:: 5/jun/2020 . 13:46
Guanambi-BA: Suspeito de integrar facção criminosa morre em confronto com a PM
Suspeitos de filmar homicídio e divulgar em rede social são presos em BH

De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, a vítima foi assassinada a mando de um traficante que está preso.Segundo a PCMG, o crime teria sido por vingança.
— Foto: Herbert Cabral/TV Globo
Nesta quinta-feira (4), a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu um homem e uma mulher, de 22 e 38 anos, no Betânia, Região Oeste da capital.
De acordo com os policiais, os suspeitos, a mando de um traficante que está preso, assassinaram a vítima, de 36 anos, a tiros. O crime aconteceu em fevereiro deste ano.
Durante o crime, eles filmaram a ação e divulgaram as imagens em rede social. Segundo o delegado Domênico Rocha, o preso queria a comprovação do homicídio. “A ordem dele foi clara: matar e fazer registro audiovisual nessa hora”.
Ainda, de acordo com a PCMG, a motivação do crime foi vingança, pois a esposa do preso afirmou ter sido assediada sexualmente pela vítima. Porém, as investigações apontam que isso não aconteceu.
“Ela, de forma fantasiosa, criou essa história para induzir o companheiro dela, que é um criminoso de alta periculosidade, a determinar a morte da vítima, o que de fato aconteceu”, afirmou o delegado.
Primeira-dama de Tamandaré é a patroa autuada pela morte do menino que caiu de prédio em Recife

Sari Gaspar Corte Real, esposa do prefeito Sérgio Hacker, foi presa por negligenciar do menor, mas ate então não tinha tido seu nome divulgado
Sari Gaspar Corte Real, esposa do prefeito de Tamandaré (PE), Sérgio Hacker (PSB), que até então teve a sua identidade mantida sob sigilo pela Polícia Civil, é a empregadora da mãe do menino Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos, que morreu ao cair do 9º andar de um edifício de luxo no Recife.
Ela foi autuada por homicídio culposo, por negligenciar de menor, mas não teve o nome divulgado pela Polícia Civil. Ela chegou a ser presa em flagrante, mas pagou R$ 20 mil de fiança e responderá em liberdade. O garoto morreu enquanto procurava pela mãe, que havia descido para passear com o cachorro dos patrões.
Mirtes Renata Souza, mãe do garoto, contou que era empregada doméstica do prefeito de Sérgio Hacker, e da sua esposa, Sari Corte Real, apontada como responsável pelo homicídio. “Se fosse eu, meu rosto estaria estampado, como já vi vários casos na televisão. Meu nome estaria estampado e meu rosto estaria em todas as mídias. Mas o dela não pode estar na mídia, não pode ser divulgado”, desabafou.
O menino Miguel
O delegado Ramon Teixeira, responsável pelo caso, afirmou que câmeras do circuito interno de segurança do condomínio mostraram o momento em que a mulher permitiu que Miguel entrasse sozinho no elevador. Nas imagens, era possível ver que ela fala com o menino, mas o deixa lá.
O apartamento dos patrões ficava no 5º andar. Segundo a investigação, Miguel saltou do elevador no 9º andar e escalou uma grade na área dos aparelhos de ar-condicionado, na ala comum do edifício, fora do apartamento, de onde caiu.
Mirtes e a mãe continuaram trabalhando para o casal ao longo de toda a pandemia. A família dos patrões optou por se isolar em Tamandaré, no Litoral Sul. “Ela disse que a gente não era obrigado a ir. A gente foi porque precisa trabalhar, precisa ganhar nosso salário para pagar as contas e também em questão que ‘mainha’ é grupo de risco”, explicou.
Uma mulher de 19 anos foi encontrada morta decapitada nesta quinta-feira (04) na Zona Oeste de Natal

Uma mulher de 19 anos foi encontrada morta decapitada nesta quinta-feira (04) na Zona Oeste de Natal. O corpo de Jayne Radija Silva do Nascimento estava em uma região de dunas entre os bairros do Planalto e Felipe Camarão.
De acordo com a polícia, a jovem saiu de manhã da casa da mãe e não havia sido mais vista desde então. A PM foi acionada por moradores da região, que encontraram o cadáver. Os familiares fizeram o reconhecimento do corpo.
Ainda não se tem informações do que teria motivado o assassinato, bem como sobre quem o cometeu.
Deputado Fabrício defende ampla mobilização para execução da Lei Aldir Blanc

