do governo federal
Ficou determinado que a presença das Forças Armadas e da Polícia Federal será permanente na região. A Casa Civil anunciou ainda investimentos de R$ 1,2 bilhão para “ações estruturantes” em 2024. O ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, avaliou o momento da reunião e a visita como “emblemáticos”.
“Enquanto os Yanomami estiverem em risco, o povo brasileiro inteiro está em perigo”, disse o ministro.
Um dos primeiros passos da ação emergencial do governo foi o reforço na segurança e a repressão à atividade criminosa, com a fiscalização do espaço aéreo. A locomoção de garimpeiros na região se dá principalmente com uso de aeronaves.
Suspeito de matar jovem em apartamento de SC tinha porte de arma e registro por violência doméstica, diz polícia

Sérgio Correa, de 59 anos, apontado por matar Eduarda Gorgik, 25, e cometer suicídio em um apartamento de Itapema, no Litoral Norte, tinha posse de arma de fogo, informou a Polícia Civil. O armamento que provocou as mortes foi encontrado na casa do casal e passará por perícia para conformar se estava registrada.
O crime foi descoberto no domingo (14), quando os dois foram encontrados no apartamento em que moravam juntos. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Sérgio tinha registro de violência doméstica.
“Ela [Eduarda] não tinha boletim de ocorrência contra ele. Em nosso sistema só havia uma violência doméstica contra ele, mas referente a outra mulher no passado”, disse o delegado.
Um dia antes, uma câmera flagrou a jovem guardando dois celulares em um hidrante no corredor do prédio. A motivação do crime ainda não foi esclarecida, mas poderá ser detalhada com as informações coletadas nos dispositivos.
Crime
À Polícia Militar, vizinhos disseram que não ouviram disparos ou briga vindo da casa do casal. A câmera de monitoramento no corredor, porém, mostrou o casal descendo do elevador às 16h30 de sábado (13). Às 17h23, Eduarda apareceu saindo do apartamento, guardando os celulares no hidrante e voltando para a casa.
Segundo a Funerária Ibirama, do Vale do Itajaí, a cerimônia de despedida de Eduarda ocorreu nesta terça-feira (16) na Capela Mortuária de Ribeirão Griesenback, em José Boiteux, na mesma região.
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