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:: 27/abr/2024 . 18:08

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Mulher é submetida a cirurgia cesariana sem estar grávida

Em Natal (RN), uma mulher foi submetida a uma cirurgia cesariana sem estar grávida. O caso aconteceu no último dia 18. A Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte vai investigar o caso. O episódio ocorreu no Hospital Santa Catarina, na Zona Norte da cidade.

A equipe da unidade de saúde disse que a paciente tinha indicação de cesariana pelo quadro clínico da suposta gestação e apresentou cartão de pré-natal preenchido e laudos de ultrassonografia. A mulher não fez nenhum exame no hospital antes da cesárea.

A mulher chegou ao Hospital Santa Catarina encaminhada pelo município de Guamaré. Ela passou pela cirurgia, mas os médicos disseram que não encontraram nenhum bebê.

Depois do procedimento, a equipe teve acesso a um exame recente que estava com a família da paciente e indicava que ela não estava grávida.

A Secretaria Municipal de Guamaré disse, em nota, que encaminhou a paciente para avaliação no Hospital Santa Catarina e ressaltou que, durante as consultas de pré-natal, foi visto que a paciente não tinha evolução da altura uterina, ausculta de batimentos fetais e não tinha ganho de peso, mesmo após meses de suposta gestação.

Já Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte, que é responsável pelo Hospital Santa Catarina, afirmou que a unidade de saúde segue um padrão de atendimento, no qual toda paciente que chega é atendida pela equipe do pronto-socorro, que faz avaliação e encaminha para o centro obstétrico. Além disso, são feitos outros exames quando a equipe avalia ser necessário.

A Direção do Hospital Santa Catarina apura o caso com as equipes envolvidas, e também com a unidade de origem, que encaminhou a paciente.

Ligado ao PCC: vereador preso por fraude admite Pix de R$5 mil por mês

Em depoimento ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Ricardo Queixão (PSD), vereador de Cubatão (SP), admitiu que recebia pagamentos de R$ 5 mil todos os meses de um empresário que tinha contratos com o Poder Legislativo municipal. Ele chorou durante a audiência, dizendo não ter envolvimento com “questão de licitação”. O ex-presidente da Câmara Municipal da cidade foi detido durante a Operação Munditia no último dia 16, que tinha como alvo o esquema de fraudes que favoreciam empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo o depoimento do vereador, realizado nesta semana, Queixão disse que as transferências eram feitas por Vagner Borges Dias, apontado como principal nome do esquema. Ele está foragido.

De acordo com o vereador, a quantia era paga por Pix e, em troca, ele realizava seu “trabalho político” e demonstrava apoio a um candidato a deputado federal indicado pelo empresário.

“O Vagner, eu encontrei ele (sic), se não me engano, em 2020, atrás da Câmara. Ele me abordou e veio falar para mim que queria fazer um trabalho político em Cubatão. Peguei o contato e tudo e depois que passou, doutor, aí ele veio firmar comigo porque… é assim, a gente quando ganha eleição, doutor, a gente firma muito compromisso. E depois a gente não consegue cumprir. As pessoas ficam desempregadas e eu tive que ajudar essas pessoas. Aí o compromisso dele foi, para quando, lá na frente, ele precisar apoiar um deputado, eu apoiar ele. Pela força política que eu tinha em Cubatão, né. Aí todo mês ele me dava essa verba para mim poder (sic) ajudar as pessoas, para poder fazer o trabalho político em Cubatão, para apoiar um deputado”, disse ele em audiência, na qual o jornal O Globo teve acesso.

Durante o depoimento, Queixão relatou que informava as chaves Pix de outras pessoas para receber as transferências de Dias, como as de sua esposa, cunhada, sobrinho e dois funcionários da Câmara.

“Eles já retiravam para mim e entregavam para a pessoa poder fazer o trabalho político para mim. Muitas pessoas me apoiaram e eu não consegui empregar todo mundo. Infelizmente, a gente está ali como vereador, você quer ajudar as pessoas, quer alcançar um leque maior. Foi uma maneira que eu tentei, né, que eu comecei. E a gente conseguiu fazer isso, doutor, infelizmente.”

Os investigadores tiveram acesso às mensagens enviadas ao celular do vereador após quebra de sigilo telemático e, nas conversas, é possível ver cobranças de Queixão a Dias.

“Bom dia, meu brother. Esquece de mim não”, escreveu o vereador em novembro de 2020. Depois, ele voltou a mandar mensagem: “Vê se consegue agilizar pra mim. Eu tenho que comprar o terno pra posse e agilizar outras coisas para minha presidência.”

O empresário, então, respondeu: “Só vai dar pra fazer ano que vem (…) fiquei apertado, entendeu? Mas eu vou te ajudar, já que é pra empossar o homem. Já vamos começar a ir na Câmara juntos.”

Mesmo após ter deixado a presidência da Câmara, as transferências a Queixão continuaram, o que provaria, segundo ele, que o dinheiro não tinha “nada de envolvimento com questão de licitação”.

O vereador chorou durante o depoimento, dizendo que nunca tinha “se envolvido com esses negócios” e que pretendia renunciar ao cargo na Câmara.

“Só eu sei o que eu to passando aqui dentro. Eu nunca passei por isso, doutor. Eu tenho filha… tenho minhas duas meninas (ininteligível)… doutor, pelo amor de Deus. Um negócio desse… a gente querendo ajudar as pessoas. Doutor, até falei para eles aqui, doutor. Não quero mais saber de política não. Foi uma porcaria na minha vida. Saindo daqui eu vou renunciar ao meu cargo, doutor. Não quero mais saber disso porque eu nunca passei por essa situação, não. Nunca. Poxa, eu tenho família, fico pensando na minha mãe e minhas filhas, doutor. (…) Infelizmente, eu peço desculpas, doutor.”

Além de Queixão, outras seis pessoas foram denunciadas pelo MP-SP suspeitas de integraram organização criminosa. Duas outras denúncias também acusaram mais 10 investigados de envolvimento com o esquema.

O vereador foi preso temporariamente e a detenção expiraria na última quinta, mas foi convertida em preventiva, ou seja, não há prazo para expirar.

Poções: veículo roubado sentido a conquista

Polícia Civil apreende câmera clandestina instalada em poste no extremo sul da Bahia

Polícia apreende câmera instalada de forma clandestina no extremo sul da Bahia — Foto: Reprodução/Polícia Civil de Eunápolis

Polícia apreende câmera instalada de forma clandestina no extremo sul da Bahia — Foto: Reprodução/Polícia Civil de Eunápolis

A Polícia Civil apreendeu, nesta sexta-feira (26), uma câmera instalada de forma clandestina em um poste, no bairro Itapuã, em Eunápolis, no extremo sul do estado.

De acordo com informações da Polícia Civil da cidade, os agentes estavam em busca de traficantes que atuam na área e encontraram uma câmera que acompanhava a movimentação dos policiais na Rua Irmã Dulce.

Conforme a PC, o material teria sido colocado por criminosos para monitoramento da ação da polícia na região, além de grupos criminosos rivais que brigam entre si por disputa de território. Não há informações sobre quem teria colocado os equipamentos.

A câmera apreendida foi levada para a delegacia, onde deve passar por perícia. Até a última atualização desta reportagem, ninguém foi preso.



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