O Senado aprovou nesta quinta-feira (04) o projeto que destina R$ 3 bilhões para ações que vão ajudar o setor cultural a enfrentar a pandemia do novo coronavírus. O texto, batizado de Lei Aldir Blanc, em homenagem ao músico vítima da Covid-19, já havia sido votado e aprovado na Câmara do Deputados. Além de uma renda mensal de R$ 600 para os profissionais do setor, o projeto prevê subsídio de até R$ 10 mil mensais para manutenção de espaços artísticos e culturais que tiveram suas atividades paralisadas. Os recursos serão destinados aos estados, distrito federal e municípios – a previsão é que a Bahia receba mais de R$ 111 milhões; já Vitória da Conquista deve ser contemplada com mais de R$ 2 milhões.
Uma das preocupações é com a forma e o tempo de aplicação dos recursos. É o que aponta o deputado estadual Fabrício Falcão (PCdoB). “Estamos acompanhando de perto essa proposta. A bancada baiana do PCdoB na Câmara Federal debateu e votou a favor da lei. Já a deputada Jandira Feghali, de nosso partido, foi a relatora do projeto. Agora, com a aprovação do Senado, temos que pressionar o presidente Jair Bolsonaro para que a lei seja rapidamente sancionada e executada. Os estados e municípios terão, a partir do recebimento do recurso, 60 dias para sua aplicação ou, caso contrário, serão devolvidos. Então a gente tem que fazer uma grande mobilização junto ao governo estadual e prefeituras, com uma ampla participação dos artistas, para que essa ajuda emergencial chegue rápido e a quem mais necessita”, afirmou o parlamentar.
Cultura conquistense se mobiliza – O Conselho de Cultura de Vitória da Conquista informou que “já vem construindo alternativas para alinhar as atividades realizadas com base nas diretrizes da Lei Aldir Blanc”. Uma delas foi a readequação do Censo Cultural, com o acréscimo de itens como espaços culturais e as diversas modalidades delimitadas na lei.
O setor cultural contribui com cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) e antes da crise empregava mais de cinco milhões de trabalhadores, quase 6% da mão-de-obra brasileira. Com a pandemia, o segmento cobra um retorno governamental urgente. É o que defende o professor, músico e arte educador Geslaney Brito. Ele frisa que o Estado brasileiro, por lei, tem a “obrigação sobre a manutenção da cultura, não somente quando esta cumpre o papel de retornar ao Estado os impostos sobre as atividades econômicas, que de fato a cultura promove”.
TSE autoriza convenções partidárias virtuais para eleição deste ano

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizou hoje (4), por unanimidade, a realização de modo virtual das convenções partidárias para a escolha dos candidatos nas eleições municipais deste ano, tendo em vista as recomendações de distanciamento social durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19).
Pela decisão, ficou estabelecido que os partidos têm liberdade de estabelecer regras e escolher os procedimentos para a realização das convenções virtuais, desde que garantam ampla publicidade a todos os filiados e atendam a todas exigências da legislação eleitoral já em vigor.
A flexibilização foi autorizada em resposta a duas consultas feitas por deputados federais e a uma terceira feita pelo partido Republicanos.
“No meu modo de ver, negar a adoção desse formato virtual no momento atual seria ignorar a realidade enfrentada no combate à doença. Na seara específica do processo eleitoral, seria inviabilizar essa etapa imprescindível à realização de eleições democráticas e transparentes”, disse o relator das consultas, ministro Luis Felipe Salomão, que foi acompanhado por todos os outros seis ministros que compõem o TSE.
O tribunal formará um grupo de trabalho para estabelecer regras de envio virtual dos resultados das convenções para a Justiça Eleitoral. Uma norma sobre o tema deve ser votada ainda neste mês, segundo o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso.
De acordo com a legislação eleitoral, as convenções, obrigatórias para a escolha dos candidatos, devem ser realizadas por todos os partidos entre 20 de julho e 5 de agosto. No mesmo julgamento desta quinta-feira (4), o TSE reafirmou que não pode alterar tais datas sem prévia autorização do Congresso.
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