:: ‘Polícia’
Megaoperação da Polícia Civil contra tráfico de drogas sintéticas em casa noturna na cidade de VITORIA DA CONQUISTA
Denúncias e informações davam conta que um grupo estaria constantemente vendendo drogas sintéticas numa “balada” conhecida na cidade, em um estabelecimento localizado em bairro nobre.
No curso das investigações, foram identificados três prestadores de serviços do estabelecimento sendo um músico, uma produtora artística e um motorista de aplicativo.
Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos:
Oito porções grandes de skank , pesando cerca de 500g, avaliada em R$ 6.000,00;
Treze comprimidos de êxtase;
Uma porção de MDA (droga sintética);
Uma porção média de haxixe
Dezenas de comprimidos anti-depresivos utilizados em bebidas alcoólicas e 01 balança de precisão;
R$ 450,00 em dinheiro
Um veículo GM Corsa.
O principal investigado, de 32 anos, motorista de aplicativo, prestador de serviço e frequentador do local também como prestador de serviço do estabelecimento, foi preso em flagrante delito de posse das drogas e confessou que as vendia.
Também foram conduzidos duas pessoas, de 29 anos, bacharela em Direito e produtora artística, de 25 anos, músico que alegou prestar serviços de DJ na referida “balada”.
Não houve cumprimento de buscas no estabelecimento comercial, mas as equipes foram ao local.
POLICIA FECHA Fábrica clandestina de bebidas em Vitória da Conquista produzia na sua maioria Tubaína
Nesta quarta-feira, 14 de janeiro, a Polícia Civil desarticulou uma fábrica clandestina de bebidas em Vitória da Conquista. A operação cumpriu mandados de buscas e apreensões. O local funcionava sem nenhuma condição, sem autorização e em condições precárias.
As bebidas eram fabricadas sem autorização e com rótulos sem registro de validade. Entre as bebidas estava uma das mais conhecidas que é bastante consumida, a Tubaína.
As garrafas eram lavadas sem nenhuma higienização dentro de um tanque comum. A polícia detalhou ainda que o imóvel já havia sido alvo de fiscalização e interdição em 2018. O responsável pelo estabelecimento responde a inquérito por falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de substâncias alimentícias. O caso segue sob investigação.
Mulher espancada e abandonada às margens de rodovia na Bahia morre após dias internada; saiba mais
Uma mulher de 41 anos, identificada como Vera Lúcia Conceição dos Santos Nascimento, morreu na noite desta segunda-feira (12), após ficar quase uma semana internada no Hospital Gonçalves Martins, na cidade de Nazaré das Farinhas, no interior do estado da Bahia.
De acordo com a Polícia Civil, Vera Lúcia foi brutalmente espancada e de entrada na unidade de saúde no dia 5 de janeiro. Ela foi encontrada inconsciente às margens da rodovia BA-001, no trecho que liga os municípios de Nazaré e Vera Cruz.
O ex-companheiro da vítima, identificado apenas com o prenome de Willian, de 40 anos, foi preso por suspeita de envolvimento no crime. Familiares de Vera Lúcia contaram que o indivíduo não aceitava o fim do relacionamentoWllian está custodiado na sede da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), em Salvador, à disposição da Justiça. As investigações são conduzidas pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias, a autoria e a motivação do espancamento que resultou na morte da mulher.
BAHIA: PF DEFLAGRA 9ª FASE DA OPERAÇÃO OVERCLEAN E TEM DEPUTADO FÉLIX MENDONÇA JR. COMO PRINCIPAL ALVO
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (13), a nona fase da Operação Overclean, que apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, além de indícios de corrupção e lavagem de dinheiro. A ação contou com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB).
O principal alvo desta etapa é o deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT). Mandados foram cumpridos na residência do parlamentar, na Mansão Wildberger, edifício residencial de luxo no Corredor da Vitória, em Salvador, e também em seu escritório.
Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão na Bahia e no Distrito Federal. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que também determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas. Segundo a PF, o objetivo é interromper a movimentação de valores de suposta origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicos.
As investigações indicam a atuação de uma organização criminosa envolvida em práticas como desvio de verbas públicas, fraudes em licitações e contratos administrativos. Se as suspeitas forem confirmadas, os investigados poderão responder por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.
Polícia encontra corpo em área de mata em SP, e suspeita é de que seja de PM desaparecido
Fontes policiais disseram à que o corpo encontrado tem as mesmas características de Santana. A confirmação só será feita a partir de reconhecimento familiar ou exame de DNA. Os policiais e cães farejadores chegaram ao endereço a partir de uma denúncia anônima.
No sábado (10), mais de 80 agentes foram empenhados para as buscas com apoio de cães, equipes de inteligência e do Comando de Choque. Inicialmente concentrada em uma área de mata no entorno da Represa de Guarapiranga, na Zona Sul, a operação foi ampliada e passou a incluir buscas dentro da água.
