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:: 31/mar/2022 . 23:02

Rodrigo, do BBB 22, sofre traumatismo craniano em acidente de carro; estado de saúde é delicado

Rodrigo Mussi, segundo eliminado do BBB 22, sofreu um acidente de carro nesta quinta-feira, 31/3. A informação foi confirmada pelo perfil oficial do ex-bbb no Twitter. A assessoria de imprensa divulgou uma nota oficial com mais detalhes de seu estado de saúde.

“O influenciador Rodrigo Mussi sofreu traumatismo craniano durante o acidente, além de fraturas pelo corpo. O estado de saúde é considerado delicado, porém estável. No momento, ele está passando por uma cirurgia múltipla na perna e na cabeça. Em breve, divulgaremos um boletim médico atualizado”.

 

Rodrigo Mussi tem 36 anos e é gerente comercial em São José dos Campos, SP. O ex-participante do BBB 22 estava no estádio assistindo ao jogo do São Paulo.

Gui Napolitano, Julio Casares e Rodrigo Mussi no Morumbi — Foto: Reprodução/Internet

Gui Napolitano, Julio Casares e Rodrigo Mussi no Morumbi — Foto: Reprodução/Internet

Procurada pela #RedeBBB, a influenciadora digital Viih Tube, ex-participante do BBB 21, que trocou beijos com o ex-brother no Lollapallooza no último fim de semana, está acompanhando de perto seu estado de saúde.

“Estou no hospital”, disse Viih Tube.

 

Camila, amiga de Rodrigo, também deu mais informações à #RedeBBB:

“Falei com alguns médicos, mas ele está na UTI do trauma, foi para o Hospital das Clínicas”, disse Camila.

 

Angelo Soléo, outro amigo do gerente comercial, falou que tem poucas informações no momento:

“Realmente é verdade, ele sofreu mesmo o acidente. Foi ontem de madrugada em São Paulo, mas a gente não tem muitas notícias porque ele está em São Paulo e o acidente foi lá. Está difícil pegar informação, porque desde o acidente ele está sem celular”.

 

Pedro Coutinho, amigo do ex-brother, confirmou que Rodrigo está em cirurgia.

 

TSE cria frente nacional para combater onda de fake news no país

Onda de fake news marcou eleições de 2018, em que foi eleito o presidente Jair Bolsonaro – Divulgação Milton Alves

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou, nesta quinta-feira (31), a criação da Frente Nacional de Enfrentamento à Desinformação, que deverá atuar contra a onda de fake news no país. A iniciativa deve se somar às armas utilizadas pela Corte para tentar evitar o avanço do problema à medida que se aproximam as eleições.

A novidade foi anunciada pelo presidente do TSE, Edson Fachin, durante sessão nesta quinta. A criação da frente foi formalizada por meio da Portaria 318/2022, publicada nesta mesma data.

De acordo com o magistrado, a ideia é que o grupo promova ações e eventos voltados à defesa da imagem das urnas eletrônicas e da Justiça Eleitoral, alvos frequentes do presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados, que jogam a instituição para o meio da crise institucional.

“A democracia brasileira está sendo ameaçada, e a sociedade constitucional encontra-se em alerta. Impende, por isso, fortalecer as instituições democráticas e enfrentar a desinformação. Queremos paz e segurança nas eleições de 2022”, disse Fachin, que tem sido constantemente pressionado por especialistas e sociedade civil para que o tribunal tenha uma atuação mais incisiva este ano.

Em 2018, a eleição foi tomada por uma avalanche de fake news que ajudou a turvar o pleito, marcado pela forte atuação de grupos organizados que agem na arena virtual com esse fim.

Como será composto o grupo

A frente criada pelo TSE deverá contar com a atuação de servidores públicos, autoridades e colaboradores voluntários da Justiça Eleitoral no território nacional, os quais serão geridos por uma comissão executiva.

Este último colegiado deverá produzir relatórios mensais que compilem as atividades do grupo para subsidiar a chamada “Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação”, também criada pela portaria.

A constituição da frente vem também a reboque do Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação, criado pelo TSE em 2020. Um dos objetivos é buscar uma atuação articulada em rede, de forma a reduzir o poder de estrago das fake news no cenário político.

Entre as iniciativas recentes do Poder Judiciário no tema, a que mais chamou a atenção foi a interdição temporária do Telegram no último dia 17 a partir de decisão do ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF).

A medida mirava o combate a postagens com conteúdo falso e foi suspensa três dias depois, após a plataforma ter adotado algumas providências. Entre elas, teve destaque a retirada de uma postagem de Bolsonaro em que o presidente compartilhar informações de uma apuração sigilosa relacionada a um ataque hacker ao TSE.

Edição: Rodrigo Durão Coelho

Para Alice Portugal, carlismo não ‘poderá esconder a sua relação com Bolsonaro’

Foto: Matheus Morais/ bahia.ba
Foto: Matheus Morais/ bahia.ba

Nesta quinta-feira (31), durante a visita do pré-candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para o lançamento da candidatura de Jerônimo Rodrigues (PT) ao governo da Bahia, a deputada federal Alice Portugal (PCdoB) falou com a equipe do bahia.ba sobre a composição PT/MDB.

Para ela, o grupo do qual faz parte tem tradição em derrotar o fascismo. “O carlismo pode usar muitos disfarces mas, efetivamente, não poderá esconder a sua relação com Bolsonaro. Então, a nossa busca da frente ampla foi uma busca obstinada. Mas a linha e o programa político está muito bem definido, que é voltar os programas sociais, manter, efetivamente, na Bahia o rumo certo de uma Bahia que se desenvolve, que venceu aquele turbilhão de miséria que o carlismo impôs à Bahia por mais de 40 anos”.

Ela convida outros partidos que se identifiquem com o programa do grupo a se juntarem: “aqueles que se agreguem a este programa são bem vindos. A porta continua aberta, inclusive, para receber o PDT, para receber outras forças políticas que se agreguem para impedir o retorno dessas forças atrasadas, que é o retrocesso social para a Bahia”.

A deputada também comentou sobre as federações partidárias, que vai durar quatro anos. Para ela, a federação é um instrumento da democracia, “um instrumento que renova a política, faz uma forma contracta dos partidos sem matar os partidos. Então, para nós é muito importante. Enfrentamos com mais tranquilidade, assim, os rigores da cláusula de barreira mas, mantendo o nosso nome, nosso número, nossa história, dentro de uma agregação programática que dura quatro anos”.