Marizete afirma que o médico só não lhe agrediu fisicamente, por que foi segurado por  funcionários da Maternidade

Nesta quarta-feira (26/04), a servidora pública Marizete de Souza Peixoto de 54 anos registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil, alegando que sofreu injuria e difamação, além de ser humilhada durante atendimento médico na Maternidade de Itapebi.

A paciente informou que ao adentrar na sala de atendimento, o médico de plantão com tom agressivo falou “fala o que você estar sentindo, porque eu tenho outros pacientes para atender”, a mulher falou que estava com sintomas de alergia e que fazia uso de um medicamento que não estava fazendo mais efeito.

Segundo a paciente, o médico passou a prescrever a receita e disse, que o remédio dava muito sono, a paciente lhe respondeu que o outro remédio não dava sono. Foi quando o médico com tom agressivo mais uma vez lhe respondeu “porque você não comprou o remédio que você já toma, aí não precisava vim aqui na Maternidade”.

A paciente contestou e falou que o médico estava na unidade de saúde para atender bem os pacientes e não com grosserias.

Após esse desentendimento, o médico e a paciente começaram a discussão dentro da unidade de saúde. Marizete afirma que o médico só não lhe agrediu fisicamente por conta dos funcionários da Maternidade que não deixaram.

Nossa reportagem tentou contato com a direção da unidade de saúde, mas não obteve êxito.

As autoridades municipais devem tomar uma atitude mediante essa situação. É fundamental que os profissionais da área de saúde estejam capacitados para lidar com as demandas dos pacientes de forma respeitosa, sem julgamentos ou preconceitos.

Nesse caso a mulher humilhada em atendimento médico público, é importante oferecer apoio psicológico e orientação jurídica, caso necessário, para garantir que seus direitos sejam respeitados e que haja reparação pelos danos causados.

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