O PM foi visto pela última vez próximo à favela Horizonte Azul.
A Justiça decretou a prisão temporária de três suspeitos. Testemunhas relataram que o PM passou a madrugada em um bar dentro da comunidade e teria se desentendido com um deles. Durante a discussão, Fabrício teria anunciado que era policial. Segundo a investigação, o homem saiu do local e avisou líderes do tráfico de drogas de que havia um PM na favela. O policial deixou o bar logo em seguida.
Ainda conforme os depoimentos, os criminosos abordaram um segundo suspeito, que estava com o policial no estabelecimento, e ordenaram que ele levasse o cabo de volta à favela. Ele afirmou na delegacia que cumpriu a ordem do crime organizado. Os suspeitos disseram ainda que o PM foi informado de que seria morto por ser policial e estar em uma área dominada pelo tráfico de drogas.
De acordo com a investigação, antes de desaparecer, o policial telefonou para o irmão e relatou que havia se desentendido com um traficante da comunidade, que teria ameaçado revelar aos moradores que ele era policial, colocando a família em risco.
Diante da ameaça, Fabrício teria dito que iria até uma adega do bairro para tentar resolver a situação. Depios disso, ele não foi mais visto.
Na tarde de quinta-feira (8), o carro do policial foi encontrado completamente carbonizado em uma área de mata na Rua Richard Arnold Beck, no Jardim Mombaça, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Não havia ninguém dentro do veículo, e a polícia suspeita que o incêndio tenha sido provocado para eliminar provas.
A Justiça decretou a prisão temporária de três suspeitos por envolvimento no desaparecimento do cabo. Um deles é o homem que discutiu com Fabrício na adega; outro aparece em imagens de câmeras de monitoramento seguindo o carro do policial; e o terceiro é um conhecido do PM. Em um dos veículos apreendidos, a polícia encontrou galões com cheiro de combustível.
Gestos de facção podem ter causado execução dos quatro amigos mortos em SC; entenda
Caso ocorreu em Biguaçu, na Grande Florianópolis, e segue sob apuração da Polícia Civil

| Quem eram os jovens amigos encontrados mortos em SC |
A Polícia Civil de Santa Catarina investiga as circunstâncias que envolvem a morte de quatro jovens encontrados sem vida em Biguaçu, na Grande Florianópolis. As vítimas, naturais de Minas Gerais e de São Paulo, estavam desaparecidas, e o caso gerou grande repercussão em todo o estado.
De acordo com informações divulgadas pelo repórter Felipe Kreusch, no programa Cidade Alerta Santa Catarina, da NDTV Record, uma das linhas de investigação avalia se registros feitos pelos jovens em redes sociais e conversas armazenadas em aparelhos celulares podem ter influenciado a ação criminosa.
Investigação analisa contexto e possíveis interpretações
Fontes ligadas à investigação explicaram que, no contexto de organizações criminosas, crimes dessa natureza geralmente não ocorrem de forma aleatória. Conforme apurado, em situações semelhantes, é comum que haja uma abordagem prévia, na qual aparelhos celulares são analisados em busca de conversas, imagens, emojis ou outros elementos que possam ser interpretados como vínculos com grupos rivais.
Os investigadores ressaltam que gestos ou publicações isoladas, por si só, não costumam ser suficientes para motivar crimes graves, sendo necessário um conjunto de fatores analisados no contexto do caso.

Segundo informações divulgadas pela emissora, algumas imagens publicadas pelos jovens nas redes sociais chamaram a atenção dos investigadores por conterem símbolos que, em determinados contextos, podem ser associados a organizações criminosas. Em uma das postagens analisadas, um dos jovens aparece com um emoji específico, cuja interpretação é avaliada pelas autoridades.
A linha investigativa considera a possibilidade de que tais símbolos tenham sido interpretados de forma equivocada ou associados a grupos rivais, o que pode ter contribuído para o crime. No entanto, a Polícia Civil reforça que não há confirmação oficial sobre a motivação e que não existem, até o momento, provas de envolvimento das vítimas com organizações criminosas.
O caso segue sob investigação, com a realização de diligências e análises técnicas para esclarecer os fatos, identificar os responsáveis e determinar as reais circunstâncias das mortes.
POÇÕES- ACÃO POLICIA CIVIL COM APOIO DA POLICIA MILITAR APREENTE 15 KL DE COCAINA NA CIDADE
Polícia Civil e Polícia Militar, em ação conjunta, apreendem 15kg de cocaína e duas armas, na cidade de Poções.
Na data de hoje, equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar, durante diligência relacionada a denúncia anônima sobre possível armazenamento de entorpecentes e armamento em imóvel situado na Rua José Pedreira França, na cidade de Poções, supostamente vinculado ao indivíduo morador de Poções.
A entrada na residência foi autorizada pela tia do investigado e residente no imóvel.
