A depressão atinge 52% de todas as pessoas que se recuperaram de COVID-19. É o que aponta estudo realizado por um grupo de universidades americanas, além do Hospital Geral de Massachusetts (EUA).

Para chegar a essa conclusão, o estudo ouviu 3.900 pessoas que passaram pela doença entre maio de 2020 e janeiro de 2021.

O autor principal do estudo, o psiquiatra Roy Perlis, aponta que “essa observação reforça a importância de compreender se isso é um efeito da COVID-19 ou simplesmente o estresse em lidar com a pandemia, além de um quadro agudo da doença”.

Em qualquer das duas hipóteses, o especialista ressalta que é fundamental que o enfermo busque ajuda.
Onde encontrar ajuda

Além da pandemia de COVID-19, o mundo também vive uma pandemia de depressão. Essa é a doença que mais aumenta seu número de vítimas – inclusive de vítimas fatais – na atualidade. Por isso, é tão necessário buscar ajuda aos primeiros sinais da doença.

O Bispo Renato Cardoso explica que “enquanto as outras doenças levam a natureza do ser humano a lutar pela cura, a depressão faz o contrário. Faz a pessoa querer morrer. É a única doença em que o paciente não busca ajuda, não busca a cura, não busca querer viver. Ele busca a morte. Isso mostra que algo diferente sobre essa doença de todas as demais doenças”.

De acordo com ele, a diferença está no fato de a depressão ser um problema espiritual, e não apenas físico, como a maioria das outras doenças.

“É uma doença silenciosa, solitária e suicida”, explica o Bispo. “E, se você não tratar da depressão no nível espiritual, então você terá muito pouca chance de sucesso de erradicar essa doença da sua vida”.

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