Durante as buscas foram localizados:
No pavimento superior: uma caixa contendo 15 tabletes de substância análoga à cocaína;
No pavimento inferior, na sala: duas espingardas calibre 28, ocultadas dentro de um colchonete.
A residente alegou desconhecimento acerca do material ilícito, porém declarou suspeitar que os entorpecentes pertençam ao supracitado investigado, que não se encontrava na cidade no momento da busca.
O presente fato foi formalmente registrado e será objeto de apuração no curso do inquérito policial competente.
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Tio mata bebê de 11 meses a facadas; autor do crime é morto pelo pai da criança
A celebração do Réveillon terminou em uma sequência de mortes violentas no município de Buriticupu, no interior do Maranhão. Na quinta-feira (1º), uma bebê de apenas 11 meses, identificada como Mavie Louise Andrade Silva, foi assassinada a facadas dentro de casa. O crime teria sido cometido pelo próprio tio da criança, que também acabou morto no local.
De acordo com informações da Polícia Militar, a família ainda comemorava a virada de ano quando o ataque ocorreu. O suspeito, Antônio José dos Santos Silva, teria desferido os golpes de faca contra a sobrinha. Após o ocorrido, o pai da bebê, Nairon Abreu Silva, reagiu ao ataque e atingiu o cunhado com uma picareta. Antônio José não resistiu aos ferimentos e também morreu no local.
Quando as guarnições da PM chegaram à residência, encontraram os corpos da criança e do suspeito. O pai da bebê fugiu da residência e, até o momento, é considerado foragido e está sendo procurado pela Polícia Militar. O caso está sob investigação da Polícia Civil do Maranhão, que apura tanto o homicídio da criança quanto a morte do suspeito.
ASSASSINO EM SÉRIE FOGE DE PRESÍDIO DE SEGURANÇA MÁXIMA
Dois presos considerados extremamente perigosos escaparam da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins na noite de quinta-feira (25), feriado de Natal. A unidade é classificada como presídio de segurança máxima, o que aumentou a preocupação das autoridades com a fuga. Os detentos cumpriam pena em regime fechado e são ligados a uma facção criminosa de atuação nacional.
Um dos fugitivos é Renan Barros da Silva, de 26 anos. Ele foi condenado a uma pena total de 72 anos de prisão por envolvimento em três homicídios e pelo crime de ocultação de cadáver. Devido ao histórico criminal e à repetição de assassinatos, Renan passou a ser tratado pelas forças de segurança como um assassino em série. As autoridades destacam que ele representa alto risco à sociedade, justamente pelo padrão violento de seus crimes.
O outro detento que conseguiu fugir é Gildádio Silva Assunção, de 47 anos. Ele possui quatro condenações criminais, incluindo homicídios, e soma uma pena total de 46 anos de prisão. Assim como Renan, Gildádio também era considerado preso de alta periculosidade e estava custodiado sob regras rigorosas de segurança. A fuga dos dois ocorreu simultaneamente, o que levanta suspeitas sobre falhas estruturais ou operacionais dentro da unidade prisional.
Segundo informações preliminares, ambos os detentos são apontados como integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores facções criminosas do país. A ligação com o grupo reforça o alerta das forças de segurança, já que a facção possui ramificações em diversos estados e histórico de apoio logístico a membros foragidos do sistema prisional.
Após a confirmação da fuga, a Secretaria responsável pela administração penitenciária acionou imediatamente as forças policiais. Operações de busca foram iniciadas na região de Cariri do Tocantins e em municípios vizinhos. Barreiras policiais, abordagens em rodovias e ações de inteligência passaram a ser intensificadas na tentativa de localizar os fugitivos o mais rápido possível.
As autoridades também comunicaram outros estados sobre a fuga, considerando a possibilidade de que os detentos tentem deixar o Tocantins com auxílio de comparsas. Informações sobre características físicas, histórico criminal e possíveis rotas de fuga já foram repassadas às equipes envolvidas na caçada policial.
A fuga em pleno feriado de Natal reacendeu o debate sobre a segurança no sistema prisional brasileiro, especialmente em unidades classificadas como de segurança máxima. Especialistas em segurança pública avaliam que casos como esse indicam a necessidade de revisão constante de protocolos, além de investimentos em estrutura, tecnologia e pessoal qualificado.
Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre como os detentos conseguiram escapar da unidade. A administração do presídio informou que uma apuração interna foi aberta para identificar eventuais falhas e responsabilidades. Dependendo do resultado da investigação, servidores podem ser responsabilizados administrativa e criminalmente.
A população foi orientada a não tentar qualquer tipo de abordagem caso reconheça os foragidos e a acionar imediatamente a polícia por meio dos canais oficiais. As buscas seguem em andamento, e as autoridades afirmam que a recaptura dos detentos é tratada como prioridade máxima.









